5. Outro encontro às cegas do chat da UOL

Meus caros, em primeiro lugar peço desculpas pelo longo hiato sem contos por aqui. Confesso que as correrias da vida e o peso da idade me afastaram do meu prazer em relatar-vos minhas experiências. Mas vamos ao que interessa.

Eu me lembro que após a experiência com o amiguinho da escola, eu só conseguia pensar no meu professor de Jiu-Jitsu, o qual doravante chamarei apenas de "professor". Desde o dia em que eu provei o pau dele em minha boca, eu só conseguia imaginar como seria ter ele dentro de mim. O duro é que o tal professor cancelou a aula naquela mesma semana, e eu fiquei meio neurótico, achando que tinha sido por minha culpa. Mas a dona da academia disse que eles estavam brigando pelo repasse de dinheiro das aulas, me fazendo temer nunca mais ter a chance de realizar o meu desejo.

Seria uma longa semana de espera até a próxima aula, e eu voltei a enfiar dois dedos no cu durante o banho para me aliviar. Na prática eu tentei até trës, mas nada daquilo era capaz de me conter. Nem mesmo a cenoura ou o cabo de vassoura eram suficientes. Além disso, meu amiguinho da escola não queria papo comigo, e o cara do meu primeiro encontro ainda me ignorava. Dureza a vida de um moleque com vontade absurda de dar.

A solução foi varar a madrugada na internet discada até encontrar algum outro encontro às cegas no bate-papo da UOL, e até consegui algo. Marquei com um rapaz no local onde eu ia com os meus amigos todo sábado jogar RPG. Cheguei lá meio nervoso, tentando esconder dos meus amigos o fato que eu estava lá pensando em outro roleplay naquele dia.

Marcamos de ir ao local com camisas do Metallica para nos reconhecermos na multidão. Quem poderia imaginar que em meio a tantos nerds haveriam apenas duas camisas do Metallica, não é? E de fato além de mim, outros três caras estavam usando camisas da tal banda de rock. Eu não tinha celular à época, e não tinha como avisar a ele que cheguei, tive que contar com a sorte. Então olhei os outros caras com camisas da banda: um era um coroa branco, na casa dos 45 anos, alto e forte, era o dono do local, uma loja de cartas de RPG. O outro era um moleque pouca coisa mais velho do que eu, moreno e magro, com um rosto cheio de acne. E por fim, o terceiro era um homem na casa dos 30 anos, com estilo de roqueiro, cabeludo, branco, da minha altura.

Eu estava morrendo de nervoso observando todos eles, e o único que não se enturmou com outras pessoas foi o dono do local. "Será que era ele?", eu pensei, e fiquei imaginando se ele me pegaria do mesmo jeito que o professor fez. Na nossa conversa, o homem foi bem misterioso e nunca disse a sua idade, disse apenas que era experiente e que eu "descobriria melhor" na hora certa. E eu? Eu menti a minha idade, e menti minha experiência, mas dei a minha descrição física, logo era questão de tempo até eu ser abordado.

Mas uma hora se passou e eu não fui abordado. Na minha cabeça, o coroa dono do local tinha me visto e não gostou de mim, pois eu notei ele me olhando algumas vezes. Os outros dois não haviam me olhado nenhuma vez. Eu estava gelado da cabeça aos pés, nervoso demais. Então eu resolvi tomar a iniciativa e fui até o coroa. "Bela camisa", ele me disse ao me ver, e eu agradeci, dizendo que a dele também era bela. E o papo morreu ali. Fiquei olhando as cartas de Magic esperando ele puxar papo de novo, até derrubei uma carta no chão e me abaixei na frente dele para ver se ele tinha gostado pelo menos da minha bunda, mas nada aconteceu. Fiquei frustrado, olhei de cara feia para ele e voltei para o salão. Sentei na mesa onde o roqueiro cabeludo estava ganhando uma partida de Magic, e elogiei o grimório dele para ver se havia alguma chance dele ser o homem que marcou comigo. Mas ele me ignorou, e eu fiquei mais frustrado.

Então resolvi sair para comprar uma água, e enquanto eu me apoiava no balcão do bar ao lado, uma voz familiar chamou pelo meu nick do chat do UOL (curioso18, caso interesse saber). Era o coroa, dono da loja de RPG. Eu chamei pelo nick dele (Kirk Hemmet, isso mesmo), e ele confirmou. Perguntei porque ele tinha me ignorado, e ele disse que não seria maluco de puxar papo comigo lá, afinal eu obviamente havia mentido a idade. Ele pediu uma água com gás e ficou ao meu lado no balcão, perguntou se eu estava disposto a tudo que eu disse que faria pelo chat, e eu confirmei. Então ele perguntou a minha idade, e quando eu falei, ele quase cuspiu água em mim.

"Você vai embora toda semana às 5, hoje vai ser igual?", perguntou ele, e eu notei que ele já havia me observado antes. Que puta coincidência! Eu respondi que sim, pois tinha hora para chegar em casa. Então ele sacou do bolso um chaveiro, e disse para eu tentar despistar meus amigos e entrar em uma porta que havia nos fundos do salão, e esperar por ele lá. Mas ele disse que teríamos que ser discretos. Eu concordei, com as pernas trêmulas e a mão gelada.

Fiz como ele falou, e consegui despistar meus amigos, dizendo que iria ver o grimório de Magic de outro grupo. Consegui chegar à porta sem ser visto por ninguém, e quando abri, estava tudo escuro, mas o lugar tinha um cheiro bom de livros novos. Tateei a parede e consegui acender a luz, e vi que era um cômodo que servia de estoque, cheio de livros e revistas em caixas. Havia um balcão de madeira e uma mesa, e um par de cadeiras. Era um lugar pequeno, talvez 4 metros quadrados, mas tinha outra porta no lado oposto, a qual deduzi que saía nos fundos da loja. Imaginei que o Kirk viria de lá, e me sentei na cadeira, mais nervoso a cada segundo de espera.

Hoje eu sei o quanto eu fui imprudente naquele encontro às cegas. De certa forma era um "conhecido", e nada impedia a ele de espalhar para os meus amigos que eu era gay. Mas o desejo estava incontrolável, e não tinha mais votla.

Ele abriu a porta e entrou na sala, já sem camisa e com a calça jeans desabotoada, dizendo que precisava ser rápido. Olhei para o corpo dele, ele era tão forte e peludo quanto meu professor, mas isso pouco importava. Eu só queria dar, não importava para quem. Ele abriu uma mochila em cima da mesa, e de lá tirou uma bisnaga de gel lubrificante, um pacote de preservativo, algumas velas aromáticas e um pequeno pênis de borracha. Era a primeira vez que eu via algo do tipo.

Eu continuei sentado na cadeira, e ele me mandou tirar a roupa. Eu fiz dessa forma, e ele elogiou minha bunda. Eu pedi desculpas pelo pau mole, disse que estava nervoso, e ele me mandou apagar a luz. Caminhei até a parede enquanto ele acendia as velas aromáticas, que cheiravam a lavanda. Tão logo apaguei a luz, ouvi ele tirando a calça jeans, e me virei para olhar o pau dele. Estava duro, muito duro, apontava para o lado, ao contrário do meu que aponta para a cima.

Ele me mandou sentar na cadeira, mas quando passei por ele, ele apertou minha bunda e dedilhou o meu cu, soltando um elogio. Aquilo fez o meu pau subir na hora. Eu me empinei para ele enfiar o dedo, mas ele me colocou sentado na cadeira, já colocando o pau na minha cara. Eu peguei com a mão para medir a circunferência, era menor e mais fino que o do professor, mas maior do que o do meu amiguinho da escola, maior do que o do cara do primeiro encontro e maior do que o meu também. E bem maior do que a minha amiga cenoura.

Toquei uma punheta de leve para ele, mas ele segurou minha cabeça e mandou eu chupar. Assim o fiz. Abocanhei o pau quente dele, tomando cuidado para não machucá-lo com os dentes. Fechei os olhos e lembrei na hora do professor, pois o calor era igual e o gosto de sabonete também, sinal que o Kirk teve o cuidado de se lavar antes de me encontrar. Eu fui chupando com mais velocidade e intensidade, mas ele mandou eu parar de babar, pois não podia sujar o chão daquela sala. Eu me contive, mas era difícil, meu boquete é babado.

Chegou um momento que o pau dele estava pulsando muito forte, e eu me preparei para levar outra gozada na boca. Fiquei curioso com o gosto, e chupei só a cabeça para fazer a porra ir na minha língua e não na garganta, mas quando eu achei que havia chegado a hora, o Kirk tirou o pau, e mandou eu me apoiar na mesa, empinando a bunda. Eu fiquei doido de ouvir aquilo, e comecei a imaginar como seria ser comido por um homem de verdade pela primeira vez.

Fiz como o Kirk mandou, fiquei bem empinado e senti ele abrindo minha bunda. Vi quando ele pegou lenço umedecido na sua mochila e passou entre minhas nádegas, algumas vezes. Não falei nada, aquilo era gostoso. Então senti quando ele me dedilhou, passou o dedo na porta do meu cu e enfiou tudo devagar. Que sensação deliciosa, ele tinha dedos grossos e ásperos, causava uma dor boa.

Mas quando ele tirou o dedo, ele soltou um palavrão, e perguntou se eu tinha feito a chuca. Eu lá sabia que porra era chuca, e disse que não sabia o que era. Ele ficou meio alterado, e me ensinou o que era chuca, disse que eu deveria fazer aquilo antes de dar. Pedi desculpas, disse que só tinha dado duas vezes e não tinha ideia. Ele ficou meio pensativo, e eu continei ali, com a bunda empinada, com o cu piscando, esperando ele me "perdoar" ou me "punir" pela falta da tal chuca.

Ouvi quando ele falou um "foda-se", e senti ele passando o gel lubrificante no meu cu. Colocou na ponta do dedo, enfiou um pouco e espalhou pelas laterais. Como era delicioso sentir aquilo, conforme ele girava o dedo, eu me empinava mais, e rebolava. Ele disse que a minha bunda era muito gostosa, e pegou o pênis de borracha em cima da mesa. Perguntei porque não o pau dele, e ele disse que era para eu me acostumar. Era mesmo pequeno, do tamanho de uma cenoura normal. Kirk colocou um preservativo nele, besuntou lubrificante e colocou na porta do meu cu.

"Se doer me fala", ele disse, e enfiou de uma vez. Eu não senti nenhuma dor, só um prazer incrível. Eu disse que estava ótimo, e ele foi metendo o consolo cada vez mais rápido, me fazendo rebolar, dobrar os joelhos. Eu queria gemer, mas sabia que não podia fazer barulho ali, então mordi a mochila dele, e ele continuou socando, até que parou de repente. Ouvi ele falando "eca", e ele se afastou, saindo pela porta que ele havia entrado. Sem saber o que ele faria em seguida, continuei ali, com o meu cu piscando e querendo mais.

Kirk voltou depois de um minuto, e perguntou se eu queria muito dar para ele. Eu disse que sim. Ele perguntou de novo, e mandou eu implorar. "Me come por favor", eu disse. Ele veio de novo com o lenço umedecido, passou na minha bunda várias vezes, para cima e para baixo. Em seguida senti ele enfiando o dedo com o lenço no meu cu, e ardeu um pouco, eu reclamei. Ele disse que era só para limpar, e enfiou mais fundo, ardeu para caralho, e eu me curvei para a frente.

"Me come, Kirk, por favor", eu disse, olhando para ele. E ele assentiu. Senti novamente ele passar o gel no meu cu, outra sensação deliciosa, e vi quando ele colocou um preservativo no pau. Ele então me segurou pelos quadris, fez eu me empinar mais, e posicionou o pau na porta do meu cu.

Cara, que coisa absurda era aquela! Ele foi enfiando devagar, eu sentindo cada centímetro entrando em mim, um pau quente e super duro. Era mais grosso no meio, e conforme ele foi me abrindo, eu senti minhas pernas bambas. Ele então abriu minha bunda e foi enfiando mais, até que eu senti ele tão fundo quanto jamais havia sentido nada dentro do meu cu antes. Eu mordi a mochila dele com força, e ele disse que iria começar a meter. Eu só balancei a cabeça, e ele começou.

Ele puxou o pau para fora sem tirar, e enfiou para dentro de novo, primeiro bem devagar. E eu fui ao delírio, meu pau pulsava. Então ele acelerou o ritmo um pouco, empurrava e puxava, e quando ele empurrava eu sentia o saco dele batendo no meu, o corpo dele encostando na minha bunda, era diferente de tudo que eu havia sentido antes. E ele comecou a acelerar. Cada vez mais rápido. Eu estava perdendo as forças, minhas pernas tremendo, e o meu cu estava começando a doer, mas eu não queria que ele parasse. E ele acelerava ainda mais, o corpo dele de encontro à minha bunda fazia um estalo.

Foi então que eu gozei. Gozei e ele continuou metendo. E a dor foi ficando mais intensa, mas ainda estava bom. Muito bom. Lembrei da vizinha que eu tive a primeira experiência. "Muito bom", ela disse, e eu concordo. A dor crescia tanto quanto o prazer, mas antes que eu pudesse esboçar uma reclamação, senti o pau dele pulsar. Ele parou de meter, e grunhiu, ficou lá parado com o pau pulsando dentro de mim. Em seguida parou de pulsar, e ficou ali parado por um minuto mais ou menos, enquanto recuperava o ar.

Ele tirou o pau devagar, depois tirou o preservativo gozado e me mostrou. A paleta de cores lembrava um sorvete napolitano, não preciso me aprofundar em detalhes, mas ele disse duas coisas para mim: "eu tirei o seu cabaço, mas quero uma chuca na próxima vez".

"Meu cabaço", eu fiquei pensando naquilo. De fato foi a primeira vez que alguém foi tão fundo e com tanta intensidade dentro de mim.

Kirk se vestiu e disse para eu usar o tempo que eu precisasse para me limpar e me vestir, e mandou eu entregar a chave para ele no balcão de forma discreta.

Depois que ele saiu, eu levei a mão à bunda, e senti que o meu cu estava enorme. Parecia inchado, estava estranho. Eu me limpei com o lenço umedecido que ele deixou, vesti a cueca e quando sentei na cadeira, eu não consegui. Estava doendo. Doendo muito. Eu me vesti rápido, e quando fui entregar a chave para ele no balcão, ele disse baixinho que queria me levar na casa dele. Eu só concordei, mas estava estranho de andar, estava doendo, e tive medo do cu nunca mais voltar a ser o que era antes.

Fui para casa em pé no ônibus vazio, e de volta ao meu quarto, tomei a decisão de nunca mais dar o cu.

Essa decisão durou quase nada...mas fica para o próximo conto.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico discreto1986

Nome do conto:
5. Outro encontro às cegas do chat da UOL

Codigo do conto:
257218

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
18/03/2026

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