Naquela tarde, Grace chegou até a pequena cidade de Willburgue e seu pai a esperava na rodoviária. Donald era um homem chucro, de barba por fazer, alto e com músculos devido o trabalho na fazenda. Ele usava um chapéu de cowboy, uma camisa xadrez azul e botas novas. Esperava a garota ansioso. Já Grace, tinha os cabelos ruivos, puxados da mãe e olhos claros como o céu. Sua pele era branca e tinha seios fartos. Ela vestia um casaco de moleton preto e uma saia curta que deixava as coxas a mostra. Ela estava odiando aquilo.
Os dias na fazenda eram chatos, mas havia peões que ajudavam o pai de Grace na lida com o gado e até mesmo com outros afazeres. Ela ficava a maior parte do tempo observando esses homens enquanto fingia estar fazendo algo mais interessante, mas o pai percebeu e proibiu dos homens de falarem com sua filha. Como Donald era um homem conhecido por sua rigidez, nenhum empregado ousava desobedecer.
Houve uma noite, após o jantar, que Grace entrou no quarto do pai sem bater e o pegou nu, saindo do banho. Claro, que ele buscou se cobrir com rapidez e a jovem saiu correndo do quarto, mas em seu próprio quarto os pensamentos sobre aquela cena não lhe deixaram em paz. O corpo nu de seu progenitor vinha em seus pensamentos, principalmente o pau grande e ereto. Sem se conter, ela deslizou os dedos para dentro da calcinha e tocou seu próprio clitóris, já molhado devido seus pensamentos. Moveu os dedos suavemente em um movimento circulatório e gemeu baixinho. Colocou mais firmeza em seus movimentos fazendo o clitóris latejar de maneira gostosa com a estimulação. Os olhos fechados davam abertura para a imaginação junto da lembrança daquele homem nu de pau grosso. Imaginou ele metendo a rola em sua buceta e aquilo a deixava ainda mais excitada, gemia baixo e gostoso,,de maneira manhosa. Os dedos trabalhavam rápido e logo encontraram a abertura de sua bucetinha. Um movimento de vai e vem foi iniciado, buscando alcançar o ponto g. Cada entrada era quase um orgasmo enquanto pensava no próprio pai metendo nela.
No outro quarto, deitado sob as cobertas, Donald ouvia o que se passava no quarto da filha. Não era confortável para os seus ouvidos, pensou nela fazendo aquilo com algum rapaz e ficou enfurecido, mas não teve forças para levantar. Virou-se de barriga para cima e tirou as cobertas, revelando o corpo desnudo, o pau ainda se mantinha ereto e grosso. Enquanto ouvia os gemidos de Grace, o homem começou a alisar o pênis e fechou a mão entorno do membro e começou a se masturbar também. Fazia tempos que ele não se relacionava com alguém, com uma mulher e os gemidos da menina lhe deixava maluco. Quando o leite espirrou, o homem gemeu alto como um uivo gutural. Ele era quase um animal, um cavalo. Seu cacete latejava, as bolas estavam duras. Segurou para não levantar e ir ao quarto da filha.
No decorrer da noite, uma tempestade deu início e a luz acabou. Grace acordou assustada e não pensou duas vezes em correr para o quarto do pai. Ele era o seu protetor, o seu herói. Vestida com um camisão e uma calcinha preta, a jovem correu para o quarto. Tudo estava muito escuro e o homem, acostumado com os os noturnos e com as tempestades, permanecia dormindo. Logo, Grace se enfiou debaixo das cobertas ao lado do pai e se aninhou ali em sua segurança, mas não demorou para que ela notasse que o homem estava nu. Inicialmente ela ficou imóvel e com muita vergonha, mas Donald se moveu na cama e a abraçou, ficando de conchinha com ela. Sentiu o pênis murcho roçar em suas nádegas e quis sair dali, mas o cheiro dele e os braços fortes lhe fizeram ficar. Mesmo desconfortável, ainda havia algo que lhe instigava a permanecer. Havia uma curiosidade e um desejo anormal, que era condenado pelo mundo. Como ela poderia estar desejando seu próprio pai? Grace fechou os olhos e ficou ali até pegar no sono.
De manhã, muito antes do galo cantar, a menina acordou primeiro e o homem ainda permanecia confortável do seu lado, abraçado com ela. Ele era um homem bonito de quarenta anos, sua barba por fazer era bem cuidada assim como os cabelos liso escuro. Donald se moveu e ficou de barriga pra cima enquanto suspirava adormecido. Grace levantou a coberta e espiou o membro murcho, que ainda era grande. Ela ponderou por um momento, mas cedeu aos seus desejos e levou a destra até o pau do homem. Segurou sentindo o músculo e sentiu seu baixo ventre estremecer de desejo. Em movimentos sutis, ela começou a bombar o membro em uma massagem estimulante. Sem demora o cacete virou pedra e ficou ereto. Donald permanecia adormecido. Com o pau do pai duro, a jovem puxou a coberta para baixo, descobrindo o homem e abaixou até a altura do membro, abocanhou com seus lábios e começou a mamar ali. Inicialmente ela chupava apenas a cabeça rosada, chupava como um pirulito delicioso, passava a língua por toda a cabeça e logo a chupava. Ouviu o pai gemer e logo uma mão grande segurou sua cabeça, forçando ela a engolir ainda mais o membro. Ela obedeceu e colocou o caralho na boca engasgando com o tamanho. Seu pai não se importou com o engasgo e continuou a forçar.
— Você gosta de mamar o papai? — ele perguntou e ela apenas balançou a cabeça positivamente com o cacete atolado em sua boca. — Então mama vagabunda. — ele disse a forçando contra seu pau.
(Continua na parte 2)