Estacionei o carro umas quadras antes do início do bloco e fui acompanhando as pessoas que desciam a rua fantasiadas, bebendo, falando alto e cantando músicas de Carnaval. Dava pra ver que a média de idade das pessoas era bem menor que a minha. Muitas menininhas de bunda de fora, garotos de barriga chapada. Aquilo já foi me deixando meio desconfortável. Parei num ambulante e peguei uma cerveja. A garota que me atendeu, me deu a latinha e perguntou: O coroa pirata gostoso vai pagar no crédito ou no débito? Sorri e respondi, “no crédito, por favor”.
Já saí mais animado, com o elogio forçado e com a cerveja gelada. Fui me aproximando do local da saída do bloco e a aglomeração de pessoas crescendo. Enfim o bloco saiu pelas ruas, aquele monte de gente jovem, (e uns poucos mais velhos como eu, rs) , e foi aquela coisa: música ruim, uma multidão de pessoas bêbadas, suadas, pouco vestidas cantando e dançando aquelas músicas manjadas: ”Alalaô ôôôôô”. “Será que ele é?!! Será que ele é?!” como se não houvesse amanhã. Uns gracejos aqui e ali com os passantes, um viado passou a mão na minha bunda, uma gordinha pulou no.meu pescoço e me tascou um beijo com uma língua áspera com gosto de bebida ruim, e só. Depois de algumas horas daquilo, já com a cara cheia de cerveja, cansei e fui procurar um bar pra sentar, comer algo e não ter que encarar um banheiro químico.
Entrei num bar que tinha umas mesas na frente e uma grande área ao ar livre nos fundos. Sentei mais à frente, pedi um sanduíche, mais uma cerveja e fui na direção do banheiro. O bar parecia calmo, mas na parte de trás rolava uma festa com uma pequena multidão de pessoas dançando freneticamente ao som de música eletrônica comandada por um DJ com uns longos dreads descoloridos. Muita bebida e o maior clima de pegação. Alguns casais quase já trepavam pelos cantos. Aquilo realmente estava bem melhor que o bloco.
Não dava pra chegar facilmente ao banheiro e fui andando devagar pela multidão, dançando e me esfregando, e sendo esfregado nas pessoas. Quando vi estava no meio de um trenzinho com duas garotas e um cara ao som de uma música do Luiz Caldas. Uma garota era mais magrinha, mas com os seios fartos, a outra tínhamos peitos pequenos mas uma bunda de rainha de bateria. As duas deviam ter pelo menos uns vinte anos menos que eu. O cara, um sujeito alto e claro com cara de gringo, era mais velho, mas também bem distante da minha idade. Num intervalo da música, o trenzinho se desfez e ficamos numa espécie de círculo, bem juntinhos de frente uns pros outros. De repente as duas garotas começaram a se beijar sem se importar com a minha proximidade, que estava a cerca de um palmo delas. Quando elas soltaram uma da boca da outra não eu disse “que beijo mais gostoso!”. Um cara vestido de Chapolin saiu de trás delas e respondeu: “você não tem ideia como…” e segurando a cabeça das duas tascaram um beijo triplo. Fui puxado pra roda e já era um beijo quádruplo e o quarto era justamente eu..
Nunca tinha me acontecido uma coisa assim. Não sabia muito como agir, mas foi rolando e meu pau ficou duro na hora. Como a aglomeração era grande era difícil disfarçar o volume. A mais magrinha baixou a mão agarrando meu pau e anunciou “olha que o tiozinho é roludo..” A outra resolveu conferir e também apertou meu pau, me fazendo soltar um gemido. “Que bom porque a sua pica já tá meio cansada de tanto fuder a gente e meu fogo ainda está grande”, a da bunda grande disse pro cara que deu uma grande gargalhada. “Verdade, meu pau tá todo esfolado. Quem sabe o titio aí me substitui”. A gente ficou um tempo ali num amasso entre os quatros, mãos e bocas pra todo lado e o tesão só aumentava. Aí, a dos seios pequenos disse “conheço um lugar”, me puxou pela mão e fez sinal pra que os outros nos seguissem. Fomos de trenzinho cantando e dançando abrindo caminho no meio das pessoas até que entramos num corredor que levava aos banheiros. No fundo tinha uma escadinha estreita. “É por aqui”, a magrinha indicou. Descemos rindo e saímos num porão que era o depósito de bebidas. Em meio a muitas caixa, mesas e cadeiras empilhadas, ela abriu uma porta e nos mostrou um quartinho com alguns colchonetes no chão. “Aqui que o pessoal do bar vem descansar. Mas hoje vamos usar pra fuder”, ela disse isso e já foi tirando a roupa, mostrando os seios fartos de bicos pronunciados e já bem duros. Eu na hora já caí de boca, sugando e mordendo aqueles bicos maravilhosos. Ela gemia e de vez em quando reclama que minha mordida tinha doído, me deixando louco de tesão. A outra se ajoelhou colocou meu pau pra fora e mandou ver um boquete molhado e profundo. O cara vestido de chapolin, deitou num colchonete num canto e disse que estava mesmo cansado. “Vou ficar só na punheta assistindo. Eu parei de chupar os peitos da garota e a virei fazendo ela apoiar as mãos na parede e arrebitar a bunda. Na hora a que fazia o boquete tirou meu pau da boca e guiou até a porta da buceta da amiga. Ela mesma me empurrou pra dentro e ajudou no vai e vem ritmando meus quadris com as mãos. de vez em quando tirava o meu pau pra fora e lambia o gosto da amiga que gozava uma vez após a outra, tremendo toda. Eu não ia aguentar muito aquilo. Coloquei a outra de quatro e quase gozei só de ver aquele monumento de bunda. Ela toda arrebitada e abertinha se oferecendo. Não resisti. Empolgado pela bebida me posicionei atrás dela e, comecei a beijar sua nuca e esfregar meu pau naquela bunda grande e redonda, enquanto a amiga se posicionou na frente oferecendo a bucetinha toda molhada pra ela chupar. Enquanto ela se acabava enfiando a lingua bem fundo na xana depiladinha da amiga eu molhei meu pau na sua biceta molhada, cospi uma boa quantidade de saliva no pau e enfiei de vez no cu dela. Ela gritou. “Ai, no meu cu, não!” Mas já era tarde, metade da minha rola já tava dentro e segurando sua cintura eu comecei um vai e vem forte e profundo. A amiga puxou a cabeça dela de encontro a sua buceta e falou “continua chupando vadia, enquanto ele come o seu cu”. O Chapolin ao lado se acabava na punheta com cara de prestes a gozar o que não demorou muito. A magrinha apertava os seios e anunciou que estava gozando e agarrou ainda mais a amiga ao seu corpo. Eu bolinava o clitóris da bunduda e castigava o seu cuzinho, ela foi piscando e apertando meu pau com o cu, até que eu senti o líquido do seu gozo escorrer pelos meus dedos. Acelerei as estocadas, tirei o pau daquele cu apertado e gozei abundante naquela bunda linda. A amiga gulosa ainda veio por cima e lambeu toda a porra e terminou com um beijo melado entre as duas. Ficamos ali um tempo pelados, bêbados e esgotados. Vestimos as fantasias e saímos pro meio da multidão à procura de uma cerveja gelada. Viciei. Ano que vem saio de novo pro Carnaval.
