Siririca com a buceta peludinha

Minha buceta vive pesada. Acordo e ela já tá lá, latejando, pedindo massagem. Tenho 30 anos, morena, cintura fina, coxa grossa e uma bunda bem grande. Sempre fui de depilar tudo, mas ultimamente deixei os pelos crescerem com vontade. E tô adorando.

Gosto de sentir ela madura, inchada, viva. Os fios são pretos, grossos, alguns mais longos. Quando me olho no espelho de perna aberta, parece que tem uma coroa em volta do grelinho.

E meu grelinho vive saltado, pedindo atenção. Sempre fui viciada em siririca — dois por dia era a média. Mas ultimamente não tem sido suficiente. Teve dia que bati quatro praticamente seguidas.

Meu ritual começa no banho. Água quente descendo, vou apertando o biquinho do peito até ele ficar durinho. Passo a mão devagar pela barriga até encontrar a fronteira dos pelos. Aí eu paro. Passo a ponta dos dedos neles primeiro, sinto a textura, bagunço, enrolo os fios, puxo de leve. Deixo eles bem cheirosos.

Saio do banho e já tô em chamas. Minha xoxota não fica dois minutos sem melar. Depois de lavar, ela já vem do box pulando: inchada, babada, me esperando. Enxugo na pressa, passo perfume, visto uma camisola bem curta — dessas que deixa os pelos aparecendo por baixo do tecido. Deito na cama e já abro as pernas, bem arregaçadinha, sem vergonha.

Mão vai direto pro peito, aperta o biquinho, desce pela barriga e quando chega nos pelos eu nem paro — vou reto pro grelinho, que já tá ali, pulsando sozinho, me esperando. Começo devagar, círculos bem leves na ponta, sentindo ele inchar mais a cada volta. Ele vai ficando cada vez mais duro debaixo do meu dedo, parece um botãozinho querendo estourar.

Minha buceta inteira responde na hora. Fica babada num segundo, o mel escorrendo pelos fios, fazendo fiozinho entre meus dedos e os pelos. Delícia essa textura: o pelo molhado, o dedo escorregando, aquele calor úmido. Meu mel é bem docinho, adoro sentir ele escorrendo. Sempre passo um pouco na boca pra provar. Fico louca comigo mesma.

Aí vem a primeira gozada. Meu corpo treme inteiro, minhas pernas ficam bambas, minha buceta parece que vai explodir. O grelinho fica pulsando sem parar, inchado, sensível. Mas quando passa a onda, minha mão já faz o caminho automático: sobe pro peito, aperta o biquinho, volta pra barriga, brinca nos pelos, espera ele parar de pulsar pra poder encostar de novo.

Nesse meio tempo, enquanto espero, fico enrolando os fios maiores nos dedos. Tem uns que já tão compridos, dá pra puxar, torcer. Fico olhando eles brilhando de mel, meio colados na pele, meio arrepiados. Passo a mão aberta, sinto a maciez misturada com o molhado. Meu Deus, que tesão.

Uma gozada nunca é suficiente. Preciso de pelo menos duas, três. Até minha buceta começar a escorregar, perder a sensibilidade, e meu grelinho pedir arrego. Mas mesmo quando chego nesse ponto, tem algo que me faz continuar. Sinto aquele melzinho escorrendo pela xoxota, misturado com a lubrificação nova, e volto a fazer movimentos circulares lentos, só a pontinha do dedo roçando a pontinha do grelinho. Passo na boca de novo. Sempre doce. Sempre meu.

Nessa hora eu viajo. Fico imaginando um macho bem pauzudo, daqueles com veia saltada, jorrando leite quente em cima da minha buceta peluda. Penso naquele gozo branco escorrendo pelos meus fios, pingando e melando tudo. Ou então imagino outra bucetinha peluda roçando na minha, nossos pelos se enroscando, se molhando juntos, a gente se esfregando até as duas gozarem uma na outra.

Quando finalmente paro, tô exausta. Minha mão cai ao lado do corpo, minha xoxota pisca sozinha, os pelinhos todos bagunçados, colados, úmidos. O mel escorre devagar, fazendo caminho até a cama. Fico de perna aberta olhando pro teto, sentindo o ar condicionado batendo na pele, até eu dormir naturalmente.

Às vezes, quando tô muito gostosa, gosto de me exibir. Morei num apê em São Paulo que dava vista pra outro prédio, e descobri que meu vizinho era tão safado quanto eu. Teve uma tarde que tirei tudo, abri bem as pernas na janela, mostrando minha xoxota inchada e peluda bem na direção dele. Ele demorou, mas percebeu. Quando viu, pegou o celular, deu zoom e começou a bater uma me olhando. Eu ali, me tocando devagar, mostrando cada movimento, vendo a mão dele subir e descer no pau.

Quando não tem plateia, fecho tudo e vou pro meu mundo. Deito na cama, enfio um, dois, três dedos fundo. Sinto os músculos da minha bucetinha apertando meus dedos, agarrando com força. E quando enfio mais fundo, sinto meu cuzinho apertando junto por dentro, os dois pedindo atenção, os dois trabalhando no mesmo ritmo. Tiro os dedo melado, passo nos pelos, volto pro grelinho. Passo na boca mais uma vez. Sempre tem mais uma dentro de mim.

Foto 1 do Conto erotico: Siririca com a buceta peludinha


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


256483 - Tesão na academia - Categoria: Masturbação - Votos: 16

Ficha do conto

Foto Perfil luna1996
luna1996

Nome do conto:
Siririca com a buceta peludinha

Codigo do conto:
256489

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
09/03/2026

Quant.de Votos:
14

Quant.de Fotos:
1