6. Quem disse que eu iria manter a decisão?

Os meus contos são sequenciais, para saber como cheguei à situação deste conto aqui, recomendo ler os anteriores.

E depois do Kirk, eu decidi que iria parar de vez de dar o cu. Foi estranho sentar por dois ou três dias, e durante o banho eu sempre me tocava com o dedo, e percebia que estava diferente do que era antes. Eu me sentia "arrombado", usando uma palavra que os moleques da época costumavam dizer, e fiquei com medo de piorar caso eu voltasse a transar com o Kirk ou com qualquer outro homem.

Assistir aula na segunda-feira foi bem difícil, ainda mais que na minha cabeça eu tinha certeza que os meus amigos desconfiaram do meu sumiço no dia do RPG. E para piorar tudo, eu me mexia na cadeira o tempo todo, pela dificuldade em ficar sentado. Algo que fez o meu amiguinho perceber (conto 4), e no intervalo ele me seguiu até o banheiro.

"Eu fiquei assim depois que saí da sua casa", disse ele, e riu. "Desculpa", eu disse, e ele mandou eu parar de bobeira, disse que depois de dois ou três dias melhora. Então confessei a ele o meu medo de ficar "arrombado", e ele gargalhou. Disse ele que conversou com o irmão depois do que fez comigo (algo que me deixou em pânico, mas ele jurou que não tinha revelado a minha identidade), e o irmão, pouco mais velho porém muito experiente, disse que é normal no começo, depois a recuperação é mais rápida e entra mais fácil.

"Entra mais fácil", essa frase ficou martelando na minha cabeça, e eu nem percebi que contei para o meu amiguinho quem tinha me comido. Ele ficou abismado, afinal ele também frequentava o local, e não suspeitava que o Kirk também gostava de homens. Percebi que ele ficou meio entusiasmado, e combinamos de voltar juntos para casa, e eu contei a ele tudo o que aconteceu, com riqueza de detalhes. Confesso que me excitei ao lembrar da sensação, mas não podia abrir mão da minha decisão.

E, quando chegamos à porta da casa do meu amiguinho, ele disse que ficou de pau duro ouvindo o meu relato, e me chamou para entrar, mas disse que o irmão dele estava em casa. Como eu disse, o irmão dele era um gay experiente, e a ideia de ficar sozinho com o meu amiguinho e o irmão dele não era de todo mal, não fosse pela minha decisão. Então eu neguei (e me arrependo até hoje).

Caminhei para casa lembrando do Kirk, e me excitei tanto que cheguei com a cueca esporrada. Fui para o banho, busquei o cu com o dedo ensaboado mas lembrei da decisão. A porra da decisão! Toquei uma punheta lembrando do sábado, lembrando do amiguinho da escola, lembrando do professor, lembrando de toda a loucura gay que eu vivi em tão pouco tempo. Eu estava gostando daquilo.

No dia seguinte, de fato eu acordei sem dor nenhuma. No banho antes da escola, percebi que o cu estava "normal", e eu consegui ficar sentado o dia inteiro sem problemas. Meu amiguinho, ao contrário do dia anterior, não estava muito disposto a conversar sobre cu. Ok, eu deixei para lá, e mais tarde naquele dia, eu fui para o chat do UOL para passar o tempo. Eu também gostava de fazer sexo virtual, mas não entrei com o meu nick normal pois eu estava fugindo do Kirk. De fato ele estava lá, conversando privado com alguém. Quando ele saiu do privado, eu provoquei ele, e parece que ele me reconheceu pelo meu jeito de teclar.

Ele me passou o ICQ dele, e pediu para eu adicionar. Assim eu fiz, e lá estava eu, de pau duro e melado, combinando com o Kirk a nossa próxima foda. Combinamos algo mais arriscado, eu iria fugir da aula e encontrar com ele na rua de trás, entrar no carro dele e ir para o apartamento dele. Depois ele prometeu me deixar perto da escola na hora da saída, assim eu poderia fingir que nada aconteceu. Eu concordei com tudo, morrendo de nervoso enquanto conversava com ele.

No dia seguinte, durante o banho da manhã, eu não aguentei e me dedei. De fato entrou mais fácil, o meu amiguinho tinha razão. Eu me arrumei com um nervosismo enorme, e ao invés de caminhar sozinho para a escola, fiz questão de ir mais cedo e chamei meu amiguinho para ir comigo. Ele topou, e no caminho eu contei do meu plano. Ele disse que eu era maluco, disse que o Kirk poderia cometer crimes escabrosos contra mim, e aquilo ficou martelando a minha cabeça. Todavia, quando chegamos próximos da rua de trás, meu amiguinho disse que iria me levar até o carro. Eu recusei, disse que o Kirk poderia ficar chateado e desistir, mas meu amiguinho insistiu, e então eu aceitei.

O Kirk estava dentro do seu carro preto, fumando com a janela aberta. Eu e meu amiguinho fomos até ele, e o Kirk abriu um sorriso. "Pensei que seríamos só nós dois, mas não me importo se tivermos companhia", disse ele. Meu amiguinho ficou corado, mas recusou, disse que tinha que entregar um dever de casa, e antes do Kirk se despedir, começou a andar rápido para se distanciar. "Entra aí", disse o Kirk, ignorando o que havia acontecido logo antes.

Eu me sentei no banco dianteiro e ele fechou os vidros escuros. Mal dava para ver do lado de fora, e imaginei que poderíamos transar ali dentro até mesmo na frente da escola. Kirk e eu não trocamos nenhuma palavra, eu estava nervoso e ele estava cantarolando as músicas do Black Album do Metallica. Reparei que ele estava trajando uma calça jeans e uma camisa justa, reparei que seus braços peludos eram fortes, e pela primeira vez parei para notar como ele era um homem bem seguro de si. Mas eu não o achava bonito, homens não me atraem pelo fato de serem homens, eu gosto de pau. E foi o pau dele que eu busquei, colocando a mão por cima da calça.

Ele abriu um sorriso, e mandou eu abrir o zíper. Quando eu o fiz, aquele pau quente e grosso saltou de uma vez, já melado na ponta da cabeça. "Chupa", ele mandou, e eu o fiz, tomando cuidado para não o atrapalhar a dirigir. Estávamos no meio de um engarrafamento, com carros e pessoas de todos os lados, e eu estava com uma piroca quente na boca, escondido por aqueles vidros escuros. Se alguém quebrasse o vidro por qualquer motivo, Kirk seria preso, e eu seria escurraçado na escola. Mas deixei essa preocupação de lado, e chupei gostoso aquele pau. Dessa vez Kirk não se importou com a baba, nem conteve os gemidos. Ele urrava alto, segurava a minha cabeça e colocava o pau quase todo na minha boca. Quando chegava na garganta, o meu café da manhã ameaçava voltar, mas eu me concentrei para não dar vexame.

Chupei ele por uns 5 minutos, e ele gozou na minha boca. Dessa vez eu senti o gosto com tranquilidade, era meio azedo, meio salgado. Não era gostoso, mas eu engoli ainda assim, e ele me fez limpar as últimas gotas que saíram. Quando terminei, ele me puxou pelo cabelo e tascou um beijo na minha boca. Eu pensei em resistir, mas era tarde demais, e me entreguei. Beijei Kirk segurando o seu pau, e só paramos pois o sinal abriu e os carros buzinaram atrás de nós.

Eu achei que Kirk me levaria para a casa dele, mas fomos a um motel. Perto da entrada ele mandou eu ir para o banco traseiro e me esconder com a jaqueta de couro dele. Assim o fiz, me encolhi o máximo que pude, mesmo sendo alto para a minha idade, e ouvi quando ele pediu uma suíte com piscina por 4 horas, para a moça da recepção. "Motel", "piscina", "4 horas", aquilo era informação demais para mim. Tudo estava evoluindo rápido demais, e cedo demais. Mas ignorei, apenas curti o momento. "Eu posso ser preso, então faça valer a pena", disse Kirk, e eu levantei a cabeça. Vi que ele dirigia por uma garagem com várias portas que cabiam carros dentro, e vi outros carros entrando e saindo. Em plena terça-feira às 8 da manhã, aquele local estava cheio, e eu nem sabia para que servia um local daqueles, na verdade.

Kirk estacionou o carro dentro de uma daquelas portas, e cabiam dois carros ali. Ele me mandou esperar no carro, então desceu e foi fechar o portão. O portão era vazado dos lados, então ele me mandou deixar a mochila no carro e sair usando a jaqueta dele. Obedeci, e Kirk então me mandou entrar rápido por uma porta. Eu entrei, e dei de cara com uma sala que parecia uma sala de espera, mas tinha um cheiro estranho e uma meia luz. Ele trancou a porta, e me mandou subir uma escada íngreme, e quando cheguei no andar de cima, fiquei impressionado. O lugar era um quarto cheiro de espelhos, muito grande. De um lado, tinha um ferro do chão ao teto (hoje sei que é um pole dance), a cama era gigantesca, tudo tinha uma combinação de cores escuras com tons de vermelho, e a iluminação era meio neon. Havia uma TV grande em um suporte de parede, e na frente da cama uma mesa estranha acolchoada, com um guidão de bicicleta em cada lado.

Kirk mandou eu ficar à vontade, e eu fui logo mexer nos botões. Um botão ligava o ar, outros botões mexiam nas luzes, até a TV era ligada por botão. Eu fiquei brincando com as luzes até o Kirk aparecer, e ele riu quando me viu curioso com tudo ali. Quando liguei a TV, de cara um filme pornô, um cara socando forte e rápido no cu de uma mulher, que gemia alto. Eu nunca tinha visto filme pornô até então, apenas fotos na internet, e ver aquele pau gigante entrando tão rápido e fácil na moça me fez pensar se o Kirk tentaria fazer aquilo comigo. Eu olhei para ele, e ele já estava nu.

Ele me deitou na cama e foi tirando minha roupa devagar. Tirou meu tênis e a meia, e chupou cada dedo dos meus dois pés. Aquilo era estranho, mas legal. Eu não sabia como reagir, então fiquei olhando para o espelho no teto, e vi quando Kirk tirou a minha bermuda da escola devagar, me deixando de cueca, com o meu pau já duro. Ele lambeu e beijou minhas duas pernas, mordiscou minhas coxas, me fez abrir as pernas e chupou minhas coxas por dentro. Sua barba me arranhava e aquilo era bem gostoso. Eu queria me masturbar, mas fiquei só olhando. Imaginei que Kirk me tiraria a cueca em seguida, mas ele tirou a minha blusa, veio por cima do meu corpo lambendo meu umbigo, minha barriga, e ficou um tempo chupando meus peitos. A ginecomastia que me incomodava fora dali se tornou um deleite para o Kirk, que chupava como se estivesse chupando os peitos de uma menina. Eu, infelizmente, não sentia nada com aquilo.

Ele então veio por cima, deitou totalmente sobre o meu corpo, e beijou a minha boca. Nos beijamos intensamente, eu fechei os olhos e apenas me entreguei, e ele se posicionou entre minhas pernas abertas, sarrando o pau duro no meu pau, no meu saco e até na minha barriga. O meu tesão foi aumentando muito, e então ele parou, se levantou e me virou de bruços. Dessa vez ele foi descendo pela minha nuca, beijando e lambendo, lambeu minhas costas do ombro ao quadril, e eu assiti tudo pelo espelho em frente à cama. Quando chegou na minha bunda, ele primeiro puxou a cueca para cima, me deixando como se estivesse de calcinha, e me deu um tapa na bunda. Eu já disse que a minha bunda era grande e redonda? Então, ele elogiou esse detalhe, e caiu de boca em seguida, mordendo, beijando e apertando minhas nádegas de cada lado. Aquilo era bom demais, mas eu fiquei com medo de ficar marcado.

Enfim, involuntariamente eu comecei a rebolar, mexia os quadris para os lados e para cima, e ele apertando e beijando minha bunda com vontade. E quando eu já sentia meu pau pulsar para talvez gozar, eu senti ele puxando a minha cueca lentamente, com a boca. Ele puxou até os pés assim, depois tirou e a jogou longe. Eu olhei no espelho e me vi ali de bruços, pelado, e aquele homem de pau duro olhando o meu corpo. Foram segundos de espectativa, e eu quase gozando sem saber o que ele faria em seguida. Mas ele logo agiu, abrindo minha bunda com as mãos e enfiando o rosto entre as nádegas. Ele lambia do rego até o saco, e me elogiou pela higiene. E eu fui ao delírio quando ele enfiou a língua, e começou a linguar o meu cu com uma vontade que eu nunca mais recebi na vida, até hoje.

Conforme ele me lambia, eu rebolava, e ele me dava tapas leves na bunda. Eu empinava a bunda para cima conforme ele enfiava a língua, minha vontade era que ele me fodesse com a língua mesmo. E ele estava delirando, soltando elogios enquando me lambia, e então me colocou de quatro. Eu estava a ponto de gozar, e não resisti quando ele enfiou a língua naquela posição. E ver aquela cena no espelho me fez gozar com mais vontade. Ele viu que eu estava gozando, pegou minha porra com as mãos e espalhou na minha própria bunda, e para a minha surpresa, lambeu cada gota em seguida.

"Porra doce, não esperava", disse ele, e eu só conseguia piscar o cu para ele, pedindo para ele me comer. Mas antes ele me deitou na cama de costas, e começou a chupar o meu pau, algo que eu não esperava. Achei que ele fosse totalmente ativo, mas fui surpreendido. Ele me pagou um boquete incrível, fazendo meu pau se recuperar rápido do orgasmo, e foi me chupando até eu gozar de novo, dessa vez bem menos do que antes, e eu me contorci loucamente conforme ele me chupava. Quando acabou de beber toda a minha porra, ele disse que eu sou afobado, pois ele queria um 69, mas teria que ficar para depois.

E eu queria dar. Queria muito dar. Então tomei a iniciativa, deitei ele na cama e sentei sobre ele, imitando a cena que eu vi no filme pornô momentos antes. Beijei a boca dele e senti ele apertando e esfregando minha bunda, e então me ajeitei até encostar minha bunda no pau duríssimo dele. Olhei para o espelho do teto e vi que o pau dele estava entre minhas nádegas, então tentei rebolar igual a mulher do filme, e Kirk percebeu o que eu queria. Ele foi com a mão e ajeitou o pau dele entre a minha bunda, forçando a porta do meu cu, mas não entrava pela falta de lubrificação, embora a minha bunda ainda estivesse meio gozada e babada.

Ele então me surpreendeu outra vez, deu uma cusparada na mão, levou até o meu cu e espalhou nele, enfiando dois dedos babados nele. Eu fui ao delírio, uma sensação de prazer enorme, que só foi superada pelo próximo ato, quando ele ajeitou o pau e conseguiu colocar para dentro do meu cu. Eu arfei. Que absurdo! Que prazer! Que sensacional! Ele me mandou olhar no espelho atrás da cama, e eu me vi sentado sobre Kirk, com o pau dele enfiado em mim, igual à mulher da TV. Então ele me segurou pelo quadril, e mandou eu mexer para a frente e para trás. Fiz com muita vontade e o pau dele saiu, mas ele colocou de novo para dentro, e eu mexi mais devagar dessa vez. Detalhe: sem camisinha o pau dele era ainda mais quente.

Kirk me deixou brincar um pouco naquela posição, e estava gostoso demais, sem nenhuma dor. Eu olhava para o espelho e me via dando naquela posição, me sentindo talvez a "putinha" que o meu professor falou. Resolvi gemer, gemi alto, gemi gostoso, não sei se gemi fino, mas o Kirk estava gemendo muito também. E então ele resolveu tomar as rédeas, me segurou pelo quadril e me levantou com o corpo dele, então deixou o corpo descer e se jogou para cima de novo, fazendo um estalo. Eu vi estrelas, o pau dele me rasgou com tudo, mas foi um prazer brutal. Gemi. Ele fez de novo, e de novo, e de novo, e eu estava gemendo igual à mulher do filme. Pensei que eu e o Kirk gozaríamos nessa posição, mas ele parou, tirou o pau, e saiu do quarto. Eu me deitei na cama com o meu cu meio ardido, mas piscando loucamente de tesão, e o meu pau pulsando.

Ele voltou para o quarto com uma bisnaga de lubrificante, já passando no pau. Então ele se sentou na beirada da cama, e mandou eu sentar no colo dele, de costas para ele, olhando para o espelho. Eu lembrei quando fiz isso com uma cenoura, e minhas pernas tremeram de saber que eu faria com um pau de verdade. Kirk não colocou camisinha, e eu nem liguei, pelo contrário. Afinal, eu não tinha nenhuma noção dos riscos. Obediente, eu me apoiei nos joelhos dele e deixei ele me conduzir na direção certa. Eu fui sentando devagar, olhando no espelho, e senti o pau dele ir entrando aos poucos, até eu sentir os pelos dele na minha bunda, sinal que estava tudo dentro. Pedi um tempo para curtir a sensação, e vi Kirk me olhando no espelho também.

"Sobe e desce, vai", ele disse. Eu assim fiz, subi o corpo e desci, com cuidado para não deixar sair. Eu não tinha nenhuma prática de rebolar, então eu subia o corpo inteiro e descia. Mas em determinado momento eu lembrei que dancei músicas do É o Tchan em uma apresentação da escola, e resolvi tentar o "bota a mão no joelho, dá uma abaixadinha, vai descendo gostoso, balançando a bundinha". Foi tiro e queda. Kirk começou a gemer que nem um louco, e eu tentando dançar É o Tchan ou o funk da Dança da Motinha com o pau dele dentro do meu cu. Aos poucos eu fui acelerando o ritmo, e Kirk se deitou na cama, gemendo e agarrando os lençóis. Eu olhei para o espelho do teto e vi como ele estava maluco com aquilo. Então eu resolvi tentar outra coisa: sentei até o pau entrar todo, e passei a rebolar desse jeito, só mexendo o pau dele para os lados, sem subir e descer. Kirk ficou totalmente maluco, gritou alto e falou que eu era um filho da puta. Eu rebolei mais e mais, e voltei a dançar funk, e então senti o que eu queria, a porra dele dentro de mim. Quente, muito quente, e o pau dele pulsava forte, parecia que ía explodir. Dessa vez eu não estava perto de gozar, na verdade a concentração para rebolar me deixou flácido.

Quando ele acabou de gozar, ele mandou eu levantar um pouco, e o pau dele saiu mole de dentro do meu cu. Ele abriu a minha bunda, e eu senti a porra dele escorrendo de dentro de mim. Vi quando caiu no chão aquele líquido que lembrava sorvete napolitano derretido, de novo. Mas dessa vez Kirk parecia não se importar, tanto que abriu a minha bunda e enfiou a cara de novo, lambendo meu cu e socando a língua lá dentro. Delicioso demais.

Depois de me lamber um pouco, Kirk falou que precisava de um tempo, e perguntou se eu queria uma cerveja. Eu nunca tinha bebido, mas aceitei, e recostados na cama nós bebemos juntos duas latas de Brahma. Kirk perguntou sobre as minhas experiências anteriores, e eu contei tudo, até minhas aventuras com cenouras e o cabo de vassoura. Perguntei o mesmo para ele, e ele disse que teve muitas experiências, mas nunca com um moleque como eu (da minha idade, imagino que foi o que ele quis dizer). Ele disse que teve a primeira experiência gay depois de velho, e que também gostava de dar o cu, mas fez questão de me comer por causa da nossa conversa no chat. Eu disse que poderia comer ele se ele quisesse, mas Kirk disse que preferia me ter como passivo. Foi aí que ele me ensinou o que era ativo e passivo.

Depois que descansamos e conversamos sobre outras coisas além de sexo, vimos como o tempo passou rápido, e focamos em aproveitar. Kirk me levou até a área da piscina, e eu fiquei deslumbrado como havia uma piscina tão grande ali. Ele se sentou na borda da piscina e me deixou mergulhar e brincar um pouco, e então mandou eu chupá-lo ali. O pau dele com gosto de cloro continuava gostoso, e eu fiz o pau mole endurecer por completo, chupando e punhetando, e Kirk gemia sem cerimônia, dizendo que eu estava ficando cada vez melhor naquilo. Ele me deu algumas dicas, como chupar e punhetar junto, lamber da base até a cabeça, me falou sobre a velocidade, etc. Meus lábios grossos tornam tudo mais fácil, mas com as dicas de Kirk eu acabei ficando especialista em mamada.

Chupei Kirk até perto dele gozar, mas ele mandou eu parar, disse que queria me comer mais. Então ele entrou na água, me levou para a borda da piscina e ficou sarrando no meu cu com o seu pau duríssimo. Não estava entrando, mas nem eu nem ele nos importávamos com isso, a sensação da sarrada e da pica forçando a porta do meu cuzinho era absoluta. No meu ouvido ele mandava eu gemer, dizia que eu era gostoso, que queria me foder pelo resto da vida, que iria me buscar todos os dias na porta da escola para me comer. E eu aceitava, dizia que queria ele todos os dias, que queria dar para ele sem parar.

Então de repente ele se afastou, me ajudou a sair da piscina e me botou de quatro em uma espreguiçadeira. Senti que ele deu duas cuspidas no meu cu, então ele se apoiou nos meus quadris e se agachou por trás de mim. Colocou seu pau na porta do meu cu e empurrou de uma vez. Doeu, doeu muito. Ele enfiou até o fundo e puxou, depois empurrou de novo, e não estava legal. Estava doendo demais. Eu não queria reclamar, pois ele estava se divertindo, mas se continasse daquele jeito não iria dar. Então acho que ele percebeu, e perguntou se estava doendo.

"Muito", eu respondi. Então ele buscou o lubrificante, colocou no pau e no meu cu, dedilhou devagar e me deixou bem lubrificado. Então eu fiquei empinado, e dessa vez ele entrou gostoso. Na primeira enfiada eu já senti algo fora de série. Mais tarde, bem mais tarde, eu saberia que naquela posição o pau vai direto na próstata, e por isso é a minha segunda posição preferida para dar (a melhor para mim é em pé, espalmando a parede). Kirk viu que eu estava confortável, não havia mais dor, e ele começou a meter com força, muita força. Mas quando mais força ele colocava, mais prazer e menos dor eu sentia. Ele estava tão rápido quanto o cara do filme, e eu gemendo igual a mulher do filme. E pensar que eu achei estranho quando o meu primeiro parceiro gemeu alto (conto 2), paguei com a língua.

Eu gozei sem encostar no pau, gozei muito, mas Kirk não parou. Pelo contário, sem tirar o pau de mim ele me levantou, me deixou ajoelhado na espreguiçadeira e continou metendo, agachado atrás de mim, segurando meus peitos, chupando meu pescoço. Era gostoso demais, mas durou pouco, pois logo ele me jogou de bruços, e veio por cima. Meteu muito forte, muito forte mesmo, e socou até finalmente gozar. Outra jatada quente no cu, outra vez o pau dele pulsando dentro de mim, mas dessa vez ele tirou e punhetou, e eu senti os pingos de porra na minha bunda.

Ele se jogou no chão ao meu lado, e eu continei ali de bruços, com o cu arreganhado e piscando. Eu estava anestesiado, não tinha mais dor. Poderia dar outra vez, mas vi que Kirk não tinha mais forças.

Depois de um tempo ali levantamos e tomamos banho juntos, eu bem que queria dar espalmando a parede, todo ensaboado, mas ele não tinha forças. Eu até tentei punhetar ele, chupei o pau mole embaixo do chuveiro, mas Kirk só conseguia pedir pausa. Ele disse que o pau estava esfolado, que eu tinha acabado com ele. E quando fui lavar a bunda, senti o cu estourado outra vez, mas não estava doendo. "Fica mais fácil de entrar", disse o meu amiguinho, e ficou mesmo.

Após o banho, Kirk e eu nos vestimos, e eu fui para o carro escondido na jaqueta de couro, e ele desceu minutos depois. Fiquei no banco traseiro escondido até bem longe do motel, e chegando próximo à escola, Kirk me beijou outra vez. Eu não correspondi tão bem, acho que o tesão já havia sido excessivo demais. "Quando vai ser a próxima?", ele perguntou, e eu dei de ombros. Por mim seria ali mesmo, uma sentada de despedida, mas Kirk não ficou duro quando coloquei a mão sobre o seu pau, pelo contrário, ele tirou a minha mão. Hoje, nos meus 40 anos, sei como Kirk se esforçou naquele dia, lamento não ter sido tão compreensivo.

Saí do carro e fui andando desconfiado, e vi que estava próximo do horário de saída da escola. Resolvi esperar meu amiguinho na porta, e ele abriu um sorriso enorme quando me viu. "Conta tudo!", exclamou ele, e fomos caminhando pela rua. Eu sorridente, ele escondendo o pau duro.

Será que voltei a me encontrar com o Kirk depois daquele dia? E o professor de jiu-jitsu (conto 3)? E o meu amiguinho?

Bem, deixo para os próximos contos.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario aventura.ctba

aventura.ctba Comentou em 20/03/2026

Nossa adorei o seu conto, senti um tesão enorme lendo, votado com certeza! Adoraria sua visita na minha página, tenho conto novo postado, bjinhos Ângela




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


257218 - 5. Outro encontro às cegas do chat da UOL - Categoria: Gays - Votos: 0
84215 - 4. Amiguinho da escola - Categoria: Gays - Votos: 9
84203 - 3. Professor de Jiu-Jitsu - Categoria: Gays - Votos: 4
83953 - 2. Minha primeira vez - Categoria: Gays - Votos: 8
83879 - 1. Início do prazer anal - Categoria: Gays - Votos: 11

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico discreto1986

Nome do conto:
6. Quem disse que eu iria manter a decisão?

Codigo do conto:
257324

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
19/03/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0