MInha cunhada tem uma testa de buceta que fico olhando de longe e nem me atrevo a fazer gracinha pois minha esposa e seu irmão marido dela são muito apegados, e toda vez que nos encontramos os cumprimentos são moderados, beijo no rosto sem encostar o corpo, mas eu comecei a perceber que em comemorações de aniversário ou fim de ano, principalmente na virada o abraço é inevitável e o contato corporal nunca falha, nesse momento aproveito e sinto seus peitos, o seu calor e maciez, é bom sentir o roçar de seios em nosso corpo, mas como eu ia falando, nos dias de comemorações seus contatos comigo pareciam mais ousados e provocantes, talvez por efeito do álcool, mas como eu estava consciente curtia em silêncio, pensava que isso era somente o álcool, mas comecei a perceber que sem ter bebido e longe de parentes ela mostrava uma carinha de safada e ficava me tocando, mas eu resistindo bravamente, pois não tinha certeza de suas intenções.
Anos assim vivendo assim até que um dia ao voltar pracasa no centro da cidade estava eu indo pegar minha condução quando olhando a frente vejo uma mulher esperando o bonde, não reparei que era ela, mas vi de longe aquele testão coberto por uma calça justa, vou me aproximando e vou subindo o olhar e deparo com ela, não sei se ela percebeu para onde eu olhava, mas sem perder a pose e agindo naturalmente como se não tivesse feito nada, cumprimentei e percebi seu sorriso e um brilho no olhar, nos abraçamos, beijo no rosto, conversamos um pouco ela falou que estava esperando vir um bonde mais vazio mas com as mãos em meu braço fazendo um carinho que na minha mente senti foi dando uma alisada, nessa hora notei como estava mais ousada e sem álcool, já fui pra casa imaginando fuder com ela, encontros em família foram acontecendo mas esse encontro nunca foi comentado, dias foram passando e por várias vezes encontrava ela la no ponto do bonde, o tempo de papo aumentando, minhas olhadas ficando mais ousadas, e certa vez ela falou, para de me olhar desse jeito somos casados e de familia, eu só respondi, mas eu não fiz nada, ela, sei que voce não fez nada, não fez mas fica me olhando, fiquei sem resposta só olhei com cara de... e agora o que eu respondo, outro dia ela estava lá e com um decote que não pude resistir, olhei pros peitos dela, olhei pro seu rosto e mandei, voce não que que eu olhe mas vem com esses decotes que meus olhos não resistem, já ficam imaginando o restante.
Ela dá uma risadinha e manda, para safado,
paro não, é uma pena que somos parentes, mas seu olhar para mim em silêncio me pareceu dizer, continua,
Nestes encontros "casuais" comecei a ousar um pouco mais, ao beijar seu rosto fui aproximando mais de sua boca, mas evitava qualquer gesto, olhar, atitude ou conversa mais picante, pois por estar em um lugar público poderia ter por perto algum conhecido nosso, mas como a carne é fraca e o diabinho atenta fui convencendo ela a marcar um outro lugar para bater papo, ela prontamente aceitou, não era todo dia mas arrumamos um em que nós poderíamos sair mais cedo e nos encontrar fora da vista, ela nesses dias ia com umas roupas provocativas, então senti que ela também estava a fim, nossas conversas se tornaram mais picantes, os toques mais ousados, marcamos um hotel no centro pela manhã para podermos curtir e nos recompor a te a volta para casa.
Entramos, estávamos um pouco tensos, era uma situação muito inusitada, perguntei se queria desistir.
Ela respondeu, não sei.
falei, se não quiser a gente vai embora, falei isso tocando em seus ombros.
Deixa eu me acalmar um pouco.
Sentei ela na cama e falei, vou pedir um drink, tá cedo mas ajuda a acalmar, você quer um?
Quero uma água.
Pedi uma água e um uísque
Quando veio ela bebeu um pouco da água, continuamos a conversar ela pega o copo da minha mão dá um gole grande grande quase me deixando sem e fala, não vamos desperdiçar o tempo, me agarra e me beija.
Vem cachorro me fazer sua puta.
ficamos nessa agarração em pé por uns minutos alisando por cima da roupa, vou tirando sua blusa deixando-a de sutiã, ela implora, tira tudo, mama minhas tetas, quero ser chupada, tiro, aliso ela pega minha cabeça e leva de encontro a seus seios já com os bicos durinhos, uma mão ela enfia dentro da calça esfrega na buceta tira e leva até meu rosto e fala, cheira, lambe o mel da minha buceta, meu pau pedia liberdade, eu ainda vestido.
cheirei, lambi, chupei seus dedos, ela vem e me beija sentindo o gosto do seu mel na minha boca, tiro minha roupa, chupa meus mamilos e vai descendo ate se ajoelhar diante do meu pau duro e melado, ela pega e começa a lamber a cabeça sorvendo tudo, chupa meus ovos enquanto punheta devagar, coloco ela de pé de costas pra mim, abraço sarrado sua bunda e com a mão dentro de sua calça, ela rebola e começo a deixá-la nua, vejo seu nectar escorrer da buceta em fogo, deito ela abro suas pernas e chupo toda, ela geme e aperta minha cabeça no seu grelho, me puxa e beija e fala que adora sentir o gosto da sua buceta, ela pede para meter e dar pra ela chupar depois, assim faço meu pau sendo enterrado naquele buraco quente, o desejo era tanto que entrou macio de tanta lubrificação, ela me empurra e pede para chupar, ela chupa com cara de satisfação, volto a meter, arreganho bem suas pernas prendendoas e meto sem dó, ela grita e me xinga, vai filho da puta, me arromba, quero essa piroca esporrando dentro de mim, soco fundo e aperto suas tetas, ela goza, respiração acelerada, vou diminuindo o ritimo ate ela se refazer, eu ja não to aguentando, meu tezão ta a mil, meter com a minha cunhada era um desejo escondido a sete chaves, ela foi se recompondo e começamos um 69, chupava ela do grelo ate perto do cu para sentir o seu limite, fui chupando e comecei a meter o dedo na buceta melada lubrificando para tentar o cuzinho dela, enfiava na buceta e brincava no cu, ela gemia e falava que era só um dedinho pois sentia dor, nunca tinha dado, pedia, mete outra vez, quero piroca na buceta, virei e meti, socava rapido e devagar, falei que ia gozar e não aguentei, echi aquela buceta de porra, e ela falando, vai meu macho me enche, me arromba, rebolava enquanto eu gozava ate eu não me aguantar mais, me jogou pro lado e com um olhar de safada veio por cima de mim colocou sua buceta cheia de porra na minha boca e falou, chupa, chupa sua puta cheia de gala, mas não engole, ela fazia força para a porra sair todinha, meu rosto todo esporrado e minha boca cheia, ela deita sobre mim, coloca meu pau meio mole na buceta e pediu, me da teu gozo, divide comigo, me beijou e ficamos nesse tesão de brincar com porra nas nossas bocas ate engolirmos tudo.
Mais descontraídos e relaxados, também depois de uma gosada quem não relaxaria, ficamos deitados nos acariciando mutuamente, eu sentindo aquela buceta lisinha que ela tinha confessado que depilou especialmente para esse dia, mesmo sem saber se rolaria e ela na punheta bem devagar, abriu as pernas para que eu pudesse explorar toda a sua xereca, enfiava o dedo com um poco de porra que ficou dentro e levava ate seu grelo, que durinho e bolinado fazia ela gemer, quando o toque era mais profundo ela apertava minha rola, ficamos assim ate ela gozar novamente toda aberta, fui chupa-la ate sua agonia fazer ela apertar minha cabeça com suas coxas e pedir para parar, depois de um tempo ela começa a mamar minha rola numa posição de 69 com ela por cima, adorei pois enquanto ela mamava eu me deliciava em sua buceta, ela foi babando no meu pau ate a baba escorrer ate meu cu,, ela chupava, punhetava, mamava meus culhões e em determinado momento começou a brincar em volta do meu cu e pediu se podia meter,
ela - Você gosta?
eu - não sei, e você, gosta?
- quero experimentar, teu cunhado nunca deixou eu fazer, mas eu tenho vontade.
Abri bem as pernas e levantei dando a ela toda a visão do meu cu, volto a chupar sua buceta, ela mete um dedo na buceta deixa ele bem molhado e volta a brincar no meu cu, começo a me excitar quando ela começa a me xingar, meu viadinho, me chupa, percebo que isso deixou ela mais excitada, abraço ela pela cintura e chupo forte seu grelo, ela rebola e grita, vou meter, vou meter, e enterra o dedo e começa a fuder meu cu, e assim ficamos uns momentos, meu pau duro roçando seu rosto, ela esfregando a buceta na minha cara...
ela - me chupa viado, me chupa corno arrombado, falou isso e me arrombou pois meteu outro dedo.
eu - o piranha filha da puta, ta doendo caralho
ela - mas eu quero te fuder, quero fazer o que o corno do teu cunhado não deixa, eu vou arrumar um consolo pra fuder com você meu viadinho.
eu já não tava me aguentando de tanto tesão, tava quase gosando.
gritei. Para caralho vou gozar
Ela abocanhou meu pau ate o fundo numa punheta com a boca e eu gozei tudo, ela abriu a boca deixando a porra escorrer desde a cabeça da minha pica ate chegar no meu cu, tirou os dedos lambusou de porra e enterrou, ficou fazendo isso e falou, me fode, quero gozar te metendo.
Assim fiz, chupava e metia dois dedos, mas como eu tinha sido arrombado, resolvi devolver, aumentei para três, ela gemia e me fodia, via seu liquido delicioso escorrer da sua buceta caindo direto na minha boca, ela ficava mais excitada e meti quatro dedos dois de cada mão como se quisesse abrir mais ainda sua xereca, e o dedinho no cu, ela gemia, eu chupava seu grelo...
Isso me arromba chifrudo, corno, viado arombado... assim foi ate ela gozar e cair pro lado exausta.
a horas passaram e tivemos que nos recompor, mas vi em seu rosto o semblante de uma mulher realizada, ela sentou na cama alisou meu pau, olhou pra mim e falou, na próxima vou querer ele no meu cu, e respondi, com toda certeza ele estará dentro desse rabo, fomos tomar banho, bati uma punheta enquanto ela lavava sua xota e pedi para ela fazer o mesmo até gozar.
nos vestimos e seguimos nosso rumos, ficando de combinar a próxima foda.