Voltando às férias.
Fomos para o condomínio e deixamos os filhos a vontade na praia. Era um local seguro. Algumas vezes fugíamos para o apartamento para tirar uma. Rosa falava que era para eu não ficar de pinto duro na praia. Dizia que eu era um tarado e não podia ver uma bunda bonita na praia.
Já tinha uns três dias que estávamos na praia, Rosa quis acordar para ver o sol nascer. Era um pouquinho mais de 5hs quando ela me chama. Coloquei sunga e ela o biquíni, pegou 2 toalhas e atravessamos a rua e ficamos abraçados vendo o sol nascer. Assim que os primeiros raios de sol bateram na água, uma mulher passou e parou a uns 5 metros de nós. Quando vi ela já estava a uns passos parada em nossa frente. Jogou uma toalha no chão, e ficou em pé olhando para o mar. Ela de costas tinha o corpo perfeito. Branquinha, usava um biquíni rosa, bem comportado, mas de costas sua bunda tinha o tal desenho perfeito. Era grande sem exagero e redonda, como diria Ziraldo no Pasquim (pesquisem), sua bunda sorria. Suas coxas grossas eram perfeitas. Minha mulher, olhou para mim e disse, hora de ir para casa. Chegou lá, me arrastou para nosso quarto, fechou a porta, puxou o meu calção e o meu pau pulou para fora duro como rocha.
Ela: "Eu sabia, olha o tamanho que ele esta. Puta que pariu, nem ver o sol nascer posso mais. Amor, precisa se controlar. Realmente aquela bunda era perfeita, mas você só de sunga fica feio com o pau estufado nela. A partir de agora pode usar sunga que eu gosto, principalmente quando sua bundinha fica branquinha, mas vai e volta da praia de calção, você é muito tarado. Amor, fica aí deitado com este pau duro. Pode pensar naquela bunda. Vou ali no banheiro e volto já. Me espera."
Saiu e me trancou no quarto. Uns 15 minutos depois ela volta enrolada na toalha. Olha para mim e diz: "Que lindo gente, ainda duro me esperando. Pensou naquela bunda redonda amor?" Eu: "É para falar a verdade?" Ela: "Sim." Eu: "Pensei amor."
Ela foi até sua malinha e pegou um gel e pediu para eu passar no seu cuzinho. Primeiro eu beijei sua bunda, já com marquinha, lambi sua xoxota, mordi seu grelo grande e desci até o cuzinho, enfiei minha língua nele e beijei aquele anelzinho. Passei o gel e brinquei com meu dedo dentro do seu cuzinho roxinho. Passei gel no meu pau e deitei de costas. Ela tinha preferência em dar a bunda nesta posição. Gostava de sentar nele com o cuzinho voltado para mim. Dizia que era para eu ver o meu pau entrar no seu anelzinho. Abriu as nádegas com as mãos e colocou seu anelzinho encaixado no meu pau. Foi descendo mm por mm. Ela adorava fazer assim. Já pediu para eu tirar várias fotos de mim comendo sua bunda. Quando entrava uns 5cm ela tirava e descia mais. Ia fazendo até meus 18cm sumir dentro dela, ele era grosso, mas ela adorava. Ela subia e descia, com uma frequência incrível, ela dizia que sabia quando eu ia gozar, devia saber mesmo, pois nesta hora ela ficava sentada e começava a tocar siririca com muita força. Ela esguichava seus líquidos nas minhas coxas e descia de uma vez cravando o meu pau no seu cuzinho. Eu a segurava pela cintura e gozava muito, mas muito na sua bundinha. Ela numa habilidade incrível, deitava de costas em mim com parte de meu pau ainda dentro de sua bunda. Eu acariciava seus seios. Ela ficava de cócoras e forçava para a porra ir caindo em mim. As vezes ela deitava de frente para mim, me beijava e ia se esfregando espalhando a porra entre nós.
Tomamos banho, acordamos os filhos, tomamos um café reforçado e fomos para a praia. Claro ela me fez usar calção, disse que tinha um se reserva na sua bolsa de praia.
Ao atravessarmos a rua de terra, Rosa olhou para a praia como se procurasse algo. Arrumamos o guarda sol e as cadeiras. Os filhos já iam longe correndo pela praia. Ela me fez ficar em pé, tirar o calção e passou protetor em mim, depois ainda de pé ela me pediu para passar um pouco de bronzeador nela. Disse que aproveitaria o sol mais cedo para dar uma queimadinha. Passei nas suas costas e no bumbum lindo dela. Assim que acabei de passar o bronzeador nela, antes dela deitar na toalha, olhou para minha sunga, fez cara de brava e disse: "Não acredito amor, comeu meu rabo não tem meia hora e está de pau duro, porra, isso tudo porque passou bronzeador numa bunda que acabou de arrombar. Veste a porra do calção. Francamente."
Pegou um livro, deitou de bunda para cima, ajeitou o biquíni e começou a ler. Eu sentado na sombra ao lado dela. Se tem uma coisa em que acredito é que se tiver de acontecer, acontece. Rosa largou o livro me mandou um beijo e deitou a cabeça sobre os braços. Nisto um cara com fisionomia Oriental me pergunta se pode colocar o guarda sol dele mais perto do nosso para ampliar a sombra. Antes que eu respondesse ele disse para eu ficar tranquilo que era ele, mulher e filha. Eu disse que tudo bem. Ajudei ele a colocar o guarda sol e ele foi buscar a família.
Rosa levanta a cabeça e diz: "Tomara que não seja estes meninos atentados. Se for damos uma hora e vamos para outro lugar." Ela riu e me mandou um beijo. Pouco depois volta o cara com uma menina linda que não me era estranha, deixou três cadeiras e foi com a menina para água. Antes parou e disse que a esposa estava vindo. Eu disse que tudo bem. Rosa levantou da toalha e sentou ao meu lado em outra cadeira e me beijou. A esposa do cara chega. Eu e Rosa quase caímos das cadeiras. Era a mulher de biquíni rosa. Pior era a mulher dos vestidos iguais, a "bonequinha de corda". Ela reconheceu Rosa e a cumprimentou efusivamente. Rosa trocou comigo de cadeira e começou a conversar animadamente. Ela de frente era ainda mais linda. O sutiã do biquíni era comportado, mas realçava os seus seios lindos. Logo o marido voltou com a filha e ela nos apresentou a eles. Ela era a Ester, o marido era o Fernando e a filha era a Belinha. Achamos coincidência de estarmos na mesma praia, ele também era sócio do condomínio. Ao contrário do comportamento deles no bairro eram pessoas alegres e animadas. Ester tinha um sorriso encantador. Logo meus filhos voltaram e as meninas se abraçaram, estudavam juntas. Pronto, se tornaram inseparáveis. Fui com Fernando um pouco na água. Rosa e Ester foram até onde a água batia em suas cinturas. Voltamos os quatro molhados e sentamos nas toalhas. Aí complicou. O biquíni de Ester molhado, marcava sua xoxota, dava para ver o desenho perfeitamente. O sutiã que havia também molhado destacava os bicos de seus seios perfeitos. Porra, que mulher gostosa. Como não bastasse ser gostosa era gente muito boa. Rosa passou a mão por detrás de minha bunda e me deu um beliscão que quase cuspi o suco na cara de Ester. Só aí me toquei que estava tendo uma ereção completa e a cabeça do meu pau ameaçava sair da sunga dei uma disfarçada com a ajuda de Rosa e vesti o calção. Passamos o dia na praia. Comemos na beirada da praia mesmo. Voltamos umas 3hs para o apartamento. Os filhos tomaram banho e desceram para tomar sorvete com Beljnha. Eu tomei banho, liguei o ar do apartamento e fiquei deitado só de cueca. Rosa volta do banho com uma toalha enrolada.
Ela: "Deita de costas amor."
Deitei, ela tirou minha cueca e começou a passar um creme refrescante primeiro nos ombros, depois nas costas até chegar no meu bumbum.
Ela passando carinhosamente o creme em mim disse: "Tadinho meu Deus. O beliscão que te dei marcou este bumbum lindo." Eu: "Doeu mesmo, precisava daquilo?" Ela beijando meu bumbum disse calmamente: "Amor, a cabeçona do seu pau estava saindo da sunga. Ela viu. Combinamos que quando saísse da água vestiria a sunga. Tive que apelar, mas vou te recompensar. A culpa não é sua, sempre foi assim taradinho, por isso casei com você. E ela é muito, mas muito gostosa, até eu molhei minha xoxota. Nunca senti tesão em mulher, mas ela tem a xoxota perfeita." Virei de pau para cima, e disse a ela que não conhecia aquele lado dela. Ela respondeu que nem ela conhecia, mas ficou com xoxota molhada. Beijou e chupou meu pau e sentou nele. Ela gozou muito e eu também. Foi a segunda foda do dia. A noite saímos para comer um sanduíche com os filhos e os novos amigos. Ester usava o vestido tradicional, só que desta vez branco com decote maior e mais curto. Não deu outra, passeio inteiro de pau duro. Quando voltamos os filhos apagaram, estavam cansados, nós também. Tiramos o suor do corpo ligamos o ar e deitamos pelados cobertos apenas por um lençol, as luzes apagadas, não se via nada, era um breu. Coube a Rosa puxar o assunto que mudaria em parte nossas vidas por anos.
Rosa: "Amor, sabe quando vemos filme pornô?" Eu: "Sim amor, o que tem?" Ela: "Quando tem casal trocando, eu noto que você fica com o pau ainda maior. E mete em mim com mais força. Em que você pensa, pode falar a verdade." Eu: "Amor, é delicado, mas penso eu e você naquela situação. Por que quer saber." Ela: "É que eu também penso. E não penso só nos homens, penso também nas mulheres." Eu surpreso: "Tem tesão nelas?" Ela: "Não em todas, mas algumas eu tenho." Eu: "Tem mais tesão nos caras ou nelas?" Ela acariciando meu pau lentamente, fala: "Assim como nem todas as mulheres eu gosto, também tem caras que não gosto. Não olho só o tamanho do pau. Gosto de quando eles são iguais a você, bem tarados. E das mulheres as que chupam bem. Dou para você pensando neles. É muito bom." Eu com medo da resposta, pergunto: "Uma mulher como a Ester te atrai? " Ela: "Muito, nossa, hoje minha xoxota não secou, ela é muito gostosa. Não importaria de ver você comendo-a na minha frente. Enquanto você metesse nela eu a chuparia toda. Bom falo isso, mas sei lá. Nunca fomos um casal de demonstrações de ciúmes, mas não sei." Eu: "E o marido dela?" Ela: "Até o momento não me atrai." Eu dando um cheque mate: "Teria coragem e vontade de fazer troca de casais?" Ela apertou o meu mau e começou a punhetar. Ficou muito tempo em silêncio, como se tivesse procurando as palavras. Acelerou mais a punheta. Tirou o lençol e começou a passar a língua na cabeça do meu pau. Embora tivesse muito escuro, eu sabia como estava sua carinha agora. Devia estar olhando para o nada, serrando os olhos e abrindo.
Ela: "Vontade eu tenho. Mas a coragem dependeria de muita coisa. Teria que ser um casal que tanto ele, quanto ela fosse de gosto de nós dois. Teria que confiar muito neles, mas não queria que fossem de nosso círculo de amizades, e não morassem perto de nós. E você, quer fazer uma troca? Esta pronto para me ver dando para outro. Ter uma mulher entre nós eu sei que topa, mas um cara me fodendo, está pronto para ver?" Eu: "Não ter ciúmes é uma coisa, mas ver você gozando com outro cara, sinto um frio na barriga. Mas vontade eu tenho." Ela: "Te amo amor. Por isso teria que ser um único encontro. Nada de repetir."
Disse isso, foi para cima de meu pau e sentou nele. Enquanto rebolava na minha vara disse: "Você pode comer a bunda delas, mas no meu cuzinho só este pau entra." Ela: "Só trepo com casais com você ao meu lado." Meteu até gozar. Naquela conversa começamos nossa vida no mundo swing. Foram poucos parceiros, mas todos escolhidos a dedos. Ela chupou bucetas lindas, deu para caralhos bonitos, eu meti muito. Mas a primeira vez que vi ela rebolar em outro pau, tive ânsia de vomito. Levamos mais de um ano para achar o primeiro casal. Foi uma experiência nervosa, mas muito boa. Logo que voltamos daquelas férias, fomos em uma casa de swing com muito medo, para ver de perto casais transando e acostumarmos com a ideia. Não rolou nada entre nós e outros casais. Eu comi sua xoxota expondo sua bunda, mas não aceitamos que tocassem nela.
Fomos para casa e começamos a procura pelo primeiro casal. Não foram muitos. Também não era frequente, se passavam até 6 meses sem fazermos trocas. Quando os filhos ficaram adolescentes, paramos. Não fizemos mais. Só ficamos na imaginação. A Ester mudou para outro estado meses após voltarmos das férias. O marido foi transferido. Rosa jura que ela tinha vontade de me dar. Ficamos sem saber.
O destino.
Muitos anos depois acho que quase 30. Eu estava num consultório dentário. Uma mulher muito bonita e gostosa entra no consultório, conversa com a atendente e quando ela vira para minha direção, surpresa! Era a Ester. Ela tinha apenas os cabelos mais curtos e talvez usasse tintura. Os peitos, a cintura e bunda continuavam deliciosos. Ela ficou muito feliz de me ver e perguntou sobre a Rosa e os filhos. Ela já tinha uma netinha, disse que Fernando era um avô babão e por aí foi a conversa. Disse que haviam voltado para BH, estavam morando em outra parte da cidade. A dentista a chamou. Eu quase liguei para Rosa, mas deixei para contar quando voltasse. Ela saiu e nos despedimos. Entrei fiz a limpeza e sai. Chegando no Hall do prédio eu encontrei com ela me esperando.
Ela: "Não queria ir sem antes te dar um abraço, lá não ficaria bem." Apenas dela falar isso e eu pensar em abraça-la meu pau ficou duro. Ela me abraçou e me deu um beijo no rosto.
Eu meio sem graça: "Ali de frente tem uma cafeteria muito boa, aceita tomar um café comigo?" Ela: "Claro, vamos lá, estou sem pressa, Fernando está na casa de minha filha no interior, volta amanhã." Eu: "Fernando deixando sozinha em casa?" Ela: "Agora só tem olhos para nossa neta, quem vai querer está velha?" Eu: "Vou me resguardar."
Começamos a conversar. Ela estava solta e falando de tudo. Do nada ela olha para mim e pergunta. Amigo, posso te perguntar uma coisa que me corrói a décadas. Eu disse que sim.
Ela: "Naquela viagem na praia, você teve uma ereção enorme, foi por minha causa?"
Nunca esperei algo assim vindo dela.
Eu: "Totalmente." Ela: "Uau, seu negócio quase saiu da sunga, melhor algo rosado apareceu." Eu: "Rosa me disse que você viu. Mas naquela posição que sentou eu não aguentei." Ela: "Rosa não ficou brava?" Eu: "Não, ela só me beliscou para mim por o short para não te constranger. Ester, você tem um corpo incrível. Passamos todos aqueles dias admirando o seu corpo. Até a Rosa se sentiu atraída por você, ela me surpreendeu dizendo que sentiu vontade de transar com você. Foi a primeira manifestação de Rosa neste sentido." Ester: "Amigo, talvez ficará surpreso com as coisas que vou te falar. É que já passaram tantos anos. Todas as noites naquele período de praia, eu e Fernando transávamos pensando em vocês. Entenda por favor isso não é uma cantada, não quero ir para cama com você, hoje. Eu dava para o Fernando pensando no volume que vi naquele dia. Ele mais discreto ficava excitadíssimo lembrando do corpo da Rosa. Ele era apaixonado pelos seios dela e aquele bumbum arrebitado. Foi a primeira vez que ele externou seus desejos por outra mulher. Ele se sentia mais confiante porque eu falava do tesão que fiquei vendo o seu pau tão duro. Foi um start para o que eu ainda vou te contar."
Ela olhou para mim e disse, vi vocês dois em uma outra ocasião, mas nos escondemos de vocês." Eu: "Verdade, mas por que esconderam?" Ela: "Não só escondemos como fomos embora. Sabe onde foi?" Eu: "Nem ideia," Ela: "Na casa de swing. Fomos lá para conhecer, estávamos muito excitados e nervosos. Vimos vocês, ficamos com medo e fomos embora." Eu: "Inacreditável, nós também estávamos lá pela primeira vez. Queríamos nos ambientar neste mundo do swing, vocês sem saberem influenciaram nossa decisão. Rosa sempre ficava mais excitada com filmes de troca de casais. Começamos a falar sobre a vontade de fazer uma troca. Na verdade, partiu de Rosa que imaginava eu transando com você e ela te chupando. Dizia que Fernando teria que participar. Imagina se tivessemos lhes encontrados, seria maravilhoso. Ficamos mais de um ano para fazer nossa primeira troca, fizemos poucas. Quando os filhos cresceram paramos e até hoje não fizemos mais. Ela: "Que destino cruel, naquela noite fomos a casa de swing para conhecer, mas nós já tínhamos tido um caso de troca, foi logo quando voltamos da praia. O que era para ser com vocês, foi com um casal italiano amigos do Fernando que nos visitaram. Eles se encantaram por mim e a mulher foi conduzindo a situação, até que na terceira noite deles lá em casa fizemos uma troca. Ainda ficaram mais uma noite e foram embora. Depois passamos um tempo, entendendo o que tinha acontecido com eles. Aí por causa de vocês voltamos ter vontade de fazer troca. Muitas vezes tive vontade de falar com Rosa. Um dia na escola ela estava de shortinho e uma blusinha solta. Fernando tinha ido comigo buscar a Belinha. A noite este homem virou um monstro na cama. Me comeu de toda forma me chamando de Rosa. No outro dia por duas vezes peguei o telefone para ligar para sua casa. Mas desisti, o que iria falar. Aí no outro ano nós mudamos. Lá foi mais fácil para realizar as trocas. Conhecemos uns 4 casais de São Paulo. Também paramos por causa da filha. Hoje vivemos das lembranças."
Eu: "Posso contar para a Rosa?" Ela: "Se não der problemas para você. Vou até anotar o número do celular dela. Também vou contar para o Fernando ele vai ficar puto porque fomos embora naquele dia. Me fale uma coisa com toda a sinceridade. Ainda me acha atraente?" Eu: "Você continua linda e sexy, e com a sinceridade que pediu. Tive tesão quando me abraçou." Ela: "Então estava certa, você teve uma ereção. Obrigada amigo. Querido me passe o telefone da Rosa. Vou ligar para ela e marcarmos uma pizza. O que acha?" Eu: "Liga sim, ela vai gostar."
Nos despedimos com mais abraços e selinhos.
Ela: "Que isso menino, duro novamente?" Rimos e fomos embora. Em casa contei tudo para Rosa que ficou impressionada com o que aconteceu. Rosa: "Amor, foi até bom, estávamos com muito tesão neles. Talvez nos envolveríamos mais do que precisava. Mas ia ser bom."
Quem espera.
Dois dias após o meu encontro com Ester, eu estava em um cliente quando recebo uma mensagem de minha esposa.
Mensagem: "Amor, por favor venha logo para casa. Preciso de você para apagar meu fogo."
A mensagem foi seguida por outra com uma foto de sua xoxotinha e os dedos saindo dela melados."
Ainda bem que eu já estava saindo.
Assim que cheguei em casa ela já me mandou tomar um banho e assim que saí do banho ela já me jogou na cama. Fazia tempo que não via minha mulher com tanto tesão. Comi ela com gosto. Ela gozou com meu pau na sua xoxota, no cuzinho e quis ganhar gozada na boca. Ficamos exaustos deitados lado a lado respirando fundo e olhando um para o outro.
Ela: "Amor, Ester ligou. Nos convidou para sexta comermos uma pizza na casa deles. Eu aceitei." Eu: "Ótimo, tem tempo que só saímos eu você, os filhos, nora e genro. Vai ser bom. Mas por que este fogo todo que não vejo a anos. O que te despertou, o convite?" Ela: "Injusto você falar do meu entusiasmo com você. Sempre tenho. Confesso que hoje foi maior. É que eu e ela falamos do tesão que sentimos naquele passeio. Senti que Fernando estava ao lado dela e estava bolinando-a. Ela mal conseguia falar e parece que gozou. Isso mexeu comigo. Foi muito bom."
Transamos mais uma vez e dormimos profundamente. Acordamos tomei café, ela foi dar aula, eu fui atender clientes. Final da tarde ela me manda mensagem dizendo que estava no salão e era para eu ir buscá-la. Ela estava com unhas feitas. Ela disse que na sexta iria arrumar o cabelo e que era para eu buscá-la no mesmo horário. Disse que para encontrar com eles tinha que está apresentada. A noite antes de eu ir tomar banho ela me deitou na cama sobre uma toalha, raspou os cabelos de meu saco. Aparou os cabelos da virilha. Eu quieto só observando.
Eu: "Amor, por que isso tudo?" Ela: "Nunca se sabe quando seremos expostos." Ri e a beijei. Ela: "Marquei barba e cabelo para você no salão a tarde. Depois que sair me pega.
Assim foi feito. Ela escolheu minha roupa, da cueca até a camisa. O perfume ela também escolheu. Ela estava linda. Seus olhos faiscavam. Seu cabelo estava maravilhoso, ela usava um vestido preto, justo que marcava o seu corpo. Usava lingerie preta. Estava linda.
Chegando na casa deles fomos recebidos com muito carinho e entusiasmo. Ester estava estonteante, seus cabelos loiros estavam lindos. Usava um vestido, azul, bem mais curto que os de sempre. Não usava sutiã, e parecia que nem calcinha. Não tinha marca de lingerie no seu corpo. Fernando estava elegante e bem mais bonito do que era. Os anos tinham lhe feito bem. A casa era de dois andares. Embaixo uma enorme sala, mais uma cozinha americana, com uma linda bancada. Na sala tinha um enorme sofá reversível e um menor para duas pessoas. Uma linda mesa de vidro já servida com tábua de frios, vinho, suco e bombons.
Falávamos de tudo, claro que primeiro dos filhos e netos.
Ela: "Quem diria em Rosa que nos encontraríamos tantos anos depois já vovós e vovôs, mas estamos bem. Bonitos, gostosos e com saúde. Amiga, você está deslumbrante, você não envelheceu. Mesmo corpo, mesmo rostinho e esse sorrisinho de menina arteira. Irineu está mais bonito, e fique tranquilo amigo, já falei para o Fernando, com o mesmo volume. Nossa estou muito feliz. Um casal sem saber influenciou o outro a viver coisas diferentes e gostosas. Pelo que falamos paramos na mesma época. Que coisa. Fernando nem dormiu direito esta noite, estava muito nervoso e excitado."
Rosa: "Nós também estamos muito felizes. Meu amor chegou em casa que mal conseguia contar. Disse que você continuava como era. Confessou a ereção. Ele continua incorrigível. Paramos de encontrarmos com casais, mas ele ainda fica excitado facilmente. Ele me deu trabalho nestes encontros, não foi uma nem duas vezes que tive de dar um pequeno chega para lá em umas entusiasmadas."
Fernando: "Então já pode dar uns chega para lá na Ester, ela parece adolescente com o entusiasmo que está." Rosa: "Ela, nunca, nossa musa pode tudo. Tudo mesmo. Quantas vezes sonhava com ela e acordava o Irineu e transava feito louca. Agora você sempre fora uma incógnita, muito discreto. Deve ser por sua descendência oriental, dizem que eu também tenho. Só sou mais assanhadinha." Ester: "Se arrependeram de participar das trocas? Sei que nem todas são como esperamos, mas nós não arrependemos." Rosa: "Nós também não, fomos muitos criteriosos, não nos envolvemos, mas tem uns que sentimos mais saudades. Sobre sexo só tenho um arrependimento, foi não ter sido explícita com você na praia e mesmo depois, disse a Irineu que sentia dias que você queria falar algo." Fernando: "Muitas vezes ela queria, não falava e chegava decepcionada em casa."
Ester levantou deslumbrante e nos serviu vinho e a tábua de frios. Ao tocar sua mão na minha, senti como estava nervosa. O tempo todo tocava músicas românticas em um som ambiente.
Eu: "Desculpe minha indiscrição, Ester, você está com as mãos frias. Está nervosa?" Ela: "Muito, minhas pernas tremem, não fiquei assim em nenhum de nossos encontros. Eu era a mais segura dos dois." Eu: "Engraçado isso, Rosa, se preparou por dois dias para este encontro. Talvez nem ela notou que mal falava comigo. Não chegamos a falar, pelo o que eu saiba, que seria um encontro sexual. Mas aqui estamos super excitados e nervosos." Ester: "Falei do Fernando, mas eu estou uma pilha, nem lembrei de ligar para minha filha. Você tem razão não falamos que transaríamos, mas todos aqui querem muito, estou certa Rosa?" Rosa: "Sim, muito certa, é como estivéssemos dando sequência a aqueles dias na praia." Eu: Tenho um bom remédio para isso. Vamos dançar. Diminuo ou apago as luzes?" Fernando foi até os apagadores e ligou as fitas de Led das sancas e desligou todas as outras, até da cozinha. Ficou luzes amarelas esmaecidas. Ele aumentou a música um pouquinho. Ele já ia pegando Ester para dançar, eu intervi e disse que ela dançaria comigo. Ele pegou Rosa pela mão e eu passei minha mão pela cintura de Ester. Colamos o nosso corpo. Eu coloquei uma das mãos na altura de seu cóccix, a outra coloquei em sua nuca e a puxei contra mim. Ela tremia muito. Eu comecei a beijá-la e deixar minha mão descer até seu bumbum. Ela começou a se esfregar em mim. Eu apertava o seu bumbum. Claramente ela não estava mais nervosa. Ela parou de me beijar e olhando para mim disse: "É bom sentir que você ainda me deseja, passado tantos anos e está tendo uma ereção poderosa por mim. Hoje vou realizar um sonho de muitos anos. Olhe os dois, meu marido deve estar como eu, extasiado. Rosa é linda, amor, estamos bem depois de tantos anos."
Rosa já tinha o seu vestido levantado e Fernando acariciava as suas nádegas. Eles trocavam beijos e ela tinha os seus olhinhos fechados.
Ester olhando para eles disse que Rosa ainda tinha um bumbum lindo. Olhando para mim disse: "Como eu tive tesão na sua na mulher." Eu: "Você despertou nela a vontade de transar com outra mulher. Vai lá dança com ela, fala do seu tesão, eu e Fernando seremos maravilhados espectadores." Ela me deu um longo beijo, foi até eles e beijou o pescoço de minha mulher. O marido dela, virou Rosa e a entregou nos braços de Ester. Elas se olharam por um tempo, começaram a se acariciar, Rosa já tinha o seu vestido recomposto. Colaram o corpo e começaram uma dança lenta. Ester passou as mãos em torno do pescoço de Rosa, que por sua vez envolvia a sua cintura com os braços. Por uns minutos, não teve beijos, nem carícias, era um balanço sensual conduzido por Rosa. Ester assim como tinha feito comigo, olhou fixamente para Rosa. Ofereceu os seus lábios a minha mulher e começaram um beijo digno de cinema. No início era um beijo de toques suaves nos lábios, depois começaram a usar suas línguas para explorar a boca uma da outra. Depois foi um frenesi de línguas. Que fôlego elas demonstravam ter. Os corpos se esfregavam. Rosa começou a beijar o pescoço de Ester, que com uma das mãos, acariciava os seios de minha mulher sobre o vestido. Rosa apertava o bumbum de Ester e a puxava contra si. Ester em um ato inesperado por Rosa, retirou o vestido de minha mulher a deixando de calcinha e sutiã. Elas se esfregavam. Rosa leva as mãos por baixo do vestido de Ester. Rosa falando baixinho: "Safada, já esta sem calcinha putinha, gostosa, que bunda gostosa, aposto que está sem sutiã né putinha?" Ester também falando baixinho e dengosa: "Hum, hum, prontinha para você minha delícia, meu sonho, foi tanto tempo te desejando."
Rosa, sobe o vestido de Ester deixando o seu bumbum exposto. Ela acaricia e aperta a bunda da amiga. Ester por ser menor, ficava nas pontas dos pés para beijar Rosa. Rosa volta a bailar com Ester. Ela vira a amiga na minha direção. Claro que o bumbum não era igual a quase 30 anos, mas era lindo, branco, duro e ainda redondo. Ela puxa o vestido da amiga e o tira pela cabeça. Apareceu os seios ainda bonitos de Ester. Rosa começa a sugar os seios da amante. Ela foi conduzindo Ester até o sofá e ficou admirando o corpo da amiga. Ela acariciava por completo todo o corpo de Ester. Com a mão direita ela acariciou a xoxota da amiga, a puxou contra o seu corpo e colocou os dedos molhados pela xoxota em sua boca. Passou os dedos nos lábios de Ester e a beijou. Rosa: "Que gosto bom você tem minha putinha. Quero chupar sua buceta."
Com os casais que saímos, nunca minha mulher teve esta atitude tão explícita. Era um tesão que ela estava sentindo por Ester que eu ainda não tinha visto ela demonstrar por mulher alguma. Ela colocou a amiga deitada no sofá e deitou com sua cabeça entre as pernas dela. Ela admirava cada detalhe da xoxota de Ester. Com a língua começou a brincar com o grelo da amiga, beijava, lambia, e chupava o grelo de Ester. Ela rapidamente achou o ponto mais sensível da amante, ali dedicou suas carícias com mais pressão. Rapidamente a amante começou a fazer movimentos elevando os quadris. Rosa parecia uma máquina, com um dos polegares brincava com o clitóris da amiga. E com a outra alcançou os seios de Ester e começou a apertar os bicos rosados da amiga. Ester não aguentou e gozou na boca de Rosa que sugou cada gotinha saída daquela xoxota tão desejada. O corpo de Ester teve espasmos e ela apertava a cabeça de minha mulher contra sua xoxota. Ela com dificuldade para falar, como se estivesse lhe faltando a voz disse: "Valeu cada minuto que esperei para acontecer. Vem cá minha putinha, vem dar um beijo na sua puta. Não quero mais ficar longe de vocês, principalmente de você minha delícia." Elas se beijaram apaixonadamente. Estar tirou a calcinha de minha mulher e o sutiã. Ainda beijando Rosa, ela acariciava o bumbum da amante e esfregava o seu corpo nela. Sentou Rosa e começou a chupar os seus peitinhos. Ela alisava, beijava, admirava, mordia. Ela queria tudo ao mesmo tempo. Rosa suspirava e retribuía os carinhos.
Ester: "Olha amor, olha os peitinhos que você tanto sonhou. Olha amor. Veja o bumbum dela. Vem cá, passe a mão neste bumbum arrepiadinho. Olha como cada centímetro do corpo desta putinha está arrepiado." O marido levantou e acariciou o bumbum de minha mulher. Ele já estava nu e com o pau duro. Rosa aproveitou para segurar no pau dele e começar um boquete. Ela chupava e colocava o pau do Fernando na boca de Ester. Passava o caralho de Fernando nos seus peitinhos. Ester tomou minha mulher novamente para ela. Fernando voltou para seu lugar. Foi a vez de Ester fazer Rosa gozar em sua boca. Rosa gozou e saiu uma quantidade grande de seu mel, todo sugado por Ester. Elas começaram um 69. Rosa além de chupar a amiga ainda introduziu um dedo no cuzinho de Ester. Ester rebolava e resolveu retribuir o carinho.
Rosa: "Olha amor o cuzinho dessa puta." Foi a vez de eu levantar e colocar a cabeça do meu pau na entrada do cuzinho de Ester. Rosa pegou o meu pau e enfiou na xoxota de Ester, tirou e posicionou ele no anelzinho da amiga.
Rosa: "Empurra safado, empurra no cuzinho dela. Queria ter um pau para foder esse rabo. Você é muito gostosa minha putinha." Eu empurrei um pouco e a cabeça entrou um pouquinho. Rosa começou a lamber o meu pau e o cuzinho da amiga. Se posicionou e começou a lamber a xoxota de Ester. Eu segurei Ester pela cintura e empurrei mais um pouco. Entrou a cabeça. Rosa tirou o meu pau e enfiou sua língua no rabo da amiga. Elas treparam muito. Depois ficaram sentadas se beijando. Ester levantou, me pegou pela mão e subiu comigo as escadas até chegarmos na sua suíte. Deitou na cama e começou a me beijar. Rosa havia ficado lá embaixo com Fernando.
Ela: "Foi o melhor sexo que tive com uma mulher. Estou arrepiada até agora. Acho que esperamos muitos anos para acontecer. Agora que aconteceu foi melhor do que esperávamos. Irineu, se ela quiser você se importa de nos quatro continuarmos a nos encontrar?"
Eu: "Claro que podemos. Depois conversamos. Mas de minha parte ok. Aliás se quiserem e Fernando não se opor, podem até encontrar só as duas. Vi o desejo de ambas. Nunca vi minha mulher deste jeito. Pode ser aqui ou na minha casa."
Ela: "Nossa, verdade? Será que ela vai querer? Eu ia adorar ser amante dela. Não impediria de você e Fernando participarem. Nossa!"
Ela pegou um gel lubrificante e me entregou, ficou de quatro e disse: "Agora delícia, termina o que começou." Eu: "Deixa aqui, primeiro quero sentir este corpo que desejo a anos."
Nos beijamos, e nos acariciamos, ela estava com a xoxota molhada.
Eu continuei o que minha mulher estava fazendo. Chupei ela e coloquei o dedinho no seu cuzinho. Ela rapidamente gozou. Ela gozava muito rápido. E era uma gozada atrás da outra. Fizemos um 69 muito gostoso. Ela chupava um pau magnificamente. Coloquei ela de quatro e meti em sua xoxota.
Ela: "Isso lindo, agora é sua vez de me fazer de puta. Meti sem dó."
Ficamos metendo até ela gozar. Ajeitei o corpo delicioso dela e beijei o seu cuzinho, ela rebolava na minha cara, que bunda linda, passei o gel lubrificante no seu cuzinho, coloquei a cabeça do meu cacete bem na entradinha.
Ela: "Segura firme minha cintura, deixa eu tentar empurrar."
Ela foi rebolando devagar e empurrando a bunda. Ela deixou a cabeça totalmente posicionada. Ela empurrou a bunda mais um pouquinho. A cabeça quase entrou. Ela: "Seu pau é grosso, uma delícia. Deixa-me colocar ele todo no meu rabo. Você vai ver como sou puta."
Ela rebolava e empurrava o bumbum. Fazer isso de quatro deve ser difícil. Foi até entrar tudo. Ela rebolava e empurrava a bunda. Ela dava o rabo com prazer.
Ela: "Tá gostando de comer meu cu, está amor? Rosa disse que você adora comer um cu e que sonhava em comer o meu. Olha minha bunda grande engolindo o seu cacetão."
Metemos muito. Ela me deitou, ficou abaixada de costas para mim, desceu com seu rabo até meu pau entrar todo e assim como Rosa fazia, ela começou a descer e subir com sua bunda engolindo meu caralho e tocando uma siririca.
Ela gozou e desceu com seu rabo sumindo todo o meu pau.
Ela: "Vai puto enche o meu rabo de porra."
Eu a segurei pela cintura e metia levantando os meus quadris. Ela começou a tocar outra siririca. Virei ela novamente de quatro e soquei no seu rabo. Ela continuava com a siririca. Ela gozou novamente e eu enchi o cu dela de porra.
Ela ficou de cócoras e expulsou minha porra de sua bunda.
Esta tinha sido a primeira gozada.
Tomamos banho e ficamos deitado conversando. Logo Rosa subiu com o Fernando. Começamos mais uma rodada de metida. Desta vez gozei na buceta dela. Como era quente a buceta de Ester. Fernando ao nosso lado gozou na buceta de Rosa. Ela desta vez não deu para ele o seu cuzinho. Eu comi o cuzinho dela.
A partir deste dia viramos amantes.
As vezes Ester ia lá em casa e transava com Rosa, quando eu estava lá comia as duas. Outras vezes Rosa ia para a casa de Ester e elas transavam sozinhas ou com participação de Fernando, ele viajava muito para a casa da filha. Quando ele estava viajando, Rosa costumava ir dormir com Ester ou Ester ir dormir com Rosa lá em casa. Também tinha o dia dos quatro. Rosa começou a dar o cuzinho para Fernando. Estamos até hoje nos dando muito bem.
Elas são amantes.
Fim!
primeira foto Rosa
segunda e terceira Ester


