Ela era a imagem perfeita da mulher responsável: terninho impecável, cabelo preso em um coque severo, óculos de armação fina. Trabalhava o dia inteiro em um cargo importante e, quando o expediente acabava, esticava as horas na biblioteca municipal, mergulhada entre pilhas de livros antigos. Ninguém imaginava que, por baixo daquela saia lápis justa, uma bucetinha quente e carente começava a latejar de desejo. Aquele dia foi diferente. Enquanto fingia estudar, sentiu um calor subir pelas coxas. A calcinha já estava molhada, colando na pele. Sua buceta pedia atenção — não um toque rápido no banheiro, mas algo mais perigoso, mais intenso. Ela abriu o celular escondida entre os livros e digitou, com os dedos trêmidos: “homens que sabem devorar uma buceta… virtual primeiro, talvez depois ao vivo”. Foi assim que encontrou ele. Magro, inteligente, olhar afiado, sorriso de quem sabe exatamente o que faz. Conversaram por dias. Ele descrevia, com palavras sujas e precisas, como ia lamber cada centímetro dela até ela tremer. Ela gozava sozinha no escuro do quarto só de ler as mensagens. Mas queria mais. Queria o risco. Então marcou. “Na biblioteca. Amanhã. Mesma mesa de sempre. Mas tem uma regra: você não fala comigo. Nem uma palavra. Só… mostra.” Ele entendeu. No dia seguinte ela chegou cedo, coração disparado. Sentou-se no canto mais isolado, entre duas estantes altas que formavam um corredor estreito. A saia subiu um pouco quando cruzou as pernas. Os mamilos já estavam duros contra o tecido da blusa. Ele apareceu dez minutos depois. Não olhou para ela. Apenas passou devagar entre as prateleiras, fingindo procurar um livro. Parou a dois metros. De costas para o corredor principal, de frente para ela. Devagar, abriu o zíper. O pau dele — grosso, venoso, já meio duro — saltou para fora, pesado e quente. Ele não tocou. Apenas deixou ali, exposto, balançando levemente enquanto fingia ler o título de um livro antigo. A cabeça rosada brilhava com uma gotinha de pré-gozo. Ela sentiu a buceta contrair forte. Apertou as coxas uma contra a outra, mas não conseguiu parar o gemido baixinho que escapou. Ninguém mais via. Só ela. E ele sabia disso. Ele virou uma página. O pau deu um pulinho, ficando ainda mais duro. Ela abriu discretamente as pernas por baixo da mesa. A calcinha estava encharcada. Deslizou a mão por baixo da saia e roçou o clitóris inchado, bem devagar, sem tirar os olhos daquela rola linda e proibida. Ele percebeu. Sorriu de canto, sem olhar para ela. Deu mais um passo para o lado, fingindo pegar outro livro. Agora o pau estava ainda mais perto — a menos de um metro. Ela conseguia sentir o cheiro dele, quente, masculino, misturado ao aroma de livros antigos. Ela deslizou dois dedos para dentro da buceta molhada, fingindo que anotava algo no caderno. O barulhinho molhado era quase imperceptível… mas ele ouviu. O pau dele latejou visivelmente, a cabeça inchando, uma veia grossa pulsando. Ela estava a ponto de gozar ali mesmo, no meio da biblioteca, com um desconhecido exibindo a rola para ela como se fosse o livro mais safado do mundo. Ele fechou o livro devagar. Guardou o pau com calma, como quem guarda um segredo. Antes de virar a esquina, olhou para ela pela primeira vez — só um segundo — e lambeu os lábios bem devagar, como quem promete: “da próxima vez é a minha língua que vai estar aqui dentro”. Ela gozou. Forte. Silenciosa. Os dedos encharcados, o corpo tremendo, a buceta apertando em espasmos enquanto fingia tossir para disfarçar. Quando conseguiu respirar de novo, ele já tinha sumido entre as estantes. Mas ela sabia: amanhã ele voltaria. E talvez, quem sabe, da próxima vez ele não guardasse tão rápido.
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