Como Tudo Começou.

Meu nome é Carlos. Sempre fui o garoto nerd e "CDF" que tinha como único objetivo passar no vestibular da USP ou da UNICAMP. Por esse e outros motivos, deixei algumas questões da minha vida em segundo plano, sendo uma delas a minha sexualidade. Mesmo não dando importância a esse aspecto, o desejo manifestava-se através de sonhos eróticos nos quais o coordenador da escola estava sempre presente.
Aos 18 anos, passei tanto na Fuvest quanto na Comvest. Pude escolher a melhor opção levando em conta a distância da casa dos meus pais e o custo de mudar para uma cidade nova. Assim comecei minha graduação e, logo na primeira aula, conheci O PROFESSOR, um homem de 50 anos, cabelos grisalhos, porte robusto e fisionomia que remetia a homens do Oriente Médio. Além do timbre de voz que impunha autoridade, ele era alto. Eu, com meus 18 anos, branco, cabelos cacheados e pequeno, fiquei fascinado por ele.
No decorrer do semestre, eu e O PROFESSOR começamos a construir uma relação que ia além da sala de aula. Como ele tinha mestrado e doutorado em uma área de que eu gostava muito, passávamos o tempo vago conversando sobre o assunto, além de acampamentos e viagens, que eram nossos gostos em comum.
No fim do semestre, ele me informou que abriria uma vaga para monitor e iniciação científica e pediu para eu me inscrever no processo. No primeiro momento, eu disse que não conseguiria, mas ele insistiu. Explicou que, além da entrevista e do fato de eu já ter um diploma técnico, haveria uma prova; se eu tirasse uma nota maior que a dos outros candidatos e pontuasse bem nas demais etapas, a vaga seria minha.
Em uma sexta-feira na qual ninguém apareceu para a monitoria, ele foi até o laboratório para avisar que iríamos produzir nosso primeiro artigo científico. Após conversarmos sobre a formatação do texto, o assunto mudou para a vida pessoal. Perguntei se ele era casado e se tinha filhos; ele contou que tinha um casal de filhos bem mais velhos que eu e que, embora estivesse casado, "não era bem um casamento".
Nisso, ele perguntou se eu estava namorando. Respondi que não, que nunca tinha namorado. Então, ele perguntou na lata se eu já tinha transado! Fiquei vermelho e respondi que nunca; que era virgem de tudo, nem sequer tinha beijado na boca. Ele me olhou surpreso e disse que não acreditava que um menino bonito, com uma boca carnuda, ainda não tivesse feito nada. Eu apenas balancei a cabeça e dei uma risada sem graça.
Naquele momento, meu corpo já reagia; a excitação era tanta que o short começava a marcar meu pinto, e baba que ele soltava já estava melanto tanto minha cueca como o short. Tentando escapar daquela situação, disse que estava na hora de pegar o ônibus e que, se eu perdesse o das 16h, teria que esperar muito pelo próximo.
O PROFESSOR, então, disse que me daria uma carona. Pediu para que eu esperasse um pouco e fosse arrumando as coisas, pois logo ele passaria para irmos embora juntos. Ele saiu do laboratório e eu comecei a desligar os computadores e apagar as luzes. Após trinta minutos, ele apareceu e me chamou para ir.
Entramos no carro dele, uma caminhonete grande com os vidros bem escuros. Ele perguntou onde eu morava e eu respondi que era em um bairro central, mas que, se ele pudesse me deixar em um ponto de ônibus na avenida, já estaria ótimo. Ele insistiu que me deixaria na porta de casa.
Assim que saímos do Campus, que ficava em uma região pouco movimentada, percebi que ele pegou um caminho que não era o habitual. Perguntei o porquê daquela rota, e ele explicou que era mais tranquila e com menos trânsito. Disse que, como era sexta-feira, estávamos saindo bem no "horário de pica". Eu dei risada da piada.
Logo depois, ele parou o carro embaixo de umas árvores. Por causa do entardecer, o local estava bem escuro. Assustado, perguntei se havia acontecido algo. O PROFESSOR olhou para mim e disse que sim: estava com uma vontade enorme de beijar a minha boca, um desejo que sentia desde o primeiro dia em que me viu.
Fiquei atônito, mas o meu pinto reagiu na hora. Ele continuou e perguntou: "Posso beijar você, Carlos?". Eu só consegui confirmar com a cabeça. Então, ele tirou o cinto de segurança dele e o meu, segurou minha nuca com suas mãos grandes e másculas, e puxou minha cabeça até nossos lábios se encontrarem.
O meu primeiro beijo estava acontecendo ali, com o meu professor da faculdade. Logo senti a língua dele dentro da minha boca; apenas segui meu instinto e tentei corresponder. Foi um beijo demorado. Quando ele parou, olhou nos meus olhos e disse: "Quero que você seja o meu garoto!".
Ele me deu um selinho e senti suas mãos na minha coxa. Nisso, ele deslizou a mão sobre o meu pinto, sentindo a babinha através do tecido. Com um sorriso, ele disse: "Meu garotinho tem o pau babão e grosso". Ele passou o dedo melado na minha boca e, em seguida, me beijou novamente.
Depois, ele começou a guiar minha mão até o seu membro. Era grande. Desabotei a calça jeans dele e puxei a cueca, que era vermelha. Foi a primeira vez que vi o pinto de outro homem na minha frente pessoalmente; era peludo e exalava um cheiro gostoso, um aroma que eu nunca tinha sentido antes.
Ele pediu para que eu colocasse o pinto dele na boca e passasse a língua, e assim fiz. Nesse momento, ele deu um gemido de prazer e disse: "Continua, por favor, meu menino". Comecei a chupar aquele pau grande e grosso; senti novamente a mão dele na minha cabeça, conduzindo o ritmo e acelerando os movimentos.
Tentei recuar um pouco, mas ele foi mais forte e o pinto dele entrou inteiro na minha boca. Comecei a engasgar, e ele parecia sentir ainda mais prazer ao ouvir o barulho, aumentando a velocidade. Meus olhos castanhos já estavam marejados de lágrimas. Foi quando ele começou a urrar, dizendo que ia me dar "vitamina de macho". Senti o líquido quente e de gosto forte inundar minha boca; era tanto que começou a escorrer pelos cantos, e sobre o pau e os pelos. O PROFESSOR deu um último suspiro de satisfação. Eu me levantei e ele me olhou sorrindo, dando-me um beijo enquanto minha boca ainda estava marcada por ele. Ele agradeceu e confessou que fazia tempo que não sentia um prazer assim.
Eu respondi com um "de nada". Ele deu risada, me beijou e, segurando meu membro, disse: "Vou fazer você gozar". Começou a masturbar-me enquanto me beijava. Logo em seguida, atingi o ápice; foi tão intenso que acabei sujando todo o painel da caminhonete. Ele soltou uma gargalhada e comentou que agora teríamos que limpar tudo. Ficamos um tempo em silêncio, apenas trocando selinhos e curtindo o momento.
Então, ele me pediu para não contar nada a ninguém, dizendo que, se eu quisesse, ficaríamos juntos sempre. Ainda anestesiado por tudo o que tinha acontecido, prometi segredo e aceitei ser o seu garotinho. Nos beijamos novamente. Foi quando ele perguntou se eu poderia usar minha cueca para limpar o painel e se eu a daria de presente para ele. Achei estranho, mas o presenteei com a peça usada. Ele me levou até o apartamento que eu dividia com uma amiga, passou seu WhatsApp pessoal e avisou que me chamaria, reforçando que deveríamos ter cuidado com a esposa dele. Nos beijamos uma última vez, ele me desejou boa noite e partiu.
PS: E foi assim que tudo começou. O PROFESSOR foi o homem das minhas "primeiras vezes" em tudo. Se vocês gostarem, posso trazer outros relatos das experiências que vivi com ele e com outras pessoas. As fotos que seguem são registros recentes nossos, embora essa história tenha acontecido lá em 2015.

Foto 1 do Conto erotico: Como Tudo Começou.

Foto 2 do Conto erotico: Como Tudo Começou.


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Ficha do conto

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ca27

Nome do conto:
Como Tudo Começou.

Codigo do conto:
256921

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
14/03/2026

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2

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