— Você é diferente da sua mãe. Ela não me chupava. — o homem disse segurando o pau, balançou o membro enquanto sorria para a filha.
— Ela é uma idiota e o senhor um gostoso. — ela riu safada e tornou a preencher seus lábios com o membro grosso e duro. Chupava de maneira faminta enquanto massageava as bolas do pai fazendo o homem emitir gemidos gostosos de ouvir e ela gostava daquilo. A mão dele novamente pousou sobre sua cabeça e os dedos puxaram os cabelos da jovem.
— Mama esse cacete. Faz o papai feliz. — ele dizia enquanto ela engolia o pau dele com prazer. Logo, o homem a afastou. — Deixa eu ver essa bucetinha. — disse e sentando na cama, puxou a jovem para o seu colo. Sentiu a filha ali e tirou a blusa dela, deixando os seios avantajados a mostra. Os mamilos rosados, os seios redondos e grandes para a idade. — Que delícia. — resmungou o velho e beijou os seios da filha. Agarrou um mamilo com os lábios e o chupou, como se fosse um bebê. Sugou com força enquanto a outra mão apertava o outro seio. A língua logo contornou o mamilo e ele passou a chupar o outro. Grace se molhou ainda mais enquanto gemia gostoso para o pai. O cheiro dele invadia suas narinas e ela só queria que ele a possuísse.
Logo, o homem puxou a calcinha da filha e seus olhos brilharam ao ver a buceta molhada e com pêlos ralos, quase raspadinha. Ele olhou a filha e ela sorriu. — Você me deixa molhada, papai. — ela disse manhosa e ele a beijou. Sua língua buscou a dela enquanto a jovem correspondia ao beijo. — Me chupa. — pediu manhosa entre o beijo e o homem não demorou para realizar o desejo. Colocou ela deitada e abriu os joelhos dela de modo rápido. Seus lábios foram de encontro ao clitóris inchado e o homem começou a chupar ali enquanto a filha gemia alto, não se preocupando com os funcionários que podiam ouvir. Ela sentia prazer e era o que importava. Entre uma chupada e outra, Donald passava a língua aveludada e molhada por entre os lábios vaginal da filha e logo a jovem gozou. Suas penas tremeram, ela quis fechar os joelhos, mas ele não deixou. Tomou todo o gozo que saiu da buceta dela e antes que ela falasse algo, encaixou o pau ali na xoxota dela e começou a socar com força. Ela urrava de prazer enquanto agarrava o pai e o arranhava. — Fode essa buceta, fode papai. — ela pedia e ele obedecia. Socava forte, até o talo e gemia também. Levou a mão grande até o pescoço da filha e apertou enquanto socava o caralho na buceta dela. Uma buceta pequena e molhada, muito gostosa. Ele gostava de enforcar e ela gostava daquela posição. Enquanto o pai colocou-a de quarto. — O cuzinho não. — ela disse e ele respeitou. Soltou um tapa na bunda dela e deixou vermelho a pele branca. Sem demora, socou novamente o pau na buceta da filha, era um vai e vem com fortes estocadas e profundas.
— Vai papai. — pedia por mais e o homem metia mais, quase rasgava a buceta da filha, que urrava de prazer. Segurava ela pela cintura e se sentia um cavalo cruzando uma égua no cio. Dava tapas na bunda dela e ria entre gemidos. Donald não queria gozar dentro da própria filha e correr o risco de engravidar a menina, mas não conseguiu tirar e jorrou seu leite na buceta dela. O leite vazou e a jovem caiu exausta na cama. — Você toma pílula, menina? — ele perguntou chucro. — Não papai. Meu namorado usava camisinha. — ela respondeu olhando o pai de pé. — Pois, não uso essa tal de camisinha. Trate de tomar uns remédios. Agora vou querer comer você todo dia. — ele riu e balançou o pau em meia bomba. — Vem — ofereceu o pau pra filha e ela engatinhou na cama até alcançar o pau. Colocou a boca e começou a mamar novamente. — Boa menina. — disse ele forçando a filha contra o próprio membro. Ela chupava vigorosamente, lambia a cabeça e cheirava as bolas do pai. Logo o homem gozou novamente e desta vez na boca da menina. Ela engoliu cada gota daquela porra e por fim beijou o homem. — Vem. Vamos tomar um banho e não fale disso para ninguém. — disse pegando a jovem no colo e a levando para o banheiro. — Égua do papai.