Seu Luís era assim, não disfarçava que queria me dar uma jantada, e eu que já não presto, dava mole até finalmente ter o que queria.
Meu namorado me deixou na Carol e seguiu para o trabalho, eu até então, fui passar o sábado com ela e o pai.
Eu conheci a Carol em uma escola aonde eu dava aula, ela era estagiária da secretaria e claramente nos tornamos muito próximas.
Seu Luis, divorciado da esposa, era professor de jiu-jitsu, um homem e tanto.
Fui direto atrás da Carol mas meu mundo desabou quando descobri que ela foi passar o dia com o namorado, tinha cancelado nosso rolê de garotas e eu não tinha visto a mensagem.
- Tá perdida? - Seu Luis apareceu. - Acabei de deixar a Carol na casa do Lucas, ela disse que havia avisado.
Ele cruzou os braços, sério.
- Vi a mensagem agora. - Sorri sem jeito.
- Desde quando você tem a chave de casa? - ele arqueou as sobrancelhas.
- A Carol me deu a cópia, já que você raramente vê ela, passo a noite quando não está.
ele assentiu.
- Senta, me faz companhia.
eu morta de vergonha, me sentei e o mesmo me deu vinho em um copo americano, na intenção de não perceber que se tratava de vinho mas eu sou extremamente esperta.
bebi em um gole só, conversa veio e conversa ia. ele já se encontrava solto, mas ainda não estava totalmente bêbado.
- Tá tarde, dorme aqui, você tá meio bêbada, sem chance de pegar Uber e eu muito menos te levar..
e eu, já alucinada, assenti.
até então não rolou nada, Ele me mostrou coisas básicas, falei com meu namorado e menti que Carol estava lá e fui dormir, sobre efeito do vinho que começou a bater.
não sei ao certo dizer em que horas aconteceu e como aconteceu, mas senti algo extremamente úmido entre minhas pernas e era algo delicioso..
levantei a manta e lá estava ele, entre minhas pernas, mamando minha buceta que pingava.
me arreganhei pra ele, apenas aproveitando a delícia que era a língua dele.
ele parou por um minuto:
- Me desculpa, Luana. Mas eu não posso resistir a você..
e eu louca pra sentir a língua dele novamente, apenas empurrei a cara dele contra minha bucetinha, gemendo alto. Meu grelo pulsava com força e ele mordia gostoso, mamando com vontade, bem babado.
ele subiu pra minha boca, me beijando e metendo os dedos bem fundo me fazendo gemer alto, manhosa, como puta.
sem pensar muito, puxei a regata, liberando meus peitinhos que foram mamados pelo puto, gozei forte, xingando ele, cravando a unha nele.
- Vem vadia, vem me mamar até receber leite vem. - ele subiu em cima de mim, me obrigando a mamar ele, e eu sem ar, engasgava com aquela rola branquinha com a cabeça rosada. - E não pensa em parar.
meu rosto ardia de dor pelos tapas, ele forçava minha garganta e eu, ria, amando ser tratada como puta.
e ele sabia disso, e me maltratava mais, puxava meus peitinhos pelo bico, fodendo minha boca.
gozou gostoso e logo me colocou de quatro, fodendo até o talo.
- Liga pro teu namorado.
E eu gritava, de prazer, de dor, obedecendo ele na mesma hora.
Meu pobre namorado atendeu sonolento, sem entender.
- Diz que ama ele e que tá batendo uma pensando nele.
não obedeci.
- anda caralho! tá surda?!
- eu te amo, Antony!
eu disse ofegante, com as socadas ao fundo.
ele sorriu, pegando o celular da minha mão e desligando.
me fez gozar em segundos e foi embora, como se nada tivesse acontecido.
me deixando sozinha e me ignorando pelo resto da noite.
luanasol