Um dia, eu estava com tesão por estar um tempo sem sexo e postei que queria transar na escada do prédio que eu trabalhava, meio que brincando mas era meio que um fetiche meu, confesso. E aí beleza, umas pessoas responderam, algumas brincando, outras falando um pouco mais sério mas sem nenhuma atitude concreta, aquela coisa do famoso “vamos marcar” e nunca marca.
E aí uma pessoa foi mais incisiva na resposta e acabou que fomos pro chat privado que tinha no APP e ficamos conversando ali e falando putarias, o que iríamos fazer um no outro, se atiçando. Eu comentava pra ele que se ele fosse lá mesmo, pra sair do elevador e entrar na escada já com a piroca pra fora, pois eu iria cair de boca nela direto. Eu queria mamar ele pra deixar o pau dele duro e molhado pra poder ficar de quatro ali na escada e ele socar rola no meu cu o mais rápido possível. Ele falava que ia socar meu cu tão forte que eu ia pedir arrego. Que ia me leitar ali na escada e mandar eu ir pra casa com a porra dele escorrendo pelas minhas pernas. Enfim, estava uma delicia aquela putaria ali no chat, lembrando que tudo era anônimo.
A gente foi ficando curioso de saber quem era o outro, pois o tesão era tanto que já não aguentavamos mais ficar só naquela conversinha, tinhamos que nos encontrar pessoalmente e realizar aquelas fantasias. Chegamos a um acordo de revelar quem éramos ao mesmo tempo ali no chat, e quando a gente descobriu, nós acabamos rindo muito pois de fato a gente se conhecia há anos, mas não tínhamos tanto contato assim.
Trocamos telefone e ficamos conversando pelo WhatsApp agora e marcamos de sair no dia seguinte, já que nós morávamos perto basicamente, eu morava na sulacap e ele em Bangu. Ele me chamou pra acompanhá-lo no aniversário de uma amiga que seria num bar/boate que tinha em Padre Miguel e eu aceitei.
Eu busquei ele perto da minha casa e fomos para o bar. Chegando lá, cumprimentamos todos os amigos dele, falamos com a aniversariante, e assim que deu pra ficarmos mais a vontade, trocamos um beijo delicioso. Passamos o role todo juntos, os amigos dele super de boa, a gente ali se divertindo, trocando abraços, carícias, beijos, e quando reparamos, já eram quase 4h da manhã. Eu precisava ir embora e perguntei se ele queria que eu o levasse em casa ou ele ficaria ali com os amigos, e ele me respondeu que preferia ir comigo. Chegando na casa dele, encostei o carro na calçada para darmos mais uns beijos de despedida, e nisso ele me chama pra entrar falando que tava sozinho em casa, que sua família havia ido pra casa de praia em Muriqui e teríamos a casa só pra nós. Prontamente eu já aceitei, obviamente.
Fomos tomar banho, já nos agarrando ali no chuveiro, aquele banho era uma preliminar do que estava pra acontecer. Debaixo daquela água quente, nossos corpos se encaixavam de uma forma única. Seus braços se encaixavam em volta do meu corpo, seu queixo repousava gentilmente no meu ombro, sua boca tocava meu ouvido, eu sentia sua respiração misturada com o vapor da água que subia, cada pelo do meu corpo se arrepiava. Terminamos aquele banho e subimos pro seu quarto, e aquele magnetismo que a gente sentia finalmente pôde se concretizar.
Eu já fui me posicionando na quina de sua cama, me apoiando nos joelhos e braços, empinando meu cu de uma forma que eu sabia que ele não poderia resistir. Como se lesse minha mente, instantaneamente sinto sua língua molhada invadindo meu cu, brincando em sua borda, entrando e saindo, subindo e descendo. Suas mãos agarravam minha bunda mantendo-as abertas para que sua cabeça conseguisse afundar ao máximo ali naquele mar que sua boca explorava. Quando já sentia que sua língua tinha passe livre ele se levanta, segura minha cintura com uma mão e encaixa seu pau na porta do meu cu e fica pincelando pra cima e pra baixo me deixando maluco. Viro pra ele e falo “Mete essa rola, me fode, por favor?!”.
Era só o que ele precisava ouvir, seu pau foi invadindo meu corpo, pude sentir cada centímetro de sua pica abrindo meu cu e quando nossos corpos se tocaram era como se fossemos um, como se finalmente tivéssemos completado um quebra-cabeça que esteve incompleto até aquele instante. Ele começou o vai e vem com sua rola dentro de mim, seu movimento era cadenciado, um ritmo gostoso de sentir. Sua pica deslizava no meu cu e meu corpo ia de encontro ao seu, minha cintura rebolava a cada movimento, eu queria sentir o máximo que eu pudesse de sua pica.
Vendo minha vontade de levar rola, ele começou a socar mais forte, eu não aguentei mais e comecei a gemer, ele me fodia, me dava tapas que pareciam chicotadas de tão forte que eram. O silêncio da madrugada acabou ali, nossos corpos ecoavam o barulho das socadas dele, os tapas ressoavam nas paredes, meus gemidos nesse ponto já estavam sem nenhum pudor. Eu não conseguia mais pensar, meu corpo falava por mim, pedindo mais, xingando ele de filho da puta, e gemendo.
Ele ficou metendo ali mais um tempo e me pediu pra deitar de frango assado, que ele queria me fovder enquanto olhava pra mim. Deitei com as costas na cama, ele abriu minhas pernas, se colocou no meio, enfiou a rola de novo e voltou a socar. Ele socava tão bem, tão forte que fomos deslizando na cama, quando eu percebi meus braços estavam apoiados no chão, minha cabeça e tronco fora da cama e ele segurava meus pés com força prendendo entre os braços e sua lateral. Ele me mantinha suspenso o suficiente pra continuar socando comigo de cabeça pra baixo. Conseguimos ficar assim nessa posição por mais um tempo até ele gozar.
Estávamos exausto e o sol já brilhava no céu. Deitamos um pouco pra descansar e pegamos no sono. Acordei umas 8h e levantei pois eu precisava almoçar com meu pai, já que era dia dos pais, e ainda teria que ir em casa me arrumar.
Nisso, fui descer pra pegar minha roupa e quando eu desço a escada, vejo que tem um cara sentado no sofá da sala, que fica de frente pra escada, lendo jornal, e eu descendo pelado… Minha cara foi no chão. hahahahahahaha Eu pedi licença pra ele, fui no banheiro, botei a minha roupa, saí do banheiro, dei feliz dia dos pais pra ele, e fui saindo pra ir embora. Quando estava passando por ele, ele fala “Fernando tá dormindo?”, e eu respondo, dando uma risada sem graça “Tá sim, deixa ele, tá cansado, chegamos tarde ontem do aniversário, depois eu ligo pra ele, tá? Bom dia kkk” e saí pelo portão batendo-o pelo lado de fora. Entrei no carro e fui embora… No caminho eu mandei uma mensagem xingando muito ele pelo papelão que ele havia me feito passar.
O domingo passou tranquilo, a noite ele me liga, falando que tava com saudade se eu podia jantar com ele, e na mesma hora eu aceitei… Na segunda eu fui trabalhar e de noite eu fui pra aula como de costume. Cheguei na aula, sentei numa carteira, e fui prestando atenção na aula de Direito Constitucional, e quando eu menos espero ele surge do meu lado, falando que foi me visitar, e naquele momento ali eu sabia que a gente ia namorar. Durante a aula, a gente descobriu que meu professor era um ex rolo dele. Kkkkkk
Voltamos juntos pra casa dele e de lá eu peguei um ônibus pra minha casa. E dali por diante o namoro foi solidificando e duraram três anos incríveis.