Meu nome é Mônica, tenho 24 anos, 1,60m, corpo atlético. Vou relatar como minha reputação foi ladeira abaixo, neste ano de 2026.
Era um domingo e eu fui ao escritório apenas para relaxar. A semana tinha sido pesada, cheia de prazos e audiências, e aquele lugar silencioso parecia o refúgio perfeito. Estava de shorts de academia e uma regatinha. Tirei os tênis, sentei no sofá, liguei a TV e abri uma garrafa de vinho. Também tinha levado uma pequena garrafa de cachaça mineira.
Coloquei uma playlist aleatória no celular. Depois de alguns copos, comecei a me sentir leve, mais solta. Em determinado momento começou a tocar funk. Achei a situação engraçada: um escritório cheio de processos, códigos jurídicos sobre a mesa… e eu ali, sozinha, com um batidão ecoando pela sala.
Levantei e comecei a dançar.
Eu não percebia, mas já estava meio cambaleando por causa da bebida. Dava passos pela sala, rindo sozinha, aproveitando aquele momento raro de liberdade.
Foi então que tive a sensação de estar sendo observada.
Quando virei para a porta de vidro que separava a sala do corredor, levei um susto. Um homem estava parado ali olhando para dentro.
Era um cliente antigo (a foto dele está no meu album).
Eu havia defendido aquele homem em um processo relacionado à Lei Maria da Penha, e desde então ele tinha o hábito irritante de me para na rua e aparecer no escritório perguntando sobre o processo. Quase sempre chegava com cheiro forte de pinga, insistente, fazendo perguntas que eu já tinha respondido várias vezes.
Abri a porta irritada para mandá-lo embora.
Mas antes que eu terminasse de falar, ele entrou, puxou uma cadeira e sentou como se estivesse em casa.
— Dotora… como tá meu processo? — perguntou, com a fala arrastada.
Perdi a paciência.
Disse que o processo já tinha terminado e que ele não precisava mais aparecer ali para me encher o saco. Eu me transformo quando estou um pouco bêbada e fico irritada facilmente.
Eu já tinha bebido mais do que deveria.
Naquele momento eu não percebia, mas meu equilíbrio já não era o mesmo. Enquanto dançava antes de ele aparecer, eu mesma estava meio cambaleando pela sala, rindo sozinha, sem prestar muita atenção nos movimentos.
Quando ele entrou e sentou na cadeira, a situação já era irritante.
Mas piorou quando ele resolveu comentar o que tinha visto.
Ele me olhou com aquele meio sorriso debochado e disse:
— Dotora… a senhora tava dançando ali… mas vou falar a verdade… a senhora não sabe dançar não.
Aquilo me atingiu direto. Eu já estava irritada pela invasão, pelo cheiro de álcool dele, pelo fato de ter aparecido ali num domingo. Mas aquela frase bateu exatamente no meu ego, ainda mais no estado de embriaguez em que eu estava.
Olhei para ele com incredulidade.
— Quem é você pra dizer isso? — retruquei. — Eu danço muito bem.
Ele deu uma risada curta, balançando a cabeça.
— Não pareceu não. Então dança pra mim ve.
O jeito debochado com que ele falou aquilo fez meu sangue ferver. Eu ainda segurava o copo, e o efeito da bebida só aumentava aquela sensação de desafio. Cruzei os braços.
— Até parece que eu vou dançara para você ficar me olhando.
Ele recostou na cadeira, com aquele ar de provocação preguiçosa.
— Nunca falei isso, dotora. A senhora não quer dançar porque não sabe.
Aquilo foi o suficiente. Eu tenho um defeito quando bebo: odeio ser desafiada. Foi quase instintivo.
— Vou vai ver se eu não sei dançar.
Aumentei um pouco o volume da música no celular e voltei para o meio da sala. Com o copo na mão. A batida do funk voltou a preencher o ambiente.
Comecei a dançar novamente. Mas agora era diferente. Eu estava irritada, tentando provar um ponto, e a bebida já tinha afetado minha coordenação muito mais do que eu imaginava. E eu continuava bebendo.
Meus passos saíam meio descompassados. Em um momento eu quase tropecei no tapete. No outro, esbarrei na quina da mesa lateral. Até que começou a tocar um funk que pedia para as dançarinas tirarem a roupa.
Ouvi a risada dele atrás de mim.
— Tá vendo, dotora…quem sabe dançar, dança tirando a roupa. A senhora não sabe dança.
- Eu não vou tirar a roupa, até parece – ali eu já não estava com minha consciência funcionando e estava perdendo o juízo.
- A senhora não sabe, não falei. Só as mulheres que dança tirando a roupa que sabe dançar.
Aquilo só me deixava mais irritada e determinada a provar algo imaginário.
Continuei dançando, tentando mostrar que estava no controle, mas a verdade era que eu mesma já não estava com minhas faculdades mentais funcionando.
Ele ria e continuava dizendo que eu era péssima dançarina. E quanto mais ele ria, mais eu insistia em continuar.
Naquele momento eu não estava pensando como advogada, nem como alguém responsável dentro do próprio escritório. Eu estava apenas reagindo ao desafio. Só depois eu perceberia o quanto aquela situação tinha saído completamente do controle. E o quanto ele parecia se divertir com aquilo.
Para provar meu ponto de vista, instintivamente comecei a dançar me despindo.
- Vou mostrar que eu sei dançar – dizia com minha voz embargada.
Ao som da batida, pelo menos eu achava que estava, coloquei minhas mãos na minha regatinha e comecei a subir e tirei completamente. Girei para o alto, me desequilibrei, voltei e joguei a blusinha. Os shorts deu trabalho de tirar, e fiz o mesmo, joguei. Continuei rebolando e tirei meu top, estava com meus seios expostos para aquele cara, depois ao tentar tirar a calcinha, quando ela já esta na altura dos meus joelhos me desequilibrei e cai sentada no colo dele.
Ele me segurou com força, me abraçando e segurando meus seios.
- Me solta, seu pinguço.
Ele me jogou em cima da mesa, entrou por entre minhas pernas e começou a chupar minha bucetinha.
-NÃAAOOO, PARRA – dei um grito, mas ele continuou me chupando.
Eu batia na cabeça dele e a cada tapa que eu dava, ele beliscava minhas nádegas e batia nelas. As vezes eu gemia, e continuava tentando tirar ele dos meios das minhas pernas. Até que meu corpo começou a me trair e comecei a tremer de tesão e a gemer alto e sem parar ao mesmo tempo que queria que ele me deixasse. Até que parei de resistir. Dali pra frente ele se aproveitou e me chupou inteirinha, até eu gozar. Meu corpo todo tremia e eu estava muito quente internamente. Fiquei toda mole em cima da mesa depois do orgasmo. Vi ele tirando a roupa e arregalei os olhos.
- Puta que pariu, que pau enorme e grosso.
Tentei sair para evitar o que ia acontecer, mas estava sem forças. Ele me colocou sentada na mesinha de café, pegou minhas pernas e colocou em seus ombros. Vi ele pegando aquela rola enorme e a cabeça parecia um cogumelo e começou a enfiar na minha bucetinha.
- NÂAAOO, PAAARA, TÁ DOENDO!!
- Paro porra nenhuma, só saio daqui depois de conseguir o que eu quero, sua vagabunda. Toma rola nessa buceta apertada. TOMA, VAGABUNDA.
Eu gritava enquanto ele começou a socar sem dó. Vi cada centímetro daquela rola cabeçuda abrir minha bucetinha, deixando-a toda arreganhada. Minha buceta começou a se acostumar e eu comecei a gemer.
- VAI, METE, ME FODE CACHACEIRO, ME COME, METE MAIS FORTE.
- PUTA QUE PARIU, QUE MULHER GOSTOSA DO CARAI, COMO É BOM TE FUDER, DOTORA!
Eu via minha bucetinha engolir até o talo aquela tola enorme e ficava imaginando como que estava cabendo tudo aquilo dentro de mim. Tive um outro orgasmo.
O filho da puta não me deixou descansar e já foi me colocando de quatro, com as mãos na mesinha e começou a socar com mais vontade ainda, depois que eu empinei minha bunda.
- PUTA QUE PARIU, QUE RABÃO GOSTOSA A SENHORA TEM.
Ele começou a apertar minha bunda, a dar tapas bem fortes nas minhas nádegas que o som ecoava dentro da minha sala. A minha sorte é que não tinha ninguém no prédio para me ver naquela situação. Comecei a sentir minha bunda arder de tanto tapa, mas isso estava me dano mais tesão.
- BATE MAIS, CARALHO, ME BATE, SOCA ESSA ROLA NA MINHA BUCETA, METE MAIS FORTE, ME FOOODEEE, ME FOODEE, ME ARREGAÇA, KKKKK.
Ele continuou até que gozei novamente, estava exausta e não aguentava mais, até que ele me segurou forte e enfiou bem lá no fundo.
- É minha vez de gozar. VOU GOZAR NO FUNDO DA TUA BUCETA, PIRANHA.
- NNNÃAOOOOO, TIRA, GOZA FORA SE FILHO DA PUTA.
Comecei a sentir vários jatos de porra invadindo meu útero, parecia que estava gozando litros. Eu estava quase desfalecida. Depois ele me colocou de quatro no chão e começou a comeu meu cuzinho. Não tinha força para impedir e aquela rola foi rasgando todas minhas pregas, nunca tinha dado meu cú e aquele pinguço estava forçando sua rola para entrar. Estava doendo muito, demorou para eu acostumar e ele meteu até gozar dentro. No fim, ele me fez chupara sua rola e gozou na minha boca e acabei engolindo, alguns jatos atingiram meu rosto e meus seios.
Exausta, acabei dormindo. Acordei de madrugada com dor de cabeça, minha buceta estava inchada e ardendo e meu cuzinho estava doendo muito. Quando vi que ainda tinha porra saindo de dentro da minha buceta, comecei a chorar da besteira que tinha feito.

Caramba sua safadinha, já tinha lindo quando vc postou a primeira e li novamente