Sexo e Truco

A temperatura daquele sábado à tarde estava agradável. A garagem do Tiago, com aquele teto alto, tinha uma ventilação muito boa. Éramos seis ali dentro, amontoados em volta de uma mesa de madeira, jogando truco. O barulho era infernal. O Tiago e os outros caras do time de futebol gritavam, xingavam, batiam as cartas na mesa com tanta força que as latinhas de cerveja tremiam.
Eu estava de pé, encostado na parede, com uma lata gelada na mão, só observando. Eu sou um cara grande. Tenho os ombros largos, braços grossos de quem levanta peso e uma brutalidade natural que faz a maioria dos caras pensar duas vezes antes de folgar comigo. Mas o que mais me definia, o que sempre me deixou com o ego lá no teto, era o que eu carregava no meio das pernas. A minha pica era um absurdo. Uma tora grossa, escura, pesada, que sempre dava trabalho pra qualquer um que tentasse aguentar.
E no meio daquela garagem barulhenta, o meu alvo estava ali, sentado bem na ponta da mesa. Sam.
Ele destoava daquele ambiente de um jeito que chegava a ser ridículo. Enquanto a gente era um bando de cavalo, o Sam era um cisco de gente. Magrelo, de ombros estreitos, a pele tão clara que chegava a refletir a luz fraca da lâmpada da garagem. Ele vestia uma camiseta branca de algodão que parecia sobrar no corpo dele e um short de tactel preto que revelava as pernas finas e lisinhas. O rosto dele era desenhado, bonito demais pra estar no meio daquela bagunça, com os olhos concentrados nas cartas que ele segurava com aquelas mãos pequenas.
Mas o que me deixava com o sangue fervendo não era a beleza dele. Era sua safadeza.
Toda vez que eu passava ele me provocava. Era um provocação discreta. Às vezes ele pegava no meu pau quando ninguém estava olhando. Às vezes ele falava que queria ser arrombado. E hoje assim que eu cheguei ele empinou a bunda para mim.
Olhando para aquela cintura fina do Sam a única coisa que passava na minha cabeça era a proporção. Eu ficava imaginando a minha rola, grossa como um porrete, rasgando aquele corpo pequeno ao meio. Era um desafio físico. Eu sabia das histórias que rolavam no bairro. Eu sabia que, apesar daquela cara de anjo e do corpo de graveto, o Sam era um buraco sem fundo. Diziam que ele aguentava rola grande sem chiar, que o cu daquele moleque era feito de elástico. Que ele não tinha fundo. Eu precisava testar isso. Eu precisava ver com os meus próprios olhos se ele aguentava o meu tamanho, o meu peso e a minha brutalidade sem pedir arrego. Eu queria usar o Sam. Queria entupir ele de porra até ele não aguentar andar.
Dei o último gole na cerveja, amassei a lata com uma mão só e joguei num canto qualquer. O tesão já estava batendo forte e o meu pau já estava começando a acordar, pesando dentro do meu short, roçando na costura da cueca.
Caminhei devagar na direção da mesa. O Tiago estava berrando alguma merda sobre a última rodada, o Mateus estava rindo alto, ninguém prestava atenção em mim. Cheguei por trás do Sam em silêncio absoluto. Parei a um milímetro das costas da cadeira dele.
Ele sentiu a minha sombra. Eu vi o exato momento em que os ombros estreitos dele ficaram tensos debaixo da camiseta. A respiração dele mudou, ficou um pouco mais curta, mas ele não virou o rosto. O Sam era safado. Ele sabia quem estava atrás dele e sabia o que eu queria. O silêncio dele era tudo o que eu precisava.
Eu abri as pernas, firmando minhas botas no chão de cimento, e me inclinei para frente. Colei o meu quadril nas costas dele. O Sam estava curvado sobre a mesa, focado nas cartas, e a posição deixou a espinha dele marcada na camiseta. Eu pressionei o meu volume contra a coluna dele. A minha rola já estava dura feito pedra, esticando o tecido do meu tactel. Eu sentia os ossos das costas dele através da minha roupa. O contraste era alucinante. Ele era tão frágil, tão pequeno, que eu sentia que podia esmagar as costelas dele só com o peso da minha pelve.
— Joga logo essa porra, Sam! Tá dormindo? — O Tiago gritou do outro lado da mesa, batendo os nós dos dedos na madeira.
O Sam piscou, atordoado, as pontas dos dedos brancas de tanto apertar as cartas. Ele não respondeu o Tiago. Ele não arredou o pé. Aquele silêncio, aquela aceitação submissa me deixou louco. Eu não ia esperar mais porra nenhuma.
Aproveitando que todo mundo estava focado no jogo, eu coloquei a mão grossa por dentro do cós do meu próprio short. Afastei o elástico da cueca e puxei o meu pau para fora. A cabeça roxa e inchada saltou para o ar quente da garagem. A minha pica era enorme, uma peça de carne escura, cheia de veias saltadas que pulsavam grossas sob o couro esticado. A coroa da glande era larga, desproporcional, e já estava babando uma gota espessa de pré-gozo transparente que brilhava na luz fraca.
Eu não tive pressa. Encostei a cabeça molhada do meu pau exatamente na nuca do Sam, bem onde o cabelo curto e raspado encontrava a pele clara e sensível do pescoço.
O corpo inteiro do moleque deu um espasmo. Ele arrepiou da cabeça aos pés. Eu comecei a esfregar devagar. Deslizava a pica quente e latejante para cima e para baixo, esfregando o meu pré-gozo na pele dele, marcando o território. A carne dura da minha rola contra a fragilidade do pescoço dele era uma sensação indescritível. Eu via o gogó dele subir e descer rapidamente enquanto ele engolia seco, tentando se controlar. Ele fingia que estava olhando para o jogo, fingia que estava pensando na próxima carta, mas eu sentia o calor que exalava dele. Ele estava concentrado apenas na grossura do porrete que roçava nele.
— Truco, caralho! Seis! Nove! — O Mateus começou a gritar, batendo na mesa.
O Sam, completamente desorientado pelo tesão e pela humilhação silenciosa de ter o meu pau esfregando nele na frente de todo mundo, jogou a carta errada.
— Perdeu, magrelo! — O Tiago gargalhou, puxando as cartas com agressividade. — Passa a vez pro Rafa. Você tá lerdo demais hoje. Sai da mesa.
O Sam se levantou devagar, as pernas parecendo meio bambas. Eu já tinha dado um passo para trás e enfiado a minha pica de volta no short, mas a barraca armada deixava um volume absurdo marcando o tecido, apontando direto pra frente. O Sam olhou para mim. Os olhos dele estavam um pouco escuros, a boca entreaberta. Eu não falei uma palavra. Eu só levantei o queixo e fiz um movimento rápido com a cabeça, apontando para o corredor escuro que dava para a área de serviço nos fundos da casa.
Ele hesitou por um segundo. Olhou para a mesa, onde os caras já estavam gritando, embaralhando as cartas, completamente focados em recomeçar o jogo. Ninguém estava nem aí pra ele. O Sam engoliu seco de novo, deu as costas e começou a caminhar em direção ao corredor escuro.
Eu fui atrás dele imediatamente, como um predador seguindo a caça. A cada passo, a minha rola batia pesada contra a minha coxa por dentro do short. O corredor era abafado, e quanto mais a gente entrava nos fundos da casa, mais o som da garagem ia sumindo. A área de serviço era um cubículo. Tinha um tanque de lavar roupa e um banquinho de madeira baixo encostado na parede. A única luz vinha de um basculante no alto, criando uma penumbra que deixava o clima ainda mais pesado.
Assim que a gente entrou naquele quadrado, eu não perdi um segundo com preliminar ou conversa fiada. Eu parei na frente do Sam, abri as pernas e desci o meu short de tactel e a cueca de uma vez só, deixando tudo cair até os joelhos.
O meu pau saltou para frente como se tivesse vida própria. Bateu pesado contra a minha barriga com um som de "slap" de carne e ficou ali, balançando rígido no ar abafado. Era uma tora monstruosa. Escura, grossa pra caralho, com a veia principal saltada cruzando o tronco inteiro até a cabeça larga. O Sam olhou para aquilo. Ele levantou a cabeça devagar. Ele era pequeno, batia no meu peito. A boca do moleque parecia minúscula perto daquela grossura toda.
E era exatamente isso que eu queria testar. Como ele ia fazer pra socar tudo aquilo dentro dele.
— Ajoelha — eu mandei. A minha voz saiu rouca, um rosnado grave de puro tesão.
O Sam não disse um "a". Ele apenas obedeceu no automático. Dobrou aqueles joelhos finos e afundou no chão rústico de cimento, ficando de frente para o meu quadril. A cabeça dele parou bem na frente das minhas bolas cheias e pesadas. Ele levantou aquelas duas mãos pequenas e tentou segurar a base do meu pau. Os dedos dele não conseguiam fechar o círculo em volta da minha grossura. Ficava faltando um espaço enorme entre o dedão e o indicador dele. Aquela visão da mãozinha dele tentando conter a minha rola me deu uma onda de superioridade e poder que quase me fez gozar ali mesmo.
Ele abriu a boca e esticou a língua, lambendo a ponta da minha glande, recolhendo o fio grosso de pré-gozo que estava pendurado. A língua dele era quente e macia, mas eu não estava com a mínima paciência para ser chupado devagar. Eu queria foder a garganta dele. Queria ver a boca dele esticar.
Eu levantei as minhas duas mãos grossas e afundei os dedos no cabelo curto do Sam. Segurei os fios com firmeza, cravando as unhas no couro cabeludo dele, e travei o crânio do moleque como se fosse uma bola. Puxei a cabeça dele para trás com força, fazendo ele olhar direto para o teto, escancarando a boca. Alinhei a cabeça larga do meu porrete bem na entrada dos lábios dele.
E dei a primeira estocada. Bruta, seca e para baixo.
O meu pau rompeu a boca dele de uma vez. Eu vi os lábios do Sam se esticarem no limite instantaneamente. As bochechas claras dele afundaram primeiro pela sucção e logo em seguida estufaram pra fora, deformadas, conforme a grossura absurda da minha rola invadia o espaço minúsculo. A cabeça do meu pau passou rasgando pela língua dele e bateu direto no fundo da garganta, forçando a epiglote dele para trás com um baque surdo.
O Sam arregalou os olhos em puro desespero. Ele engasgou alto. Soltou um som de afogamento, um "ghk-aaargh" abafado, os olhos dele encheram de água no mesmo segundo. As mãos dele apertaram as minhas coxas por puro reflexo de sobrevivência, tentando me empurrar, mas eu não afrouxei um milímetro do aperto no cabelo dele. Eu não ia parar. Ele que se virasse para abrir espaço.
Comecei a meter na boca dele. Não era um boquete. Era foda oral. Eu usava a cara do moleque como se fosse um buraco qualquer, martelando sem dó. Eu puxava a cabeça dele para frente com as minhas mãos enquanto jogava o meu quadril pesado contra o rosto dele, enfiando até o talo, até a base do meu pau esmagar o nariz dele, e depois puxava a rola quase toda para fora, até a coroa da glande estalar nos lábios dele, só para marretar de volta até o fundo.
A visão era a coisa mais gostosa e excitante que eu já tinha visto. Eu via a minha pica escura saindo da boca dele completamente lambuzada de uma baba grossa, brilhando na penumbra da área de serviço, e depois via aquela rola bruta afundando com violência de volta naqueles lábios que lutavam para não rasgar. O atrito era brutal. A garganta dele era apertada demais, e cada vez que eu socava, o meu pau empurrava a traqueia dele. O Sam engasgava ininterruptamente, o corpo inteiro dele dava espasmos de falta de ar, e as lágrimas grossas já desciam livremente pelo rosto vermelho dele.
Mas ele não tentava fugir. O moleque era um puto. Ele abria a mandíbula até o limite, esticando os músculos do rosto ao máximo, forçando a própria anatomia para acomodar o tamanho do meu pau.
Eu soquei mais rápido. O ritmo virou um massacre. O som do entra e sai na saliva era alto, molhado e gostoso. "Slap, slurp, slooop". As minhas bolas, inchadas e cheias de leite, batiam queixo dele com força a cada investida violenta: "clap, clap, clap". Eu olhava para baixo e via a pele fina da bochecha dele repuxando, marcando perfeitamente o formato cilíndrico e as veias da minha rola passando por dentro da boca dele. O calor daquela garganta apertada espremendo a cabeça do meu pau estava me levando ao limite num tempo recorde.
Ele não conseguia mais engolir a própria saliva de tão rápido que eu metia. A baba começou a espumar e a escorrer pelos cantos da boca dele, misturada com o meu pré-gozo, pingando no meu pau e caindo no chão de cimento, formando uma poça entre os joelhos dele. O rosto estava lambuzado, destruído pela foda. E eu adorava aquilo. Adorava ver a humilhação total daquele rostinho bonito tentando dar conta da minha brutalidade.
O tesão subiu pelo meu corpo como um choque elétrico. A pressão nas minhas bolas ficou aguda, dolorosa. Eu sabia que ia jorrar.
Eu travei as mãos no cabelo dele com o dobro de força. Puxei o crânio do Sam de encontro ao meu quadril e afundei a minha rola na garganta dele até os meus pentelhos entrarem na boca dele. Travei ali no fundo, apertando ele contra mim.
— Engole tudo, caralho! Engole essa porra! — eu gritei, os dentes trincados de tanto prazer.
O meu corpo contraiu como um bloco de concreto. O orgasmo bateu rasgando. O primeiro jato de porra disparou do meu pau com uma pressão de mangueira, batendo com a força de um soco direto no fundo da garganta do Sam. Foi um tiro quente, fervendo, absurdamente espesso. O moleque arregalou os olhos ainda mais e fechou as pálpebras com força, o pescoço dele fez um movimento desesperado para engolir no reflexo puro, tentando não sufocar com aquele leite quente descendo pelo tubo errado.
Mas as minhas bolas estavam acumuladas há dias. Veio o segundo jato. Depois o terceiro. Um mais violento que o outro. A minha rola pulsava loucamente, inchando dentro da boca dele, esguichando uma quantidade ridícula de sêmen grosso. O Sam tentava engolir, mas a minha rola tapava quase todo o espaço da garganta dele, esmagando a língua dele para baixo. Não tinha por onde a porra descer.
No quarto jato, a boca dele encheu completamente. Não cabia mais nada. Eu via o líquido branco, denso como cola, subindo pelas laterais do meu pau, acumulando no fundo da garganta dele. No quinto jato explosivo, começou a transbordar. A minha porra vazou pelos cantos da boca escancarada dele. Escorreu em cascata pelo queixo delicado, lambuzou o pescoço claro dele, e começou a pingar sem parar no peito dele, caindo por cima da gola da camiseta branca. Eu continuei bombeando, o meu pau tremendo e jorrando o sexto, o sétimo, o oitavo jato. Eu sentia cada pulsação esvaziando minhas bolas pesadas, despejando litros de gozo dentro daquela piscina de saliva e porra que tinha virado o rosto dele.
Quando finalmente o meu pau parou de esguichar e deu a última latejada fraca, eu fiquei ali, parado. Fiquei uns dez segundos respirando pesado, puxando o ar para dentro dos pulmões, com a minha rola inteira cravada na garganta cheia de porra dele.
Lentamente, eu puxei a pica para fora. O atrito na saída fez um barulho úmido alto, um "schlop" delicioso, e um fio grosso de saliva e sêmen se arrastou da boca dele até a cabeça do meu pau.
O Sam desabou as mãos no chão e começou a tossir. Ele puxava o ar com desespero, engasgado com o resto da porra que ainda estava no fundo do esôfago. O rosto dele era uma pintura obscena. Ele estava vermelho, chorando de falta de ar, e a boca dele... puta que pariu. Tinha porra manchando os lábios, o nariz, o queixo. O peito da camiseta dele estava manchado com gotas brancas. Ele tentou limpar o canto da boca com as costas da mão, respirando igual a um cachorro cansado, e levantou os olhos para mim.
A minha pica continuava apontada para a cara dele. O gozo não tinha amolecido ela nem dez por cento. Continuava uma tora latejante, lubrificada com a saliva dele, dura como aço. E eu não ia parar ali. O boquete era só o aquecimento. Era só para umedecer a ferramenta. O desafio de verdade, o que eu realmente queria arrombar, era o cu estreito daquele moleque.
— Levanta — eu ordenei, a voz ainda mais seca. Limpei o excesso de baba e porra da cabeça do meu pau com a minha própria mão, espalhando pelo tronco. — Levanta e vira de costas pra parede. Agora.
O Sam obedeceu como se fosse um soldado. Ele se levantou com as pernas trêmulas, claramente fraco pelo sufocamento. Ele foi até o muro rústico de chapisco descascado, abaixou o próprio short de tactel e a cueca de algodão, deixando tudo embolado no chão, preso nos tornozelos. Depois, virou de costas pra mim e apoiou as duas mãos na parede áspera.
Eu dei um passo e parei atrás dele. Puta merda, a visão do contraste ali era a melhor parte. O Sam tinha um rabo pequeno. As nádegas dele eram claras, redondinhas, macias, sem músculo, divididas por uma fresta estreita onde o buraco dele, fechado, minúsculo e levemente rosado, se escondia amedrontado. E ali, a centímetros daquele buraquinho gostoso, estava a minha rola escura, monstruosa, com as veias pulsando, exigindo entrar. Era um absurdo físico. Não tinha como aquela cabeça larga entrar ali sem rasgar alguma coisa.
Mas eu não estava nem aí. Eu não tinha lubrificante no bolso e não ia procurar. Puxei a saliva do fundo da garganta e cuspi uma golfada pesada bem na palma da minha mão. Esfreguei o cuspe no meu pau já melecado da boca dele. Depois, sem nenhum aviso, sem nenhuma massagem, passei os dedos grossos e molhados direto na fenda dele, esfregando o cu do moleque de qualquer jeito, só para molhar a superfície.
Segurei o quadril magro do Sam com as minhas duas mãos. A minha pegada quase dava a volta na cintura dele. Eu sentia os ossos da bacia dele afundando na minha palma.
Posicionei a cabeça enorme da minha pica exatamente na entrada fechada e rosada do rabo dele.
Eu não avisei que ia entrar. Eu não dei tempo para ele respirar ou relaxar. Eu apenas travei o meu corpo, inclinei o tronco e dei uma estocada bruta, violenta, usando todo o peso da minha pelve para empurrar a cabeça da rola.
O Sam soltou um grito rasgado, um som agudo de dor e desespero puro. O corpo inteiro dele arqueou para frente como se tivesse levado um tiro. As palmas das mãos dele bateram e escorregaram no chapisco da parede enquanto ele tentava não cair. A resistência do cu dele foi absurda. O anel apertou a coroa da minha glande com uma força que me sufocou. Era apertado pra caralho. Eu olhei para baixo e vi a pele clarinha em volta do buraco dele esticar num nível absurdo, ficando completamente branca, sem sangue, repuxada no limite máximo da elasticidade humana para tentar dar passagem para a minha grossura.
A cabeça inteira do meu pau entrou rasgando as pregas dele. O Sam tremia violentamente sob as minhas mãos.
— Segura o tranco, porra! — eu gritei, e sem esperar ele se acostumar, eu forcei o resto do pau para dentro de uma vez só.
Martelei o quadril para frente com ódio. A pica entrou deslizando nas paredes apertadas do cu dele, abrindo o caminho na marra bruta. O moleque soluçou alto, travando os dentes. O cu dele engoliu o meu pau milímetro por milímetro, até eu bater a minha pelve com força na bunda dele. As minhas bolas pesadas estalaram contra a fenda dele. A minha rola inteira, desde a ponta até a base, estava enterrada no Sam. O cu dele estava esticado ao extremo, moldado perfeitamente no cilindro da minha pica. Ele tinha aguentado o tamanho inteiro e não tinha desmontado.
— Puta que o pariu... que tesão... — eu rosnei no ouvido dele, a voz tremendo de prazer. A dor dele era o meu tesão.
Fiquei parado lá dentro por uns longos segundos. A sensação era indescritível. As paredes do cu dele apertavam o meu pau inteiro, pulsando em espasmos de dor, contraindo e espremendo a minha rola numa pressão que quase me fez gozar de novo na mesma hora. Era como ter o pau enfiado numa prensa quente. O tesão de ter dominado e arrombado aquele buraco com o meu tamanho era um delírio.
Eu comecei a me mexer. Puxei o quadril para trás devagar, arrastando o pau grosso pelas paredes apertadas, tirando a rola quase inteira para fora. O anel do cu dele veio junto, repuxado pelo atrito, grudado no couro do meu pau, esticando para fora como um funil antes de soltar a cabeça da minha glande com um som úmido. A visão daquele buraco arregalado, pulsando, tentando se fechar, me deixou cego. Antes que a musculatura dele relaxasse, eu martelei de novo até o fundo com um solavanco de arrancar a espinha.
E aí eu encaixei o ritmo. E o ritmo era de foda na cadeia.
Eu comecei a socar o Sam contra aquele muro rústico com toda a fúria que o clima daquela tarde pedia. Eu não tinha carinho, não tinha cadência. Eu afundava os meus dedos na cintura dele, sentindo as minhas unhas cravarem e deixarem marcas de meia-lua na pele clara dele. Eu puxava o corpo magro dele para trás com força ao mesmo tempo que eu lançava o meu quadril pesado para frente, criando um impacto duplo.
Cada estocada era um baque violento de carne contra carne. "Pá! Pá! Pá!". O barulho da minha barriga e das minhas pernas batendo com força na bunda macia do Sam ecoava alto naquela área de serviço abafada. O som misturava com o ruído gostoso e molhado de "chap, chap, slop" da minha rola entrando e saindo, criando o próprio lubrificante através da porra, da saliva e da umidade natural do rabo quente dele.
Eu via o couro escuro da minha pica deslizando brilhante para dentro e para fora. A cada enfiada funda até o talo, eu via o umbigo do Sam bater de frente contra o muro sujo. A espinha dele curvava e estalava, o corpo dele inteiro chicoteava para frente e para trás com o impacto das minhas marteladas. Eu estava destruindo o moleque por dentro. Estava usando ele de depósito de rola.
Os gemidos dele já não eram mais de choro, eram sons guturais, ofegantes, desconexos. A dor inicial parecia ter virado um estado de choque. O pau do Sam, que antes estava mole, começou a pingar pré-gozo no chão, balançando de forma humilhante cada vez que eu socava o rabo dele. O moleque era tão viciado em rola grande que, mesmo sendo arrombado sem dó contra a parede, ele começou a empurrar a bunda para trás de encontro aos meus socos, buscando o choque.
Aquele nível de safadeza dele me subiu à cabeça. O Sam estava começando a escorregar pela parede. As pernas finas dele bambeavam, o joelho dobrava, ele não tinha força muscular para aguentar o impacto das minhas estocadas de pé.
— Desce porra, caralho! — eu rosnei, soltando a cintura dele e puxando a rola para fora num tranco. — Fica de quatro no chão! Agacha!
O Sam desabou como um saco de batatas. Ele caiu de joelhos no piso áspero de cimento. Ele apoiou as palmas das mãos no chão e, sem eu precisar mandar duas vezes, arqueou a coluna e empinou a bunda para o ar. Ele abriu bem as pernas, escancarando o rabo escarlate, brilhante de porra e saliva, latejando no formato da minha pica, esperando eu voltar pra dentro.
O ângulo, naquela posição de quatro, era perfeito.
Eu me ajoelhei bem atrás dele, o cimento arranhando os meus joelhos. Agarrei os quadris dele com mais força ainda. Posicionei-me, olhei para o buraco aberto dele e dei a estocada mais profunda e brutal de todas, metendo a rola de baixo para cima.
O meu pau entrou até um ponto que parecia ter rasgado o estômago dele. O Sam gritou alto dessa vez, um grito agudo que bateu nas paredes da área de serviço. Ele afundou o rosto lambuzado de porra nos próprios braços. A cabeça da minha pica bateu numa curva interna do corpo dele que ele nem devia saber que existia. Eu senti que tinha batido numa parede de carne firme lá no fundo, mas eu continuei forçando, esticando as entranhas dele com a grossura da cabeça do meu porrete.
Socar de quatro foi uma maravilha. Eu metia como um cão no cio. Eu olhava para baixo e tinha a visão privilegiada do espetáculo: a fenda das nádegas dele se abrindo e fechando, as pregas do cu dele repuxadas, tentando se agarrar inutilmente no couro da minha rola escura que entrava e saía a duzentos por hora. A pele rosada do orifício dele virava completamente para dentro, sumindo quando eu empurrava, e estufava toda para fora em formato de anel inchado quando eu puxava. Era uma argola de carne trabalhando no limite da ruptura para engolir o meu tamanho.
O atrito ficou quente demais. O rabo dele ferveu. Parecia um torno de metal espremendo meu pau a vácuo. Eu socava, puxava o quadril, girava a cintura para a pica esfregar nas paredes internas dele, e ouvia o "slap slap slap" ensurdecedor da minha pele suada batendo na bunda magra dele.
O Sam gemia, soluçava, o cu dele ordenhava a minha rola de forma instintiva a cada choque violento. Ele se jogava para trás a cada estocada, como se quisesse que a pica saísse pela boca dele. O cheiro de sexo, de rola, de cu, misturado com o clima do ambiente, entrou pelas minhas narinas e me deixou cego. Eu não via mais nada além daquele buraco engolindo a minha pica.
Mas eu queria dominar completamente. Queria ver a cara dele sendo destruída pelo meu tesão.
Parei a estocada bruscamente. Puxei a rola com um "pop" alto. Meu pau saiu de uma vez, e eu pude ver claramente o rombo que causei naquele cu. O cu do Sam continuava aberto mesmo sem meu pau dentro. Parecia que ele havia perdido a elasticidade e estava completamente frouxo. A visão era magnífica. Aquele cu rosa, lambuzado e aberto por mim e para mim.
Eu me sentei no banquinho baixo de madeira que estava perto do tanque. Eu abri as pernas, a minha pica dura apontada reta para o teto.
— Vem pra cá, caralho. Senta nessa porra — eu bati na minha própria coxa, chamando ele.
O Sam se arrastou de joelhos pelo cimento. Esse puto estava cheio de tesão e vontade. Ele virou de frente para mim, passou uma perna por cima das minhas coxas largas e ficou de cócoras no meu colo. O rosto dele estava coberto de crostas secas da porra que eu gozei na boca dele minutos antes. Ele olhou para a minha rola apontada para cima, depois segurou nos meus ombros. Ele levantou o quadril magro e alinhou a abertura esgarçada do buraco dele exatamente em cima da cabeça larga do meu pau.
E ele desceu.
Dessa vez, eu não empurrei. Eu deixei a gravidade e o peso do próprio corpo dele fazerem o trabalho, só para ter o prazer de assistir a agonia no rosto dele. O Sam trincou os dentes, os músculos da mandíbula saltando. Ele fechou os olhos com tanta força que enrugou a testa, soltando um gemido longo de prazer e alívio enquanto afundava no meu pau.
Eu via a minha rola desaparecendo no rabo dele, centímetro por milímetro, lentamente engolida pelo cu vermelho e arrombado. A pressão era descomunal. O intestino dele abraçava a minha tora descendo pelo tubo, empurrando os órgãos internos dele para dar espaço. Ele foi descendo, descendo, suando frio, até que a barriga dele encostou na minha. Bateu no talo. Ele estava sentado de cócoras em cima de mim, com o fundo da pica roçando na próstata dele, e o meu tamanho inteiro enfiado dentro do corpo pequeno dele, estufando o abdômen dele por dentro.
O Sam abriu os olhos. Estavam vermelhos, vidrados, completamente entregues à dor e ao tesão de estar cheio da minha pica.
E ele começou a cavalgar.
Ele jogou a cabeça para trás e começou a quicar no meu pau. O movimento no começo foi lento. Ele subia, puxando o cu até quase a cabeça da minha glande escapar do anel, e depois despencava com todo o peso do corpo, engolindo a tora inteira numa porrada só de cima para baixo. Puta que pariu. A fricção nessa posição era dez vezes maior.
Eu agarrei a cintura fina dele com as mãos gigantes e resolvi assumir o controle. Quando ele subia, eu ajudava a levantar para a pica sair quase toda. Quando ele descia, eu cravava as unhas nos quadris dele e puxava ele para baixo com brutalidade monstruosa, ao mesmo tempo em que eu dava uma estocada violenta de baixo para cima com o meu próprio quadril.
A porrada dupla era devastadora. O cu dele se esmagava na minha pélvis. "CRAAASH". Eu sentia a rola bater num nervo fundo dele que o fazia gritar histericamente a cada quicada.
A visão era a consagração da minha foda. Aquele corpinho magro, branco como leite, cansado, manchado da minha gozada, rebolando em cima da minha rola escura. O buraco dele se escancarando para cima e depois sumindo ao engolir o pau, o barulho das bundas batendo, o chacoalhar do peito dele.
O interior do rabo dele, tão arrombado e febril, sugava a minha pica a cada subida e descida. A fricção constante do anel do cu dele ordenhava a minha glande, roçando nos nervos, arrastando as paredes do intestino ao longo do tronco da minha rola. O meu sangue começou a correr numa velocidade insana para o saco. As minhas veias pularam. A pressão nos testículos ficou pesada, densa, um aviso de que uma erupção colossal estava a segundos de acontecer.
— Puta merda... caralho... eu vou explodir essa porra toda dentro de você, moleque! — Eu perdi o restinho de humanidade que me sobrava. Eu estava babando, rosnando igual um bicho.
O orgasmo veio forte como um atropelamento. A base do meu pau latejou com uma dor aguda de tanto prazer acumulado.
— Vou enche seu cu de porra! — eu berrei.
Eu travei as minhas duas mãos na bunda do Sam. Apertei as nádegas dele com uma força sádica, esmagando a carne macia entre os meus dedos rústicos para impedir que ele quicasse ou se mexesse. Eu puxei ele para baixo até o limite máximo, enterrando o pau tão fundo que achei que ia rasgar a barriga dele. E comecei a socar curtinho, rápido, furioso, como uma britadeira de baixo para cima dentro do cu dele. Socava, socava, socava, sentindo as paredes dele tremendo.
— TOMA ESSA PORRA! ENGOLE TUDO, SEU FILHO DA PUTA!
Eu dei a última estocada para cima, levantando o meu quadril do banco para cravar a pica o mais fundo possível, travei os músculos da perna e descarreguei.
O primeiro jato rasgou a uretra da minha rola com uma violência infernal, disparando como um tiro de escopeta no fundo mais escuro do intestino do Sam. Eu senti o corpo dele inteiro esticar, travar duro como pedra. Ele jogou a cabeça para trás, a boca escancarada soltou um gemido mudo de puro choque físico, os olhos reviraram nas órbitas até só mostrar o branco.
A minha gozada era monstruosa. O segundo jato inundou as paredes apertadas do cu dele com um líquido fervendo, pesado, espesso demais. O terceiro jato, o quarto... Eu gozava em espasmos dolorosos, bombeando carga atrás de carga de sêmen grosso pra dentro do cu magro dele. O rabo dele estava sendo estufado de porra, preenchendo todos os milímetros de espaço vazio que a minha pica não ocupava.
O meu pau latejava descontroladamente, empurrando o leite quente para o abismo, e eu sentia as contrações involuntárias do esfíncter do Sam ao redor da minha base. O cu dele espasmava, ordenhando a rola com força, chupando o gozo pra dentro como se estivesse bebendo a minha porra direto da fonte.
A quantidade de volume que jorrou das minhas bolas não tinha lógica. Era muita, muita porra. O cu daquele garoto era estreito, não foi feito para armazenar o tanque cheio de um cara do meu tamanho. Mas eu não parei. Eu descarreguei o quinto, o sexto, o sétimo jato pesado, sentindo a barriga dele aquecer contra a minha. Eu sentia o calor do meu sêmen inundando as entranhas dele, borbulhando em volta da cabeça da minha rola presa lá no fundo.
Quando finalmente a pressão na base do meu pau aliviou e as latejadas se transformaram em espasmos de cansaço pós-gozo, a minha pica começou a ceder, amolecendo só um pouco dentro da estufa quente que era o cu do moleque.
O Sam desabou inteiro em cima de mim. O corpo dele perdeu toda a força, os músculos derreteram. O peito magro e ainda sujo de porra dele colou no meu peito forte e largo. Os braços dele caíram soltos para os lados. A respiração do Sam no meu pescoço era um chiado estridente, quebrado, o som de quem foi levado além de todos os limites físicos e mentais. Ele tremia sem parar.
Eu fiquei ali, esparramado no banco de madeira, segurando aquele peso morto em cima de mim. Não senti um pingo de remorso ou carinho. Eu sentia o prazer absoluto, arrogante e egoísta de ter estourado aquele moleque, de ter usado o corpo dele até a última gota de tesão que eu tinha para extrair. Eu venci o desafio. Ele aguentou, mas saiu destruído, do jeito que eu queria.
Respirei fundo, o cheiro forte de sexo e porra impregnando os meus pulmões. Bati forte com a mão grossa nas costas nuas e úmidas do Sam.
— Já deu. Sai de cima — eu ordenei, seco, frio, empurrando os ombros dele para trás.
O Sam piscou devagar, voltando à realidade aos poucos. Ele se apoiou nos meus joelhos e começou a levantar o quadril, puxando o próprio corpo para cima de forma torta, as pernas magras tremendo incontrolavelmente.
A visão da desconexão dos nossos corpos foi a prova cabal do estrago que eu fiz.
Com um barulho de sucção alto, um "SPLOOSH" úmido de desentupidor, o meu pau grosso, agora meio mole, escorregou e saiu do cu dele.
O estrago visual era insano. O orifício do Sam, que antes era uma bolinha apertada e rosada, estava completamente esgarçado. O buraco estava arregalado, um círculo de carne vermelha, inchada, pulsando violentamente na tentativa inútil de se fechar. As pregas dele estavam frouxas, rendidas. O cu do moleque tinha perdido a guerra contra a minha grossura.
E, pior ainda: ele estava estupidamente entupido.
Assim que a minha rola grossa saiu do caminho destapando a saída, a pressão da gravidade agiu. A montanha de porra grossa, branca e leitosa que eu descarreguei no fundo das entranhas dele desceu rasgando pelo canal.
O sêmen jorrou de dentro do buraco arregalado dele. Não escorreu, jorrou mesmo, grosso, empelotado e quente. Caiu como uma cascata branca e pura pelo meio das nádegas dele, lambuzando toda a parte de trás das coxas magras do Sam, e atingiu o chão de cimento duro com um barulho de "SPLAT SPLAT SPLAT" molhado e gostoso. O cu frouxo dele continuava pulsando, e a cada espasmo frouxo, mais porra era expulsa do reto dele, escorrendo como creme de leite derramado pelas pernas trêmulas. O moleque era uma torneira vazando o leite de outro macho.
Eu encarei aquela cena com um sorriso presunçoso no canto da boca. Não me levantei pra ajudar. Peguei a barra da camiseta velha que eu estava usando, passei na cabeça do meu pau limpando o resto de suco do rabo dele e de porra, guardei a rola cansada dentro da cueca, levantei o tactel e abotoei.
— Dá teu jeito aí, puto. Não demora, ou vão achar que você tá querendo mais — eu falei, arrumando a regata, sem olhar para a cara dele.
Eu virei as costas e saí andando. Deixei o Sam ali. Em pé no meio daquela área de serviço, tremendo de fraqueza, com as pernas abertas, o cu latejando de dor e vazando o meu gozo grosso pelo chão de cimento, tentando em vão puxar a cueca sem se lambuzar na minha porra.
Voltei pelo corredor escuro a passos largos. Quando cheguei de volta na garagem, o ar estava abafado. O som da pancadaria na mesa de madeira, os xingamentos, as risadas grossas , tudo continuava na mesma frequência alucinante de antes. Eles fingiam que não tinham notado a nossa ausência. Eles sabiam que eu estraçalhei o moleque no fundo da casa.
— Ô caralho, Alex! O Sam está bem? Demorou demais, porra! — O Tiago falou, os olhos pregados nas cartas dele, rindo alto.
— Eu sou foda, irmão. Aquele rabo nunca mais será o mesmo — respondi com a voz neutra, caminhando até a prateleira. Peguei uma latinha de cerveja, abri. O gás fez "pshhh". A cerveja estava gelada. Eu dei um gole longo. Parecia a melhor bebida do mundo. O meu corpo estava leve, relaxado, drenado de todo aquele tesão monstruoso.
Puxei uma cadeira de plástico vazia, sentei encostado na parede de tijolo e fiquei observando a rodada de truco se desenrolar, cruzando os braços, sorrindo de canto.
Uns quinze minutos depois, a figura do Sam apareceu caminhando pela borda da garagem.
O jeito que ele andava... se você prestasse atenção, era quase cômico. Os passos dele eram curtos, medidos com cuidado extremo. As pernas dele estavam um pouco mais separadas do que o normal ao caminhar. A postura das costas estava muito reta, rígida, o quadril travado. Era a marcha inconfundível de alguém que acabou de ser violentamente arrombado e está morrendo de dor a cada pisada, além da nítida sensação de ter o fundo da cueca cheio de porra.
Ele foi até a ponta da mesa, no canto mais isolado. Puxou a cadeira de plástico com cuidado e sentou devagar. Tão devagar que eu vi o rosto dele dar uma leve contorcida de dor quando as nádegas afundaram no plástico duro, pressionando o cu laceado. Ele colocou os braços sobre a mesa e ficou quieto, olhando pro chão, calado. O rosto dele ainda estava com um leve rubor, e ele mantinha o pescoço abaixado, provavelmente tentando esconder alguma marca avermelhada que deve ter ficado da pressão do boquete monstro que ele pagou.
O Tiago virou um "zap", gritou "Truco" e ganhou a mão do Mateus na mesa. Ninguém olhou pro Sam. Ninguém perguntou se ele tava bem, por que ele demorou ou o que caralhos aconteceu. Eles só sabiam que dessa vez ele achou o dele.
Eu olhava pro Sam encolhido naquela cadeira de plástico vagabunda, tentando agir como um garoto normal num sábado à tarde, e tudo o que passava pela minha cabeça era o segredo escondido sob as roupas dele. Eu sabia que a garganta dele estava latejando, quase fechada, rasgada pelo tamanho bruto do meu pau. Eu sabia que, sob o short de tactel dele, o buraco do cu dele ainda estava escancarado.
E, o mais satisfatório de tudo: eu sabia que a cada respirada que ele dava, a cada vez que o peito magro dele inflava o ar quente da garagem, e a cada micro-movimento que ele tentava fazer naquela cadeira para aliviar a dor, o meu gozo grosso, quente e farto, estava escorrendo devagar das entranhas arrombadas dele, empapando o tecido da cueca e escorrendo no meio das pernas daquele corpinho estraçalhado.
Dei mais um gole na cerveja gelada. E eu não via a hora do próximo sábado chegar pra destruir aquele moleque de novo.

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235374 - Primeira vez com Alex - Categoria: Gays - Votos: 6

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico aprendizdepervertido

Nome do conto:
Sexo e Truco

Codigo do conto:
257138

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
18/03/2026

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