Vizinha do 812

    Era uma mulher séria, fechada, passava por mim com uma expressão séria, não cumprimentava por nada, algumas vezes nos esbarramos no corredor do prédio indo descartar o lixo, eu olhava e cumprimentava, ela dava uma leve abaixada de cabeça, mas nada falava, no pátio do condomínio era a mesma coisa, ela passeando com o cachorro eu passava e nada de retribuição nos cumprimentos, até quando ela estava com o marido do lado eu cumprimentava, ela nada, mais de ano isso era assim.

    Um dia estava esperando o elevador, ela apareceu e ia descer também, cumprimentei, o elevador chegou, eu gentilmente cedi a vez da entrada, ela entrou e não pude evitar de olhar para sua bunda, quando percebi ela se virar levantei os olhos olhando para o painel e apertando para descer, fiquei com a imagem da bunda dela na mente imaginando poder tocar e me deliciar, fiz o mesmo na saída do elevador e fui caminhando mais devagar para ir apreciando aquela imagem desfilando na minha frente.

    Apesar de ser uma pessoa fechada eu sonhava com ela na cama, a rotina fez com que esses encontros casuais acontecessem de vez em quando, certa vez ela apareceu com uma calça legging que realçava tudo, ela entrou no elevador e demorou se virar, ela estava me olhando pelo espelho do elevador, fiquei meio sem graça pelo flagra, mantive a postura e segui como de costume, em outra vez aconteceu de uma outra vizinha também ir no elevador, elas se conheciam conversavam e pude saber que seu nome era Sônia, nesse dia não ousei olhar por receio da vizinha ver e falar alguma coisa, mas a postura dela diante de mim foi a mesma, seria.

    Uma vez ela me desconcertou, não sabia o que poderia acontecer, ela entrou ficou olhando no espelho deu uma puxada na calça e se virou depois que a porta se fechou e falou.

Porque o senhor me olha toda vez que entro no elevador? Corei, mantive a calma, perdão, é somente admiração, o que é bonito pode ser contemplado, nunca profanado, (até hoje não sei como essa frase saiu e porque), ela respondeu, a tá, e seguimos nossos caminhos.

    Nossos encontros no elevador passaram a acontecer mais vezes, algumas com outros vizinhos e outra somente nós, sempre saio no mesmo horário, como nossos apartamentos são colados comecei a desconfiar que ela esperava o ruído da minha fechadura para sair, e também passei a evitar olhar quando ela entrava no elevador, algumas vezes eu entrava primeiro e segurava a porta, mas certa vez, (foi ai que tudo começou), ela me perguntou após o bom dia.

    O senhor não tem me olhado.

    Eu respondi que não precisava de chamar de senhor, lhe disse meu nome Paulo, e falei que era respeito.

    Que pena.

    Posso continuar a olhar

    Pode

    Térreo, saímos e seguimos nossos destinos, eu mais atrás admirando e com esperança de poder fazer alguma coisa.

    Ela também não escondia mais a admiração de ser desejada, já sorria com o bom dia, quando estava ao lado do marido mantinha a seriedade.

    Fomos pegando mais intimidade e falando mais de nossos relacionamentos, que para ambos estava um pouco frio, tinha dias que nossas pequenas conversas iam para o lado levemente picante, eu agora já entrava no elevador olhando sem medo para bunda dela e via a satisfação estampada em seu rosto, quando tinha mais algum vizinho mantinha a postura, quando não tinha já olhava com aquele olhar pidão para todas as partes.

    Ela já mandava umas tipo, safadinho tira o olho, tem dono.

    Eu - Ah se eu pudesse.

    Ela - Você quer? Falou isso me olhando de cima embaixo

    Já falei, tem dono

    Eu - Mas o dono da conta sozinho?

    Ela – Não atenta.

    Eu – E o dono sabe que eu fico te olhando? (falei isso olhando ela de cima a baixo dando umas pausas em seu decote e testa de Buceta).

    Ela – desconfia, mas nunca me perguntou nada.

    Uma vez ela apareceu com uma legging branca, fiquei doido não aguentei e mandei, “caralho, que delicia, ela deu uma puxada na frente enterrando a calça na racha e falou, gostosa né, quem sabe um dia...

    Houve um dia em que somente um elevador do bloco estava funcionando, isso provocou muita gente para usar o elevador, nesse dia ela estava saindo com o marido, eles me cumprimentaram e aguardamos a nossa vez, entrei fui pro fundo, ela entrou com o marido e ficaram na minha frente, conforme outras pessoas entravam eles se aproximavam de mim, não podia acreditar, ela a centímetros na minha frente mas o marido do lado, mas de repente gelei, ela encostou a bunda em mim, não sabia o que fazer, só pedia para que ele não visse, ela deu umas mexidas, não acreditei quando mesmo sob tensão comecei a ficar excitado, chegamos ao térreo com os vizinhos reclamando da falta de manutenção e eu agradecendo, até o marido comentou comigo o absurdo e me desejando um bom dia pois hoje já tinha começado bem, (pelo menos para mim começou ótimo).

    Os dias passando e nossas conversas foram melhorando até mesmo com o marido ao lado, certo dia estava a conversar com Fábio, (esse é o nome do marido) e ele convidou para tomarmos uma cerveja no apartamento deles, o 812, vizinho ao meu, era um fim de semana, na sala ouvia-se barulho de chuveiro, sentamos e continuamos, o chuveiro parou, minutos depois ela aparece de calcinha sem sutiã toalha na cabeça perguntando, Fábio você voltou? Eu fiquei estatelado vendo, ela não sabia se cobria os seios ou a buceta apesar de estar de calcinha, começou a se desculpar e voltando de onde veio, Fábio deu uma risadinha e falou liga não isso é normal aqui em casa, somos só nós dois, sempre saímos assim do banho, você já viu seios de fora e calcinha certo? Sim, mas eu não esperava por isso, afinal estou na sua casa e é a sua esposa. Não se preocupe, o que é bonito é para se ver, certo? Temos que aproveitar esses momentos, Sónia venha terminar de cumprimentar o Paulo.

    Pega um vestido para mim, eu não trouxe

    Enrola uma toalha e vem, depois você pega o vestido

    Não acreditei quando ela saiu e veio falar comigo, ao mesmo tempo reclamando com Fábio sobre não ter alertado da minha presença, e saiu para se vestir.

    Fabio olhou para mim e falou, mulherão né.

    Sim, com todo respeito.

    Cerveja vai cerveja vem, papo esquenta e Fábio pergunta, gostou do que viu?

    Ela – Fábio

    Eu não sabia o que falar

    Ele repetiu – gostou ou não gostou?

    Eu meio envergonhado – sim, ela é muito bonita, você é um homem de sorte.

    Ela não sabia o que fazer também, mas ele falou que já vinha notando nossos encontros no elevador, e que foi ele que incentivou a usar legging e que gostava de saber que sua esposa era desejada por outros

homens, e pediu para ela ir colocar a legging branca sem nada por baixo.

    Ela falando meio desconsertada – Fábio...

    Ela foi e ficamos a sós na sala e Fábio começa a falar que eles tem tido problemas na relação e tem falhado na hora algumas vezes e isso tem deixado Sonia um pouco insatisfeita e como já tinha notado

nossa aproximação resolveu tentar algo diferente e que já tinha conversado com ela ao qual ela concordou mas com ele junto.

Sonia voltou com a legging e uma blusa de algodão que pude notar sem nada embaixo, ela se sentou ao lado de Fábio, falamos mas um pouco sobre isso e a brincadeira continuou.

Eu não estava acreditando.

Ela se levantou e ficou na minha frente.

Fábio – pode tocar

Minhas mãos começaram a percorrer suas pernas e coxas, alisei sua bunda, subi por baixo da blusa, meu pau endurecendo, meu olhar na buceta, e senti seus seios com os bicos enrijecendo, agarrei de novo sua bunda trazendo ela mais para perto, meu rosto a centímetro de sua buceta, não resisti, meti a cara e pude sentir seu cheiro, Fábio se levanta fica atrás dela e abraça tocando seus seios e tira sua blusa, olho para cima e contemplo aquela delicia, Fábio segura um peito e fala, Vem, da uma chupada nessa teta, obedeço, ele puxa a calça para cima com uma mão enterrando na buceta dela e com a outra alisa seu grelo, Eu olho cheio de tesão.

Sonia – olha como ele tá excitado.

O volume dentro do meu short já mostrava a dureza.

E Fábio fala, tira mostra pra nós.

Os dois olhando, eu ficando totalmente nu.

Fábio pede para ela dar uma chupada, nota a gotinha de pré gozo, aperta meu pau lambe sem engolir e mostra ao marido, passa nos lábios e beija ele enquanto com a mão aperta seu pau.

Eu me segurando e os dois me excitando.

Ele tira toda a roupa de Sonia e olha para mim.

Ela pede para ele também tirar a roupa, seu pau meio duro, ela senta na beirada do sofá abre as pernas e começa a se alisar, ele fala para eu ir e chupar a sua buceta enquanto ele batia uma punheta, ela olhava para nós, eu chupando e ele com o pau na mão, trocamos de posição eu sentei e ela veio fazer um boquete gostoso, ela chamou ele para ver de perto, eles se olhavam, ela falou, delicia de pica, vejo ela ir chupar seu pau, depois de uns minutos ele se afasta, ela vem e mete a buceta na minha boca, ele continua na punheta, enquanto ela cavalga vai falando no meu ouvido os desejos mais escondidos dos dois, pois como ele tem falhado queriam experimentar sensações diferentes e se eu topava.

Perguntei que tipo, ela respondeu, bi masculino.

Eu – podemos tentar, e por que não?

Ela olha para ele e com um sorriso fala, vem querido, realize nosso desejo, ela se levantou do meu colo, vem experimenta, ele meio receoso, olha para mim olha pra ela, ela pega a mão dele e põe no meu pau, ele meio sem jeito vai sentindo a dureza e punhetando devagar, sobe a mão e depois vem descendo devagar arregaçando minha rola.

Ela fala para ele, é assim, eu te ensino, botou a mão por cima da dele e começou a punhetar, foi aproximando e passou a língua na cabeça do pau, olhou pra ele e disse, vem, e bom, ele ainda meio sem jeito aproximou a boca e lentamente foi se deliciando e perdendo a timidez, Sônia foi chupar seu pau e notei que ela estava enfiando o dedo no cu do Fábio, percebi como ele estava gostando disso, ousei em provocá-lo levantei as pernas e abri tudo pra ele deixei meu pau, meu saco e meu cu para ele se deliciar, afinal quem ta na chuva é para se molhar, ele começou a me chupar todo, confesso que estava sendo uma sensação maravilhosa, depois de minutos resolvemos trocar, eu e Sônia chupando Fabio, Sonia se levanta e fala, já volto, ela voltou com camisinhas e gel, nos entregou falando, divirtam-se.

    Sonia se sentou de frente pra nós toda arreganhada se masturbando, eu peguei a camisinha botei no pau, passei gel no cu de Fábio e comecei a enterrar devagar enquanto Sonia falava putarias para nos, bombando mais rápido Fabio se punhetava olhando para nós, olhei ele com carinha de puta e sem tirar de dentro o agarrei e beijei, Sonia se acabava na siririca falando, isso meu viadinho, goza no pau dele, não era isso que você desejava.

    Fabio rebolava no meu pau e revirava os olhos gemendo, deixei ele mais louco quando passei gel na mão e comecei a punheta-lo ate se acabar gozando, quando ele não aguentava mais parei, tirei o pau e a camisinha, dei para Sonia chupar e enterrei sem do na sua buceta, enquanto Fabio nos observa-va, seu pau mole e o cu arrombado, Sonia me faz um pedido, vou metendo mais devagar, enquanto ela pede para eu chupar Fabio, ele se levanta vem ate nos com o pau meio mole e começo a chupar, tiro o pau da buceta e me concentro na rola de Fabio, ele volta a sentar e eu abaixado continuo o boquete, derepente ele segura minha cabeça ao mesmo tempo que Sonia enfia o dedo no meu cu, deixei o pau de Fabio duro, Sonia deitou de pernas aberta, pediu para eu fude-la me chamando de seu comedor viadinho, abriu minha bunda e senti ser invadido, no começo me tranquei mas ela no meu ouvido foi falando putarias e pedindo para deixar seu corninho me comer, Fabio meteu tudo e socou ate gozar e pedindo para gozar na buceta dela, gozamos, relaxamos e ficamos deitados no meio da sala em silencio mas comecei a ouvir uns ruídos baixos, levantei a cabeça e pude ver Fabio lambendo a minha porra que escorria da buceta dela, meu pau endureceu e me punhetava olhando para ele, ate que ele parou olhou pra mim com um sorriso sacana, afastou Sonia e fez um 69 comigo, enterrando os dedos no meu cu, ficamos assim ate gozar-mos um na boca do outro que ao termino demos um beijo triplo.

    Foi um momento que nunca tinha imaginado passar, mas que se tornou nosso segredo, dois caras descobrindo o prazer do sexo, a primeira vez sempre é inesquecível, as seguintes são mais satisfatórias por serem sem temores ou medos.

Ao final deste relato fui ao banheiro, pois senti meu pau melado, arregacei e pude ver a quantidade de pré gozo que tinha na cabeça, com cuidado fui pegando e depois lambi com satisfação, estava bem grossinho e delicioso, nunca desperdicei esse melzinho.


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Ficha do conto

Foto Perfil sozinho6969
carentecasado

Nome do conto:
Vizinha do 812

Codigo do conto:
257377

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
20/03/2026

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3

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