Depois que eu e o professor tivemos nossa primeira brincadeira na caminhonete
dele, passamos o final de semana trocando mensagens pelo WhatsApp pessoal dele. E
assim marcamos uma reunião na segunda-feira para falarmos sobre o projeto de iniciação
científica. No horário combinado, fui até a sala dele e, chegando lá, ele estava conversando
com um servidor. Pediu para eu esperar e, após ele encerrar a conversa, eu entrei. Fui bem
formal e o professor deu risada; disse que não precisava ser tão formal, pois estávamos
sozinhos e eu era o menininho dele. Fiquei um pouco envergonhado e dei um sorriso bobo.
Ele pediu para eu pegar a cadeira e sentar ao lado dele, pois assim ficaria melhor para
mostrar o monitor e para ele tirar uma casquinha de mim, pois a sala era estilo aquário,
então a mesa iria bloquear a visão das pessoas do corredor.
Assim que coloquei a cadeira do lado dele, o meu pinto já começou a ficar duro e a
babar, e ele não perdeu tempo: pegou a minha mão e a colocou no pau dele, que já estava
duro, e falou: "Olha como meu filhinho me deixa!". Como eu estava de bermuda, abaixei-a
um pouco e falei: "Olha como o meu paizão me deixa!". Ele, na mesma hora, pegou no meu
pinto, passou o dedo na babinha e o levou à minha boca; eu lambi o dedo dele.Demos
risada e ele disse: — Vamos focar no projeto!
E assim fizemos. No final, ele perguntou quais eram os meus planos para o feriado. Eu
disse que estava querendo ir para a casa dos meus pais, já que o feriado iria cair na
terça-feira e iria prolongar. Aí ele me olhou e falou: — Você não quer passar o final de
semana com o paizão?
Ele me explicou que, no feriado, a esposa iria com as amigas para Pouso Alegre; assim, ele
iria ficar sozinho e queria me levar para a chácara dele na Serra do Itaqueri. Perguntei se
ele não teria caseiro, e ele falou que não, que só tem um senhor que vai lá fazer a
manutenção, mas que não mora lá. Então, combinamos que, na sexta-feira, ele passaria
para me buscar e iríamos para a chácara dele.
Aí a sexta-feira chegou e o professor foi me buscar em casa. Assim que entrei no carro
dele, fui surpreendido: aquele homem de 50 anos, de cabelo grisalho, estava pelado,
mostrando o corpo peludo, com aquelas mãos grandes segurando o pinto grande e as bolas
enormes, cheias de pentelhos. Eu falei: "Nossa!". Ele me respondeu: "Gostou da
surpresa?". Eu disse que tinha adorado.
Assim que sentei, ele disse: "Fica peladinho também, quero ver seu corpinho branquinho,
lisinho e seu pau babão!". E assim fiz. O meu pinto estava duro e o dele também. Ao longo
da viagem, que durou mais ou menos 1h30 de São Carlos a São Pedro, eu fiquei segurando
o pau dele, brincando, e ele no meu. Ele adorava passar o dedo na babinha que saía,
passar na boca dele e pedir para eu beijar.
Assim que chegamos na chácara, colocamos os shorts e descemos as coisas. Ele foi me
mostrar a casa e, ao abrir a torneira, não saía água. Aí ele disse: — Acho que o Chico
esqueceu de ligar a bomba!
Depois ele completou: — Vamos lá para fora, vou mostrar a propriedade. Mas aqui você vai
ficar proibido de usar roupa! Eu respondi: — Sim, senhor! — e dei risada.
E fomos até a bomba; de fato, ela estava desligada, então a ligamos.O professor falou: —
Hora de começar as brincadeiras!
Assim, nós nos beijamos, um beijo de língua demorado, enquanto passávamos as mãos no
corpo um do outro. Ele apertava minha bunda, e nossos pintos duros ficavam se esfregando
um no outro; eu sentia os pelos dele na minha pele. Nisso, o professor falou bem no meu
ouvido:
— Hoje o papai vai tirar a virgindade do cuzinho do filhinho! O filhinho vai deixar?
Eu respondi: — O filhinho vai fazer tudo o que o papai quiser...
Ele respondeu: — Esse garotinho me deixa louco!
E demos mais um beijo.Fui me abaixando, passando minha língua pelo corpo dele para
chegar no pauzao dura com cheiro de macho, para poder chupar. Porém, escutamos um
barulho e nos viramos: era um homem de estatura baixa, com a pele bronzeada,
aparentando uns 48 anos, usando boné e roupa de alguém que trabalhava na roça.
Eu fiquei assustado, e o professor falou: — Nossa, Chico, assim você me mata de susto!
O Chico foi respondendo: — Desculpa, "véio", não queria assustar. Vim ligar a bomba antes
que o senhor chegasse, mas já estou indo embora. O professor disse: — Pode ficar, Chico,
para você ver o véio aproveitando o menino!
Eu fiquei quieto, e o professor continuou: — Pode chupar, ele não vai contar para ninguém.
Chico, abaixa essa calça para a gente ver seu pau!
O Chico ficou meio constrangido e respondeu: — O meu pinto não é grande igual à do véio.
O professor falou: — Mostra então seu pintinho!
E o Chico abaixou a calça. Ele tinha razão: o pinto dele era minúscula; mesmo duro, era o
menor pinto que eu já vi na vida. O professor deu risada e falou: "Que pinto pequeno! Venha
mais perto para você ver um Pau de verdade!" O Chico se aproximou. Eu, ao mesmo tempo
que estava apreensivo, estava sentindo tesão com aquela situação, e coloquei o pau do
professor na boca. Nessa hora, ele deu um urro de prazer e falou: "Isso, meu garotinho...
chupa o paizão!"
O Chico ficou parado do lado do professor, batendo uma punheta enquanto eu chupava o
pinto do professor; engolia até engasgar, o que me deixava sem ar, e fazia o professor ficar
com mais tesão e empurrar a minha cabeça com as mãos dele, com força. Aí ele parava, e
eu sempre olhava para o Chico com os olhos lacrimejando e via que ele estava gostando;
ele observava com olhar de desejo.
Quando tirei o pau do professor da boca, todo babado, falei para ele: "O papai está
gostando da mamada do filhinho?" Ele respondeu: "Estou amando, filhinho!" Aí fui chupar as bolas dele; nisto, o professor mandou o Chico segurar o pinto dele para ele sentir o que é
pau de verdade, e, todo babado, o Chico obedeceu.
Aqui está a correção do trecho, ajustando a pontuação e a ortografia para dar melhor fluidez
ao relato, mantendo o sentido original:
Logo depois, o Chico disse que ia gozar; então o professor pediu para eu parar e deixar o
"cuidado do pitoco" gozar na minha cara. Eu obedeci. Naquele momento, o professor tinha
um ar de imponência, e assim o Chico gozou no meu rosto.
Após ele gozar, o professor disse: "Agora é a minha vez. Abre a boca, filhinho, o pai vai dar
leitinho na boca..." Assim, abri a boca e o professor gozou! Eu levantei e demos um beijo,
com minha boca cheia de leitinho e a cara toda melada com a porra do Chico.
Após essa brincadeira, voltamos para casa. O professor pegou 100 reais, deu para o Chico
e falou: "Esse é o nosso segredo". O Chico disse: "Pode ficar em paz, veio, não vou contar
nada!" Ele foi embora, mas avisou que no sábado voltaria para consertar uma parte da
cerca. Então, ele partiu.
O professor logo pediu desculpas para mim por ter sido mandão. Respondi para ele ficar
tranquilo, que eu havia gostado da situação. Perguntei se não tinha risco do Chico falar
algo, e ele disse que não; o Chico e a esposa dele eram muito gratos a ele por ter pago
uma cirurgia para o Chico e ter dado um terreno. Também perguntei se ele já tinha feito algo
com o Chico, e ele falou que não.
Assim, fomos tomar um banho e o professor falou: "Eu não esqueci que você me prometeu
dar o seu cuzinho para mim!" Eu falei que era todo dele. Entramos no chuveiro e ele
perguntou se eu sabia fazer a higiene íntima. Eu falei que não, então ele disse: "Vou te
ensinar".
Ele me orientou e falou que era para eu fazer mais tarde, pois à noite iríamos fazer uma
brincadeira mais safada. Acabamos de tomar banho e fomos nos deitar; ele me abraçou por
trás e dormimos.
PS: Para entender melhor a história, leia o outro conto: 'Como Tudo Começou'. As fotos a
seguir, são minhas e do professor, são mais atuais. Lembrando que
essa história aconteceu em 2015. Peço desculpas pela demora em postar a
continuação e por ter dividido essa parte.