Eu sou Pedro, casado com Cleo.
Depois de transar com a Tia de minha mulher, Cleo estava obcecada com a sua cabeleireira travesti. Dizia que ela era igual uma mulher, era linda e com bunda redonda.
Durante uma transa nossa ela começou a falar o nome de Nely. Dizia que iria querer o pau da Nely na sua bunda.
Depois eu quis saber se era a sua cabeleireira. Ela confirmou que sim.
Ela: Amor, ontem ela disse que tem mais de 2 anos que não transa. Passou estes anos fazendo tratamento e cirurgias no corpo. Está linda. Lábios grossos, bunda arrebitada, seios lindos. Ela me disse que tem um pau de 20cm e grosso. Disse que faz mais de 2 anos que não come uma bunda e também não dá o cuzinho. Falou que quer um casal. Eu vi que Nely estava excitada, aí dei o bote amor.
Eu: Então decidiu que quer mesmo transar com a Nely.
Ela: Sim, vamos transar com ela. Estou louca para ver você comendo o cuzinho dela enquanto ela mete em mim. Agora estava imaginando esta situação. Amor quero aproveitar e deixar ela gozar dentro de mim. Ela está muito saudável, fez todos os exames para as cirurgias e está sem transar a mais de 2 anos. Vamos tirar o cabaço novamente dela. Vamos amor?
Eu: Sendo assim, vamos. Mas e sua tia? Ela disse que queria participar. Vai chamá-la? Estou com saudade do rabo dela.
Cleo: Você gostou mesmo de comer o cuzinho dela. Vou pensar, se não for desta vez, da próxima.
Eu: Combinou algo com a Nely?
Ela: Sim. Assim que nossa filha viajar ela vai vir. Eu disse a ela que sentia uma atração por ela. Também disse que já havia lhe falado a respeito. Ela me disse que só de eu falar já estava com tesão. Ela achou ótimo ser nós a transar com ela depois de tanto tempo.
Eu: Ok! Vamos ver.
Chegou o dia. Era sábado por volta das 21hs quando o interfone tocou, era Nely. Ela chegou no apartamento linda. Era uma mulher perfeita. Olhos claros, alta, cabelos loiros maravilhosos. Usava um vestido azul colado ao seu escultural corpo. Sandálias altas, um decote espetacular. O perfume de Nely era suave e inebriante. Ela deu dois beijinhos na Cleo e em mim. Sentou como uma dama no sofá. Cleo logo trouxe drinks para nós. Entendi perfeitamente porque minha mulher desejava tanto a Nely.
Nely: Que apartamento lindo minha amiga. Tudo de bom gosto como é seu estilo. Estou muito feliz em estar aqui.
Cleo: Desde a primeira vez que tive coragem de falar de minhas fantasias para meu marido eu citei você. Te acho linda e muito sexy.
Nely: Obrigada meu amor. Você que é linda e sexy. Aliás que casal lindo. Seu marido é um homem lindo e charmoso.
Eu agradeci e confirmei os elogios feitos a ela por minha mulher.
Nosso apartamento é um dúplex, no andar de cima temos uma suíte para as visitas e uma área gourmet. Subimos até a área para ela ver a vista do apartamento. Ela ficou deslumbrada.
Ela estava ao lado de minha mulher e eu estava sentado numa poltrona. Ela passou a mão na cintura de Cleo e a puxou para mais perto dela. Deixou sua mão escorregar até as nádegas de minha mulher e ficou acariciando lentamente a bunda de Cleo. Continuavam a olhar para o horizonte. Eu já sentia um tesão nas duas.
Ela puxou Cleo e começou a roçar os lábios dela nos da minha mulher. Era algo muito sutil. Cleo tinha os olhos fechados e passou as mãos sobre os ombros de Nely que começou a passar sua língua nos lábios de minha mulher. Logo começou a explorar a boca de Cleo com sua língua ágil. Suas mãos já tocavam as nádegas de Cleo. Nely foi levantando lentamente a saia de minha mulher e começou a acariciar sua bunda que estava coberta apenas por um minúsculo fio dental. Nely posicionou o corpo de minha mulher virado de costas para mim. Ela apertava as nádegas de Cleo até seus dedos longos encontrar o cuzinho de minha mulher. O beijo delas agora era quente. Trocavam chupadas nas línguas e beijos nos pescoços. Minha mulher estava entregue.
Cleo descolou seus lábios e chamou Nely para a suíte. Ao passar por mim, segurou minha mão e me puxou até o quarto.
Lá continuaram a se beijar. Nely tirou a saia e a blusa de minha mulher.
Nely: Nossa amiga, como você é gostosa, que bunda linda, e estes seios pequenos e duros, parecem de uma adolescente. Confesso que quando me convidou eu fiquei eufórica. Me masturbei pensando em você. Só que me resguardei nestes 15 dias. Estou com muita porra acumulada para você.
Cleo: Então me desejou?
Ela: Muito. Mas quero receber o pauzão do seu marido gostoso na minha bundinha. Tomara que eu aguente.
Ela largou minha mulher e foi até mim. Tirou minha roupa e colocou meu pau para fora da cueca.
Ela: Porra, que pau lindo.
Ela caiu de boca na minha rola. Ela ainda estava vestida. Eu comecei a acariciar os seus seios. Ela me deitou na cama e deitou sobre mim me dando um beijo na boca. Sua língua explorava minha boca. Oferecia a sua para eu chupar. Confesso que naquela hora não pensei nela como homem. Ela com a ajuda de minha mulher tirou seu vestido. Eu sentia seus peitos espremidos entre nós. Ela continuava a me beijar e a me acariciar. Num movimento rápido ela me deitou de bruços. Começou a beijar minha bunda.
Ela: Nossa amiga, a bunda do Pedro é linda. Começou a lamber meu rego e a bater nas minhas nádegas. Tremi ao sentir que ela explorava meu cuzinho com sua língua. Começou a enfiar sua língua no meu rabo. Ela me fodia com sua língua. Ela foi deitando o corpo sobre minhas costas. Fiquei desesperado ao sentir um volume enorme sobre minha bunda, era o seu imenso pau. Ela o tirou da calcinha e colocou no meio de meu rego. Eu estava desesperado. Comecei a sentir aquela cabeça enorme passeando no meu rego. Mas hora alguma ela fez menção de me comer. Comecei a sentir suas mordidas em meu ombro. A cabeça do seu pau batia em minhas bolas. Senti o pré-gozo de seu pau lambuzar minha bunda. Ela mordeu meu pescoço.
Ela: Que bunda gostosa. Sua mulher me disse que não vai me dar este cuzinho, embora ela adoraria ver eu te foder. Se quiser dar este presente para ela eu quero muito te foder. Pense.
Nely pegou seu pau e pincelou no meu cu. Saiu de cima de deitou de barriga para cima. Só aí vi o tamanho daquela rola. Era imensa. Eu afastei um pouco dela e minha mulher foi sentando no caralho de Nely. Foi sumindo mm por mm na buceta de Cleo. Dava para ver a buceta esticar a pele. Minha mulher tinha o grelo espremido naquela rola. Era nítido o tesão que ela sentia. Bravamente Cleo engoliu aquela enorme rola. Minha mulher subia e descia lentamente, como se estivesse saboreando cada mm que estava dentro dela. O pau de Nely já começava a ficar molhado. Cleo estava muito excitada e seus líquidos começavam a escorrer pelo mastro da amiga.
Cleo acelerou a metida e seu rosto começou a ficar vermelho, sua respiração era intensa e seus olhos estavam fechados. Eu chupava os seios lindos de Nely. Quando vi que minha mulher estava prestes a gozar, foi na direção dela e comecei a mamar seus peitos. Ela começou a gemer, puxou o meu rosto e enfiou a sua língua na minha boca.
Ela: Vai atrás amor, come o meu cu. Assim que enfiar eu gozo. Peguei um gel e logo passei no seu cuzinho. Fui para trás e enfiei a cabeça. Ela gritou pedindo que eu enfiasse o resto. Enfiei e ela gozou como nunca tinha visto ela gozar. O melado desceu da buceta dela. Ela era o recheio meu e da Nely. Ela ficou deitada no peito dela e com meu pau cravado ainda no seu cu.
Depois dela recuperar era hora dela realizar outra fantasia. Ela deitou mais na beirada da cama e mandou a Nely comer sua buceta. Era uma visão extraordinária. Nely com aquele corpo lindo, com uma bunda redonda e lisinha, metia um enorme pau na xoxota de minha mulher. Ao mesmo tempo ela tem seu cuzinho virado para mim.
Nely: Vem amor, come o meu cuzinho. Passa gel porque seu pau é grande. Passei gel e coloquei meu pau na entrada do cuzinho dela. Empurrei, ela rebolava e ao mesmo tempo socava na xoxota de Cleo.
Cleo: Vai amor fode o cuzinho desta puta, ela está fodendo a xoxota de sua mulherzinha. Regaça o rabo dela.
Não sei como conseguíamos sincronizar tudo. Eu metia naquele cuzinho delicioso e batia na linda bunda da Nely. Era a coisa mais louca que eu já tinha feito. Minha mulher pedia para a Nely gozar na sua xoxota. Ela gozou mais uma vez na rola de Nely.
Nely: Goza putinha, goza no meu pau, goza. Puta vou encher você de porra.
Ela deu uma bombada e gozou na xoxota de Cleo que por sua vez já tinha gozado. Ela quis ceder o corpo, mas eu a segurei pela cintura e enchi o seu rabo com minha porra. Foi muito louco. Quando tirei meu pau do cuzinho da Nely, ela se virou e começou a lamber o meu pau. Depois subiu em cima da minha mulher e deixou minha porra cair na xoxota dela. Elas se beijaram e começaram a misturar minha porra com a da Nely.
Eu sentei na poltrona e fiquei vendo as duas se chuparem. Fomos tomar banho os três. Lá nos beijávamos. Hora Nely chupava o meu pau, em outra Cleo chupava o cacete de Nely. Voltamos para a cama os três. Cleo e Nely trocaram os lençóis. Eu desci para buscar bebidas e sucos. Eu estava sentado na cadeira quando Nely veio até mim e sentou no meu colo. Ela me beijava, e esfregava seu bumbum no meu pau. Senti uma coisa estranha ao ver o enorme pau de Nely duro feito rocha no meu colo. Era algo que nunca imaginei. Eu beijava uma mulher linda que tinha um cacete maior que o meu. O pau dela dava umas tremidinhas e o pré-gozo escorria naquela cabeçona. Minha mulher veio até nós e começou a chupar o pau de Nely.
Cleo: Amor, sei que não vai deixar a Nely te foder, embora eu ia adorar ver você rebolando numa vara. Eu sei que não aceita, mas por favor, segura neste pau. Amor só segura. Segura para mim sentar nele.
Ela pegou na minha mão e colocou no pau de Nely. Que coisa estranha segurar em outro pau que não seja o meu. Era duro e cheio de veias. Nely me beijava e pediu para eu segurar firme o pau dela. Segurei. Minha mulher colocou a mão sobre a minha e começou o movimento de punheta.
Nely: Isso amor, continua, adoro mão de homem no meu pau.
Cleo já havia tirado a mão dela e era eu a masturbar a Nely. Ela levantou um pouco e sentou com o seu cu no meu pau. Ela engoliu todo o meu cacete com seu cuzinho. Eu continuava a bater punheta para a Nely. Minha mulher lambia a cabeçona do pau da amiga. Nely gemia, subia e descia seu rabo no meu pau.
Nely: Isso amor, me faz gozar na boca de sua mulherzinha. Acelera sua punheta. Vai amor me faz gozar com sua rola enterrada no meu rabo.
Ela rebolava e eu batia punheta para ela e mamava seus peitos.
Ela disse que ia gozar, minha mulher abocanhou o pau dela e sorveu todo o esperma que esguichava de Nely. Nem uma só gota escapou da boquinha de minha mulher. Nely ficou molinha no meu colo. Tirei o meu pau de dentro dela e lavei o meu pau. Minha mulher deitou na cama com as pernas abertas e pediu para eu foder sua buceta. Deitei sobre ele e comecei a fade-la com força. Ela puxou minha cabeça e começou a me beijar dizendo que me amava. Sua boca tinha gosto da porra de Nely. Metamos com força. Nossos corpos estavam suados, ela gozou e passou a perna sobre mim. Eu ainda não tinha gozado. Ela tirou as pernas e senti Nely acariciando meu bumbum, logo senti sua língua no meu cuzinho. Ela me deflorava com sua língua.
Cleo: Relaxa, ela não vai te comer, a não ser que peça. Ela só vai brincar com você, fui eu que pedi.
Eu metia fundo em Cleo e sentia a mão de Nely percorrendo minha bunda. Ela começou a colocar um dedo no meu rabo. A cada estocada que dava em minha mulher ela enfiava seu dedinho um pouco mais. Cleo gozou novamente. Com uma mão Nely batia uma punheta e com a outra tocava no meu ânus.
Depois de muito tempo eu anunciei que ia gozar e fui soltando jatos de porra na xoxota de Cleo. Senti a pressão da cabeça do pau de Nely no meu cu e jatos de porra batendo na minha bunda. Ela colocou a cabeça de seu pau na entrada de meu cu e gozou nele.
Foi algo mais estranho que senti.
Minha mulher e ela lamberam minha bunda até tirar toda a porra que estava em mim.
Nely: Amigo, não aguentei ver seu cuzinho lindo. Você tem uma bunda muito gostosa. Já que ainda não quer me dar, não resisti em gozar nele. Só alojei a cabeça no seu anelzinho, não empurrei.
Eu: Nem era louca de fazer.
Ela: Louca eu sou, mas respeitei você meu macho gostoso. Agora, vou sonhar com o dia de te fazer meu veadinho. Nem imagina quantos homens que me chamava para comer a mulher deles e na verdade era para comer eles. Na verdade 99% dos casais que me chamavam era para comer os dois.
Cleo: Meu sonho. Tá bom, pelo menos você meteu nele seu dedinho e encheu o cuzinho dele de porra. Estou muito feliz com esta trepada.
No domingo pela manhã fui acordado com uma chupada da Nely. Minha mulher tinha ido buscar alguma coisa para o almoço.
Depois de escovar os dentes Nely ficou de quatro na beirada da cama e tive que meter no seu cu enquanto batia uma punheta para ela. Desta vez gozamos juntos. Eu dentro de sua bunda e ela na minha mão. Após o almoço e uma soneca voltamos a transar. Que final de semana.
Amigos, esta história me foi contada pelo casal. Eu Bil, só escrevi o conto.
