La Belle de Jour

Certa vez, passei o carnaval numa cidade do interior do Sul do Brasil onde cresci e morei até o final da adolescência.
Na manhã de sábado, fui com alguns velhos amigos a um tradicional bloco no centro da cidade no qual muitos caras costumam se divertir vestindo-se de mulher. A maioria deles se fantasiava de forma grotesca, mas um deles, em específico, me chamou a atenção, pois era realmente muito feminina. Tinha uma peruca loira muito bem feita, o corpo era magro, um tanto andrógeno, as pernas eram depiladas, pele clara, maquiagem muito bem feita, rosto de traços bonitos e vestia um vestidinho verde muito curto. O tecido era fino permitindo notar uma leve marca de calcinha, enfiadinha na bunda. Aquilo me fez crer que aquela pessoa não estava de brincadeira! Por que um homem hétero querendo apenas brincar o carnaval colocaria uma calcinha?
A medida que bloco foi enchendo, as pessoas foram ficando muito próximas umas das outras. Quando me dei conta, percebi que a loira misteriosa estava razoavelmente perto de mim. Fiquei algum tempo ali bebendo com os amigos, mas meu olhar era frequentemente atraído pela loira. Não conseguia parar de olhar aquele corpo, notar aquela calcinha enfiada. Meus amigos se arranjaram com um grupo de meninas e eu, em dado momento, fiquei sozinho. Aproveitei para me aproximar da loira.
Comecei a dançar bem próximo a ela, deixando claro que estava atraído. Ela correspondia fazendo movimentos cada vez mais sensuais. Os vários homens vestidos de mulher ofereciam a camuflagem perfeita para aquela situação. Por isso, comecei a me sentir bastante confortável, sem medo de ser criticado por algum conhecido por estar tão perto de uma cdzinha.
A certa altura, disse a ela:
- Você deveria ganhar um prêmio de melhor caracterização!
Ela sorriu e disse:
- Você gostou?
- To adorando - falei no seu ouvido com uma voz bem safada.
- Qual o seu nome - perguntei
- Pode me chamar de Paula.
A partir daquele momento, ficamos dançando bem próximos e ela, sempre que podia, encostava a bunda no meu pau. Eu respondia segurando seu quadril e apertando sua bunda.
A uma certa hora, disse a Paula que precisava ir ao banheiro. Ela disse que também precisava, então fomos juntos a um bar bem em frente à praça onde o bloco estava reunido.
Quando entramos no banheiro, percebi que estávamos sozinhos, entao fechei a porta principal com o trinco e nos posicionamos lado a lado no mictório. Tirei meu pau meia bomba pra fora e comecei a urinar. Ela fez o mesmo. Ficamos nos olhando ofegantes, olhos nos olhos, enquanto urinávamos. Ela alternava o olhar entre os meus olhos e o meu pau. Quando acabei de mijar, meu pau já estava duríssimo. Ela pegou no meu pau e eu agarrei a bunda dela na mesma hora. Corri a mão pela sua coxa, levantando o vestido, puxei a calcinha de lado e atolei a mão naquela bunda durinha. Meu dedo médio foi direto na entrada do cuzinho.
Ela ficou um tempo ali batendo punheta pra mim e, então, disse:
- Tenho um apartamento aqui perto. Vamos pra lá.
Assim fizemos. O apartamento ficava a umas duas quadras dali. Tive que me segurar pra não me atracar com Paula no elevador, pois havia uma câmera de segurança.
Entramos no apartamento e assim que Paula passou a chave na porta, eu a encostei de frente para a parede, agarrei aquela gostosa pela cintura e comecei a encoxar aquela bunda deliciosa com força. Minhas mãos correram pela sua barriga e seu peito enquanto eu mordia seus ombros e seu pescoço e enfiava a língua na sua orelha. No meio dessa pegacao, abri a braguilha da minha bermuda, libertei meu caralho duro e levantei o vestido para encostar meu pau diretamente na pele daquela bunda safada.
Paula respirava ofegante e gemia de tesao quando virou a cabeça em minha direção, procurando minha boca. Não aguentei e lambi a boca dela. Então, ela se virou de frente pra mim, nós nos abraçamos e nos beijamos na boca como dois animas loucos de tesao.
Forcei ombros dela para baixo e disse:
- Ajoelha e vem chupar esse pau que é o que você tá querendo, vem sua safada!
Sem oferecer qualquer resistência, ela se ajoelhou e meteu meu cacete na boca mamando com fome e maestria. Aquele boquete estava uma delícia e eu urrava de prazer e falava todo tipo de putaria. As vezes , dava pequenos tapas de leve no rosto dela, tirava o pau da sua boca e o esfregava no rosto da Paula. Ela segurava o meu pau pela base e batia com ele no seu rosto.
Então, ela me levou até uma poltrona, tirou o vestido ficando apenas com a lingerie que ela vestia por baixo. Veio caminhando até mim descalça, nas pontas dos pés como se estivesse calçando sapatos de salto alto, trocando os passos elegantemente em linha reta, pé ante pé. Parou na minha frente, se encaixando entre as minhas pernas. Agarrei aquelas coxas lisas e grossas com a duas mãos com força. Percorri aquelas duas colunas lindas até a bunda puxando seu corpo contra a minha cabeça. Seu pau estava duro como meu, pois o clima de tesao era indescritível. Ele não cabia mais na calcinha, ficando metade para fora. Comecei a beijar seu quadril, suas coxas , suas virilhas, passava a língua sobre a calcinha minúscula que tinha um cheiro maravilhoso. Deslizei a língua por toda a calcinha até a ponta do seu pau, quando ela deu um suspiro de tesao. Nesse momento, senti sua pele se arrepiar.
Como um animal sem controle, me levantei da poltrona, abracei Paula na altura do quadril, suspendi seu carpo e a carreguei até um sofá que havia na sala.
Coloquei Paula debruçada no braço do sofá, com a bunda pra cima. Abaixei a calcinha até os tornozelos e caí de boca naquele cuzinho. Fiquei ali lambendo aquela delícia que piscava de prazer. Paula gemia despudoradamente cada vez que a minha língua circulava de leve seu anelzinho e depois mergulhava no centro do seu cuzinho.
Não aguentando mais, peguei um creme para as mãos que estava sobre a mesa de centro e comecei a espalha-lho por todo o seu rabinho e meu pau.
Ela então me disse:
- Ai, calma, o que você vai fazer?
Encaixando meu membro no meio do seu reguinho e me debruçando sobre seu corpo, respondi ao seu ouvido sussurrando:
- Vou comer seu cu, sua gostosa safada. Não é isso que você quer?
- Não sei, nunca fiz isso. Até hoje só fiquei nas brincadeiras. Por favor, vai com calma. - ela respondeu com a voz trêmula, mostrando ansiedade.
- Só relaxa e curte. Relaxa bem seu cu, sente meu pau encostando, não e’ gostoso?
- E’ uma delícia.
Comecei a empurrar meu pau pra dentro daquele cu. Entrou fácil de tanto creme que eu coloquei, mas Paula soltou um grito, meio de dor, meio de prazer.
- Machucou? Ta doendo? - perguntei
- Não, continua, tá uma delícia - ela respondeu com uma voz de puta que me encheu ainda mais de tesao.
Meu pau entrou inteiro até senti meu quadril batendo na sua bunda. Fiquei um pouco naquela posição, com movimentos bem curtos e lentos pra curtir o momento e fazer Paulinha se acostumar com a minha rola. Então, coloquei a mão no seu pau e senti ele completamente duro. Ela estava definitivamente louca de tesao. Comecei a bombar bem gostoso naquele rabo dos deuses arrancando gemidos cada vez mas intensos daquela verdadeira fêmea.
Mudamos de posição, me deitei no tapete da sala e ela sentou na minha pica de costas pra mim. Enquanto ela quicava no meu pau, eu masturbava o seu que em nenhum momento durante a foda ficou mole.
Nova mudança de posição. Coloquei Paulinha deitada em posição de frango assado e meti a rola de novo. Continuei masturbando a Paulinha enquanto bombava com força.
- Isso, gostoso, fode meu cu, fode meu cu com esse caralho, vai! Ai, vou gozar, que delícia! - Paula dizia essas putarias totalmente entregue ao tesao, até que ela finalmente despejou litros de porra sobre seu próprio corpo. O gozo dela jogou leite até a altura do pescoço.
Não demorou muito e eu gozei no cu dela. Tirei o pau todo melado de dentro dela, dei mais umas punhetadas e soltei mais porra ainda em cima daquela minha fêmea safada. Peguei um pouco da porra que saia do meu pau e levei até a boca da Paula que chupou meus dedos com gosto.
Depois dessa gozada homérica, me deitei sobre o corpo da Paula exausto. Ficamos ali no chão da sala nos beijando e esfregando nossos corpos melados.
Acabei passando todo o carnaval no apartamento da Paulinha. Aquela não era sua casa, mas um esconderijo que ela mantinha para seus encontros secretos. Havia um closet repleto de roupas femininas, perucas e maquiagens. Tive o prazer de vê-la desfilar para mim com as mais variadas roupas femininas, todas muito sexies. Ela se transformava numa mulher linda, deliciosa, quente como jamais vi. Durante aquele carnaval, nós transamos de todas as formas possíveis. Nunca senti tanto prazer. Depois disso, nos tornamos amantes.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico lcnunes1

Nome do conto:
La Belle de Jour

Codigo do conto:
256613

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
11/03/2026

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