O cancelamento daquele encontro deixou um gosto amargo de rejeição na minha boca. Eu estava no centro, pronto para um motel chique, e o desgraçado me dá um cano de última hora. “Achou coisa melhor”, pensei, sentindo o ego ferido. Mas eu não ia deixar aquele tesão acumulado desperdiçar. Passei na casa da minha tia. Quando cheguei, encontrei meu primo Mateus jogado no sofá-cama da sala, iluminado apenas pela luz da TV que passava algum programa. Ele tinha 19 anos e a cara amarrada de quem não saía de casa. Estava com aquele humor de bosta porque a namorada o largou na semana passada por ele ser “caseiro demais”. Ele estava sem camisa, vestindo só um short de tactel fino, e a primeira coisa que notei foi o tamanho dele esparramado ali. Apesar de magrelo, o Mateus era grande: 1,90m de altura, calçava 44, mãos grandes descansando na barriga. Na minha mente, as proporções dizem tudo. Se ele seguisse o padrão do corpo, ali no meio das pernas teria exatamente o que eu estava precisando para apagar a minha frustração. — A tia saiu? — perguntei já mapeando o terreno. — Vai dormir fora — ele respondeu sem tirar os olhos do celular, a voz desanimada. — Tá com o namorado novo. Sorri por dentro. O cenário era perfeito. — Então vou dormir aqui com você hoje. — Tanto faz — ele deu de ombros, indiferente, o típico adolescente em luto amoroso. O clima estava fresco, mas eu sabia que com muita roupa não haveria jogo, tirei minha roupa de sair e fiquei vestindo apenas uma cueca boxer branca, que marcava perfeitamente minha bunda, e uma camiseta leve. — Chega pra lá, Teusão — falei, empurrando a perna dele de leve para abrir espaço. Sentei bem do lado dele, perto o suficiente para o calor do meu corpo encostar na pele do braço dele. O Mateus continuava hipnotizado pela tela do celular, mas eu percebi que a respiração dele deu uma leve travada quando a minha perna nua encostou na coxa dele. Ele era o típico cara comum: se eu fosse direto ao ponto, a moralidade dele ia apitar, a culpa de “estar com um cara” ia travar o jogo. O segredo com caras assim é cozinhar em fogo lento até a biologia falar mais alto que o cérebro. — Tá ruim ainda por causa da Júlia? — perguntei, adotando um tom de voz manso, de primo compreensivo. Ele suspirou, travando a tela do celular e largando o aparelho no peito. — É foda. A mina me larga porque eu sou muito quieto? — Ela é idiota — eu respondi prontamente. Girei o meu corpo no sofá, ficando de frente para ele, e dobrei uma perna, encostando o meu joelho diretamente na lateral da coxa grossa dele. — Você é um cara foda, bonitão. Qualquer uma queria estar no lugar dela. Para dar peso às minhas palavras, levantei a mão e pousei no ombro nu dele. Fiz um leve movimento de massagem. A pele dele era quente e os músculos estavam tensos como pedra. O Mateus fechou os olhos e soltou um suspiro pesado, rendendo-se ao toque. Ele estava carente. Ele só queria que alguém prestasse atenção nele. Deslizei a minha mão do ombro para o peitoral dele, e depois desci até o abdômen contraído. — Cê tá tenso demais, cara... relaxa um pouco — eu sussurrei. Ele não me afastou. A carência emocional o cegou para as minhas intenções. Fui descendo a mão devagar, fazendo movimentos circulares na barriga dele, cada vez mais perto do cós do short de tactel. A minha outra mão repousava na coxa dele, fazendo uma leve pressão. O silêncio na sala ficou denso. A respiração do Mateus começou a mudar. Já não era o suspiro de tristeza, era uma respiração curta, contida. Foi então que o instinto dele tomou o controle. Sentindo o toque suave da minha mão na barriga e o calor da minha perna colada na dele, o corpo do Mateus reagiu de forma automática. O volume sob o tecido fino do short dele começou a crescer, enrijecendo rapidamente. Ele arregalou os olhos, subitamente consciente do que estava acontecendo, e tentou se encolher, dobrando o quadril para disfarçar a ereção. — Vou... dormir... — ele gaguejou, a voz falhando de vergonha, tentando puxar a almofada para cobrir o colo. Mas eu fui mais rápido. Antes que ele pudesse se esconder, eu movi a minha mão da barriga dele e pousei a palma inteira, com firmeza, exatamente em cima da ereção que pulsava debaixo do pano. Ele arfou, o corpo inteiro travando num choque elétrico. Ele tentou afastar a minha mão, mas os dedos dele seguraram os meus sem força real. A vergonha lutava contra o tesão, e o tesão estava ganhando. — Não precisa esconder de mim, Mateus... — eu murmurei, me inclinando sobre ele, sentindo a grossura absurda daquele pau latejando contra a minha palma. Apertei a base por cima do tecido, e ele soltou um gemido mudo, jogando a cabeça para trás. — Eu falei pra você relaxar. Eu vou te ajudar a esquecer ela. O Mateus resolveu fechar os olhos. Ele parou de lutar contra a minha mão. Era a permissão silenciosa que eu precisava. O cérebro dele encontrou uma desculpa: ele estava triste, eu estava ali, era só para “relaxar”. Sem dar espaço para ele contestar ou mudar de ideia, eu subi de joelhos no sofá-cama, ficando sobre ele. Segurei o elástico do short e da cueca dele ao mesmo tempo. Ele não ajudou, mas os braços dele caíram inertes ao lado do corpo. Puxei tudo para baixo de uma vez, expondo o prêmio. Quando o pau dele saltou para fora, o impacto foi seco. A pica bateu com força contra a barriga dele, fazendo aquele som de carne no abdômen que eu tanto conhecia. Meus olhos brilharam. O pau dele era perfeito. Tinha uns 19 centímetros, uma cor clara que denunciava o quanto ele era caseiro, e era nitidamente envergado para cima. O que mais me deixou louco foi o formato: a cabeça era fina, desenhada, mas o tronco ia ganhando uma grossura absurda conforme chegava à base. Era um pau gostoso, cheio de veias que já estavam começando a saltar e latejar no ar fresco da sala. O cheiro era de pele limpa, mas o calor que exalava daquela rola era inebriante. Eu não perdi um segundo. Sabia que se desse tempo para ele pensar, a culpa ia bater. Eu precisava enfiar o tesão garganta abaixo dele. Abaixei a cabeça e o aboquei de uma vez, sem dó. Não foi um boquete de filme, foi uma foda oral agressiva. Enfiei a boca até o talo, sentindo a cabeça fina dele raspar lá no fundo da minha garganta. Eu queria que ele sentisse o aperto, queria que ele entendesse que, apesar de eu ser menor, era eu quem estava ditando o ritmo. O Mateus soltou o celular no sofá, o aparelho caiu de lado, esquecido. As mãos dele, aquelas mãos enormes de quem calça 44, finalmente se moveram. Ele agarrou o meu cabelo com uma força bruta, os dedos se perdendo entre os meus fios, e começou a empurrar a minha cabeça para baixo. Ele não estava mais resistindo; ele estava ordenando. O pau dele pulsava dentro da minha boca, cada vez mais duro e grosso, e eu sentia o sabor salgado do pré-gozo começando a vazar. Eu levei ele ao limite do choque. Quando tirei a boca, o pau dele brilhava na penumbra da sala, completamente banhado pela minha saliva, latejando como se tivesse vida própria. Aproveitei o torpor dele, chutei minha camiseta e cueca para longe e montei. Posicionei a entrada do meu cu exatamente na ponta daquela cabeça fina e envergada. Eu sentia o calor da glande dele cutucando a minha entrada, pedindo passagem. — Sam... espera... a gente não pode... — ele sussurrou, a voz toda fodida e falha, os olhos perdidos no teto. — Cala a boca, Mateus — eu respondi, olhando no fundo dos olhos dele. — Você quer. Eu sei que você quer. Eu não dei tempo para ele processar a frase. Sentei de uma vez. O barulho foi um “SPLOOSH” úmido e pesado que ecoou na sala silenciosa. A cabeça fina do pau dele abriu caminho como uma broca, mas quando a grossura da base chegou, eu senti o meu cu esticar no limite. Era uma sensação deliciosa de preenchimento. A envergadura do pau dele parecia ter sido feita sob medida para me arrombar; ela batia direto na minha próstata a cada milímetro que eu descia. O Mateus deu um solavanco, as costas dele arquearam no sofá-cama e ele soltou um arquejo de puro prazer. Ele estava atolado em mim até os pentelhos. O ponto de não retorno tinha ficado para trás. Eu comecei a rebolar devagar, um movimento circular e pesado, sentindo aquela tora envergada moer as minhas paredes internas. O controle era meu. Eu via as mãos dele cravadas no estofado do sofá, os nós dos dedos brancos de tanta força. — Tá gostando, Mateus? — perguntei, deixando a minha voz sair bem rouca, roçando a minha boca na orelha dele. Ele não respondeu de primeira, apenas soltou um rosnado abafado, fechando os olhos com força, como se tentasse lutar contra a própria ereção que me invadia. — Responde, porra... tá gostando de sentir o seu pau arrombando meu cuzinho? — insisti, dando uma quicada violenta que fez ele gemer alto. — Sim... caralho, sim! — ele finalmente gritou, a voz carregada de uma mistura de prazer e rendição total. O “sim” do Mateus foi como o som de uma fechadura pesada se abrindo, destrancando algo primitivo que ele guardava a sete chaves. O guri estava completamente entregue, rendido pela própria biologia. Eu percebi que apenas rebolar não seria suficiente para destruir a sanidade dele. Eu parei o movimento circular, mudei a estratégia e me ajeitei no colo dele. Apoiei minhas mãos nos ombros dele, sentindo a firmeza daqueles músculos densos de quem batia um bolão todo fim de semana e puxava ferro na academia. Ele era uma rocha. E eu ia quebrar essa rocha. Não era mais um movimento qualquer; eu levantei o quadril, agachei e comecei a quicar com toda a força que minhas coxas finas permitiam. Eu deixava a gravidade e o meu próprio peso puxarem o meu cu direto para o fundo daquela rola nitidamente envergada. O pau do Mateus era um espetáculo à parte sob essa perspectiva de cima. Cada vez que eu subia, esticando o meu corpo até quase a ponta escapar, eu via a glande dele — aquela cabeça fina, esculpida e rosada, brilhando, coberta de uma mistura espessa da minha saliva com a lubrificação transparente dele — apontando para o alto como uma estaca pronta para me preencher completamente. E quando eu despencava, era um verdadeiro alargamento interno. O formato daquela pica, que ia ganhando uma grossura absurda e cheia de veias saltadas conforme chegava à base, forçava as minhas pregas a um limite quase doloroso. Eu sentia o meu anel de carne — que ainda guardava a memória latejante e a frouxidão da surra que levou da tora do Alex no sábado anterior — se esticando ao máximo, cedendo na marra e moldando-se milímetro a milímetro àquela grossura desproporcional do meu primo. O Mateus não conseguia mais ficar parado. A postura de “primo pacato” tinha evaporado. Ele largou o celular de vez, deixando o aparelho cair no chão da sala, e as mãos grandes dele, ásperas e pesadas, agora apertavam as minhas coxas com um desespero cego. Os dedos grossos quase se encontravam na parte de trás das minhas pernas, apertando a minha carne com tanta força que eu sabia que os hematomas ficariam ali por dias. Ele começou a dar impulsos violentos para cima com o próprio quadril, encontrando o meu cu no meio do caminho com uma agressividade bruta que ele provavelmente nem sabia que tinha dentro de si. — Puta que pariu, Sam... puta que o pariu... — ele gemia ininterruptamente, a voz saindo num sopro rouco e rasgado, os olhos escuros completamente vidrados no movimento frenético da minha bunda branca subindo e descendo no pau grande e latejante dele. O contraste visual era um absurdo estético. A minha pele clara, quase pálida, contra a pele morena e os pelos do abdômen dele. Eu olhava para baixo e via a pele do pau dele sendo esticada, as veias grossas latejando a cada impacto de choque entre os nossos corpos. Eu sentia o meu interior sendo literalmente arrombado pela envergadura monstruosa dele, que batia no meu fundo com uma precisão cirúrgica a cada descida. Parecia que ele estava cutucando o botão de ligar do meu cérebro. O meu cu estava pegando fogo de tanto atrito, maravilhosamente lubrificado por uma mistura abundante da saliva que usei no boquete e do pré-gozo que ele já começava a verter em quantidades industriais. Cada quicada era acompanhada por um som alto, molhado e obsceno, um “clap-slurp, clap-slurp” que preenchia a sala de estar silenciosa da minha tia. Eu via o meu buraco engolindo aquela tora clara brutalmente, as pregas virando completamente para dentro quando a base grossa entrava, e estufando inchadas para fora quando a cabeça fina subia, completamente dominadas pelo volume do Mateus. Ele estava adorando aquele poder. Ele estava sentindo, pela primeira vez na vida dele, o que era ter um corpo totalmente submisso como o meu à mercê do seu instinto mais primitivo. — Isso, Mateus... me usa, sou seu... usa o meu buraco... sente como eu tô apertadinho e quente pra engolir essa tua rola torta — eu sussurrava maliciosamente, mordendo o lóbulo da orelha dele. Ele respondia apertando ainda mais o meu quadril, as unhas curtas dele cravando e deixando meias-luas vermelhas marcadas na minha cintura. O cara estava num transe absoluto. Parei o movimento de quicar bruscamente, deixando ele no vácuo do prazer. Levantei de uma vez, saindo de cima dele com um estalo úmido e alto, um “pop” que ecoou no silêncio. Fiquei de pé por um segundo e vi a rola dele ali, solta, apontada dura para o teto, latejando freneticamente e pingando fluídos no estofado. O Mateus continuou sentado no sofá, o peito largo subindo e descendo rápido, ainda meio zonzo pela interrupção. Mas eu não ia dar descanso. Ajoelhei-me no chão de cimento frio, bem no meio das pernas abertas dele. O cheiro era de sexo. Agarrei a base do pau dele com uma mão, sentindo o pulsar forte do sangue, e comecei a chupar. Usei absolutamente toda a minha experiência de puto. Fiz uma garganta profunda perfeita, engolindo aqueles 19 centímetros de uma vez, sentindo a ponta fina bater no fundo do meu esôfago, o que fez os olhos do Mateus revirarem nas órbitas. Eu queria que ele sentisse o calor apertado e úmido da minha boca envolvendo cada milímetro e cada veia daquela grossura. O Mateus gemia alto agora, sem nenhuma inibição, a cabeça jogada totalmente para trás no encosto do sofá, as mãos agarrando o próprio short num espasmo de tesão. Não demorou muito para o bicho acordar e querer assumir o controle. Mateus levantou num ímpeto, as pernas de 1,90m parecendo colunas de sustentação. Ele ficou em pé na minha frente, gigantesco, e sem pedir licença ou desculpa, segurou os dois lados da minha cabeça com aquelas mãos gigantes e começou a meter na minha boca. Era uma foda oral bruta, impiedosa. Ele não estava sendo guiado, ele estava guiando. Ele jogava o quadril pesado para frente, enfiando aquela cabeça fina direto e sem dó na minha garganta, esmagando a minha língua, me fazendo engasgar, tossir e lacrimejar incontrolavelmente. A cada estocada, a base grossa dele batia no meu nariz e esmagava meus lábios contra os meus dentes. Eu adorava aquela sensação de impotência planejada. Ele achava que estava no comando. Ele precisava achar isso para liberar o monstro. Em seguida, eu me joguei de costas no sofá-cama de cabeça para baixo, com o pescoço e a cabeça pendurados para fora do assento, olhando o teto de ponta-cabeça. O sangue desceu todo para o meu rosto na mesma hora. O Mateus não hesitou. Ele se posicionou exatamente em cima do meu rosto invertido, e continuou o trabalho. O ângulo era bizarro, obsceno. A gravidade jogava a favor dele, ajudando o pau envergado a descer ainda mais fundo, ultrapassando os limites da minha traqueia. Ele socava a minha boca escancarada com um ritmo frenético e furioso, o barulho da saliva espumando misturado com os gritos abafados dele. As bolas grandes e pesadas dele, carregadas de leite, batiam com força no meu queixo a cada enfiada: “clap, clap, clap”. Eu sentia que ele estava chegando no limite. O pau dele estava tão duro, tão entumescido de sangue, que parecia que o couro ia rasgar a qualquer segundo. Ele começou a respirar pela boca, os músculos do abdômen travaram. Quando senti que as bolas dele encolheram e subiram, um sinal claro de que ele ia descarregar o primeiro jato no fundo da minha garganta, eu parei o show. Com um movimento seco e rápido, eu me joguei para o lado, tirando o pau da boca de uma vez só com um barulho de “plop”. O Mateus quase caiu para frente com o impulso perdido. Eu me sentei no sofá, limpei a baba grossa que escorria do meu queixo com as costas da mão e dei um sorriso cínico, diabólico. O Mateus ficou ali, paralisado de pé na minha frente, ofegante, com o pau brilhante pingando o pré-gozo na frente do meu rosto. Ele estava quase louco de frustração, os dentes trincados, os punhos fechados. — Boquete é só aperitivo. Agora você vai me comer de verdade, seu gostoso — eu ordenei, a voz fria e carregada de malícia. Fiquei de quatro no meio do sofá-cama. Arqueei bem a coluna e empinei a bunda o mais alto que consegui, deixando o meu buraco totalmente esgarçado, vermelho e escorrendo os fluidos do nosso sexo animal, bem na linha de visão dele. O Mateus subiu no sofá e veio por trás, ajoelhando-se. Mas ele hesitou. Ele era diferente dos brutamontes da garagem que eu costumava pegar. Ele era carinhoso por natureza, meio inexperiente com aquele nível de devassidão. Ele encostou a ponta fina do pau na minha entrada, sentiu o cu ceder facilmente, e empurrou para dentro devagar, com um cuidado que quase me irritou. Ele estava segurando a minha cintura com delicadeza, dando estocadas curtas e lentas, tentando não me machucar, como se eu não tivesse encarado picas maiores que a dele. — Vai, Mateus... mete forte? Eu quero que você me arrebenta, caralho — eu falei em voz alta, jogando a minha bunda para trás com agressividade contra o pau dele, forçando a rola a entrar inteira até as bolas dele baterem em mim. — Mete forte. Mete como homem. Eu quero sentir essa pica gostosa roçando meu estômago! Percebendo que palavras não bastavam, eu peguei uma daquelas mãos imensas dele, puxei com força e levei direto até a minha própria bunda, forçando o braço dele a pegar impulso. Eu fiz ele me dar um tapa estalado. O barulho seco da palma rústica dele explodindo contra a minha bunda branca ecoou assustadoramente pela sala. Uma marca vermelha instantânea floresceu na minha pele. — Me bate, porra! Mete forte! Me arromba! Fode o meu cu com vontade! — eu gritava, olhando para ele por cima do ombro, tentando de todas as formas despertar o bicho enjaulado dentro dele. E funcionou. Aos poucos, os olhos do Mateus mudaram. A névoa da moralidade sumiu, substituída por pura luxúria injetada de sangue. O ritmo dele mudou de “fofo” e hesitante para algo massivo, constante e aterradoramente profundo. Eu fui ensinando passo a passo como eu gostava de ser fodido: mostrava como as minhas pregas vermelhas reagiam e se contorciam quando ele girava o quadril de lado; como o meu cu frouxo sugava a rola grossa dele num vácuo perfeito quando ele tirava quase tudo e deixava só a cabecinha fina presa no anel. Eu estava treinando o meu próprio primo para ser um macho alfa, um estuprador consensual. Eu gemia alto, rasgado, incentivando cada estocada violenta que me empurrava para frente no sofá. Ele começou a agarrar o meu quadril com tanta força, enterrando os polegares na minha carne, que eu sabia que ia acordar cheio de manchas roxas no dia seguinte. Ele estava metendo fundo com força. A envergadura curva do pau dele raspava impiedosamente em lugares lá no alto do meu reto que o Alex, mesmo com toda aquela força bruta e tamanho, não tinha alcançado. O Mateus tinha uma técnica natural foda, ele era detalhista até na hora de meter. Ele sentia o exato momento em que o meu cu apertava de prazer e respondia na mesma hora com uma estocada firme. Eu sentia o meu cu latejando, queimando, completamente aberto e arreganhado por ele, recebendo cada investida com uma dor e um prazer tão misturados que me faziam perder os sentidos, deixando a minha visão embaçada. O Mateus não aguentou muito tempo naquele ritmo de foda de presídio. O acúmulo de tesão da semana inteira, a profunda frustração do boquete interrompido minutos antes, a humilhação do tapa e a visão sádica da minha bunda branca sendo violentamente massacrada pela pica dele foram demais para a mente de um garoto de 19 anos. Ele soltou um grito rouco, visceral, um urro de bicho que estava perdendo completamente as rédeas do próprio corpo, e começou a meter com uma velocidade insana, desesperada. Ele não tirava mais o pau de dentro de mim, ele apenas socava a base grossa contra o meu cu esgarçado, vibrando a pélvis como uma britadeira. O gozo dele veio como uma explosão em cadeia. Eu arregalei os olhos quando senti o primeiro jato bater lá no fundo das minhas entranhas. Foi um calor absurdo, uma pressão densa que pareceu queimar as paredes do meu intestino. Ele continuou descarregando, o corpo grande e pesado dele tremendo todo em cima de mim, soluçando a cada bomba de esperma que ele jogava dentro do meu corpo. Quando a musculatura dele finalmente parou de espasmar e ele, puxando o fôlego, arrancou o pau grosso para fora de uma vez só, a pressão foi um absurdo. A quantidade de porra que ele jogou lá dentro era tanta que, com a frouxidão do meu cu arrombado, ela literalmente explodiu para fora assim que o “tampão” saiu. Foi um barulho de “splat” violento caindo direto no estofado claro do sofá. O leite dele, grosso e quente, escorria em abundância pelo vão da minha bunda, sujando minhas coxas, a prova irrefutável do estrago que ele tinha acabado de fazer no meu corpo. Ele desabou ao meu lado, as molas do sofá-cama rangendo sob o peso dele. O peito dele subia e descia numa velocidade absurda, completamente drenado de forças. O pau dele, melecado da mistura do próprio sêmen com a lubrificação do meu cu, foi rapidamente perdendo o sangue, ficando meio mole, balançando fraco encostado na coxa dele. Mas eu ainda não estava satisfeito. A noite não acabava no primeiro tiro. Eu queria esvaziar o Mateus até ele não ter mais sequer uma gota de porra. Arrastando-me de joelhos pelo colchão do sofá-cama, sentindo a umidade fria da porra no Mateus nas minhas pernas, eu fui até o meio das coxas abertas dele. A pica do Mateus repousava ali. Mesmo murcha e drenada do primeiro gozo violento, ela continuava espessa, uma massa de carne pesada que balançava frouxa contra o saco, completamente lambuzada da mistura da lubrificação do meu cu arrombado com a porra que vazava dele. Eu me curvei sobre ele e passei a língua lentamente pela cabeça mole. O Mateus sentiu o choque térmico. Ele continuava de olhos fechados, o peito largo subindo e descendo devagar, e tentou protestar. Ele empurrou a minha cabeça de leve, os dedos sem força. — Sam... chega, porra... — ele murmurou, a voz embargada, arrastada pelo sono e pela exaustão física. — Shhh. Fica quieto, Mateus. Eu decido quando a gente termina — eu sussurrei de volta, afastando a mão enorme dele com um tapa leve no dorso, reassumindo o meu lugar entre as pernas dele. Eu não ia parar. A exaustão dele era o meu parque de diversões. Aquilo era sobre o meu controle absoluto sobre a biologia de um cara gigante. Eu queria olhar para aquele pau derrotado e forçá-lo a reviver, centímetro por centímetro, só pelo comando da minha boca. Comecei o trabalho de limpeza com lambidas incrivelmente extensas e demoradas. Eu colocava a língua plana, arrastando-a desde a base grossa, passando pelo tronco flácido, até lamber o buraquinho da uretra. O gosto salgado e almiscarado, misturado ao cheiro de látex natural e suor, era um troféu na minha língua. A pele clara do pau dele era macia nessa fase, fácil de manipular. Eu sentia cada veia murcha sob os meus lábios. Quando a rola ficou limpa e brilhante apenas com a minha saliva, eu acionei a primeira técnica. Foquei a ponta fina da minha língua exatamente no freio da glande — o nervo mais sensível, que agora, pós-gozo, devia estar latejando como um fio desencapado. Eu dava pequenas e rápidas estocadas com a língua ali, como agulhadas elétricas de prazer. A reação foi instantânea. O corpo do Mateus deu um espasmo. Os dedos dos pés dele, que pendiam para fora do sofá, se encolheram violentamente, curvando-se para baixo como garras. Ele soltou um chiado entre os dentes, a respiração que antes era lenta e pesada começou a ficar curta e irregular. — Puta merda... Sam... — ele ofegou, a cabeça jogando de um lado para o outro no travesseiro. Eu sorri contra a pele dele. Desci a boca e deixei a rola de lado por um momento, focando nas bolas grandes e pesadas. O saco dele estava enrugado e quente. Eu peguei as duas esferas pesadas, coloquei-as inteiras dentro da boca ao mesmo tempo e comecei a banhá-las com saliva quente. Eu as chupava como se fossem doces, puxando a pele solta de leve com os dentes, fazendo um biquinho apertado e criando um vácuo suave. Com a mão livre, eu massageava a área entre o saco e o cu dele, apertando o períneo. Foi aí que a mágica começou a acontecer. O cansaço do Mateus começou a perder a guerra para a luxúria instintiva. Eu vi o exato momento em que o pau dele, teimoso e orgulhoso, começou a despertar. A cabeça rosada, que antes estava encolhida, começou a inchar e ganhar cor, ficando de um vermelho vivo. O sangue começou a ser bombeado de volta, contrariando a vontade da mente dele. Eu voltei para o tronco. Envolvi a carne que começava a engrossar com os lábios bem apertados, escondendo os dentes, e comecei a fazer um movimento de torção. Eu girava a minha cabeça e os meus lábios em volta da pele dele enquanto subia e descia, ordenhando o sangue para a ponta. O Mateus não conseguia mais ficar parado. Os calcanhares dele começaram a raspar freneticamente contra o lençol do sofá-cama, tentando encontrar um apoio. As coxas grossas e peludas dele tremiam, os músculos contraindo em espasmos incontroláveis. As mãos enormes dele tatearam o ar, cegas de tesão, até agarrarem o estofado do sofá, cravando as unhas curtas no tecido com tanta força que os nós dos dedos ficaram completamente brancos. Eu sentia a pica crescendo e ficando rígida de novo na minha boca quente. A carne ia expandindo, latejando contra a minha língua, centímetro por centímetro. As veias calibrosas tornaram a saltar, mapeando o tronco esbranquiçado como cordas esticadas. A envergadura natural dele voltou a se formar, e logo aquela tora de 19 centímetros estava mais uma vez apontada ameaçadora para o teto, dura como um pedaço de ferro, batendo no meu nariz. Era hora de enlouquecer esse filho da puta de vez. Eu passei para a garganta profunda. Mas eu não ia apenas engolir. Eu alinhei aquela rola envergada com o fundo da minha traqueia e desci a cabeça de uma vez, até as bolas dele baterem no meu queixo. Travei ali no fundo. Eu não me mexi. Fiquei engasgado propositalmente com a pica latejando no meu esôfago, apertando a garganta e forçando as bochechas para dentro, criando um vácuo demoníaco e ensurdecedor. O barulho de sucção era obsceno, um “schloooop” contínuo e abafado. O Mateus enlouqueceu. O controle foi pro espaço. O quadril dele saiu completamente do colchão, arqueando a coluna no ar num movimento cego, empurrando o pau ainda mais fundo na minha garganta por puro reflexo. Ele começou a se contorcer como se estivesse levando choques elétricos no estômago. — Caralho! Eu vou gozar! Eu vou gozar de novo! — ele berrou, a voz fina de desespero. Eu tirei com um estalo alto, o pau saltando para fora da minha boca pintado de saliva brilhante. Mas em vez de deixar ele gozar, eu simplesmente parei. Fiquei parado, olhando para a cara dele. O Mateus abriu os olhos, vermelhos, lacrimejando e arregalados de agonia. O peito dele arfava violentamente. O pau dele tremia sozinho no ar, pingando uma gota grossa de pré-gozo da fenda da glande. Deixei ele sofrer na beira do abismo por dez segundos torturantes. Quando ele abriu a boca para implorar, eu ataquei de novo. Mergulhei o rosto na virilha dele, usando uma mão para apertar e estrangular a base da rola, mantendo o sangue preso lá em cima, enquanto a minha boca martelava a cabeça fina e envergada com velocidade e violência. O tesão voltou com a força de um furacão, uma segunda onda que era infinitamente mais densa e poderosa que a primeira. O corpo gigantesco de 1,90m enrijeceu no sofá como se tivesse virado uma tábua de concreto. Ele travou a respiração, os dentes trincaram até estalar. As mãos que antes seguravam o sofá voaram para o meu cabelo, agarrando os fios na nuca, não para me afastar, mas para puxar o meu crânio violentamente contra a bacia dele, buscando a penetração oral máxima. O gozo veio. E veio para destruir. A pica dele latejou tão forte que eu achei que a veia principal ia explodir na minha boca. O primeiro jato atirou direto e seco contra a parede do fundo da minha garganta. Foi um tiro pesado. Um sêmen farto, absurdamente espesso — muito mais grosso que o da primeira vez —, salgado e fervendo. O Mateus soluçava a cada contração do quadril, despejando bomba atrás de bomba de leite no meu esôfago. Eu não recuei. Eu engoli tudo com gosto, com orgulho da minha obra de arte, sentindo a grossura do líquido descer rasgando pela minha garganta. Quando o último espasmo fraco sacudiu o corpo dele, deixei apenas um fino fio brilhante escorrer pelo canto dos meus lábios, pingando lentamente no meu queixo, enquanto ele desabava, agora de verdade, completamente arruinado por mim. — Você é um demônio, Sam... um filho da puta de um demônio... — ele sussurrou, a voz não passando de um fio rouco, rasgado e quase inaudível, arranhando a garganta seca. O Mateus estava com a cabeça pesada jogada para trás no encosto do sofá, o pomo de adão subindo e descendo devagar enquanto ele tentava desesperadamente puxar oxigênio para os pulmões em chamas. Ele olhava cegamente para o teto descascado da sala da minha tia, os olhos escuros completamente desfocados, como se não conseguisse processar ou acreditar na devassidão do que estava vivendo. O peito magro e definido dele subia e descia num ritmo frenético, coberto por uma fina e pegajosa camada de suor brilhante. Aquela umidade refletia a luz amarelada e fraca do poste da rua, que entrava cortada pelas frestas da persiana e desenhava listras de sombra no corpo gigantesco dele. Mas o meu show particular, a minha obra de arte de destruição mental e submissão física, ainda tinha um último ato minuciosamente planejado. Após essa segunda gozada intensa e jorrada diretamente na minha boca, a biologia dele cobrou o preço. O pau dele não conseguiu ficar totalmente duro e latejante de novo, mas se recusou a murchar. Ele permaneceu naquele estado letárgico, uma semi-ereção grossa, pesada e estupidamente borrachuda. Era uma massa de carne densa e esponjosa, inchada pelo excesso de sangue e atrito. Para quem entende do assunto, aquele é o estado perfeito: uma ferramenta calibrosa que, com o jeitinho e a malícia certos, entra em absolutamente qualquer lugar, moldando-se ao buraco sem encontrar resistência, preenchendo os espaços com uma maciez que a rola dura não tem. E o meu cu, que a essa altura já estava absurdamente arrombado, dormente, macio e frouxo pelo massacre violento anterior, aceitaria qualquer coisa que viesse dele sem o menor esforço. Limpei o canto da boca babada com as costas da mão, sentindo o cheiro forte da porra dele impregnado na minha própria pele. Arrastei-me de joelhos pelo estofado manchado e úmido e puxei o Mateus pelos braços pesados e exaustos. Ele não ofereceu resistência. Parecia um boneco de pano nas minhas mãos, um gigante de argila que eu estava moldando. Eu o posicionei sentado de novo, as costas largas e suadas dele escoradas no braço macio do sofá. Em seguida, eu me deitei de costas bem na frente dele, afundando no meio do colchão bagunçado. Levantei as minhas pernas nuas para o ar, dobrei os joelhos e apoiei as solas dos meus pés diretamente contra a pele quente do peitoral definido dele. Com as minhas duas mãos, alcancei a minha própria bunda. Afundei os dedos na minha pele clara e puxei as nádegas com força para os lados, escancarando os meus glúteos ao limite máximo. Eu me posicionei na humilhante, vulnerável e deliciosa posição de frango assado. O meu buraco ficou totalmente exposto sob o olhar cansado e injetado de sangue dele. A visão que ele tinha dali de cima devia ser o retrato emoldurado da devassidão absoluta: a minha entrada, que outrora era apenas um ponto estreito, estava arregalada, formando um círculo explícito de carne vermelha e severamente inchada. As minhas pregas, completamente frouxas e rendidas, ainda babavam uma mistura espessa de saliva com a porra abundante que ele tinha gozado lá dentro mais cedo. Aquele líquido branco, viscoso e perolado borbulhava devagarzinho para fora do meu anel esgarçado e escorria pelo vão da minha bunda, brilhando na penumbra da sala como um néctar proibido. Eu estava com o rabo descaradamente apontado bem para o meio da cara dele. Era um convite pervertido explícito e, para um cara no estado dele, completamente irrecusável. Ele entendeu o recado perfeitamente. Os olhos escuros do Mateus desceram das minhas pernas levantadas direto para a minha fenda aberta e latejante. Eu vi a respiração dele falhar, o peito travar por um segundo. A luxúria é uma doença incurável. Movido por um instinto que ele não conseguia mais controlar, ele puxou o próprio quadril pesado para frente, escorregando o traseiro no tecido do sofá, aproximando-se de mim. Ele segurou a meia-bomba grossa e pesada com uma das mãos enormes, guiando a cabeça arredondada e lambuzada até encostá-la na minha entrada aberta. Ele deslizou para dentro. Bem devagar. O som que o atrito fez foi um "squelch" longo, incrivelmente úmido e obsceno, ecoando alto na sala silenciosa. O pau dele, que ficava ainda mais calibroso, largo e cilíndrico quando não estava cem por cento rígido, funcionou como um êmbolo de borracha perfeito. Ele deslizou para dentro das minhas paredes internas que já estavam praticamente alagadas, uma verdadeira piscina escorregadia de porra morna e fluidos corporais. O Mateus começou a meter com uma calma profunda, reverente, quase solene. A mandíbula dele estava relaxada, os olhos vidrados e fixos na conexão grotesca e linda dos nossos corpos. Não era a pressa desesperada, raivosa e destrutiva da primeira foda contra a parede; era uma exploração lenta, exausta e assustadoramente minuciosa das minhas entranhas. Era assim que ele estava acostumado a foder. Dessa vez eu ia deixar ele fazer do jeito dele. Ele ia com a rola até o talo, empurrando a poça do meu próprio sêmen misturado ao dele ainda mais para o fundo do meu reto, espremendo aquele pau borrachudo lá dentro até a base cheia de veias dele bater com um baque surdo contra as minhas nádegas abertas. Eu sentia a resistência mole e esponjosa do meu interior sendo obrigada a abraçar a carne dele em toda a sua circunferência. E então, ele voltava devagar, repuxando o meu anel esgarçado para fora, arrastando as paredes do meu intestino num atrito suave, denso e enlouquecedor. A visão para ele devia ser uma mistura inebriante de contraste e humilhação: as minhas panturrilhas brancas, lisas, finas e delicadas apoiadas firmemente no peitoral definido dele, contrastando de forma violenta com o corpo moreno, alto, esguio daquele macho de 1,90m. Ele via o meu buraco frouxo pulsando preguiçosamente, os músculos exaustos e fadigados tentando em vão se fechar ao redor daquela tora meia-bomba que entrava e saía, repuxando fios pegajosos de esperma a cada estocada, criando uma teia branca entre a pica dele e o meu cu. Para mim, deitado ali de costas, completamente vulnerável era uma delícia indescritível. Eu sentia a pressão densa e massiva daquela carne preenchendo cada nervo desgastado e sensível do meu reto, roçando na minha próstata com uma maciez pesada que a rola de pedra de antes não conseguia alcançar. O atrito borrachudo me dava espasmos internos de puro prazer. Para finalizar, eu resolvi mudar a dinâmica e encerrar a noite. Tirei as solas dos meus pés do peito dele e desci as pernas devagar, esticando os joelhos. Me estiquei inteiro no colchão úmido e bagunçado do sofá-cama, abrindo os braços e o peito para ele. O Mateus, entendendo o movimento instintivamente, e provavelmente grato por poder deitar, jogou o tronco enorme para frente. Ele desabou por cima de mim, me esmagando contra as molas velhas do sofá. Ficamos na posição tradicional do papai e mamãe. O peitoral definido dele esmagava os meus com força; o abdômen duro e contraído dele roçava no meu; o coração acelerado e exausto dele batia forte como um tambor de guerra enlouquecido contra a minha caixa torácica, transmitindo a exaustão física e mental dele direto para os meus ossos. O Mateus estava sem forças até nas juntas dos braços, que repousavam totalmente frouxos e inertes ao lado da minha cabeça, o rosto enterrado no colchão ao lado da minha orelha. Mas o pau dele... o pau dele, de forma insistente, instintiva e puramente animalesca, continuava trabalhando lá dentro. Ele dava metidas curtas, mas incrivelmente e perigosamente fundas, num ritmo lento, compassado, repetitivo como o balanço ininterrupto de um pêndulo. Era uma dança hipnótica de quem está operando apenas no subconsciente. Ficamos agarrados assim por um tempo que pareceu eterno, perdidos num limbo escuro de luxúria e cansaço extremo. O silêncio sepulcral e abafado da casa vazia da minha tia era quebrado apenas pelo som pesado das nossas respirações ofegantes se cruzando, pelo ranger fraco das molas de ferro sob as nossas costas, e pelo estalo molhado, preguiçoso e contínuo da carne úmida da bacia dele batendo contra as minhas nádegas lambuzadas: chap... chap... chap... Eu sentia um carinho genuíno nele agora. Um cuidado que transcendia o tesão bruto. O Mateus enterrou o rosto no vão do meu pescoço, respirando o meu cheiro. O jeito que ele me abraçava forte por baixo, as mãos enormes cruzadas nas minhas costas, buscando o meu calor e a minha proteção enquanto me comia fundo no escuro, era algo único. Era uma energia que eu não sentia, e sinceramente nem buscava. O Alex e os caras do time queriam apenas me usar como uma boneca inflável, um depósito de porra pra descarregar o estresse, e ir embora sem olhar pra trás. O Mateus não; o corpo dele me dizia que ele queria ficar. Era doce, um abraço carinhoso, primitivo e possessivo que me prendia sob ele, que me aquecia na noite fria, mas que, no fundo, era igualmente destruidora para o meu emocional já corrompido. Ele estava me usando para se consolar, e eu estava usando a carência dele para acorrentá-lo. Eu senti o exato momento em que o limite biológico dele finalmente chegou. O corpo humano só aguenta ser espremido até certo ponto. Cada músculo das costas largas dele, cada fibra das coxas grossas que me prensavam contra o sofá, se contraiu simultaneamente, travando duros como pedra sob a palma das minhas mãos. Ele tensionou de forma rígida pela última vez naquela noite. O Mateus soltou um suspiro incrivelmente longo, arrastado e trêmulo contra o meu pescoço, o corpo inteiro dando um solavanco para frente, e ele gozou a terceira vez. Dessa vez, não houve pressão de mangueira. Foi um fluxo muito mais ralo, fraco, quase totalmente aquoso — a prova definitiva de que as bolas dele estavam completamente esvaziadas, os testículos doloridos trabalhando num sacrifício biológico apenas para me dar mais daquele néctar. Mas, mesmo sendo fraco, foi uma gozada carregada de uma entrega emocional e física total. Eu senti o jato de líquido morno ser empurrado para o fundo, misturando-se com as camadas frias e densas da primeira foda que já preenchiam todo o meu canal intestinal. Ele desabou definitivamente em cima de mim, soltando todo o peso morto do corpo gigantesco e fadigado, me afundando ainda mais no estofado, me deixando momentaneamente quase sem ar. Mas era um peso seguro. Um peso absurdamente gostoso e gratificante que alimentava o meu ego. Ele me abraçou ainda mais apertado, como se tivesse medo de cair, respirando ruidosamente e pesado contra a minha clavícula. Enquanto isso, a rola grossa dele continuava enterrada até a raiz, selando o fundo de mim com firmeza. Eu passei as mãos pela pele úmida dele, acariciando os cabelos suados na nuca grossa, sentindo as últimas e fracas pulsações da pica descarregando os derradeiros espasmos prostáticos no interior do meu corpo. Lentamente, nos longos e silenciosos minutos que se seguiram na escuridão da sala, eu apenas fechei os olhos e saboreei a sensação maravilhosa, doentia e reconfortante do pau dele esfriando e ficando cada vez mais mole dentro de mim. A carne dele encolhia gradativamente de tamanho e diâmetro, mas, devido ao meu estado, ainda servia perfeitamente como uma rolha macia e viva tapando o calor pulsante do meu cu arrombado. Era uma sensação de completude absoluta. O encerramento perfeito, delicioso, perverso e poético da minha caçada. Ficamos deitados ali mesmo, inertes no meio daquela bagunça infame. O cenário ao redor era um campo de batalha destruído: lençóis violentamente amassados e jogados para o lado, cheiro de sexo misturado com a essência de sêmen cru pairando no ar frio, e poças de fluidos secando no tecido do sofá. Nossos corpos estavam colados, o suor seco agindo como um adesivo que fundia o gigante de 1,90m ao meu corpo franzino. A terceira e última gozada dele esfriava lentamente nas minhas entranhas doloridas, atuando como a tinta de um contrato invisível, selando definitivamente aquele momento como um divisor de águas na nossa história familiar e pessoal. O Mateus, o corpo fadigado ao extremo, incapaz de manter os olhos abertos por mais um mísero segundo sequer, foi vencido pelo apagão pós-orgasmo. Ele adormeceu assim mesmo, pesadamente de bruços sobre mim, respirando fundo e compassado contra o meu peito, com o pau mole e escorregadio ainda confortavelmente enfiado na minha bunda, repousando nas minhas entranhas como se fosse a casa dele. Eu fechei os meus olhos longos minutos depois dele. Fiquei ali, sentindo o meu peito subindo e descendo esmagado sob o peso agradável e protetor dele em cima de mim. O silêncio era total agora. Lentamente, senti um sorriso predatório de vitória tomar conta do meu rosto na escuridão da sala. Um sorriso cínico, cruel e absoluto. Eu sentia as marcas vermelhas no meu quadril, a dor aguda na minha garganta e o inchaço ardido no meu rabo, mas eu era o dono daquela noite. Eu sabia que, depois do que aconteceu hoje, o jogo tinha virado para sempre. Olhando para a respiração pesada daquele gigante adormecido no meu peito, eu tive a certeza: eu tinha acabado de criar um monstro de quase dois metros de altura que, dali para frente, nunca mais conseguiria viver sem implorar pelo sabor do meu veneno.
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Nossa adorei seu conto! Me deu um tesão enorme lendo, claro que teve meu voto!
Adoraria sua visita na minha página, tenho conto novo postado, bjinhos Ângela
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