Meu nome é Thaissa, e na época dos fatos relatados nesse conto eu tinha 23 anos, sendo ainda apenas uma universitária... Não vou gastar muito tempo fazendo uma auto descrição aqui, ao invés disso, deixarei fotos minhas em anexo, inclusive a que tirei durante a história, pra quem tiver curiosidade e quiser saber como eu sou... rsrs.
Então, sem mais delongas, vamos à narrativa...!
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Havia acabado de tirar uma selfie sozinha no espelho do quarto de hóspedes da casa de praia dos meus avós maternos, usando o iPhone. E eu ainda estava de frente pro móvel quando notei o reflexo do meu avô surgir repentina e sorrateiramente ao fundo. A visão, porém, não me assustou ou pegou desprevinida, pois já fazia tempo que eu estava aguardando, ansiosa, pelo momento em que o coroa não se aguentaria mais, perderia a linha e, enfim, me "daria o bote".
Em um movimento único e que tinha a intenção de ser surpreendente, o vovô me agarrou num abraço beeem apertado por trás. E eu, por minha vez, decidi fingir-me de assustada, encenando um sobressalto com um gritinho agudo, no momento em que senti seus braços envolverem os meus e as suas mãos pousarem pesadamente ao redor da minha cinturinha.
— Ai!! Eita, vô! Que susto... rsrs Não tinha visto o senhor chegar... — Menti aos risos, atuando como se só agora tivesse percebido que era ele quem me agarrava. — Que que é isso...? Rsrs
Perguntei com falsa inocência, continuando inerte e me referindo ao fato dele estar, claramente, me encoxando com vontade enquanto me mantinha firmemente segura com os poderosos membros superiores, que permaneciam fortes apesar da idade.
Vô Cláudio já tinha por volta de seus 70 anos, era um coroa maduro, mas bem conservado, todo enxuto, alto, ainda em boa forma, de costas retas, e dono de um vigor e vitalidade surpreendentes. E, em sua experiência, ele enxergou sem dificuldades através da minha fraca encenação de surpresa e atitude ingênua obviamente fraudulenta.
Me dando um intenso cheiro no cangote, o velho começou a beijar repetidas vezes o meu pescocinho e bochechas, com um misto de carinho e desejo, me respondendo no intervalo entre um beijo e outro.
— Não se faz de desentendida não, safadinha... Você sabe muito bem o que que é "isso"... — Sussurrou com o tesão já transbordando na voz, e com uma expressão no rosto que deixava claro que já tinha perdido o juizo devido a excitação. — Você tava louquinha por isso, não tava, piranhazinha...? Provocando o vovô a semana toda com essas roupinhas de puta...!
Em resposta a ele, cujo perfume era a mistura de sabonete Phebo e loção pós-barba, eu apenas encarei-o através do espelho e permiti surgir um sorrisinho de canto de boca em mim, soltando uma risadinha safada ao deixar de lado a breve encenação de estar confusa. Assumindo de vez a minha verdadeira personalidade de "piranha safadinha".
O coroa tarado podia estar louco de luxúria, porém tinha total e completa razão a meu respeito!
Talvez seja bom eu dar um pouco de contexto a vocês...
Euzinha estava passando as férias da faculdade ali na casa de praia tinha uma semana, e todo esse tempo fiquei desfilando pelos corredores em peças minúsculas, me exibindo pro meu avô de biquini fio-dental, lingerie sexy, babydoll semitransparente ou só enrolada na toalha após sair do banho, em toda a oportunidade que surgia. Na intenção deliberada de lhe provocar, assumindo poses sensuais, usando frases de duplo sentido e lhe lançando olhares que lhe diziam tudo sem eu ter de falar nada. Vinha fazendo isso de forma implicita, sem declarar verbalmente o que eu queria, apenas me insinuando, deixando sub entendido, pois gostava muito de atiçar e de me sentir cada vez mais desejada pelo macho alvo da minha dissimulada sedução, antes de, enfim, dar gostoso pra ele.
A verdade é que eu era mesmo uma putinha safada, como ele dizia. Sempre fui uma espécie de ninfomaníaca com a sexualidade super aflorada, embora tentasse, em vão, manter as aparências em público e fingir que não. Isso já me havia feito perder muitas amizades por conta de ter transado com pais e namorados de amigas, e também me deu uma certa fama de "piranha da família", que corria como rumor nas fofocas internas, por haverem boatos (reais, porém não confirmados) de que eu já havia dado a buceta pra alguns primos e tios, dentre outros parentes. O que é, verdadeiramente, um dos meus atos favoritos, devido a inclinação e predileção lascíva que eu tenho pelo proibido fetiche incestuoso!
Minha tara por incesto é tamanha que eu possuo uma lista dos homens da minha família com quem ainda não transei e quero transar. E, naquela época, o nome do Vovô Cláudio estava no topo dela...!
Sua esposa, Vovó Lurdes, era uma senhorinha muito religiosa e ingênua, e praticamente a única mulher da família a ainda me tratar normalmente, ignorando os comentários maldosos dos outros a cerca de mim, acreditando na inocência da netinha... E, por isso, ela cometeu o erro de me convidar para ficar com eles na sua casa à beira-mar naquelas férias de verão. Sem saber que, ao fazer isso, havia permitido em seu lar a entrada de uma fêmea no cio que estava a tempos de olho no coroa inteiraço que era o seu marido, e exposto o cônjuge idoso a um tipo de tentação que ele jamais seria capaz de suportar!
Agora, de volta ao ponto principal do relato, retomando de onde paramos...
...Não tinha por que tentar negar. Eu havia realmente passado toda aquela semana agindo de forma sensual e tinha usado modelitos demasiadamente reveladores para provocar o meu avô... E na ocasião de frente ao espelho não foi diferente.
Trajava apenas um vestidinho tomara-que-caia azul curtíssimo, que deixava minhas coxonas torneadas amostra e quase expunha a base do bumbum.
Vô Cláudio, se dando conta de que eu não impunha qualquer resistência e nem fazia a menor menção de tentar me desvencilhar ou interromper o contato dele com meu corpinho, soltou meus braços, levando uma das mãos até meu queixo e me fazendo inclinar a cabeça de forma a lhe garantir melhor acesso ao meu pescocinho, ao mesmo tempo em que, com a outra, agarrou de súbito um dos meus seios por cima da roupa!
Suspirei de prazer, sentindo um arrepio ao receber uma bela duma apertada na mama macia, dada pelo velho tarado que continuava a me encoxar por trás, enquanto lambia demoradamenre a lateral do meu pescoço.
— Nossa, vô... Que delícia... — Falei com voz gemida, tirando rapidamente os longos cabelos loiros do caminho, os jogando de lado para permitir que seus lábios e língua alcançassem também os meus ombros e nuca, se quisesse. — Não sabia que o senhor era tão safado assim rs... Pra vir agarrar a sua netinha desse jeito... E se a vovó aparecer, hein...? Rsrs
Gostando da minha reação positiva e permissiva, vovô Cláudio, antes de me responder, desceu lentamente a mão que estava em meu queixo, a fazendo deslizar devagar pelo pescoço até se juntar a outra, agarrando com vontade a teta ainda solta.
Me arrancou um novo suspiro de satisfação com isso.
— Eu não era safado assim, não... Tava quietinho no meu canto, e você veio provocar... Tava tentando ser um avô legal, bonzinho... Mas pelo visto tem um certo tipo de neta putinha que gosta mesmo é de outro tipo de "carinho" do avô... — Sussurrou desvairado, ao pé do meu ouvido, entre uma chupada e lambida libidinosa na base do lóbulo da orelha, enquanto afagava ambos os meus seios com mais força, ainda por cima da roupa. — E quanto a sua avó, fica tranquila... A Lurdes foi pra igreja, e agora... Enquanto ela tá lá na missa, eu vou te dar o que você tanto quer... O que uma cachorrinha safada que nem você merece...!
Dizendo isso, o coroa desceu uma das mãozonas depressa e a pousou sobre minha coxa desnuda. Alisando-a com desejo, de baixo pra cima, dando apertadinhas nela em sincronia com as que ainda dava alternadamente em meus seios... Foi subindo até que seus dedos, que vinham deslizando todo o caminho acima em ritmo lento pela parte interna da minha coxa roliça, enfim entraram pela borda inferior do vestido, escalando em direção a minha calcinha!
De maneira submissa e passiva, eu o deixava assumir todo o controle da situação, lhe permitindo prosseguir da forma que seu tesão mandasse, e que ele me tocasse e conduzisse do modo que quisesse. Não tentava detê-lo ou impedi-lo de nenhum jeito, pelo contrário, estava adorando ser possuída e dominada por ele, e nesse momento cheguei até a separar ligeiramente as pernas, facilitando o acesso dele a minha intimidade!
Gemi baixinho ao sentir as pontas de suas falanges alcançarem o tecido da calcinha e passarem a tatear por toda ela com afoito interesse.
Tal gemido deve ter instigado o velho, pois ele demonstrou uma força surpreendente pra idade ao, de repente, quase me levantar do chão quando puxou-me pelo quadril pra trás, em sua direção, ao mesmo tempo em que projetou mais a virilha contra mim, roçando a minha bundona com o pinto, que começava a dar sinal de vida dentro da calça.
Deixei escapar um gritinho agudo de surpresa genuína dessa vez, devido ao movimento repentino inesperado. Em seguida, soltei uma risadinha divertida de tesão, ao ver o quanto aquele vovô estava doidinho pra sarrar o bumbum da netinha aqui com mais intensidade. O mesmo bumbum em que ele já havia ajudado a passar talquinho anos atrás, e em que agora queria passar outra coisa... rsrs
E eu, que só de pensar nisso já sentia um tesão crescente, não me opus a sua vontade... Ao invés disso, mostrei-lhe que queria o mesmo! Empinei a raba pra ele, ficando na ponta dos pés para arrebitar a bunda o máximo possível sem sair tanto da posição em que estava, assim o convidando explicitamente a prosseguir com as gostosas encoxadas.
Vô Cláudio foi a loucura com isso!
Atochou ainda mais o encaixe da sua virilha nas minhas volumosas, firmes e macias nádegas, se curvando um pouco sobre mim para acompanhar a leve inclinação do meu corpo pra frente e poder continuar chupando meu pescocinho branco. Estava praticamente dando beijos de língua na minha nuca, me deixando toda babada e arrepiada, a medida que seus dedos iniciaram um movimento mais ritmado sobre a minha calcinha, indo e vindo deliciosamente, pra cima e pra baixo, ao longo da silhueta da fenda da rachinha, que podiam sentir pelo tato através do tecido fino de algodão, me levando ao delírio.
Não dava para negar que o coroa era experiente e sabia exatamente o que fazer para levar uma mulher a loucura!
— Putinha... Rabudinha... Bunduda... Bucetuda... Peituda... — Vovô sussurrava cheio de tesão no meu ouvidinho, acentuando as carícias intimas.
Dizia isso no intervalo entre uma lambida e uma chupada na base do pescoço, enquanto sua mão, que até então apalpava meus seios alternadamente por cima da roupa, resolvia, enfim, violar a sacracilidade do meu tomara-que-caia por cima...!
Seus dedos invadiram o forro de bojo de uma vez, atravessando a borda superior da roupa de supetão, e o velho encheu a mão com um dos meus peitos, tocando-o diretamente, pele com pele!
— Ãaaaahhnnn...!! — Gemi ao sentir o calor da sua mãozona enrugada agarrar a minha mama por dentro do vestido com vontade. — Velho gostoso safado...!!!
Em resposta ao estímulo, num movimento quase automático e instintivo, comecei a rebolar a raba lascivamente na vara meia bomba de vovô, cujo volume cilíndrico eu podia sentir mesmo através do pano grosso da bermuda que ele usava.
Vô Cláudio correspondeu a altura, afagando meu peito com um aperto delicioso, enquanto aumentava o ritmo dos dedos que corriam "lá embaixo", no meio das minhas pernas, pela concavidade na minha peça íntima. Amplificou também o ímpeto do movimento do seu quadril, se esfregando em mim durante o meu rebolado.
Toda aquela agitação e fricção doida foi fazendo meu vestidinho, já super curto e justo, começar a subir, expondo mais e mais da minha bundona branquinha!
Se dando conta disso, vovô não perdeu tempo. Agarrou ao mesmo tempo ambas as extremidades do meu vestido, tanto a inferior quando a superior, e, num só movimento assertivo e decidido, fez duas coisas: puxou de súbito a barra do vestidinho curtíssimo pra cima, expondo a minha calcinha branca fio dental.... E empurrou com tudo a borda do tomara-que-caia para baixo, fazendo meus seios saltaram para fora de uma vez só!
A roupa, que já era pequena, ficou ainda menor, agora embolada desfome na altura do meu umbigo, deixando de cobrir as partes do corpo que uma neta jamais deveria mostrar ao avô!
Mais uma vez a atitude repentina do coroa enxuto me pegou de surpresa, arrancando um gritinho de susto pelo ato inesperado, seguido de uma gargalhada gostosa de tesão ao me ver praticamente nua diante do meu amado vovô. Saber que a última vez que ele havia me visto assim foi a umas duas décadas, ao ajudar a me dar banho, era um fato estranhamente excitante pra mim!
Suas mãozonas não tardaram em agarrar o par de tetas a mostra, afagando-nas com mais desejo e vontade do que nunca! Ele as apalpava, esfregava e apertava com uma gana absurda, parecendo enlouquecer ainda mais de tesão ao poder vê-las no reflexo do espelho a nossa frente enquanto o fazia.
Com os dedos indicadores e polegares em formato de pinça, Vô Cláudio espremeu e puxou os biquinhos rosados já entumecidos por conta do estímulo, empregando força o bastante para causar uma insana mescla de prazer e dor, que correu como uma descarga elétrica pelo meu corpinho sensibilizado por conta do tesão crescente.
— Aaaaaiii...! Vovô, assim dói...! — Resmuguei com um gritinho manhoso, pondo as minhas mãozinhas sobre as dele. — Mas é gostoso... Continua, vai...!
E o velho depravado não se fez de rogado, continuou mesmo beliscando e esticando as pontas salientes dos meus mamilos até o limite suportável, sem dó da netinha safada que gemia com a satisfação dolorosa que vinha do ato! Ele parecia gostar de me ver com aquela expressão mista de prazer e agonia.
Mas eu não podia culpá-lo, pois a vadiazinha aqui também estava adorando se ver naquela situação, e eu demonstrava isso ao esfregar a bundona com maior intensidade na sua virilha, sentindo que ele estava a segundos de atingir uma ereção completa dentro da calça! Minha buceta parecia que ia pegar fogo de tanto tesão... E foi ai que eu senti:
Sem aviso, vovô largou um dos meus seios e desceu a mão em direção a parte frontal da minha calcinha, invadindo a peça intima pela borda superior de supetão, deixando os dedos ávidos correrem livres pela minha racha molhada, que agora tocavam diretamente!
Gemi mais alto e forte do que nunca ao sentir as falanges escorregarem pelo meu clitóris já lambuzado de lubrificação natural, e descerem apressados pela fenda dos meus lábios vaginais, rumo ao ponto de maior interesse: a entradinha da minha buceta!
De uma vez, vovô enfiou logo dois dos dedos em mim, os afundando "nela" o quanto podia daquela posição, de forma fugaz e afoita!
Gritei de incômodo e cheguei a retesar o corpo ao sentir meu canalzinho apertado ter de se alargar considerávelmente, de maneira súbita, para receber a dupla de falanges que invadiram-me de forma tão inesperada e repentina, pois os dedos de vovô eram grandes, ásperos e muuuito grossos!
Mas o velho nem ligou pra minha reação de desconforto, e deve ter até gostado de como me fez ficar, pois continuou a enterrar as duas garras ainda mais fundo em mim, até não ter mais o que enfiar! Ao mesmo tempo, continuava apertando meu seio e pinçando o meu mamilo, enquanto sarrava forte em minha bunda, com o pau agora já em riste e na sua dureza máxima dentro da roupa!
Comecei a gemer sem parar, dessa vez de puro prazer, quando ele iniciou um vai e vem com os dedos que se agitavam na minha xoxota sedenta!!
— Isso, vai, geme gostoso, vadiazinha do vovô...! — Falou no meu ouvido após me dar uma mordidinha no pescoço. — Geme mesmo e se prepara... Que agora eu vou te foder inteirinha, minha neta!
E então, dizendo isso, tirou os dedos de mim e, levando as duas mãos pras bordas laterais da minha calcinha fio dental, o velho empurrou a peça intima para baixo num só movimento rápido, descendo-na até o meio das minhas coxas entreabertas e, assim, expondo minha buceta de vez!
Imediatamente após terminar de me despir de modo tão abrupto, Vô Cláudio me puxou alguns centímetros para trás pelo quadril e "empurrou" a parte mais alta das minhas costas para frente e pra baixo com sua mão poderosa, me fazendo inclinar o corpo quase a força, e me pondo na posição que desejava.
O modo como ele me moveu foi tão afoita e impositiva, que eu precisei agir rápido e pousar as mãos na parede diante de mim, uma de cada lado do espelho, para eu não tombar e cair pra frente. Olhando pro meu reflexo, ainda surpreendida com os modos impetuosos de vovô, vi-me posta praticamente de quatro, com as mãos apoiadas na parede, seios firmes pendendo amostra, pernas entreabertas, calcinha arriada, bundona empinada e buceta completamenre exposta pro macho maduro atrás de mim!
Com o barulho de dois cliques metalicos, vovô desatou depressa a fivela do cinto, soltou o botão da bermuda e baixou o zíper, ruidosamente. Os sons característicos de um homem se despindo pra me foder, que sempre atiçavam ainda mais a putinha dentro de mim... rsrs.
Então, tão rapidamente quanto ele se livrou das minhas roupinhas, o velho se desfez das dele, deixando a calça cair até seus tornozelos e tirando o pauzão pra fora da cueca com as duas mãos.
E era realmente um baita pauzão!
Pude ver pelo reflexo no espelho que se tratava de um membro enorme, veiudo, cabeçudo e grosso, com facilmente uns 20 centímetros ou mais. Eu definitivamente não esperava que vovô fosse tão bem dotado assim, e essa era uma grata surpresa... rsrs.
Porém eu não pude, naquele momento, ter uma boa visão da sua peça. Não só pela posição em que estava, de costas pra ele, mas também por que não tive tempo.
Sem demora, Vô Cláudio tomou o pau pela base e o apontou na direção da minha vulva, começando a pincelar a glande inchada nos lábios vaginais com vigor.
Eu gemi como uma cadelinha no cio sentindo a cabeçona rombuda, quente e já lambuzada, babando pré-gozo, deslizar deliciosamente pela fenda molhada da minha rachinha hiper sensibilizada, num sobe e desce enlouquecedor de tão gostoso, antes de, por fim, se fixar no ponto exato da xana em que fica a entradinha!
Era isso.
Não tinha mais volta.
Ia mesmo acontecer.
Meu avô, que já havia me pego no colo quando era neném, ia mesmo me comer naquele quartinho!
De pronto, eu tratei de arrebitar e empinar ainda mais a raba, abrindo as pernas o máximo que eu podia naquela posição, já me preparando fisica e mentalmente em antecipação para ser penetrada pelo colosso que era aquela pirocona!
— Vai, vovô... Eu tô pronta... — Sibilei com a voz pingando de tesão transbordante, e o encarando através dos nossos reflexos no espelho. — Mete esse pauzão em mim...! Me come... Me co-...!!!
O velho nem me deixou terminar a frase e, atendendo ao meu clamor com todo o prazer, sem ao menos se preocupar em vestir uma camisinha primeiro, segurou firme nas minhas ancas e me puxou pra si de supetão enquanto, simultâneamente, projetou o quadril pra frente com tudo!
Assim, de uma vez só e de repente, a cabeçona arroxeada do pirocão de Vô Cláudio arrombou a porta da minha grutinha apertada, abrindo de súbito o caminho para o coroa cravar mais da metade da varona velha, grande e grossa dele em mim numa tacada só!
Eu fui pro além e voltei ao sentir aquela glande rombuda alcançar, súbitamente, o ponto mais profundo do meu canal vaginal com muito ímpeto, me dando uma verdadeira "cabeçada" na boca do útero! Foi inevitável disparar um gritinho agudo de dor devido a penetração tão repentina que sofri, contraindo-me por inteiro pela inserção quase violenta.
Vô Cláudio, todavia, novamente se mostrou um amante voraz e impedioso quando, mesmo diante dos gemidos de desconforto da netinha, não deu a mínima pro meu incômodo e começou a me foder forte, sem pena, dó ou piedade!
— Aguenta, vagabundinha do vovô...! — Bradou entredentes, enquanto me fodia um intenso vai e vem, em ritmo acelerado logo de cara. — Não era isso que você queria...? Então agora vai ter que aguentar...! Vai ter que aguentar tudo...!! O PAU INTEIRO DO VOVÔ!!!
Vô Cláudio pareceu rejuvenescer uns bons cinquenta anos, por meter em mim com uma tenacidade impressionante para um velho septagenário!
Era como se comer o meu xibiuzinho fosse, pra ele, uma espécie de pilula da juventude, ou algo assim. O coroa tava cheio de gás!
Cada estocada mais incisiva, veloz e pronfunda que a anterior, maltratava a minha xoxota e faziam minha mente girar, ao adquirir a noção de que o coroa realmente pretendia meter a pirocona toda em mim! Pois, vez após vez, ele ia amplificando com insistência a força empregada nas investidas que fazia com o pintão durissimo, vitimando a minha xaninha indefesa de forma quase brutal e animalesca.
Mas eu não estava em posição de reclamar. Aquilo era examente o que eu queria e vinha buscando ao longo daquela semana. Era simplesmente o resultado de toda a provocação, insinuações e flertes que lancei sobre o vovô. E eu, apesar da dorzinha persistente que sentia a cada pirocada que levava, estava gostando muito de cada segundo daquilo!
Podia assistir a tudo pelas nossas imagens refletidas no espelho a nossa frente... Era como assistir a um filme porno ao vivo em que o vovô e eu eramos os protagonistas da cena de sexo intenso!
Aquilo era um tesão!
Vô Cláudio estava metendo em mim com tanta gana e vontade que, de modo automático, talvez instintivo, por um senso de auto preservação, meu corpinho começou a tentar se afastar ligeiramente dele, sem sair da posição... Só o bastante para tentar amenizar o impacto daquelas "marteladas" dadas consecutivamente na entrada do útero.
Mas o meu avô notou aquilo e, ainda me segurando pela cintura e puxando para si com uma das mãos, usou a outra pra dar um tapa forte e estalado na minha bunda, assim que viu ela começar a se retrair! Fez isso como quem diz, sem precisar proferir uma única palavra, "não foge não vadia, empina essa raba pra mim!".
O impacto me causou uma dor quente numa das nadegas brancas, que certamente ficou marcada em vermelho com o formato da palma do vô. Mas eu adorei aquilo e, como uma atiçada putinha submissa e obediente, atendi de imediato ao comando, tratando de arrebitar a bundona branca pra ele mais do que nunca, me forçando a tolerar o incômodo que vinha do que o velho fazia comigo, em prol do prazer que o acompanhava.
A partir daquele ponto, suportar receber todo e cada centímetro da jebona grossa do meu vovô cacetudo, havia se tornado uma questão de honra pra mim como mulher!
Vô Cláudio deve ter visto aquela raba super empinada como um convite a um novo tapa, já que foi isso o que ele fez. O som poderoso do choque da sua palma potente contra a carne macia da outra banda da minha bunda ecoou pelo quartinho de hóspedes.
— ÁAAAIII!!! ISSO...!!! Vai... Me bate..!! Pode me bater! A sua netinha safada merece apanhar!! — Supliquei com voz de puta depravada, rebolando enquanto ainda recebia as pirocadas profundas na buceta. — Bate, que eu gosto!!
E o coroa não pestanejou. Sem parar de meter cada vez mais forte, depressa e fundo dentro de mim, ele continuou desferindo pesados tapas na minha raba, que ficou vermelhinha de tanto apanhar!
Com o tempo toda a dor que eu sofria foi sendo sobrepujada pela onda de prazer abundante e crescente que me inundava a cada vez que me sentia sendo completamente preenchida pela varona dura do meu avô dominante!
O impacto da cabeçona incisiva do seu pauzão se chocando como um ariete contra o fim do meu canal vaginal, parecendo querer abrir caminho até o meu útero, ainda era incômodo, mas eu havia aprendido a gostar até mesmo disso!
A cada tapa bem servido e penetração contundente, vovô disparava um xingamento, elogio ou insulto a mim...
— Cachorra..! Vadia...! Delícia...! Vagabunda...! Piranha...! GOSTOSA...!!! — Ele vociferava entredentes, cheio de tesão furioso, com os hormônios em ebulição.
Suas palavras só faziam minha excitação aumentar, e eu percebia, com mais e mais intensidade, um calor tenso se acumular na minha pélvis e se espalhar pro resto do corpo a partir da buceta que era fodida com força pelo idoso tesudo!
Eu estava chegando ao ápice, e o meu avô também.
Notei isso quando ele parou de me estapear para poder segurar meu quadril bem firme com as duas mãos, me mantendo fixa na posição e me puxando pra si a cada estocada acelerada e afoita. O velho estava a caminho do clímax!
Querendo sincronizar pra gozar junto dele, levei uma das minhas mãos até a xaninha ardente e comecei uma siririca voraz, para acelerar o meu próprio orgasmo que também estava as portas. Mantive-me apoiada pela outra mão na parede.
Me olhando pelo espelho, eu pude encarar o meu reflexo e ver a imagem de mim mesma com o rosto vermelho de excitação, a boca seca de tanto gritar, suspirar e gemer, enquanto os meus peitos saltavam e balançavam pra frente e pra trás a cada vez que vovô metia forte em mim pelas costas.
Então, com os batimentos de ambos hiper acelerados, a respiração dos dois em descompaço e com o nosso tesão alcançando o limite... Vovô me xingou uma última vez, gritando uma ofensa ao me puxar pra si pela cintura com toda a força, enquanto projetava o quadril o máximo que podia na minha direção, colando a sua virilha na minha bunda e assim, enfim, enterrando o pauzão cumprido, longo, grosso e avantajado de velho pirocudo por inteiro, até o talo, dentro de mim!
— PUUUUUTAAAA!!! — Bradou a plenos pulmões, retesando o corpo e apertando forte com os dedos das mãos em minhas ancas, enquanto parava o vai e vem com o largo cacetão cravado por completo na xoxotinha da neta.
Com a buceta super sensibilizada por ter sido macetada de forma frenética instantes atrás, pude sentir com nitidez quando a jebona dura como ferro, desconfortavelmente estacionada bem fundo dentro de mim, começou a pulsar em fortes espasmos orgasticos.
E também senti quando, de repente, passou a jorrar potentes jatos de porra quente e espessa, a partir da glande inchada, alojada com insuportável pressão contra a o fundo da minha indefesa e frágil bucetinha!
Vô Cláudio, que não se preocupou em tirar o pauzão de dentro de mim antes de gozar, estava despejando toda a sua carga de sêmen, que acumulou por anos, diretamente na boca do meu jovem e fértil úterozinho... O inundando com uma dose cavalar de seu esperma velho!!
O desgraçado podia muito bem ter acabado de me engravidar com aquilo!
Mas na hora eu nem liguei...
Pois foi sentindo cada jato forte me invadir e alagar minha xoxotinha, que eu explodi no meu próprio orgasmo avassalador!
Todo o meu corpinho se contraiu e convulsionou com as ondas de prazer absurdas que emanavam na minha xana. E eu, por uns segundos, perdi a noção de tudo ao meu redor. Minha visão escureceu, subjugada pela satisfação quase insuportável daquele gozo forte que vovô provocou em mim.
Mesmo após lançar a última carga de espermatozoides em meu interior, Vô Cláudio permaneceu engatado, com o pau alojado lá dentro, arfando pesadamente de satisfação, sentindo o efeito prolongado e duradouro do seu orgasmo.
Senti um alívio imenso quando o coroa pintudo enfim me soltou, afastou-se e recuou o suficiente pra sua jeba avantajada, que agora estava meia bomba, escapasse e escorregasse pra fora da minha perereca em frangalhos depois da foda brutal.
Meu avô então, parecendo realizado, porém também momenteamente exaurido devido a todo o esforço que fez ao me comer como um animal selvagem, deu alguns passos para trás e se sentou cansado no colchão da minha cama no quarto de hospedes.
Também exausta, eu me deixei cair lentamente de joelhos no chão, ofegante e com os cabelos loiros meio desgrenhados. Olhando-me no espelho esbaforida e com o rosto avermelhado, um tanto suada, ajeitei os cabelos com a mão enquanto sorria, satisfeita, curtindo o prazer perene do meu gozo, que ainda circulava pela minha anatomia.
Aquela havia sido um bela de uma primeira vez entre nós dois...
Mas não podia ser a última...!
Não mesmo...
Vovó Lurdes ainda tardaria a voltar da missa, tinhamos pelo menos mais uma hora sozinhos naquela casa antes do seu retorno... E eu pretendia aproveitar casa segundo desse tempo a sós com o velho pirocudo gostoso do Vô Cláudio!
Por isso, me virando pra ele de joelhos, eu sorri como a putinha safada que eu era e, embora cansada, reuni forças para ir engatinhando lentamente pelo chão em sua direção na cama...
Mas essa parte do relato eu deixo para uma possível continuação na Parte 2! Rsrs...



