Alívio no dia de stress…

Era para ser um dia comum, mas o trabalho tinha se tornado um caos e o estresse estava insuportável. Foi quando Wesley, um garoto que conheci no Tinder, me chamou para passar na casa dele e esquecer um pouco os problemas. Aceitei o convite. Precisava de uma pausa, e ele parecia a distração perfeita.

Ao chegar, encontrei um garoto de sorriso fácil e simpatia imediata. Wesley tinha 19 anos, estatura mediana e um charme que misturava o traço quase ingênuo com um leve bigode, como se o rosto dele ainda estivesse se descobrindo.

Sentamos no sofá, conversamos um pouco, afinal, era a primeira vez que nos víamos. Começamos a nos beijar e logo ele começou a passar a mão pelo meu corpo.

Senti o toque quente das mãos dele percorrendo minha pele enquanto tirávamos peça por peça. Cada movimento era lento, como se estivéssemos saboreando cada segundo que tínhamos juntos.

Pude reparar melhor no seu corpo, ele tinha uma bunda carnuda redondinha, linda demais, poucos pelos no corpo e o pau não era grande e nem pequeno, era grosso na ponta e mais fino na base, e estava duro como só um garoto de 19 anos consegue.

Desci do sofá e comecei a chupar ele um pouco, era uma delicia o gosto do seu pau. Fico olhando ele se deliciando enquanto eu subo e desço a boca molhada no seu pau, passo a língua na cabeça, vou lambendo do saco à cabeça como um sorvete, fazendo ele agarrar minha cabeça para socar a pica na minha garganta de tanto tesão.

Quando sinto que ele tava quase gozando, eu paro e ele me puxa pro quarto e me deixando nu em sua frente, e me beijando de forma desesperadamente gostosa. Os lábios dele pressionavam os meus com uma necessidade urgente, como se a gente não tivesse mais tempo de viver. No calor daquele momento, meu corpo respondia, desejando que ele fosse além.

Ele me empurra na cama, ainda me beijando sem parar, se encaixa no meio das minhas pernas abrindo-as, nossos paus se encostando duros como pedras. Ele veio por cima de mim, chupou meu peito com vontade, sugando e lambendo meus mamilos. Beijou meu pescoço me deixando mole e entregue aos seus braços, foi subindo e beijou minha boca.

Enquanto isso levantou minhas pernas encaixou o pau no meu cu e veio a frente, na minha cabeça ele ia meter direto, mas ele deixou ali e mais uma vez me beijou e perguntou “Posso?”.

Olhando nos olhos dele, eu estava entregue, naquele momento eu era dele e ele sabia disso. Mas ele queria me ouvir dizer sim, ele queria ver a sua putinha pedir pica, e foi o que eu fiz. Levantei a cabeça e balancei a cabeça positivamente enquanto dava um beijo apaixonado nele.

Ele enfiou o pau dele devagar pra me provocar, antes de chegar no final ele parou e tirou tudo. Nesse momento eu fiquei maluco e o beijei desesperado enquanto rebolava minha cintura pra sentir seu pau entrando novamente, e quando nossas peles se tocaram, ele começou um vai e vem, olhando nos meus olhos. Tinha um jeito peculiar de socar a pica no meu cu, quase que empurrando de lado e tirando reto, e dando uma leve empurrada no fim, uma coisa muito sutil mas que fez toda a diferença pra mim, pois tocava em lugares que me davam um prazer absurdo.

Ele seguiu assim e não parou de me olhar nem um segundo. Ficamos ali naquele transe por um tempo, nada mais existia, era eu, ele, nossos olhares se cruzando, o movimento do quadril dele empurrando a pica no meu cu e o tesão daquele momento.

Em um ponto ele sentiu que eu estava prestes a gozar, eu não conseguia mais segurar os gemidos e meu cu involuntariamente foi apertando o pau dele e ele deu uma acelerada que me fez gozar na minha barriga. O filho da puta riu de canto de boca vendo a cena e gozou tudo dentro do meu cu, e não parou de socar até de fato estar mole e não conseguir mais mexer sem o risco do pau sair por completo. Com o pau ainda dentro, ele deitou o corpo em mim e me deu um beijo delicioso e apaixonado, e encostou a cabeça no meu peito pra descansar e recuperar o fôlego um pouco. Eu na mesma hora comecei a fazer um carinho em sua cabeça.

Ficamos ali recuperando o fôlego e depois ele me chama pra tomarmos um banho juntos. Aproveitamos pra conversar mais um pouquinho fazendo carinho e um ajudando o outro a se limpar e toda aquela intimidade. Nos secamos, vestimos as nossas roupas, deitamos na cama pra ficar de chamego, conversando e beijando um pouco mais.

O assunto chegou em coisas que gostávamos de fazer durante o sexo e eu comento que eu tava com muita saudade de receber uma massagem. Nisso, prontamente ele tira minha blusa e fala “tira a roupa”. Eu pergunto se ele vai fazer mesmo uma massagem e ele diz “Ué, você não está com saudade? Por que não matar essa vontade sua?”. Eu sorri completamente envergonhado, mas estranhamente encantado, tirei minha roupa toda e sentei na cama ao lado dele.

Ele me vira de cara pro colchão, senta na minha bunda, quase nas coxas, deixa a pica, que já estava dura novamente, encaixada entre as bandas da minha bunda e com a mãos começa uma massagem muito gostosa pelas minhas costas e ombros.

Ao mesmo tempo, ele começa a movimentar a cintura de uma forma que simula o movimento de penetração e faz com que o seu pau fique indo e voltando na minha bunda. Ele continuou fazendo isso por um tempo, me provocando e ao mesmo tempo fazendo a massagem que prometeu, eu já estava mais do que excitado e praticamente implorando pra que ele metesse a rola em mim.

A cada movimento de cintura dele, eu empinava a bunda pra ver se nossos corpos se encaixavam, mas como o pau dele era mais grosso pra ponta, não iria entrar assim sem auxílio. Nisso, ele percebendo minha vontade de ser penetrado, ele deita seu corpo sobre o meu, beija meu pescoço, me beija na boca, volta pro meu pescoço e então encosta a boca no meu ouvido passando a língua bem de levinho e fala bem suave, “Posso botar?”.

Eu estava mais que excitado e implorando mentalmente pra ele enfiar, novamente respondi que sim e dei um beijo nele com minha cabeça virada pro lado que ele estava com a cabeça dele. Ele foi encaixando a cabeça do pau na portinha do meu cu e dessa vez ele botou tudo de uma vez e começou a socar em mim apoiando suas mãos nas minhas costas. Foi delicioso, ele metia com um misto de carinho e força perfeito que era gostoso e ao mesmo tempo estocando no fundo, então o clima era o perfeito mix de amorzinho com um que de putaria gostosa, um que de safadeza.

Dessa vez, como nós não conseguíamos ficar nos olhando, ele aproveitou para se deliciar um pouco mais e foi socando como ele queria, apoiou os joelhos na cama, abriu minha bunda com as mãos e usando elas de apoio começou a socar mais forte e fundo. Cada estocada que ele dava eu gemia e ele ouvindo isso fazia questão de estocar cada vez mais forte.

Sem conseguir muito falar por causa dos gemidos, eu pedi pra ele socar mais rápido com aquela força e ele prontamente atendeu meu pedido. Se ajeitou pra ter embalo e começou um vai e vem forte e rápido. Eu estava chorando de prazer, meu pau soltava líquido que se eu não estivesse com tanto tesão eu teria achado que tinha mijado. Eu sentia o colchão embaixo de mim molhado. Ele continuou assim um tempinho, tirou uma mão da minha bunda e apertou minha cara contra o colchão, e foi socando cada vez mais fundo no meu cu. A impressão era que íamos virar um corpo só naquele momento.

Eu senti ele diminuir o ritmo e aproximar seu corpo do meu, achei que ele tinha gozado, mas ele veio no meu ouvido e falou “Fica de quatro pra mim? Quero gozar sentindo esse cu engolindo a minha pica!”. Eu me posicionei de quatro, com a bunda empinada e o cu aberto pra ele.

Ele viu a cena, deu um tapa na minha bunda, enfiou a cara no meio e chupou meu cu com uma fome que eu sentia não só sua língua mas ele dando mordidas no cu, ele beijava meu cu como se fosse o primeiro amor dele. A língua dele passeava por mim, suas mãos seguravam meu corpo pela cintura com força, como se eu fosse uma presa num ataque de um predador e pudesse fugir a qualquer momento.

Mal sabia ele que eu estava gostando tanto que enquanto ele me devorava, literalmente, meu pau tinha ficado tão duro que tava começando a dar uma sensação de que ou eu gozava, ou ele explodiria. Ajeitei uma mão e a outra usei para me tocar e fui batendo uma até gozar ali na boca dele. Meu corpo, porém, pedia mais, e foi se abrindo pra ele e reclinando pra trás pra que ele fosse cada vez mais fundo.

Quando ele finalmente subiu pra respirar, eu pude ouvir a respiração ofegante dele e sabia que ele estava feliz. Ele levantou o corpo, com as pernas me deu uma leve banda nos joelhos pra abrir espaço pra ele. Sua postura era completamente diferente, ele não tinha mais nenhum ar romântico, suas mão me seguravam parado ali, sua respiração era curta e dura, pesada, ele parecia um animal, eu não existia mais ali, era ele e meu cu só.

Ele enfiou o pau no meu cu tão forte e tão fundo que eu achei que ia cair pra frente, mas ele me segurava tão firme que eu mal me mexi. Seu corpo começou a socar a pica em mim num ritmo frenético, ele não respirava mais, não se ouvia mais nada a não ser o barulho do corpo dele batendo contra o meu. Eu sentia meu cu se abrindo pra acomodar a pica dele, e sentindo que não tinha mais resistência, ele aumentou ainda mais a força e a velocidade.

Eu sabia que ele não iria conseguir se segurar por muito mais tempo assim, então fiz a única coisa que eu sabia que poderia ajudá-lo, apoiei meus braços perto da cabeça, abri um pouco mais as pernas, elas chegavam a latejar, desci o corpo deixando somente a bunda empinada e na altura da sua cintura. Ele sentiu essa diferença e como um animal ele levantou o corpo, montou em mim e continuou socando sem parar.

Ele socava e socava, seu corpo tremia inteiro, suas mãos suavam e deslizavam no meu corpo, e pra não sair da posição ele cravava suas unhas em mim tentando se manter ali. Suas coxas já encostavam na lateral da minha bunda e suas estocadas eram cada vez mais firmes e pesadas.

Senti seu pau inchando, ele começou a gemer e finalmente senti seu pau pulsando forte dentro de mim, foram seis pulsada fortes e ele não parava de estocar, no mais puro instinto animal de garantir que sua porra fosse cada vez mais pra dentro de mim como se fosse me engravidar de verdade.

Eu estava tão excitado, tão feliz, tão entregue, que eu só percebi que eu estava gozando também quando senti um jato quente bater no meu peito arriado. Aquele garoto, na verdade, aquele animal que tomou posse daquele garoto, havia me feito gozar pela segunda vez na noite sem nem perceber, eu não precisei nem me tocar, seus instintos fizeram todo o trabalho.

Aos poucos ele foi diminuindo as estocadas e a velocidade até que ele parou tremendo o corpo inteiro, e eu sabendo exatamente o que ele precisava, mordi o pau dele com o cu, fui esticando as pernas pra trás e deitando meu corpo, ele grudado em mim veio junto sem sentir, se eu não tivesse olhando pra trás, eu teria achado que ele estava desmaiado.

Eu sabia que apesar dele estar de olhos abertos, ali era só o corpo dele, ele estava em outro lugar que só quem já gozou assim sabe. Você sai do corpo e por um tempo que parece uma eternidade, você não existe. Um transe que é inexplicavelmente delicioso de sentir.

Consegui deitar e fazer ele deitar nas minhas costas, me usando ali como colchão, travesseiro, apoio, enfim. Fiquei ali o tempo que foi preciso pra ele voltar a si. Seu pau mole havia saído do meu cu, e tinha ficado numa posição confortável, graças à minha bunda grandinha. Eu sentia que ele ainda soltava líquido pelo pau e aquele líquido ia escorrendo pela minha bunda até a minha virilha me deixando melado.

Assim que ele recuperou a consciência, ele se ajeitou do meu lado, agradeceu por apoiá-lo, me deu um beijo e fechou os olhos. Achei que ele fosse dormir um pouco, mas ele deu um suspiro e falou “Puta que pariu, o que que você tem no seu cu? Acho que eu nunca comi ninguém assim…”. Eu totalmente sem graça, comecei a rir, dei um selinho nele e falei “Cala a boca, garoto! Você que estava possuído aí…” e comecei a girar meu corpo para poder sair da cama mas ele me segurou deitado pelos ombros e perguntou “Ow, não, eu não vi você gozando. Deixa eu te dedar? Não seria justo você me dar esse orgasmo e eu não retribuir…”.

Eu ri com um sorriso aberto de orelha a orelha, balancei a cabeça afirmativa, deitei com as costas no colchão, as pernas dobradas. Ele se posicionou ali no meio, enfiou dois dedos rm mim e parou com os olhos arregalados, olhou pro meu rosto e falou “Cara, eu acho que me excedi, vc tá abertinho, tá uma delícia aqui dentro, eu consigo sentir sua próstata perfeitamente!”.

Eu pedi pra ele me seguir pra cima da cama, enquanto eu chegava pra trás e levantava o meu tronco pra encostar na cabeceira da cama. Assim que eu estava sentado, com as pernas abertas e ele ali na minha frente com os dedos no meu cu, eu sorri olhando pra ele, ele me olhou de volta confuso, eu dei um beijo nele que correspondeu na hora, mexendo no meu cu, fazendo carinho na próstata, me fazendo rebolar e puxar a mão cada vez mais pra perto.

Parei o beijo e falei olhando pra ele “Eu não vou conseguir gozar agora. Mas isso aqui tá delicioso, se quiser continuar, eu vou adorar.”. Ele me pergunta o porquê, sem parar de mexer os dedos e pressionando a mão no meu cu, a ponto de ficar bem na porta do cu mesmo. Com as minhas mãos, peguei seu braço livre, trouxe direto pro meu peito e passei onde tinha sentido o jato, que ainda estava melado e úmido.

Ele arregalou os olhos e perguntou “Você gozou?”, e eu respondi sorrindo “Duas vezes!”. Ele completamente feliz me deu um beijos, e falou “E não tá te incomodando não? Ficar te dedando?”, eu disse “Não, tá muito gostoso, mas não vou gozar, no máximo vou ter um orgasmo seco…”, ai ele “Você quer?”, respondi que queria sim e ele falou “Então relaxa e não goza” e riu.

Com os dedos ele começou a pressionar mais rapidamente a minha próstata, me deixando louco de prazer. Pedi pra ele fazer aquilo enquanto me beijava e falava putaria pra mim. Ele prontamente se ajeitou pra frente, forçou um pouco mais a mão no meu cu, me beijou empurrando minha cabeça para encostar na cabeceira da cama.

Quando ele sentiu que eu havia encostado, saiu do beijo virando levemente a cabeça de lado e falou gentilmente mas firme “Eu sabia que você era gostoso, mas eu não imaginava que você era essa puta! Tá sentindo minha mão dentro de você, é assim que eu quero você sempre, abertinha pra mim… Quando eu te ligar agora, você vai largar o que tiver fazendo e vai vir aqui pra eu foder esse seu cu maravilhoso e depois te fazer minha com as mãos, enquanto te beijo e vejo você se contorcendo de tesão. Você vai ficar tão louca que vai pedir pra eu enfiar minha mão inteira em você porque só os dedos não vão mais te satisfazer. E se eu souber que algum macho andou fodendo esse cu sem a minha permissão, vou amarrar o seu pau e fazer você chorar querendo gozar sem conseguir, vai implorar pelo meu perdão e eu só vou te liberar quando eu achar que você aprendeu a lição. Entendeu?”.

Pode parecer que foi rápido, talvez, tenha sido, eu não sei, pois eu perdi a noção de tempo e espaço. Enquanto ele foi falando aquilo tudo pra mim, eu fui derretendo, minha cabeça só balançava pra cima e pra baixo levemente e eu não enxergava nem um palmo na minha frente. Meu pau foi ficando tão duro que eu só precisei dar umas socadas pra gozar novamente ali na mão dele.

Ele tirou os dedos do meu cu, levantou a mão, passou os dedos no pouco do gozo que saiu e botou na boca chupando os dedos como se fossem pirulitos. Fechou os olhos saboreando o momento, tirou os dedos da boca e com a mão melada veio em direção ao meu rosto. Eu abri a boca achando que ele ia fazer o mesmo comigo, mas ele coloca a mão na minha nuca, me puxa pra frente e me dá um beijo que eu retribuo com gosto.

Ficamos ali por um tempo, nos beijando, ele sentado no meio das minhas pernas, eu todo aberto, literalmente, e o mundo parado ao nosso redor. Mas a hora foi passando e já eram 22h, meu celular despertou, pois eu havia colocado um alarme por causa da condução de volta.

Despertamos pra realidade, fomos tomar um outro banho, mais eu que ele, pois eu estava com porra no peito, porra no pau, porra no cu, então precisava de um banhozinho mais detalhado que ele que praticamente era só passar um sabão no pau, tirar o suor e estava pronto.

Nos vestimos rapidinho, ele me levou no ponto e quando meu ônibus chegou nos despedimos com mais um beijo, eu com o pé na escada pra subir, garantindo que o motorista não fosse embora. Paramos o beijo sorrindo um pro outro, eu subi e ele virou pra ir embora. Assim que eu sentei, olhei pra fora e ele estava parado olhando o ônibus se distanciar e sorrindo.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario kaikecamargo3

kaikecamargo3 Comentou em 18/03/2026

Um gato de 19 anos, mataria minha sede de tanto tomar seu leite.




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


257140 - Era só um sexo, mas… - Categoria: Gays - Votos: 1
257139 - Loucuras no trem - Categoria: Gays - Votos: 9

Ficha do conto

Foto Perfil moreno1987
moreno1987

Nome do conto:
Alívio no dia de stress…

Codigo do conto:
257141

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
18/03/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
0