Passou-se alguns dias, muito envergonhada e sem sair de casa, acabei ligando para o filho da puta.
- SEU FILHO DA PUTA!! – dizia enquanto chorava – POR QUE VOCÊ FEZ ISSO COMIGO? TÁ TODO MUNDO COMENTANDO, SEU VIADO.
- VIADO. Depois de toda essa comilança, você me chama de viado.
Eu tinha muita coisa pra falar, pra xingar, mas ele me bloqueou e eu não conseguia mais falar com ele. Eu estava com aquilo entalado na garganta e precisava por pra fora. Eu precisava bater no filho da puta. Passei dias chorando por ele ter me exposta desta forma. Como ele não me atendia, eu sai cedinho pra ninguém me ver e fui na casa dele.
Cheguei lá e já fui entrando e batendo nele.
-SEU FILHO DA PUTA, VOCÊ ACABOU COMIGO, VOCÊ TEM NOÇÃO DO QUE VOCÊ FEZ COMIGO.
- Calma dotora, meus amigos do buteco não tava acreditando que tinha te comido, então eu falei pra eles que eu ia te comer em casa e colocar ao vivo para eles verem. Não era pra todo mundo ver, era só pra eles. Mas os cara espalharam. A culpa é deles e não minha.
Fui pra cima dele com muita raiva, e comecei a bater. Ele me abraçou e segurou meus braços.
- Calma, dotora. Com o tempo todo mundo esquece.
- ME SOLTA, CARALHO.
-shhiii, calma, fica quetinha.
Ele ficou abraçado comigo e não queria soltar. Ele colocou minha cabeça no seu peito enquanto eu chorava. Ele começou a balançar como se estivesse tocando uma musica lenta.
- Shiii, calminha, calma.
Estava tão vulnerável que acabei cedendo e fui me acalmando com aquele balançar, até que ele pegou no meu queixo, olhou nos meus olhos e disse:
- Tá mais calminha, dotora.
Antes que eu respondesse ele encostou seus lábios nos meus e começou a me beijar e acabei correspondendo. Estava me sentindo muito frágil e não percebi que estava me entregando, e dessa vez, sem bebidas.
Ele me deitou no sofá e foi me despindo e a cada peça de roupa que ele tirava ele beijava as partes do meu corpo.
No fim, estava deitada totalmente peladinha diante dele enquanto me acariciava e me beijava. Ele foi em direção a minha buceta e começou a chupar. Ele sabia que aquilo era meu fraco, ou seja, se chupasse minha buceta tinha todo o resto. Me chupou até eu gozar, eu estava nas mãos dele. Ele foi subindo e parou nos meus seios e ficava alternando entre um e outro e os chupavam freneticamente.
Depois ele abriu minhas pernas, deitou em cima de mim, e começou a me penetrar devagarinho. Estava me sentindo bem. Parecia que estava fazendo amor.
- Tá tudo bem agora, dotora.
Acenei que sim com a cabeça, pois o turbilhão de coisas que passavam na minha cabeça se aquietou. Ele ficou um tempo assim, me comendo devagarinho e perguntado se eu estava bem, e eu sempre acenava com a cabeça que sim. Então ele colou as minhas pernas pra cima, segurou por baixo dos meus ombros com força e socou a rola com força até o fundo.
- Bom dotora, se tá tudo bem com a senhora. ENTÃO TOMA, VAGABUNDA. TOMA ROLA NESSA BUCETA GOSTOSA, PUTINHA.
- NãaaAAAOOOO.
O filho da puta começou a socar forte e sem parar. Lazarento me enganou para poder me comer de novo, eu não estava acreditando naquilo. Estava acontecendo de novo, e dessa vez eu estava sóbria.
-PAARRA POR FAVOR, EU NÃO VIM AQUI PRA ISSO.
- Como não, deixou eu te beijar, deixou eu te chupar, deixou eu tirar suas roupas, e deixou eu enfiar minha rola na sua buceta.
Ele não parava se meter em mim. Meu corpo começou a me trair de novo, comecei a gemer e aos poucos fui me entregando.
- VOCÊ É UM FILHO DA PUTA MESMO, ME FODE SEU CACHACEIRO, ME FODE CARALHO, ME COME.
Ele me fodia, me chupava, batia no meu rosto.
- PUTA QUE PARIU, MEU. VOCÊ É GOSTOSA PRA CARALHO.
Ele se levantou e me puxou pelos cabelos e me fez chupar a rola dele. Depois ele puxou meus cabelos de novo e me colocou de pé e ficamos um bom tempo nos beijando.
- Seu filho da puta, olha o que você está fazendo comigo.
Ele me virou de costas e começou a comer minha bucetinha ali de pé mesmo. Coloquei as mãos nos meus joelhos e empinei a bunda e ele socou com mais vontade ainda.
- Gostosa do caralho, puta que pariu, olha o tamanho dessa raba. Oh mulher rabuda. Que mulherão da porra.
Ele pegou meus braços e puxou meus cabelos e continuou metendo de pé. De repente ele caminhou em direção a porta de saída enquanto me comia. Abriu a porta me abraçou segurando meus braços e saiu pra fora comigo supensa no ar. Estávamos ali em frente a rua da casa.
- Não, não, seu louco, todo mundo vão nos ver, me leva pra dentro.
- Tudo mundo já viu, agora vai ser show ao vivo.
Comecei a chorar.
- Não por favor.
Fiquei congelada e não conseguia me mexer. E ele, ele continuou m fudendo e gritando.
-AAAHHH, VAGABUNDA GOSTOSA, TOMA VARA NA SUA BUCETA, TOMA PUTINHA.
- Cala a boca, vão te ouvir.
- EU QUERO QUE SE FODA, EU TO FUDENDO ESSA BOAZUDA, VENHAM VER. QUE GOSTOSA.
- Não, por favor.
Quando olhei pra frente já tinha uns dez olhando ele me fudendo.
- Olha o cara- dizia um deles- domou a potranca, agora come onde que.
Envergonhada abaixei a cabeça, e ele puxou meus cabelos para eles verem meu rosto. Abri o olho e a rua já estava cheio de gente me xingando de piranha, vagabunda e outros nomes.
- TOMA, TOMA, GOSTOSA, VOCÊ É GOSTOSA PRA CARALHO, QUE MULHERÃO DA PORRA. TODO MUNDO TÁ ME VENDO COMER UM MULHERÃO. QUERO VER ALGUEM DUVIDAR AGORA.
- Não, vamos pra dentro, por favor.
Ele me fudeu até eu ter um orgasmo, e todo mundo estava vendo meu corpo se explodindo num orgasmo. Ele continuou metendo e batendo nas minhas nádegas.
Naquela ora, perdi o controle e o juízo.
- FODE, ME FODE, METE MAIS, ME COME, BATE NA MINHA BUNDA.
As pessoas que estavam na rua começaram a gritar em coro:
- VAGABUNDA, VAGABUNDA, VAGABUNDA, VAGABUNDA ...
Ele meteu até eu ter outro orgasmo. Cheguei a virar os olhos pra trás. Depois de um tempo ele me segurou e eu já sabia que ele ia gozar dentro de mim.
- AAAHHH, EU VOU GOZAR DENTRO DESSA BUCETA GOSTOSA, TOMA VAGABUNDA.
Ele me inundou de porra e saiu andando. Alguns dos moleques comentou:
-Olha o tamanho da jega do cara, oh gostosa, como você aguentou, vadia.
Quando passou o êxtase comecei a me sentir extremamente envergonhada aponto de me encolher para esconder meu corpo. Olhei pra trás, o filho da puta já tinha entrado e me deixado ali. Fui tentar entrar e a porta estava trancava, bati, implorando para ele me deixar entrar. Ele abriu a janela e jogou minhas roupas e disse:
-Tchau puta, até a próxima.
Me vesti e fui para os fundos da casa, pois estava com muita vergonha do que eu fiz. Fiquei lá até que o coro parasse de gritar:
- VAGABUNDA, VAGABUNDA, VAGABUNDA
Mudei para uma cidade longe, e os filhos da puta dos meus primos vão me visitar de vez em quando pra me comer, se não eles levam o filme para meus pais. Como eu disse eles são idosos e não sabem mexer com internet e aplicativos. Então eu não quero que eles passem por essa vergonha.


Adoro contos que a mulher se entrega ao desejo, parabéns. Acredito que vai gostar dos meus também.
Uiiiiii que delícia de putinha
A doutora recatada....se tornou a puta dos clientes, e dos primos. Conto votado...poste mais..