3 AMIGOS DE MEU PAI BOTARAM NO MEU CU DENTRO DO BOTECO
Esta história que passo a contar agora ACONTECEU QUANDO EU TINHA 19 ANOS. Olá a todos, meu nome é lauro, tenho 59 anos, sou casado, branco, 1,90m, 110kg, cabelos e olhos castanhos, calvo, grisalho, bunda grande, boca guloso e cu hospitaleiro. Os amigos de meu pai que me comeram na ocasião foram o Juca, o Zé Roberto e o Marcelo Negão. Todos deviam ter entre 50 a 55 anos. O Juca era branco, viúvo, 1,75m, 85kg, além de ser o dono de um boteco no bairro. O Zé Roberto também era branco, casado, com cerca de 1,80m, 80 kg. O Marcelo Negão era policial aposentado, negro, (óbvio, né? Kkkkkkk), também casado, 1,95m, 120kg. Na época eu já era alto, porém magro, com uns 70 kg e tinha cabelos compridos chegando até os ombros. Pois bem, esse boteco do Juca era um local onde eu raramente aparecia, pois era frequentado pelo pessoal de mais idade (inclusive meu pai) e pelos pinguços do bairro. Eu gostava mais de ir às lanchonetes onde se reuniam os jovens pra quem eu costumava dar o cu e pagar boquete. APESAR DE TER APENAS 19 ANOS eu já tinha muitas experiências sexuais. Arrisco até a dizer que quase todos (ou todos) os rapazes da minha faixa etária do bairro já tinham me comido. Eu chupava mais de 10 pirocas por dia e dava o cu pelo menos 5 vezes. Eu era o COFRINHO-DE-LEITE, o DEPÓSITO-DE-PORRA da rapaziada do bairro. Fora essa turma quase ninguém mais sabia que eu era viado, até porque isso naquela época não era algo tão aceitável como é hoje. Por isso era importante não só para mim, mas também para os meus comedores mantermos o sigilo nas nossas “brincadeiras”. Pois bem, o que eu não imaginava é que esse trio de amigos de meu pai também sabia do meu gosto de sentar numa vara e planejaram entre eles de me passar a pica. O encarregado de fazer o contato comigo foi o Juca, com quem às vezes eu trocava algumas palavras. Então, um belo dia, quando eu estava passando na frente do seu bar, ele acenou para mim e me chamou. Mesmo sem saber qual poderia ser o motivo dele me chamar fui ao seu encontro. O local era bem simples, com um balcão comprido com bancos na frente, uma mesa de sinuca (bilhar) e 6 mesas com cadeiras nos cantos. - Senta aí um pouco que eu já falo contigo! – Me falou, ao mesmo tempo que me indicava um dos 6 bancos que ficavam em frente do balcão do bar e terminava de atender o único cliente (pinguço) presente. Assim que o pinguço, digo, cliente saiu ele se aproximou de mim por trás do balcão e falou abertamente, sem qualquer rodeio (gosto assim): - Olha só, foi o Zé Roberto e o Marcelo que me pediram pra ter essa conversa contigo! - Tá, tudo bem. Algum problema? – Perguntei, desconfiado. - Problema ainda não tem não, mas você pode vir a ter. Só vai depender de você? - Como assim? Que tipo de problema? Não entendi! – Respondi, mais desconfiado ainda. - O você acha que os seus pais iriam fazer se soubessem que você é viado? Ao ouvir essa pergunta gelei por dentro e entendi que estava numa grande enrascada, pois acreditei que Juca ou um dos outros 2 amigos de meu pai iria contar o meu segredinho pra ele. Vendo a minha reação, Juca foi logo tentando me acalmar, me mostrando uma possível “alternativa”... - Ah, gente pode ficar calado e não contar o seu segredo. Como eu disse antes, só depende de você! - Como assim? O que eu tenho que fazer? – Perguntei, preocupado. - Fica tranquilo, você não vai ter que fazer nada que já não faça diariamente! – Respondeu ele, com um sorriso nos lábios. Entendi então que o silêncio seria comprado com minha boca e o meu cu... Percebendo que eu já tinha entendido tudo direitinho Juca passou a me dizer o que ele e os outros 2 amigos de meu pai haviam planejados para mim... Pra resumir a questão, eu deveria retornar ao bar naquele dia pouco antes da hora de fechar pra dar a bunda pra eles. Simples assim. Temendo a reação deles caso negasse o que eles queriam, resolvi aceitar os termos da chantagem. Sendo assim fui para a casa e, como o boteco costuma fechar às 20 horas, me planejei para sair de casa às 19:30 horas, já que o local era perto de onde eu morava com meus pais. Porém, vendo que estava para cair uma grande tempestade resolvi sair bem antes, às 18:30 horas e chegar no bar antes da chuva. E nem bem entrei correndo no boteco e a chuva caiu torrencialmente. Lá dentro, além de Juca, o dono, havia apenas 2 pinguços. Cumprimentei os presentes e fiquei parado na porta, olhando o aguaceiro. Assim que meu viu chegar bem antes do horário combinado Juca pediu para que os 2 pinguços fossem chamar o Zé Roberto e o Marcelo Negão, em troca de uma garrafa de pinga como recompensa pelo cumprimento da tarefa. Fiquei bastante admirado ao ver os dois saindo do bar e enfrentando a tempestade. - Caralho, que coragem desses dois, ein? – Comentei com Juca. - É, pinguço é assim mesmo! – Respondeu ele. Cerca de 10 minutos depois voltaram os dois alambiques ambulantes e foram se sentar em uma das mesas, sendo servidos por Juca com a garrafa do prêmio. Em determinado momento um deles me perguntou: - Aí, você é o filho do Oliveira, não é? O da metalúrgica! - Sou sim! – Respondi. Ele então começou a falar de como conhecia meu pai e eu me limitei a ficar ouvindo o homem, sem falar nada. Pouco depois chegou Zé Roberto e logo depois Marcelo Negão. Os dois cumprimentaram os presentes e foram para um canto do balcão conversar com Juca, em voz baixa. O grande problema que eles estavam enfrentando (e isso eu só fiquei sabendo depois) era a presença dos dois bebuns. A questão era que os 3 não queriam esperar eles terminarem a garrafa pra deixar o boteco, já que estavam com muita vontade de me comer e a chuva era um bom pretexto para Juca fechar o bar mais cedo. E não queriam mandar os dois saírem naquele tempo novamente. Decidiram então que não iam esperar mais e colocariam o plano deles em ação imediatamente, mesmo na presença dos dois pinguços. Para tanto Juca e Zé Roberto foram até a entrada do bar e baixaram rapidamente a porta, que era uma daquelas que ficam recolhidas enroladas no teto. Os dois nem bem acabaram de fechar o boteco e Marcelo Negão já foi me agarrando por trás, ao mesmo tempo dizia aos dois bêbados, ameaçadoramente: - Vocês dois: Bico calado. Pode até participar se quiserem, mas se contar pra alguém sobre isso vão se ver comigo, entenderam? Enquanto os dois respondiam sacudindo a cabeça afirmativamente sabendo da sua fama de matador, ele, ainda me segurando por trás, foi me empurrando devagar até que minhas pernas tocaram a mesa de sinuca. Nessa hora Marcelo Negão me fez debruçar sobre ela ao mesmo tempo que Juca e Zé Roberto seguravam meus braços abertos lateralmente. Nisso o negão abaixou meu short até os joelhos deixando à mostra a minha bunda branca com a cueca. - Deixa eu dar um jeito nessa cueca! – Falou ele, ao mesmo tempo que a puxava para cima, fazendo com que ela se enterrasse toda no meu rego como uma calcinha fio-dental. Eu estava vestindo short preto, cueca preta, camiseta regata cinza e sandálias havaianas pretas. - Pronto, agora ficou bonito! – Se gabou ele depois. Após isso o homem ficou batendo, alisando e apertando minhas nádegas com as mãos, sob os olhares atentos de Juca e Zé Roberto. - Adoro uma bundinha branca assim que nem sua, sabia? – Me perguntou, sem parar de apertas as bandas da minha bunda. Os outros dois também resolveram me apalpar e o fizeram com uma das mãos, mantendo a outra segurando meus braços abertos de encontro a mesa. Depois de algum tempo assim Marcelo Negão falou, com a voz embargada de desejo: - O Oliveira que me perdoe, mas eu vou comer essa bundinha branca do filho dele! Os outros se limitaram a sorrir enquanto Marcelo Negão baixava e retirava totalmente minha cueca/calcinha, juntamente com meu short. Após isso ele jogou essas minhas peças de roupa num canto e se afastou para se despir. Nesse instante Juca começou a alisar meus cabelos e me disse: - Fica tranquilo, a gente só quer comer o seu cuzinho. É só você cooperar que vai dar tudo certo e o seu segredinho vai estar seguro, tá? - E se você não falar nada com o Oliveira a gente também não fala e ninguém vai ficar sabendo! – Emendou Zé Roberto. Logo após isso senti as mãos de Marcelo Negão abrindo as minhas bandas e o seu dedo grosso salivado lubricando o meu anel de couro. Pouco depois senti algo bastante volumoso encostando na minha entradinha e forçando passagem. Nessa hora eu gelei, pois me lembrei que o Marcelo também tinha o apelido de “Marcelo 3 Pernas”. De fato, a rola do homem deveria ser bem grande, pois, apesar de eu já estar muito acostumado a dar o cu, ele precisou de várias tentativas para que a cabeça da sua piroca vencesse a pequena resistência da minha portinha arrombada e se enfiasse em mim. - Aaaaaaaaaaaaaah! – Suspirei de alívio, assim que a cabeçona passou. - Pronto, a cabecinha já foi. Agora só falta o resto! – Falou ele. Nem bem acabou de falar e Marcelo Negão começou o processo de enfiar toda a sua rola enorme para dentro do seu burrão. E confesso que foi um processo bem doloroso. Como disse antes, eu já estava acostumado a dar a bunda, mas as picas que viviam entrando no meu cu eram, em sua maioria, normais, medindo cerca de 17 cm. No entanto, a coisa que estava se enfiando em mim naquela hora era bem maior e bem mais grossa; deveria ter, pelo menos, uns 20 cm (depois fiquem sabendo que tinha 21 cm). - Ai, não, tá doendo... Para... Tá doendo... Ai, tira, tá doendo muito... Aiai...! – Reclamei. - Não, só vou parar depois que tiver entrado tudinho nesse seu cuzinho, viadinho! – Informou ele. Nisso a rola continuava seu avanço e eu comecei a me debater em cima da mesa de sinuca, mas os outros dois homens conseguiram me conter sem muito esforço, pois eram mais fortes do que eu. Mesmo assim, para ajudar os amigos, Marcelo Negão forçou a minha cabeça de encontro a mesa com sua mão esquerda. Isso sem parar de me penetrar. Pouco depois ele conseguiu o seu intento... - Pronto, já estou todinho dentro de você! – Anunciou ele, satisfeito. Nessa hora eu quase fiquei sem ar, de tão grande que era o volume alojado dentro do meu cu. Se era possível alguém perder o cabaço duas vezes, então era o meu caso. Se bem que, quando eu perdi o cabaço a primeira vez eu quase não senti dor ou desconforto, mas agora parecia que eu estava sendo partido ao meio. Porém, o pior ainda estava por vir... Não satisfeito em ter alojado toda a sua mangueira dentro de mim, Marcelo Negão me segurou forte pela cintura e passou a socar com força a sua rola no meu cu. Minhas pernas chegavam a tremer a cada estocada enquanto eu gemia de dor e pedia para que ele parasse. Vendo a minha situação delicada Zé Roberto começou a alisar meus cabelos e me falou, tentando me acalmar: - Calma, relaxa que daqui a pouco ele sai e a gente entra! Dizia isso porque o pau deles eram, com certeza, menores do que a trozoba do Marcelo Negão. Tive a confirmação na hora, pois Zé Roberto nesse instante tirou a rola dura pra fora da bermuda e, sem soltar o meu braço, me fez segurá-la com minha mão direita. Juca gostou da ideia e imitou o amigo, me fazendo segurar também a sua rola com minha mão esquerda. Enquanto isso, atrás de mim, sob as vistas dos dois bebuns que se levantaram da mesa para ver mais de perto a cena, Marcelo Negão comia meu cu sem dó, nem piedade. Para minha sorte, comecei a me acostumar com o volume e assim a dor foi diminuindo, bem como os meus gemidos de dor e minhas queixas. Depois de um tempo Marcelo Negão parou de estocar, me deu um forte tapa na bunda e me liberou para o próximo. Dessa vez quem ocupou o espaço atrás de mim, entre as minhas pernas, foi o Juca. Após o estrago feito pelo seu amigo ele se enfiou todo dentro de mim sem qualquer esforço. - Caralho, Marcelo, você arrombou o cu dele. Tá parecendo até o buraco da caçapa da mesa de sinuca! – Reclamou Juca. Mesmo com meu cu nessa condição arrombado o homem não saiu detrás de mim e continuou socando sua pica no meu burrão. As vezes ele tirava a pica, abria as minhas nádegas e, olhando para o meu cu aberto, dizia: - Puta-que-pariu, dá até pra ver lá dentro! Nisso todos eles gargalhavam e Juca voltou a se enfiar dentro de mim. Pouco depois ele também me liberou e Zé Roberto assumiu o seu lugar. Ficaram assim se revezando direto em mim e cada um deve ter me pegado umas 6 vezes antes de resolverem me mudar de posição. Enquanto Juca foi buscar uma garrafa de cerveja na geladeira e alguns copos, os outros dois me colocaram de joelhos no chão. Assim que terminou de servir a cerveja aos amigos e aos bebuns, Juca, em pé na minha frente, acendeu um cigarro, botou o piru na minha boca e passou a foder a minha cara como se fosse uma xota, ao mesmo tempo que conversava sobre futebol com os outros. Daí pra frente os homens ficaram conversando trivialidades enquanto os 3 se revezavam na minha boca. Os dois bebuns foram convidados a participar, mas decidiram só observar enquanto bebiam. Dessa forma, os amigos de meu pai continuaram, então, a foder a minha boca por um bom tempo e o meu queixo já estava doendo quando eles resolveram comer o meu cu novamente. Para tanto eles me fizeram deitar novamente na mesa de sinuca, mas dessa vez de barriga para cima, na posição do frango assado. Já na posição Marcelo Negão reinaugurou a minha entrada enquanto os outros dois aguardavam a vez. Não sei por quanto tempo eles permaneceram assim me comendo, mas nessa posição eles se revezaram mais vezes em mim do que quando me pegaram por trás. Em determinado momento Marcelo Negão começou a me gemer: - Aaah, caralho, eu vou gozaaaar... Aaaaah... Aaaaaah... Aaaaaaah... AAAAAAAAH... AAAAAAAAAH... AAAAAAAAAH... AAAAAAAAAAAAAAAAAH... PUTA-QUE-PARIU...! A esporra era tanta que começou a escorrer pelo comeu cu e sujar a mesa de sinuca. Vendo que o seu patrimônio (no caso, a mesa de sinuca... Kkkkkkkkk...) estava sendo sujo Juca rapidamente fez com que Marcelo Negão saísse de dentro de mim e me fez sentar no chão. Rapidamente foi pegar um pano para limpar a mesa enquanto Zé Roberto resolveu aproveitar para enfiar a pica novamente na minha boca, fodendo-a até gozar. - AAAAAH, TÔ GOZANDO... PUTA-QUE-PARIU... AAAAAAAAAH... AAAAAAAAAAAH! Gemeu o homem enquanto jogava todo o seu leite grosso na minha boca. Depois de gozar tudo seu pau amoleceu rapidamente e escapuliu da minha boca. Temendo que eu fosse cuspir a sua porra ele me puxou pelos cabelos, elevando a minha cabeça e dizendo: - Não cospe não, filho-da-puta... Bebe toda a minha porra, ouviu viadinho? Fiz o que ele mandou e bebi todo o seu leite, mostrando depois para o macho a boca aberta vazia. Contente Zé Roberto soltou o meu cabelo e me liberou, mas no mesmo instante fui seguro novamente pelos cabelos por Juca, que havia chegado com o pano para limpar a mesa. Punhetando a rola diante do meu rosto ele esporrou na minha cara, fazendo com que o seu leite atingisse a minha testa, nariz, bochechas, boca e escorresse pelo queixo, caindo no meu peito. Após ele terminar de gozar tudo eu peguei o pano de chão que ele trouxe para limpar a mesa e passei no meu rosto para limpar a porra. Nisso o homem reclamou: - Porra, caralho, lauro, esse pano era pra limpar a mesa e não essa sua cara de viado. Agora vai lá no banheiro, lava o pano e volta! Me levantando do chão com dificuldade por causa da surra de pica que levei fui ao banheiro e depois voltei com o pano lavado. - Agora limpa a sujeira que você fez! – Mandou Juca, me indicando a poça de porra na mesa de sinuca e uma poça que havia se formado no chão, onde eu estava sentado. Com certeza essa porra saiu da mangueira do Marcelo Negão. Assim que limpei tudo Marcelo Negão se aproximou de mim e começou a dar tapas na minha cara com sua mão enorme, ao mesmo tempo que falava: - Olha só, viadinho, se você contar pro seu pai sobre isso eu vou te arrebentar, entendeu? Se eu desconfiar que você contou pra ele eu te mato, ouviu? - É, esse vai ser um segredinho só nosso. Se você contar tá fodido! – Emendou Juca. Continuaram ainda me ameaçando por um tempo até que ficaram satisfeitos com minha garantia de que não falaria nada. Também os bebuns sofreram semelhante ameaça e tiveram que jurar que iam ficar calados. Após isso eu me limpei, Juca me serviu um copo de água e, abrindo a porta do bar, me mandou ir embora, apesar de ainda estar chovendo bastante. Com um pouco de dificuldade cheguei em casa todo molhado e depois de um banho quente fui logo dormir. Com medo da ameaça dos homens eu fiquei calado sobre o episódio, como combinado. Já os 3, vendo que eu era bem submisso, resolveram repetir a “brincadeira” comigo poucos dias depois e daí pra frente foram tantas vezes que acabei virando “mulherzinha” deles. E assim meu pai, sem saber, passou a ter 3 genros entre seus “amigos”... Kkkkkkk... Um abraço a todos!
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