Chegamos e sentamos em um sofá em um canto, sacando o ambiente. Vários casais à nossa volta, todos muito sérios e comportados, nós eramos os únicos que já estávamos nos amassos, nos beijando e bebendo. Depois de algumas cervejas abriram a pista de dança e lá fomos nós dar uma espiada e circular pela casa. Entramos no labirinto e espiamos alguns casais transando, o que já começou a nos dar uma excitação. Em uma das cabines eu abaixei pra olhar no buraco junto ao chão e uma morena linda escostou do meu lado dizendo que queria ver também, ela passou a mão na minha perna, eu na bunda dela, ela sorriu se levantou e já foi direto pra cima da Paula, beijando e passando a mão entre as pernas dela. Aquilo fez meu coração bater mais rápido e meu corpo tremer. Mas minha mulher se assustou e se desvencilhou rápido da morena e continuamos a andar de mãos dadas para conhecer os ambientes.
Descemos umas escadas e encontramos o que chamam de masmorra, uma sala grande com um ambiente com grades, tipo uma cela de prisão. Estava vazio, mas logo colaram dois caras e começaram a bolinar a Paula, eu olhando cada vez mais excitado. Um deles, mais atirado, já colocou o pau pra fora e pra minha surpresa, ela já deixou de lado o que combinasmo em casa que ra só para olharmos e ficarmos só entre nós e começou a punhetar o pau do cara. Entraram mais dois homens e um casal no ambiente e, ainda assustados, decidimos sair dali.
Voltamos pro corredor do labirinto que acabava numa cama enorme com alguns casais fudendo e outros olhando. Nos sentamos num canto a principio só observando mas logo, Paula começou a me beijar, eu coloquei o pau pra fora e ela iniciou uma mamada gostosa. Do nosso lado tinha um casal fudendo com o cara deitado e uma loira por cima dele. Eu comecei a acariciar o pé a perna dela que passava a mão acariciando os pelos do meu braço, enquanto Paula me chupava e também era acariciada por um casal que estava em pé ao lado dela. Paula largou meu pau e se levantou para curtir melhor as carícias, mas nisso um outro casal se aproximou e ela ficou de sanduíche no meio dos quatros que tocavam seu corpo, pasando as mãos nos seus seios, nos ombros, descendo pelas costas e apertando a sua bunda grande e dura. Eu só olhando, me maravilhando com aquilo tudo e batendo uma enquanto via minha mulher com uma expressão linda de prazer.
O tesão foi aumentando e decidimos ir para uma cabine só nos dois. Um lugar apertado, com pouca luz e com buracos nas paredes e vidro na porta para quem quisesse ver o que rolava. Logo de cara começamos a olhar pelos buracos os casais fudendo nas cabines do lado. Paula voltou a me chupar enquanto um cara colocou o braço pelo buraco e meteu a mão na buceta dela, que se estremeceu toda e engoliu meu pau forçando até a garganta. Ai já nem lembro mais direito o que aconteceu, eu meti enquanto ela chupava os paus que apareciam pelos buracos da cabine, mãos tocam os seios e a buceta quando ela me chupava, gemidos e gritos para todo lado. Estava me sentindo num filme pornô. Fiquei vendo Paula chupar o pau de um desconhecido com vontade e comecei a me masturbar mas não agunetei muito tempo. Anunciei que estava gozando e Paula soltando o pau que chupava, caiu de boca no meu lambendo toda a porra que escorria, coisa que quase nunca faz. Ela seguiu chupando e punhetando os paus que se ofereciam, enquanto eu me recompunha.
Voltamos para a área do bar para ir ao banheiro, beber alguma coisa e descansar.Mas logo quisemos voltar para a putaria e paramos em um ambiente que tinha vários casais fudendo um ao lado do outro. Empolgados com aquilo encostamos numa parede, começamos a dar uns amassos curtindo os casais fazendo sexo bem ao nosso lado e logo Paula tava de novo com meu pau na boca, rodeado por outros casais que nos olhavam. Ela se virou, apoiou os braços na parede e arrebitou a bunda pra receber meu pau. Eu meti com vontade na buceta dela que forçava seu corpo para trás fazendo meu cacete entrar bem fundo nela. Aquilo estava uma delícia. Não consigo descrever a sensação de estar transando no meio de outros casais, enquanto outros pessoas ficam te olhando e interagindo. Um cara meio chato ficou insitindo pra Paula chupar ele, mas ela não ficou a fim e pediu para sairmos dalie e voltarmos à cabine.
Nessa meu pau perdeu a ereção, mas não me intimidei. Taquei ela de quatro no sofazinho da cabine assim que entramos e chupei com vontade a buceta e o cu fazendo ela gemer e gritar como se estivesse no quarto de casa, apesar de ter um rodízio de olhos, braços e paus passando pelos buracos da cabine.
Como meu pau ainda estava meia bomba, eu comecei a meter os dedos na buceta toda melda de Paula. Dois, tres, quatro dedos e ela se alargando e pedindo para meter mais fundo. Não tive dúvida , juntei os cinco dedos e enfiei tudo, metendo a mão até quase o punho. Isso enquanto ela se encanchava num braço forte e tatuado passou a acariciar os seios dela. Acelerei os movimentos da minha mão que achei que fosse rasgar a buceta dela, mas ao invês disso, ela começou a tremer e gritava que mão é essa! que mão é essa! e gozou num jorro que molhou o couro falso do sofá... quase parecia que ela estava mijando, poucas vezes na vida vi uma mulher jorrar tanto líquido assim pela buceta. Claro que cai de boca molhando meu rosto e encharcando minha barba grisalha com aquele gozo gostoso. Ficamos um tempo ali agarrados curtindo o momento e eu sugeri de irmos deitar na grande cama pra descansar e continuar a ver o movimento. Mas essa parte eu conto depois.


