Finalmente, comi o meu amigo Tiaguinho

Na época do colégio eu tinha um tesão fodido em um menino chamado Tiago Yuri. Ele era magrinho, franzino, daqueles que vivia andando de skate e só usava roupa larga. Tinha uma pele caramelo e um rostinho lindo, bem delicado. E ao contrário do resto de nós, não tinha pelo, nem espinha. A gente conversava muito e eu sempre fazia de tudo para levar ele lá em casa. A merda é que nunca rolava, porque a mãe dele era um porre, tipo aquelas véia chata superprotetora. Um dia o colégio marcou uma viagem de campo na Assembleia Legislativa aqui do Paraná, e a gente combinou de passar um migué. Ele disse para a mãe dele que iria para a viagem, mas na verdade fomos lá em casa.

Eu morava em um condomínio daqueles tipo clube. Passamos uma boa parte da tarde jogando bola e, quando cansamos, pulamos na piscina. Como eu era muito maior que ele, de altura, de peso, de estrutura, de (quase) tudo, adorava brincar de lutinha. Era a minha desculpa para ficar me esfregando nele o tempo todo. Sem nenhuma surpresa, meu pau ficava sempre super duro. Eu tentava disfarçar, mas nem sempre conseguia. Ele também não parecia se importar. Lembro que, em um certo momento, ele foi tentar se esquivar de mim, de costas, e, sem ver, acabou pegando bem no meu pau. Mas pegou em cheio, mesmo. O foda foi que ele não soltou, mesmo tendo certamente sentido o que era. Por uns três ou quatro segundos ele segurou firme, apertando. Aquilo me deixou pegando fogo.

Logo passei um migué nele, falando que a gente tinha que subir tomar banho antes da minha mãe chegar. Quando subimos, deixei ele jogando FIFA e fui primeiro. Por sorte, tinha esquecido de pegar uma toalha nova. E pior que foi por sorte, mesmo, porque a que estava pendurada no banheiro eu tinha levado para a piscina. Então gritei para ele que me trouxesse uma nova. Quando entrou, ele me viu peladão dentro do box, com a rola dura feito pedra apontando bem para ele. Não fiz questão nenhuma de me esconder (até hoje tenho tesão em me exibir). Como disse, eu era grande. Nessa época, devia ter mais ou menos 1,80 de altura. Pesava uns 85kg e tinha uma estrutura larga, de polaco/alemão. Meus pelos eram ruivinhos e eu tinha por tudo quanto era lugar. Inclusive meu pau era super pentelhudo (ainda é, como dá para ver na foto que coloquei no conto anterior). Ele ficou uns segundos me encarando, de cima a baixo. Acho que levou um susto. Jogou a toalha em cima de mim, dando uma risadinha, e falou “esconde essa merda”.

Quando terminei de me secar, deixei a toalha no banheiro e fui pelado para o quarto. Meu pau continuava duro para um caralho. No que eu entrei, ele começou a me xingar, me chamando de tarado, de pervertido, de safado. Ficou se fazendo de rogado, como se não quisesse me ter ali. Mandei ele tomar no cu e falei que ficaria pelado sim, que estava calor pra caralho, que a gente estava sozinho. Como ele continuo se fazendo, falei, então, para gente jogar uma partida de FIFA, eu com o Coxa e ele com o Atlético. Se ele ganhasse, eu colocaria minha roupa. Se ele perdesse, ia ter que ficar pelado junto comigo. Ele me xingou mais um pouco, mas, no fim das contas, acabou aceitando. Eu joguei como nunca tinha jogado antes. Parecia uma porra de um jogador profissional de FIFA. Ele perdeu e teve que cumprir a aposta. Ficou peladinho na minha frente.

Enquanto ele tirava a roupa eu quase enlouqueci. Ele tinha um corpo lindo, magrinho, pele macia. O quadril dele era pequeno e a bunda era grande e durinha. Dei um tapa e falei “delícia de rabo hein Tiaguinho”. Ele só olhou firme para mim e balançou a cabeça. O melhor de tudo, porém, eu ainda não tinha visto. Quando ele virou de frente, sua rola estava dura feito pedra. O filho da puta estava gostando de tudo daquilo. E pior que era uma rola grande, acho que até maior do que a minha. Cheguei perto e dei uma pegada firme, gostosa. Ele se assustou. Falei “Tiago, para de drama porra; só curte”. Ele ficou meio assim. Não dei muito tempo para ele pensar; caí de boca na piroca. Ele soltou um gemido forte, gostoso. Chupei aquela pica como uma puta profissional. Ele se contorcia de tesão. Dei uma segurada quando vi que ele ia gozar. Quando subi minha cabeça, ele falou “bora jogar mais um jogo; quem perder tem que dar o cu”. Aceitei, mas com uma condição: se ele perdesse, ia ter que dar o cuzinho vestindo a calcinha de uma mina que eu tinha comido uns tempos atrás e esqueceu lá em casa. Ele concordou.

A tensão sexual estava forte no quarto. Os dois de pau duro, pelados, um do lado do outro. Nossas coxas se encostando, quentes, nossa respiração pesada. Só de lembrar já fico com o pau explodindo. Graças a tudo o que é sagrado, consegui ganhar de novo. Entreguei a calcinha e ele vestiu. Foi uma das coisas mais linhas que já vi na minha vida. Aquela bunda durinha, a pele macia, a cor caramelo, a cintura fina. Tudo nele era perfeito. Pedi para que ele ficasse de quatro, coloquei a calcinha pro lado e meti a língua no cuzinho dele. Cuzinho que, por sinal, não tinha nenhum pelo, lisinho. Linguei como se fosse o último cu do mundo. Um cuzinho pequeno, apertadinho. Quanto mais eu metia a língua, mais ele gemia. E gemia fino, encarnando a putinha. Nesse momento ele já tinha perdido a vergonha. Queria ser tratado igual mulher, igual vadia.

Tanto que eu não precisei nem tomar nenhuma atitude. Quem olhou para trás e falou “me come” foi ele. Besuntei meu pau no lubrificante e fui metendo. Levou um tempinho até conseguir, porque o cu dele realmente era apertado. Mas, caralho, quando finalmente entrou, eu fui para o céu e voltei. Poucos cus que eu comi na minha vida foram tão bons quanto aquele. Eu metia forte, igual um boi, pingando suor. Puxava o cabelo dele, fazia ele ficar todo arqueado, com o cu empinado. Pensei que ele não iria dar conta, mas o piá nasceu para levar pica. Ele gemia muito gostoso, um gemido fino mas rouco. Coloquei ele de frango porque queria ver o rostinho dele enquanto ele levava pica. Quase me apaixonei. As caretas que ele fazia eram deliciosas, ele revirava os olhinhos, trancava a respiração. Em um dado momento ele engatou os pés atrás de mim, me puxou para perto dele e começou a arranhar as minhas costas. Não aguentei e gozei. Mas gozei rios de porra dentro do cuzinho dele. Gozei como nunca tinha gozado até então. Fiquei um tempo caído em cima dele, me recompondo. E por incrível que pareça, enquanto isso ele me dava beijinhos na testa, na cabeça. Quando me levantei e olhei para ele, a gente começou a rir, rir, rir. Mas rir muito. De incredulidade. Ele me confessou que sempre queria ter feito aquilo e eu disse que também.

Fodemos muito mais vezes durante o colégio, mas infelizmente acabamos nos distanciando durante a faculdade. E é isso aí. Desculpem o tamanho do conto, mas é que eu amo essa história. Beijos e abraços.


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Comentários


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rotta10 Comentou em 13/03/2026

Delícia adorei

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sex-addict Comentou em 13/03/2026

Comi muito novinho, alguns aviciou em dar




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Ficha do conto

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johann

Nome do conto:
Finalmente, comi o meu amigo Tiaguinho

Codigo do conto:
256788

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/03/2026

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