A esposa chata do meu sobrinho.

Todos os nomes fictícios.

Feriado prolongado e resolvemos ir para praia, como todo bom mineiro fomos para Guarapari. Fomos em dois carros, eu, minha mulher, minha filha e marido fomos em um. Meu sobrinho recém casado foi com a esposa em outro.
Alugamos um apartamento enorme em frente a praia. O apartamento tinha 4 quartos sendo 3 suítes. Este apartamento foi alugado por meu sobrinho, ele era amigo do dono. Na verdade, ele tinha alugado na esperança que alguém da família quisesse ir com eles. Só que a sua esposa era tão chata que ninguém se animou a ir. Nem os pais deles, nem amigos quiseram ir. Meu sobrinho namorou sua esposa desde sempre. Nunca namoraram outra pessoa. Ela nunca fez questão de ser legal. Era filha única, toda cheia de vontades e gostos. Tinha nojo de tudo. Mal segurava a mão de alguém. Totalmente ao contrário de meu sobrinho. Que era um cara animado, alegre e amigo. Ninguém nunca entendeu como eles namoraram a vida toda. Mesmo antes de casar ela implicava com ele porque ele era mais fortinho. Ela o chamava de gordo, mas não era. Até na faculdade estudaram juntos. Ela entrou numa grande empresa e ele quis dar aulas, o que ela odiava. Ele era muito bonito, alto e forte. Ela tinha 1,65 de altura, segundo ela, mas parecia menos. Branca, mas com marquinhas de sol, nada muito exagerada. Seu corpo é um espetáculo. Seus seios são pequenos, mas pareciam ter bicos grandes, porque marcavam todas as roupas que usava. Sua bunda merecia um capítulo. Ela tinha uma das bundas mais bem desenhada que eu já vi. Era redonda, não muito grande, mas chamava a atenção pelo conjunto. Quando molhava o biquíni, sua xoxota marcava lindamente o biquíni. Parecia ser bem desenhada. Suas coxas eram proporcionais. Grossas, porém nada exageradas. Ela tinha um corpo perfeito. Malhava em academias, tinha personal. Sua barriguinha era chapada. Dizia não querer ter filhos ou os teria mais velha. Em resumo ela era chata, mas muito gostosa.
Da nossa família Erika - o nome dela - tinha um pouco mais de contato comigo e minha filha. Até por isso, depois de muita insistência do meu sobrinho minha filha resolveu aceitar. Erika escolheu a suite que dava de frente para o mar, minha filha a intermediária e eu a última, mas também com visão para o mar.
Combinamos entre nós que deixaríamos ela a vontade, se ela quisesse conviver conosco bem se não, amém. No primeiro dia descemos, inclusive meu sobrinho e ela ficou dormindo só aparecendo às 10hs. Meu sobrinho foi dizer a ela que não era um bom horário para pegar sol. Ela primeiro o ignorou, depois disse a ele que não precisava de ninguém para tomar conta dela. Esqueci de dizer que ela tinha os cabelos na altura da cintura e eles eram loiros dourados.
Ela estava com um biquíni que deixava o seu bumbum mais lindo do que era e os bicos de seus seios estufavam o tecido do biquíni. Ela estendeu uma toalha enorme e deitou com seu bumbum virado para mim. Eu nem tirei o calção para ficar de sunga. Meu pau não abaixava. Ela arrumava a calcinha e quase dava para ver sua xoxotinha. Todos os homens que passavam olhavam para ela, e muitas mulheres também. Meu sobrinho ficava nitidamente incomodado. Não tinha sido uma boa ideia aquele passeio. Num determinado momento ela entrou um pouco na água. Ela saindo do mar foi uma visão espetacular. Com o biquíni molhado sua xoxota estava marcada na calcinha. Tinha uma raxa linda, os bicos de seus seios estavam ainda mais duros e grandes. Os seios eram montes perfeitos com bicos grandes. Eu estava com muito tesão e se minha mulher não quisesse fazer amor a noite eu estava ferrado. Mais tarde minha mulher e minha filha foram ao apartamento. Meu sobrinho e meu genro estavam tomando cerveja. Ficou só eu e ela.
Erika: "Tio - ela só me chamava de tio - fala com seu amado sobrinho para ele dá uma diminuída na quantidade de cerveja que ele toma. Olha o tamanho que ele está ficando. Quando ele estiver na idade do senhor ele vai virar um barril."
Eu: "Linda, se você que é a mulher dele não consegue convencê-lo, eu não tenho chance."
Ela: "Deixa, um dia eu largo ele."
Minha mulher desceu com nossa filha e ela continuou a reclamar do marido com minha filha. Eu peguei a chave e subi para tirar o sal do corpo e talvez bater uma punheta. Tínhamos 2 chaves. Uma ficava com minha família e outra com eles. Eu peguei a nossa chave e subi. Entrei e tranquei a porta. Fui para a minha suíte e tomei um banho. Meu pau estava pulsando. Mas resolvi não bater punheta naquela hora. Coloquei outra sunga e fui pegar o calção que estava na área de tanque. Mas o meu pau estufava a sunga. Eu não ouvi que alguém tinha entrado no apartamento. Ela estava na sua suíte. Saiu e deu te cara comigo, ela ficou olhando para o volume do meu pau sob a sunga.
Eu: "Erika, não ouvi você entrar, desculpa."
Ela: "Sou silenciosa Tio, desculpa de que?"
Eu muito sem jeito: "Vou na área pegar o calção."
Ela não desviou os olhos do meu volume. Meu pau tem 20cm de comprimento e 13,5cm de circunferência. Mas a cabeça é grande. Ela estava vendo o volume do meu pau em estado de rigidez plena. Me virei e fui na área, peguei o calção e vesti lá mesmo. Já fui direto na porta quando escuto ela me chamar. Fui até a porta de sua suíte e ela estava de frente ao espelho, segurando a parte de cima do biquíni.
Ela: "Tio, amarra para mim. Resolvi trocar para manter a marquinha."
Me posicionei atrás dela e comecei a dar o laço. Ela meio que desequilibrou calçando um chinelo alto e encostou seu bumbum em mim. Sem graça acabei de dar o laço.
Ela sorriu e disse: "Quase cai, ainda bem que o senhor estava bem firme atrás de mim."
Não coloquei maldade.
Quando ia saindo ela pediu para esperar para descermos juntos. Amarrou uma saída de praia, deu uma volta e perguntou se estava bonita.
Eu: "Você sempre está bonita minha filha."
Ela: "Pena que seu sobrinho não acha."
Eu: "Só se ele fosse louco, ele com certeza acha, talvez não te fale."
Fomos para o elevador de serviço, lá ela se manteve com um sorriso no rosto e ajeitando com um dedo o sutiã do biquíni. Quase dando para ver o bico de seus seios.
Ela ia me falar alguma coisa quando olhou para a câmara do elevador.
Eu: "Ia falar algo?"
Ela: "Ia, mas aqui não dá."
Quando saímos perguntei o que era. Ela disse que melhor não.
Chegamos na areia minha mulher e minha filha estava na água. Eu sentei numa cadeira de praia e ela parou bem na minha frente, tirou a canga, dobrou e se curvou para guardar na bolsa. Até virei o rosto, era muito tentador. Senti meu pau escapando da sunga. Ainda bem que estava com calção. Ela levantou o corpo e com dois dedos ajeitou a calcinha, puxou ela mais para dentro do seu reguinho, olhou para mim por sobre os ombros e perguntou se estava sobre marquinha. Eu sussurrei que estava, minha voz nem saía. Decidi que assim que eles voltassem eu ia subir e bater umas duas punhetas. Ela foi para a água. Minutos depois o marido dela e meu genro chegaram e perguntaram por elas. Eu disse que estavam na água. Eles me chamaram para ir, eu disse que ficaria tomando conta das coisas. 10 minutos depois Erika veio. Parou de frente a mim e concertou a calcinha em cima de sua rachinha, depois ajeitou o sutiã. Seus bicos estavam impressionantemente duros. Ela agachou novamente na minha frente, pegou uma toalha forrou a cadeira ao meu lado e sentou.
Ela: "Tio, aquela hora que encontrei com o senhor no apartamento, o senhor estava saindo de sua suíte?"
Eu: "Sim."
Ela: "Eu não sabia que o senhor estava no apartamento e joguei água no corpo com a porta aberta. O senhor sem querer, claro, me viu no chuveiro? É porque a água estava tão boa que eu me empolguei em baixo dela. "
Eu: "Não, eu não cheguei até a porta de sua suíte, a porta da área é antes. Porque pergunta?"
Ela: "Tio, nada, só que assustei com o volume sob sua sunga. Achei que tinha visto algo. Tio, vai ficar entre a gente tá. Era isso que ia perguntar no elevador, mas lá tem câmeras. Então por que estava daquele jeito. Nunca vi nada assim. Até por que o senhor sabe que o único homem da minha vida é seu sobrinho."
Eu: "Na minha família tem uma máxima que é: 'Se não quer escutar a verdade, não pergunte para o Tio.' Quanto ao meu sobrinho ser seu único homem, só você sabe disso. Se diz, eu acredito. Quanto ao volume, eu não vi você tomando banho, eu estava assim pelo que vi de você na praia. Subi para me masturbar, mas desisti. Ia ter que lavar o box."
Ela: "Sério, era por mim? Tio, nunca tinha visto em minha frente um volume tão grande. Como ele está agora?"
Eu: "Depois que agachou na minha frente, ajeitou sua calcinha, e vejo os impressionantes bicos de seus seios estufando o biquíni, ele esta maior do que aquela hora, está doendo. Estava só esperando alguém chegar para eu subir e me masturbar pelo menos umas duas vezes. Você é muito gostosa. Segredo nosso."
Ela: "Vai subir mesmo?"
Eu: "Vou, está doendo."
Ela: "Sobe, mas não se masturba não. Vou esperar elas chegarem aqui e subo para tomar banho. Elas disseram só vão subir após o almoço. Eu já falei com elas que ia tomar banho para almoçar. Digo que o senhor foi caminhar. Me espera lá em cima."
Eu: "O que você quer menina?"
Ela: "Quero ver ele, se o senhor deixar, te ajudo a aliviar. Deixa?"
Eu: "Cuidado, vai brincar com fogo."
Ela sorriu.
Subi, tomei uma ducha, deitei pelado na minha cama. Fechei as cortinas e liguei o ar condicionado. Meia hora depois alguém abriu a porta.
Ela: "Tio, esta aí?"
Eu: "Sim, na minha suíte."
Ela: "Estamos com as duas chaves, vou trancar a porta e tirar o sal e areia."
Minutos depois ela bateu na porta, eu a mandei entrar, ela entra enrolada em uma toalha, seus cabelos estavam presos. Eu estava nu, mas coberto por um lençol, meu pau levantava o lençol. Ela parou em pé ao meu lado, sentou na cama e levantou o lençol. Pôs a mão na boca e disse: "Tio, ele é enorme, que cabeça grande, lindo. Posso pegar?
Eu: "Moça, vai ser assim, se pegar vai dar para mim. Senão fica peladinha que eu bato minha punheta, mas se pegar nele vai dar."
Ela engoliu seco, levou a mão até o meu pau e segurou ele. Ela viu as gotinhas saindo do meu pau. Ela olhou para mim e disse que ele era muito duro e muito grande, quase o dobro do marido dela. Abaixou os lábios e beijou a cabeça do meu pau. Passou a língua nas gotinhas e lambeu.
Ela: "Tio, será que vai entrar em mim?"
Eu: "Sim, entra fácil, ainda mais se estiver lubrificadinha."
Ela: "Tio, está muito melada."
Eu passei a mão sobre suas coxas e subi até sua xoxota, estava meladinha. Comecei a brincar com sua rachinha, ela tentava sem jeito engolir a cabeça do meu pau. Quase rasgando os cantinhos de sua boca, ela conseguiu engolir a cabeça. Eu tirei sua tolha louco para ver os seus seios. Eram duas obras de arte. Na base duas circunferências quase perfeitas. Subiam em forma perfeita. As suas auréolas rosadas, eram como umas plataformas perfeitas de onde saiam bicos redondos grossos como a cabeça de um dedão das mãos. Eram feitos para serem sugados. Foi o que eu fiz. Tirei o meu pau da sua boca. Acabei de tirar a sua toalha. Estendi em minha cama, também estendi a minha sobre a dela. Deitei o seu corpinho sobre as toalhas. Abri suas coxas e suguei o seu grelo que destacava em sua racha. Abri os lábios de sua xoxota e vi como seu interior era vermelhinho, sua xoxota era pequena, estufada, mas pequena, dei um trato com minha boca em sua xoxota. Ela apertava os bicos de seus seios que estavam enormes. Ela fazendo um barulho como uma gatinha ronronando gozou. A quantidade de seu mel que saiu na minha boca foi muito.
Eu: "Linda, você está pronta para receber a rola do titio. Como quer receber? Lembrando que não temos muito tempo."
Ela: "Posso sentar nele?"
Eu: "Como quiser amor."
Deitei sobre as toalhas, ela veio por cima, encaixou a cabeça na sua xoxota melada. Foi descendo até sentir alguma resistência. Apertava os bicos de seus seios com uma das mãos. A outra apoiava sobre mim. Com os seus olhos cor de mel, olhava fixamente para mim. Soltou um pouco mais o seu corpo e a cabeça do meu pau, entrou toda. Ela arregalou os olhos e mordeu os lábios. Deu uma rebolada e entrou mais um pouco.
Ela: "Tio, que vara grossa, ela não dobra, acho que não entra tudo. Mas quero tudo."
Eu olhei para o espelho de corpo inteiro que havia o quarto e vi sua bela bunda. Apertei suas nádegas. Coloquei minhas mãos na sua cinturazinha fina e ajudei a puxa-la, entrou mais uns 5cms, ela gemeu e forçou mais."
Ela: "Tio, que delícia, estou completamente preenchida, meu grelo está sendo massageado. Tio eu vou gozar. Tio, estou gozando."
Ela deitou um pouco sobre mim, aproveitei para lhe beijar, ela tremia e gozou com a mais da metade de minha rola ainda sem entrar. Na posição que ela estava, vi o seu cuzinho rosa no espelho. Apertei sua bunda e elevei o meu corpo fazendo entrar mais. Ela ronronando novamente gozou. Apertou os meus ombros gozando.
Ela: "Tio já entrou mais do que o pau de seu sobrinho. Quero tudo. Não sei quando vou ter outro desse."
Ela forçou e senti sua xoxota encostar na minha virilha. Estava tudo dentro. Ela rebolava e subia e descia. Meu pau estava completamente melado. Ela subia e descia, as veias do meu pau pareciam que iam explodir. Apertei os seus seios e comecei a apertar os bicos. Ela levou as mãos para trás e começou a apertar e a bater em suas nádegas. Subia e descia com mais rapidez e força.
Ela: "Ai Tio, goza comigo, goza, tio, vou gozar, tio que delícia. Que pauzão. Que delícia, vooooouuuuu gozaaaarrrrr. Tiiooooooo."
Gozamos juntos. Eram jatos fortes que batiam dentro dela. Era muita porra. A cada jato ela apertava os meus ombros. Ela deitou sobre mim com meu pau atolado em sua xoxota.
Ela: "Que delícia! Tio, vai cair muita porra nas toalhas."
Eu: "Com calma senta sobre mim. Vou levantar e te carregar até o seu boxe."
Assim fiz. Quando ela ficou em pé no seu box, muita porra caiu no chão. Meu pau estava melado. Mandei-a chupar meu pau. Ela disse que tinha nojo. Eu falei com ela que era para acabar com o nojinho e limpar ele. Que era minha porra e seu gozo que ela ia limpar. Ela ajoelhou e chupou meu pau até limpar. Ficou em pé e começou a me beijar. Eu a beijei, e passei a mão na sua buceta que estava muito aberta, passei os dedos nos nossos gozos e coloquei na boca dela. Ela chupou os dedos e me beijou.
Ela: "Vai me comer novamente?"
Eu: "Você quer?"
Ela: "Quero muito"
Eu: "Aqui na praia pode ser difícil ou alguém pode desconfiar."
Ela: "Vou pensar uma forma aqui se conseguir te falo. Adorei."
Eu: "Mas dessa vez vou comer sua bunda. Você que é nojentinha faz uma higiene especial porque vou arrombar seu cuzinho. "
Ela: "Tio o senhor está louco, não vou aguentar, nunca dei a bundinha, ela é virgem."
Eu: "Se quiser me ver novamente vai dar o rabo para mim, por causa de sua bunda que eu quase morro de tesão. Vou tirar sua virgindade, ou não vai mais transar comigo."
Ela: "Como é esta higiene."
Eu: "Você fica com o celular o tempo todo na mão, pesquisa na net. E nem pensa em dar para o seu marido hoje, ele vai desconfiar."
Ela: "Ele não me come nem em casa, quanto mais aqui."
Eu: "Vou descer e sair por dentro da garagem na rua de trás. Vou aparecer na praia vindo lá da frente pelo calçadão. Só vou lavar o pau. Vou chegar lá suado. Afinal estava andando. Virei para sair, ela me puxou me deu um beijo e disse que ia pensar num jeito. Dei um tapa na bunda dela e fui.
Quando apareci eles já estavam me esperando para almoçar. Ela já estava lá e reclamou com o marido que eu demorei. Depois falam que é ela que demora.
Não rendi e fomos almoçar. O dia correu normalmente. Era umas 7hs da noite eu estava vendo o mar da varanda do apartamento ela chegou ao meu lado e ficou também olhando o mar.
Ela falando entre os dentes: "Minha xoxota está ardendo, nem peguei tanto sol." Disse e deu uma risadinha.
Ela: "Já vi como faz a higiene, amanhã vamos ficar quietos. Agora depois de amanhã, acho que consigo. Não sabia que tinha um pau tão grande e é tão gostoso. Titio."
Sorriu e saiu rebolando sua bundinha. Realmente tinha sido uma foda e tanto. A cabeça do meu pau estava ardendo.
Minha mulher veio e passou a mão na minha cintura e disse que eu estava com os ombros vermelhos que era para eu tomar cuidado com insolação e que passasse muito protetor. Disse que eu passava de qualquer jeito e que tinha lugar parecendo que eu não passei pois estava roxo como se eu tivesse batido ele em algum lugar. Deu um beijinho e foi buscar hidratante e passou. Falou que estava me esperando lá no quarto para mostrar a marquinha. Entendi. Continuei na área. Veio novamente a Erika.
Ela: "Tio, vou deitar, seu sobrinho passou creme no meu bumbum e disse que passei muito mal, que deixei marcas de minha mão." Riu, me mandou um beijinho despistado e saiu de pijaminha.
Eu não acreditava que tinha comigo aquela deusa.
Chego no quarto, minha mulher estava nuazinha de bumbum para cima. Tranquei a porta e comecei a beijar sua linda bundinha. Enfiei minha língua no seu cuzinho e ela rebolou.
Ela: "Amor, come minha bucetinha, deixa para comer meu cuzinho em casa. Vou deixar você foder ele quantas vezes quiser. Você sabe que fico escandalosa quando meti nele. Aqui não dá."
Coloquei ela de quatro e meti na sua xoxota. Ela rebolava e gemia baixinho.
Ela: "Safado, comi minha buceta, ficou hoje de pau duro na praia amor, deve estar subindo pelas paredes."
Meti até ela gozar. Ela sabe que demoro a gozar, então começou a chupar o meu pau, apertar minha bunda até eu gozar na boca dela. Engoliu tudo, me beijou e dormimos.
No outro dia foi normal. Ficamos na praia até tarde. Nem conversei direito com Erika. Falei com eles que no outro dia talvez não ficaria muito tempo na praia, estava ardendo. Minha mulher passou protetor em mim e disse que talvez fosse melhor mesmo. Disse que toda vez no terceiro dia eu tinha dor de cabeça.
A "chatura" da Erika disse ao marido: "Já que o seu tio vai vir pouco na praia amanhã, ele podia olhar o barulho no freio do nosso carro. Fico com medo para voltar."
Eu: "Tá, vou testar ele, se achar algo errado tento achar uma oficina."
Eu desconfiava que aquilo fazia parte do plano dela.
No outro dia desci com camisa de manga comprida com proteção UV e fiquei conversando com eles na praia. Erika conversava pouco. Estava com cara fechada. Pela primeira vez ela tinha descido com todos para a praia. Não tirou o short e nem a canga. O marido disse que ela estava com o estômago embrulhando. Veio as brincadeiras que ela estava grávida. Ela não reagiu bem. Meu genro chamou o marido dela para irem beber e depois jogarem bola com uma turma. Minha mulher e minha filha iriam para o mar.
Ela: "Ou, entrega a chave do carro para o seu tio.:
Ele: "Tá lá em cima minha filha."
Ela: "Lerdo, era para ter decido com ela. Deixa que eu pego lá. Aqui vou pegar uma carona com ele até a ponta da praia e comprar uma camisa igual a dele. Só que feminina. Quando voltar vou direto para o apartamento."
Ele: "Tá bom amor. Não aprece o meu tio, ele vai na hora que quiser. Beijos."
Viraram as costas e foram para o quiosque, oposto ao lado que íamos. Minha mulher disse que só iam molhar e iam caminhar mais a filha.
Eu subi com a Erika para "buscar a chave."
Quando entramos no apartamento ela pulou encima de mim e me beijou. Disse que eu esperasse que ela ia fazer a higiene. Depois íamos para um Motel. Eu perguntei como faríamos para olhar o barulho do carro.
Ela: "Tio, o seu sobrinho é tão lerdo que não tem barulho nenhum."
Eu: "Não é possível. Menina, nunca traiu ele?"
Ela: "Nunca Tio. O senhor foi o segundo homem de minha vida, nem beijar outro eu tinha beijado. Aprendemos juntos a beijar e perdi minha virgindade com ele e ele comigo. Aquele dia quando vi sua ereção assim de pertinho, eu senti algo queimar dentro de mim. Talvez está traição me ajuda a melhorar ele ou a largá-lo de vez. Nem por um minuto minha consciência doeu. Quero aprender com você tudo como dar prazer e receber. Por isso estava ansiosa para chegar hoje. E quando voltarmos para casa eu ainda vou querer dar para você. Foi muito bom. Vamos ver hoje como vai ser. Outra coisa ele mesmo me disse que o senhor puxou o pai do senhor, que era um comedor. Ele disse que ano passado viu o senhor em uma cidade da grande BH, com uma morena de fechar o comércio de linda. Mas guardou segredo para ele. E só a mim tinha contado. Achei o senhor muito canalha, agora estou aqui me preparando para transar com você. Então senhor sincero, é verdade o que ele falou."
Eu: "Sim, é, ela estava grávida de 6 meses, do marido dela, trabalhávamos na mesma empresa.
Desde quando ela engravidou ele não quis transar com ela. Ela queria e ele dizia que não que ia machucar o bebê. O médico disse que podia, que a saúde dela e do bebê estavam ótimos. Eu sempre dava carona para ela. Um dia ela me contou isso. Eu disse a ela para ter calma que estava mais perto de terminar a gestação. Mas fiquei excitado com a história e de pensar como ela era gostosa e ele não a comia. Ela viu meu pau duro por debaixo da calça e me mandou entrar no primeiro Motel. Comi ela quase todas as semanas até o bebê nascer. Quando nasceu o corno voltou a interessar por ela. Ela o amava e acabou aí."
Erika, já estava se lavando enquanto eu falava. Ela me mandou sair para fazer a chuca.
Quando acabou, colocou um shortinho e um tomara que caia e fomos.
Pegamos a estrada e entramos no Motel. Pegamos uma suíte, assim que entramos ela pulou na cama e me mandou deitar, me beijava muito. Tirou sua roupa e ficou nuazinha. Tirou a minha roupa e começou a tentar me chupar.
Ela: "Ontem eu acordei com dor nos maxilares, depois que lembrei que tinha sido a força que fiz para chupar o seu pau. Também fiquei com a xoxota ardendo. Como será que vou sair daqui hoje. Será que vou conseguir andar. Bem que podia me engravidar, quem sabe eu teria um menino pintudo."
Eu: "Linda, você não está evitando?"
Ela: "Estou brincando Tio."
Ela conseguiu beijar meu pau. Dizia que ele era lindo e que queria muito ele dentro dela.
Eu: "Amor, hoje vai sair uma mulher completa, vai dar esta bunda linda, que é o desejo de muitos homens, vai tomar minha porra na boquinha. A partir de hoje você é minha putinha."
Ela: "Tio, vou ser sua puta. Aqui e onde quiser."
Fizemos um 69 e ela adorou, disse que nunca tinha feito, o máximo de sexo que ela fez com meu sobrinho, foi sentar nele. Eu ficava encabulado com a perfeição do corpo daquela mulher. Durante o 69 eu chupei o seu cuzinho. Ele estava lindo, com gosto de cravo. Ela adorou tomar linguada no cu. Sua buceta também tinha gosto de cravo. Ela gozou na minha boca durante o 69. Gozou comigo mamando os seus seios e tocando sua xoxota. Na posição papai e mamãe ela gozou com o meu pau batendo em seu útero. Ela lambia o meu pau, batia com ele na sua cara. Fazia mil coisas. Sentou no meu pau como da outra vez só que virada para mim para eu ver sua bunda. Conseguiu engolir meu pau até ter várias ânsias de vômitos. Eu a virei de bunda para cima, coloquei 2 travesseiros sob ela. E comecei a chupar o seu cu. Enfiava minha língua no seu anelzinho. Ela rebolava e pedia mais linguada. Passei um gel lubrificante que ela tinha comprado em uma farmácia e fui introduzindo, um dedo no seu cuzinho. Entrou fácil. Com a outra peguei sua mão e coloquei na sua xoxota e mandei ela tocar uma siririca. Coloquei 2 dedos no seu cuzinho e ela rebolava e disse que estava bom. Depois coloquei três e fui laceando sua bunda. Ela gemeu e disse que doía um pouco. Quando acostumou com meus dedos. Passei mais gel no seu cuzinho e na cabeça de meu pau. Abri bem sua linda bunda. Disse a ela que se sentisse muita dor era para falar. Disse que poderia morder o lençol. Ela era corajosa e me mandou enfiar logo.
Eu: "Talvez hoje não goze tomando no rabo, mas um dia vai gozar."
Posicionei a cabeça e empurrei. Ela urrou e mordeu o lençol. A cada movimento meu eu dava um tempo para ela se acostumar. Tirei passei mais lubrificante e enfiei a cabeça no seu cuzinho. Não sei quanto tempo levou até ela gritar e a cabeça do meu pau entrar naquela bunda maravilhosa. Com a cabeça alojada fui tirando e colocando devagar. A cada movimento entrava mais um pouco. Ela era valente e queria mesmo ser arrombada.
Ela: "Empurra, deixa eu gritar, empurra, minhas pregas já foram, empurra amor."
Empurrei e ela se ajeitou, eu empurrei mais. Meu pau doía de tanta pressão. Dois terços. Já estavam dentro, ela disse que o gel era anestésico e que estava sentindo só a pressão na sua bunda. Então empurrei e quase todo o meu pau entrou. Ela rebolou, eu empurrei e daí para frente foi muita meteção. Tirei tudo e vi o estrago. Era visível suas entranhas. Seu ânus estava com um pouco mais de 3 dedos de largura. Ela pediu para eu tirar uma foto. Tirei e passei o telefone para ela. Deixei-a relaxar um pouco e comecei a meter novamente. Ela estufou mais a bunda e eu coloquei no seu cu. Metemos por muito tempo. Ela gozou tocando siririca. Fui ao banheiro, lavei o meu pau, deitei e ela começou a cavalgar no meu pau com sua buceta. Me chamava de gostoso, pauzudo, dizia que estava arrombada, que era puta, que era minha puta. E gozou, gozou muito e caiu sobre mim.
Ela: "Goza amor, me enche de porra igual aquele dia."
Eu: "Vou gozar na sua boca hoje."
Ela voltou a cavalgar e rebolava como uma profissional. Eu disse que ia gozar, ela saiu de cima e abocanhou o meu pau. Descarreguei jatos e jatos de porra na sua boca. Ela esperou até a última gota. Engoliu tudo e me mostrou a boquinha vazia. Enfiou sua língua na minha boca e me deu um beijo de cinema. Se jogou ao meu lado e ficou vendo as fotos de seu cu. Levantou e andou para ver se conseguia andar. Agachou e conseguiu colocar os 3 dedos dela no seu cu. Eu disse a ela que se um dia fosse dar para o marido ele ia perceber que ela não tinha mais pregas. Quando fomos tomar banho juntos ela reclamou da ardência nas pregas. Voltamos para a cama e a mulher chata se tornou uma mulher carinhosa. Logo de tanto ela brincar com ele o meu pau deu sinal de vida. Ela logo quis dar a xoxota para mim. Fiz ela gozar duas vezes. Quando ia gozar novamente, a pedido dela, coloquei ela de quatro e gozei dentro de seu cu. Desta vez ela reclamou de dor, mas ficou orgulhosa de ter conseguido. Saímos do Motel e fomos para o apartamento. A deixei a uns quarteirões da praia, onde ela comprou a camisa. Fiquei na varanda e eles me davam tchau. Inclusive ela. Depois falei que foi alarme falso. Era alguma coisa que fez a pastilha ranger. Mas estava tudo bem. Durante o fim de noite desci e sentei na beira mar. Ela apareceu. Sentou ao meu lado e disse que tinha sido ótimo. Me passou o número de seu celular e disse que era para eu ligar para ela na quarta feira da próxima semana. Disse que queria encontrar comigo, que era para eu continuar a comer sua bunda. Também falou que estava andando com dificuldade e que quando foi ao banheiro as fezes saíram sem ela sentir.
Na madrugada fomos embora. Na quarta no horário de almoço liguei para ela.
Ela: "Tio, vamos nos encontrar sexta, é o dia que fico mais tempo na academia. Estou louca para dar para você."
Eu: "E seu marido amor?"
Ela: "Ele me comeu ontem, tadinho, tem boa vontade, mas ficou nisso. Preciso de homem. E quero te dar minha bunda."
Assim ela virou minha amante por quase 2 ano. Ela já gozava tomando no rabo, ela metia muito. Era uma verdadeira putinha. Me dava presentes, toda sexta me presenteava. Foram camisas, perfumes, relógios. Um dia ela ligou e disse que estava grávida. Disse que não tinha noção de quem era o pai. Disse que como o marido era minha cara, não corria tantos riscos. Até o seu 8 mês nos encontrávamos. Perto de ganhar um menino, resolvemos que deveríamos parar. Foi uma despedida triste. Pouco tempo depois o menino nasceu. Minha irmã disse que o menino era a cara do pai. Ela depois de 2 anos do filho nascer, separou de meu sobrinho e conheceu outro cara. Casou novamente, mudou de cidade e arrumou mais um filho.
Um dia fui sozinho em um shopping e a encontrei. Estava em uma loja de Departamentos. Ela estava sozinha e me convidou para tomar um café com ela. Ela estava linda, mantinha o mesmo corpo.
Ela: "Tio, não passa um dia que eu não pense que é o pai de meu filho. Ele parece com o pai que é a cara do senhor. Meu coração diz que ele é seu filho, até pelo tamanho do pintinho dele, vai ser grande. Mas deixa isso, todos estamos felizes." Falando baixinho: "Tudo que me ensinou eu ainda faço com maestria. Virei realmente uma puta na cama. Dou por que gosto. Ainda tenho muita vontade de fazer amor com você." Te amei muito. Hoje tenho outra família e preciso preservar todos. Obrigado por aceitar minha decisão. Só não te ligo para nos encontrarmos pelo menos mais uma vez, porque não daria certo. Eu iria querer sempre."
Eu: "Entendo amor, entendo. Tomou sua decisão e respeito. Seu filho é lindo, e acho que parece mais com você. Sinto sua falta. Mas hoje estou mais tranquilo."
Ela se despediu de mim com um selinho. Foi a última vez que a vi.
Beijos!

Foto 1 do Conto erotico: A esposa chata do meu sobrinho.


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Comentários


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petrus64 Comentou em 06/04/2026

Muito bom, adorei! Gozei gostoso na parte de sexo anal... Obrigado por compartilhar!

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lozo Comentou em 06/04/2026

Conto maravilhoso, delicioso, gostoso demais de ler e muito bem escrito. Como é gostoso ter uma sobrinha chata, linda, gostosa e bem safadinha, danadinha e bem putinha e você tirou a sorte grande amigão, que maravilha ter uma bucetinha bem novinha e faminta por uma rola bem grossa e bem dura. Parabéns. votado e aprovado

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tiacarvalhal Comentou em 06/04/2026

Quer sobrinhasafadinha..

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loirinha-safadinha Comentou em 06/04/2026

Delícia de conto.




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Ficha do conto

Foto Perfil vivioucontei
vivioucontei

Nome do conto:
A esposa chata do meu sobrinho.

Codigo do conto:
258721

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
06/04/2026

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
1