Vizinho policial – da academia do prédio pro sofá dele

Eu me chamo Gabriel, 27 anos, gay mas discreto pra caralho. Trabalho remoto como designer, moro num prédio no Noroeste de Brasília. Sempre evitei chamar atenção: short largo, camiseta solta, fone no ouvido. Nunca assumi nada pra ninguém do condomínio. Mas tinha um vizinho que eu via quase todo dia e que mexia comigo sem ele saber: o Sargento Marcos, 39 anos, policial militar casado, pai de um menino de 8. Morava no 12º andar, eu no 9º. 1,89m de puro macho: pele morena queimada de sol, barba cerrada com fios grisalhos nas laterais, cabelo curto militar, peito largo que esticava qualquer regata, braços tatuados e peludos até o pulso, barriga de quem bebe cerveja mas ainda faz flexão com uma mão só. Sempre de aliança grossa no dedo e um olhar sério de quem carrega arma na cintura.
A gente se viu pela primeira vez na academia do prédio, uma terça-feira às 21h. Eu tava no banco de supino, ele chegou pra treinar pernas. Short de tactel preto folgado, regata cinza molhada de suor. Quando ele sentou no aparelho de leg press, as coxas grossas abriram e o volume caiu pesado entre elas — pau grosso pro lado esquerdo, marcando o tecido como se não tivesse cueca. Ele me cumprimentou com um aceno de cabeça, voz grossa:
• Fala, vizinho. Tudo na paz?
• Tudo, sargento. Força aí.
Só isso. Ele treinou, eu treinei. Mas fiquei vidrado o resto da semana.
Três dias depois ele me adicionou no Instagram. Perfil dele: foto de farda, stories de churrasco com a família, post de treino. A mensagem veio natural, sem forçar:
Sargento Marcos (19:34):
E aí, Gabriel. Vi que você curtiu meu story do treino hoje. Tá malhando bastante hein? Qualquer dica de exercício pra ombro eu aceito, tô sentindo dorzinha aí kkk
Respondi rápido:
Eu:
Haha valeu, sargento! O supino inclinado ajuda bastante. Se quiser, posso te mostrar na academia qualquer dia.
Sargento Marcos:
Boa! Tô precisando mesmo. Semana que vem tô de folga à noite, quem sabe a gente marca. Abraço, irmão.
A conversa começou 100% de academia. Ele mandava foto dele treinando em casa: “Olha o progresso, jovem”. Eu respondia com print do meu progresso. Falávamos de série, proteína, dor muscular. Nada pessoal. Durou uns dez dias assim.
Depois ele começou a mandar áudio da viatura, voz rouca de quem tava de plantão:
Sargento Marcos:
Tô aqui no turno da noite, irmão. Que tédio… tu tá fazendo o que agora?
Eu:
Estudando uns projetos. E aí, tá quente na viatura?
Sargento Marcos:
Quente pra caralho. Tô suado até a alma. Kkk imagina eu chegando em casa e jogando essa farda no chão…
Foi aí que os trocadilhos começaram, bem de leve:
Eu:
Imagino… deve ser um alívio tirar tudo, né?
Sargento Marcos:
Alívio grande mesmo… às vezes bate uma vontade de relaxar de verdade, sabe? Sem farda, sem pressão.
Eu:
Entendo. Eu também gosto de “relaxar” depois de um dia longo.
Ele mandou risada e mudou de assunto, mas na semana seguinte veio foto dele de regata em casa, peito peludo brilhando, aliança visível:
Sargento Marcos:
Olha o calor que tá hoje. Tô derretendo aqui sozinho. A patroa viajou com o moleque pros pais dela em Anápolis.
Eu:
Sozinho no 12º? Que perigo kkk
Sargento Marcos:
Perigo nenhum… mas tô precisando de companhia pra tomar uma cerveja gelada e conversar de homem pra homem. Desce aqui qualquer dia?
Aceitei. Fui na sexta à noite. Ele abriu a porta de short de moletom cinza e regata branca justa. Cheiro de perfume barato misturado com suor limpo do dia. Me deu um abraço forte, peito contra peito, mão grande nas minhas costas.
• Entra, Gabriel. Fica à vontade, irmão.
Tomamos cerveja no sofá. Conversa fluiu: trabalho dele na PM, minha vida de designer, futebol. Depois de três latas ele olhou pra mim, sério, mas ainda com pose de macho:
• Sabe, Gabriel… eu sou casado, hétero pra porra, tenho filho… mas desde que te vi na academia… não consigo parar de pensar em ti. Na tua cara, no teu corpo. Tô curioso pra caralho. Nunca fiz isso. Mas contigo… porra, eu quero tentar. Só nós dois. Sem ninguém saber.
Me aproximei. Ele me puxou pro beijo. Barba roçando barba, língua grossa invadindo devagar, mão grande apertando minha nuca. Gememos juntos.
Ele me levou pro sofá, tirou minha camisa devagar, beijou meu peito.
• Caralho… tua pele é macia, jovem. – murmurou, descendo a mão pro meu short. Apertou meu pau por cima. – Tá duro assim por minha causa?
• Tá… desde o primeiro dia na academia, sargento.
Ele riu baixo, macho até o osso.
• Então me chama de Marcos agora. E me mostra o que essa boca sabe fazer com o pau do policial.
Abri o short dele. O pau saltou pesado: 21cm, grosso pra caralho, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando, pentelhos pretos molhados de suor. Cheiro forte subiu — suor de homem, tesão acumulado, virilidade pura.
Segurei na base. Ele gemeu rouco.
• Isso… segura firme. Chupa devagar, vai… quero sentir cada centímetro na tua boca quente.
Abocanhei a cabeça. Quente, salgada, latejando forte. Ele segurou meu cabelo, empurrando devagar.
• Porra… que boca gostosa… engole mais, Gabriel… assim… caralho, tu mama melhor que qualquer mulher. Tá sentindo como tá pulsando? É pra ti, irmão.
Desci até a garganta, engasguei, saliva escorrendo pelo pau dele. Ele gemeu mais alto, voz rouca:
• Isso… engole tudo do pai… tá me deixando louco… nunca senti uma boca assim… porra, tô ficando viciado em ti, sabia?
Levantei, beijei ele de novo. Ele me virou de bruços no sofá, puxou meu short. Cuspiu na mão grande, passou no meu cu devagar, dedo grosso entrando.
• Relaxa… vou devagar, jovem… quero sentir teu cu me apertando… isso… tá quente pra caralho… apertado… meu Deus, tá me sugando o dedo todo…
Enfiou o segundo dedo. Eu gemia.
• Marcos… tá bom demais… me fode… quero teu pau inteiro dentro.
Ele posicionou a cabeça grossa, empurrou centímetro por centímetro. Eu sentia cada veia, cada pulsada, o calor dele me abrindo devagar.
• Ai caralho… tá me abrindo todo… – ele rosnou, voz de macho. – Que cu apertado… tá me apertando forte… porra, tô inteiro dentro… como tá se sentindo, meu garoto?
• Cheio… perfeito… fode devagar primeiro… quero sentir tudo de você.
Ele começou estocadas lentas, longas, profundas. Mão grande apertando minha cintura, outra no meu pau batendo junto. Suor do peito dele pingando nas minhas costas.
• Isso… sente o pau do casado te fodendo… tu é meu agora, tá entendendo? Ninguém mais vai ter isso… porra, tô me interessando pra caralho por ti, Gabriel… nunca senti um tesão assim… me aperta mais… assim…
Aumentou o ritmo. Barba roçando minha nuca enquanto ele gemia no meu ouvido:
• Tá sentindo como tá latejando dentro de ti? Tô perto… quero gozar dentro… posso? Quero te marcar, te encher de mim…
• Pode… goza dentro, Marcos… eu também tô louco por ti…
Ele acelerou, estocadas fortes, gemendo rouco de macho:
• Tô gozando… porraaa… toma tudo, jovem… caralho… tá saindo tanto… sinto teu cu pulsando… isso…
Jorrou quente, grosso, jatos longos dentro de mim. Senti cada um, o calor me enchendo. Ele ficou parado, ainda duro, abraçando minhas costas, beijando minha nuca com barba áspera.
• Porra… nunca gozei tanto na vida… – sussurrou, ainda ofegante, voz de sargento. – Tu me pegou, Gabriel. Tô interessado pra caralho em ti. Mas continua sendo nosso segredo, hein? O pai aqui ainda é casado e machão… mas contigo eu quero repetir toda vez que a patroa viajar.
Saí de dentro devagar. Ele virou, me puxou pro peito peludo e suado. Ficamos abraçados um tempo, respirando pesado.

Ele passou a mão no meu cabelo, ainda com o pau semi-duro encostado na minha coxa.
• Caralho, Gabriel… tu é perigoso, hein? – riu baixo. – Nunca imaginei que ia gostar tanto disso. Tô com o corpo todo arrepiado ainda. E tu? Tá se sentindo como?
• Melhor impossível, Marcos. Tô apaixonado pra caralho… mas discreto, como sempre.
Ele apertou minha bunda, voz grave e séria:
• Então fica assim. Amanhã de manhã eu desço pra academia cedo. Se te ver lá, a gente finge que é só treino… mas à noite, se a patroa não voltar cedo, tu sobe aqui de novo. Quero te foder na minha cama dessa vez. E quero ouvir você gemendo meu nome de novo. Fechado, jovem?
• Fechado, sargento. – sorri, ainda sentindo ele latejar dentro de mim. – Mas da próxima… quem sabe eu te mostro como é levar também.
Ele riu alto, me deu um tapa na bunda e me puxou pro peito.
• Vai sonhando, garoto. O machão aqui ainda manda. Mas… quem sabe. Agora vai tomar um banho que eu te levo até o elevador. Ninguém precisa saber de nada.
Saí do apartamento dele com o gosto dele na boca e o cheiro dele na pele. O policial do 12º andar tinha me pegado de jeito. E eu já sabia: aquilo era só o começo.


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Comentários


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regisdocaralho Comentou em 17/03/2026

Gabriel que sorte a sua de encontrar um macho raiz! Que inveja kkkkk




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Vizinho policial – da academia do prédio pro sofá dele

Codigo do conto:
257094

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
17/03/2026

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