A Goiânia em copacabana - parte 1

Ontem à noite, me peguei lendo o conto de uma nova amiga aqui pelo Reddit. Ele foi tão espontâneo que, enquanto eu lia, fiquei excitado e lembrei de uma aventura minha, em meados de 2021.

Mas vamos do começo. Tudo começou com uma amizade inesperada no Twitter. Sim, no Twitter... vamos chamá-la de L

Apesar de eu namorar na época, já estávamos há praticamente 2 anos em um relacionamento à distância, e a saudade de conversar diariamente com alguém batia forte. Foi aí que eu conheci a L. Ela comentou algo sobre o Rio de Janeiro no Twitter, apareceu para mim, e eu acabei interagindo. Dali, começamos a trocar mensagens e nasceu uma amizade. A L. era uma mulher muito linda: cabelos pretos, olhos claros, magrinha e com um sorriso único. Era baixinha, tinha peitos pequenos e bunda média. Começamos a conversar na DM e falávamos praticamente todos os dias. Ela sabia que eu namorava, e nunca havíamos falado nada demais, porém sempre existia aquela pulga atrás da orelha.

Passaram-se algumas semanas desde o início da amizade, quando ela me disse que viria ao Rio com as amigas para comemorar a formatura na faculdade. Ela fazia Odontologia.
Eu disse que, se desse, gostaria de conhecê-la. Afinal, não é sempre que uma amizade que nasce no Twitter tem essa oportunidade. Ela riu e achou legal.

 O dia em que nos conhecemos

Apesar de ela já ter chegado ao Rio de Janeiro havia alguns dias, nós tínhamos marcado de nos encontrar no sábado, ela estava hospedada em Copacabana, mas naquele sábado tinha ido conhecer a Barra da Tijuca, me disse que iria para um certo quiosque, e eu acabei pedindo um Uber para ir até lá. Estava meio nervoso. Fui com roupa de praia e uma mochila.
Cheguei ao quiosque, conheci ela... e ela era ainda mais linda pessoalmente. O olhar dela era penetrante, intenso, e o sotaque dela era demais. Acabei ficando hipnotizado, ela estava de biquíni e saída de praia. Dava para ver que, apesar dos poucos dias no Rio, a marquinha dela já estava em dia.

Ela tinha uma pele linda e macia, e os peitos pequenos desenhados naquele biquíni me deixaram louco.

Ficamos tomando algumas cervejas ali, conversando um pouco e depois de alguns horas... A amiga dela disse que precisava voltar, porque iria a um passeio mais tarde. Ela, no entanto, não iria. Então, depois de o santo ter batido e o álcool já ter entrado, decidi arriscar e sugeri:

— Por que não vamos para Copacabana? Voltamos juntos, e depois fazemos alguma coisa por lá.

Ela me olhou com uma expressão risonha e disse:

L: Ai, ai... você,  J... Só porque eu não conheço muito bem a cidade, vou aceitar...

Eu ri e disse que também não conhecia tanto assim, e que seria a oportunidade perfeita para mostrar a cidade.

Pegamos o Uber e voltamos para Copacabana. Deixamos a amiga no hotel e seguimos pela orla. Nos sentamos na praia, pedimos uma caipirinha grande e ficamos rindo e falando da vida, parecia que eramos já velhos amigos...
Depois de ver aquele sorriso dela, apaixonante, acabei me aproximando e beijando-a. Ela resistiu no começo, mas depois acabou se entregando.

Ela disse que era errado.

L:
— Não podemos fazer isso... você namora.

J:
— Eu sei... mas não resisti. Ver o seu sorriso e esse seu olhar me fez te querer. Sei que estou errado, mas quero errar com você.

L:
— Eu não quero problemas para mim.

J:
— O que acontece no Rio fica no Rio... Vamos viver essa paixão de férias e nunca mais tocar nesse assunto.

Ficamos nos beijando, como em uma cena de filme. Ela fazia carinho no meu rosto e me beijava. Aquele beijo molhado, passando a língua por toda a minha boca, me deixou louco de tesão. Era um beijo de quem queria mais, de quem queria sentir algo além.

Eu vejo que, naquele momento, nós estávamos nos agarrando demais ali na praia, e começo a pensar rapidamente: o que poderíamos fazer?
Voltar para minha casa era muito longe; ela estava dividindo o quarto de hotel com a amiga…
Já sei… Vou mandar mensagem pro meu primo e ver se a casa dele, no Leblon, tá vazia.
Bingo! Ele estava de plantão médico e a chave estava com o porteiro!
Sou grato ao M. por isso…

Sugeri sairmos dali e irmos para um lugar mais reservado. Ela hesitou, disse que era loucura, que não iria fazer… e eu a beijei, coloquei a mão no interior da sua coxa e disse no ouvido dela:

Acho que a melhor forma de aproveitar uma viagem pro Rio seria foder com um carioca. Ela soltou um gemido leve no meu ouvido e me xingou de filho da puta, mordendo os lábios… Eu disse: – Vamos na farmácia, pegamos camisinha e vamos…

Passamos na farmácia, peguei camisinha, e ela soltou: – Pega lubrificante?
Me dei uma pulga atrás da orelha e peguei…
Chamei o Uber e, bem… dentro do Uber mesmo a pegação começou.
Eu estava beijando ela, com a minha mochila em cima das pernas dela e minha mão por baixo… comecei a tocar por cima do biquíni dela.
Sentia ela escorrendo, fazia tudo de forma discreta.
Ela estava entregue.

Chegamos no apartamento do meu primo, subimos. Perguntei se ela queria uma água ou algo… Ela disse que queria um banho para tirar o sal da praia…
Fui pegar uma toalha pra ela; felizmente, conhecia o apartamento inteiro do meu primo.
Ela perguntou se eu não iria junto… eu disse que sim.
Quando ela tirou a roupa, fiquei olhando e admirando aquele corpo delicioso, pele meio morena, vermelha dos poucos dias, o olhar dela me encarando com um misto de culpa e tesão…
Os olhos se aproximam e eu sinto a pele quente dela encostando na minha, nossas mãos se encontram e se entrelaçam, e meu corpo sente a pele, o desejo.
Meu pau, na mesma hora, reage ao toque físico e endurece; ela se assusta e ri…
Começamos a nos beijar antes mesmo de ligar o chuveiro. Ficamos nos beijando e andando; meu beijo desce pelo seu pescoço, chega no seu ombro… viro ela de costas e sinto a bunda dela roçando em mim. Seguro ela pelo pescoço e continuo beijando, enquanto a outra mão começa a deslizar pelas curvas singelas do seu corpo:
descendo pelas costas, passando pela cintura, fazendo um carinho pela barriga, subindo até os peitos e acariciando-os.
Ela dá um leve pulo e solta um gemido; senti a sensibilidade dela ali.
Começo a brincar com seus peitos, e, enquanto minha mão em seu pescoço começa a apertar, ela se contorce e, com as duas mãos, segura na minha mão e coloca uma pressão.
Senti ali que ela queria mais força; comecei a segurar com mais força seu pescoço, enquanto acariciava seus peitos em movimentos circulares… ela começa a gemer sem muito esforço… vejo que ela está entregue a mim.
Aquele momento, ela estava na minha mão, e, com isso, eu tinha carta branca para fazer o que eu quisesse. Tiro a mão do peito e vou descendo pela sua barriga até chegar na buceta… que, por sinal, estava com aqueles pelos que me deixaram loucos. Ao chegar, ela solta outro gemido.
Ao tocar, pude sentir o quão molhada e excitada ela estava.
Não era uma simples foda: ela estava louca, em transe, talvez pelo medo, pelo sentimento de algo errado, ou talvez por ter sido possuída sem ter que falar uma palavra.
Começo a tocar e sentir ela se contrair; o gemido aumenta. Enquanto a toco, a buceta dela pulsa na minha mão; os dedos no clitóris começam a descer, um dedo na buceta logo se tornam dois.
Ela gemendo e falando: – Coloca mais….
J: – Você quer mais?
L: – Quero, quero sentir você todo.
J: – Vou fazer você sentir tudo que merece, sua safada.
Enfio dois dedos e começo a foder ali dentro do banheiro; meus dedos faziam ela levitar. Cada vez que eu enfiava, ela gemia e descia, como se quisesse ser ainda mais fodida pelos meus dedos.
Minha boca no pescoço, gemendo e falando que ela era uma puta, safada…
Apertando ela, sentia que ela se entregava.
A dor pra ela era prazer; a L não era uma mulher qualquer.
Depois de foder ela por alguns minutos, tiro meus dedos da buceta dela e lambo-os.
Seguro ela pelo pescoço e falo que ela seria toda minha.
Desço devagar, beijando o ombro dela, passando pelos peitos…
Quando ela solta: – Morde eles…
Eu mordo, e ela fala: – Mais forte….
Obedeço e, por um segundo, perco a dominação e me recomponho.
Falo a ela pra ela calar a boca e se colocar no lugar dela.
Continuo descendo, passando pela sua barriga e chego na sua buceta…
A buceta estava vermelha de tanto que havia fodido com os dedos… mas seguia linda e molhada. Levanto a perna direita dela e começo a beijar… passando pela sua coxa e voltando… até chegar onde eu queria… chupei sua buceta com vontade; ela ameaçava falar, mas perdia as forças. Enquanto eu seguia ali abaixado chupando, a minha mão direita subia e passeava pelo seu corpo! Passando pela barriga, indo até seu peito… quando ela agarra e começa a chupar, devagar, meus dedos,
como se estivesse implorando para ser fodida novamente.
Mas, naquele momento, quem mandava era a minha língua; era a minha vontade.
Ela tremia enquanto a chupava, e seu corpo se entregava.

Meu pau, babando e estalando, entregava meu estado, e nem toda água do mundo caindo na minha cara enquanto eu a chupava tirava minha vontade de devorá-la…


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


237743 - Sexo à 2 com tudo que tem direito! - Categoria: Heterosexual - Votos: 9
203215 - Nossa primeira troca de casal e grupal delicioso! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 13
201953 - O dia que entreguei minha namorada para nossa amiga! - Categoria: Fetiches - Votos: 15

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico johnrj

Nome do conto:
A Goiânia em copacabana - parte 1

Codigo do conto:
256488

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
09/03/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0