A cadela virgem de 35 anos.

A cadela virgem de 35 anos
De 94 a 98 aí trabalhei em uma rádio em uma cidade do interior do Paraná. E recebia muita ligação para pedido de música e dentre elas a Cristiane de 35 anos.
Ela era diretora de uma escola municipal.
Gorda, loira, bocona de lábios grossos e uma voz rouca e sensual e tarada por sacanagens apesar de ter um hímen na buceta.
A primeira vez que ela me ligou elogiou minha voz e jogou seu charme por telefone, na época quem viveu sabe que os contato eram somente por telefonema de telefone fixo mesmo, nada de celular, whats, chamada de vídeo? Impensável. Os celulares estavam lançando e eram tijolos que faziam ligação. Eu construía uma imagem de como ela era pelo que ela me relatava por telefone, loira, 1.65m cabelos longos, boca carnuda, peitos de médios pra grandes, pernas grossas pés 35 com dedinhos redondos e uma bucetinha raspada e que adora gozar na siririca. Precisa saber peso com uma descrição dessa?? Kkk
Meses conversando e gozando por telefone com a gata, nisso eu já saia com a outra cadela Vilma (do conto anterior)
Até que um dia em meu aniversário, ela tomou coragem e marcamos encontro, num estacionamento de mercado e ela me deu um presente, que aliás tenho até hoje.
Nós pegamos no carro, beijei aquela boca gostosa chupei aqueles peitos grandes e a fiz gozar numa siririca, ouvir ela gozando com aquela voz rouca era sensacional, muito, muito sexy.
Ela pediu pra ver meu pau, mostrei e ela ficou assustada, cabeça vermelha, pulsando, cheio de veias saltadas pois meu pau tem 22cm e do meio pra baixo, tem exatamente a espessura de uma lata de cerveja.
Ela olhou pros lados (pra ver se não tinha ninguém) olhando o pau mordendo os lábios perguntou:
- posso?
- Deve.
Ela caiu de boca imediatamente, meu pau nesse momento já estava babado de tesão, ela engoliu nem a metade e já bateu em sua garganta causando ânsia, voltou chupando e desceu babando novamente e fez isso várias vezes ajeitando o cabelo e batendo punheta com sua mão gorda e gostosa com o que sobrava pra fora de sua boca, passava saliva, gemia, batia com o pau na boca, o colocava na garganta e fazia ânsia e ficou assim por uns 20 minutos até que anunciei que iria gozar:
- Vou gozar gata, tira senão vou encher sua boquinha.
- Um hum!!!
E acenou com a cabeça em aprovação. Nem segurei em sua cabeça, deixei ela fazer pois estava muito bom e anunciei novamente e disse não tira, não tira, não tira e ahhhhhh… gozei gata!!
Gozei grandes golfadas de porra em sua boca e a safada não deixou vazar nada, e continuou chupando e lambendo e ordenhando pra extrair a última gota. Eu fiquei maravilhado com sua habilidade em mamar.
Continuamos a conversar por ligação durante meu horário de trabalho na rádio, pois como eu já expliquei no conto anterior eu era folguista e trabalhava em horários diferentes todos os dias.
Ela tinha um carro branco e começamos a nos ver com mais frequência mas era exatamente da mesma forma, marcávamos um encontro em um lugar cheio de gente, eu deixava a moto entrava em seu carro e íamos pra um lugar ermo, ela adorava mato, beira de rio, plantação pois ela podia gemer e gritar gozando que ninguém ouvia. Eu nem desconfiei que ela era virgem. Achava que era uma gordinha complexada com seu tamanho que não queria mostrar o corpo, só.
Uma vez em minha folga ela me pegou em casa e fomos pra uma plantação aos redores de casa e paramos lá no meio do soja, embaixo de uma árvore e ela disse que queria gozar, levantou a saia quando eu me abaixei pra chupar ela disse não, que tinha que ser com os dedos, que eu chupasse seus peitos e assim o fiz, siririquei a safada até ela gozar e falava:
- imagina as professoras da sua escola vendo a diretora safada nessa situação gozando feito uma puta no meio do mato com as pernas abertas, buceta escorrendo, toda gozada?
Ela gemia alto e quase gritando falava, foda-se!!
- vai, me faz gozar
Eu siriricava mais rápido e nada dela deixar eu enfiar os dedos, era só siririca mesmo, óbvio, hoje pra mim é óbvio, na época não!!
Meu pau já estava pra fora enquanto eu siriricava com uma mão ela batia uma punheta com a outra, sua gozada passou a ser um verdadeiro show, ela balançava o quadril, gemia, grunhia, gritinhos, gemidões, chiados de dentes e gozo, muito gozo até que se tremia inteira e começava a se acalmar e respirar mais fundo e recobrar o comportamento natural de uma diretora escolar comportada, ela sempre gozou antes que eu, e depois que gozava ela adorava mamar, ela dizia que minha porra anestesiava sua língua e em toda a minha vida gozando em bocas de várias mulheres, só ouvi isso dela.
Gozei na boca dela de várias maneiras, boca fechada engolindo tudo, boca aberta levando golfadas no rosto, chupando meu saco e levando porra no cabelo, já gozei em seu rosto todo, deixando ela toda melada, e seu preferido que ela mais pedia, gozar com ela ajoelhada na minha frente comigo segurando forte em seus cabelos, falando putaria em espanhol, ela com a boca aberta e língua fora eu batendo uma punheta e descarregando porra em sua boca pra cair nos peitos e barriga, ela amava isso, de preferência no meio do mato onde ela podia gritar escandalosamente e ninguém ouvir…rs
Um dia ela disse que queria me pegar numa cama e que já estava cansada de se encontrar no carro comigo.
Marcamos de nos encontrar final da tarde num motel.
Eu e ela já tínhamos intimidade suficiente para nos comportarmos como um casal de amantes, ela chegou primeiro, arrumou o quarto com ar e bebidas e me esperou com um baby doll vermelho.
Quando cheguei ela está deitada na cama bebendo sua segunda taça de espumante siriricando, vendo um pornô de uma loira sendo socada no cu. Eu tava com um tesão do caralho, pau estava apertado na calça, tirei a roupa, fiquei peladão e fui em sua direção, ela me olhando chegar perto, tomei a taça de sua mão, mergulhei meu pau na taça e ela fez aquela cara de desejo e veio mamar… enquanto mamava colocava aquele bebida gelada na boca e envolvia a cabeça do meu pau, bebia e voltava a chupar, se molhou inteira rosto, peito, barriga, ela amava.
Segurava em sua cabeça e socava o pau em sua boca, bem cadelinha, bem submissinha, adorava levar tapa na cara enquanto a xingava em espanhol. Peguei ela pelos cabelos a virei na cama cumprindo o que eu dizia a ela por telefone que ela iria sentir primeiro o meu pau em seu cu, depois em sua buceta, mas até aquele momento eu não sabia que ela era virgem, então ela parou, sentou na cama, me olhou nos olhos seriamente e disse:
- Por favor, não ria, preciso falar uma coisa séria pra vc.
- Já sei vc era homem, operou e agora é mulher?
Os dois rimos extrovertidamente.
- eu sou virgem.
- Sério?
- Sim sério, não sei como vc nao percebeu antes, mas nunca te deixei penetrar os dedos.
- Juro, jamais imaginei.
- Preciso que vc seja carinhoso, pois decidi que será vc e espero que vc me entenda.
Dei um beijo e disse em espanhol em seu ouvido que seria maravilhoso e que ela iria gozar muito naquela noite.
Ela se derreteu, ficou molinha, se deitou na cama, abriu as pernas e meu pensamento nem estava mais no seu cu é sim naquele cabaço de 35 anos, beijei, chupei, dei tapinhas em sua buceta e ela gozava gostoso. Subi, ajoelhei em sua frente no famoso frango assado coloquei meu pau apoiado em sua barriga e perguntei:
- quer que eu coloque ou quer sentar por vc mesma.
- Quero que vc coloque.
Então coloquei a cabeça do pau na entrada de sua buceta e ela colocou a mão nos olhos esperando uma dor estrema, então eu comecei masturbar seu clítoris com a cabeça do pau e ela começou a gemer, eu colocava o pau na entrada, dava uma forcadinha e voltava a masturbar seu clítoris com a cabeça do meu pau e assim fiz por muito tempo até ela relaxar e gozar com as siriricas com a cabeça do pau, ela mesmo pegou meu pau, colocou na buceta e jogou o quadril pra baixo…
- me come caralho estou muito tempo esperando um pau dentro de mim e vc me judiando…
Afastei meu quadril não a penetrando e continuei judiando e siriricando com a cabeça do pau e quando eu colocava na portinha eu a siriricava com os meus dedos, ela já estava alucinada, chiando, mordendo os lábios com a boca, rebolando o quadril, colocando a mão pra cima e empurrando a cabeceira pro seu corpo descer e enterrar o pau nela, gordinha tava maluca, toda melada.
Então a cabeça passou e quebrou seu himem e ela parou imediatamente de mexer e me olhou nos olhos como se tivesse sentindo dor, eu parado, a olhando e meu pau inevitavelmente pulsando e escorregando milímetro por milímetro pra dentro de sua bucinha recém descabaçada.
E o pau foi entrando e ela me olhando ofegante, sentindo meu pau entrar, e foi entrando sua buceta se abrindo, engolindo a pica inteira e ela me olhando apreensiva pois eu iria parar de escorregar pra dentro no menor sinal negativo dela.
Meu saco foi encostando em sua bunda e ela fechou os olhos como se tivesse conseguido algo inalcançável. Sua buceta começou a latejar apertando meu pau, eu perguntei:
- tá tudo bem?
- Tô gozando, que delícia, minha primeira gozada com um pau dentro de mim.
Me puxou, eu deitei em seu corpo para um abraço emocionado e apertado.
- obrigado pelo carinho comigo, foi incrível, eu jamais vou esquecer vc.
- Está muito gostoso, vc é uma delícia e jamais vou te esquecer tbm.
- Acho que está ardendo, pode tirar um pouquinho?
Ainda envolvido naquele abraço comecei a tirar muito de vagar quando tirei quase tudo ela me abraçou e pediu, põe de vagar de novo, e voltei a empurra pra dentro até enterrar ele inteiro e já comecei a tirar, e colocar sem ela pedir, ela me segurando naquele abraço apertado e apreensivo. Ela começou a chiar a cada vai e vem e comecei a fazer um pouquinho mais rápido e mais rápido e ela apertando meu pau em sinal que estava gozando e gozando e gozando… voltei pra posição de frango assado e mantive um ritmo de estocadas profundas e rápidas, fazendo meu pau sair quase inteiro e entrar até o talo… eu não podia passar de um ritmo e de uma determinada força que ela reclamava de sensibilidade.
Tirei meu pau e vi o estrago, realmente estava arrombadinha.
Meu pau estava com sangue na base e o lençol tbm tinha manchado. Fui pro banho sem gozar. Ela veio atrás, tomou banho reclamou de ardor quando lavou com sabonete e ficamos conversando sobre isso. Meu pau estava durão, ela disse:
- não quero mais transar hoje, tá sensível, mas minha boca não, posso te fazer gozar assim hoje?
- Adoro gozar em sua boca delicia.
Ela ajoelhou e engoliu meu pau e gozei da forma que ela mais gostava, boca aberta derramando porra em sua boca caindo nos peitos e se melando toda e a xingando em espanhol.
Nos secamos fomos embora e ficamos mais de uma semana sem se ver, só nos falando por telefone, ela disse que ficou com medo de engravidar mesmo eu não tendo gozado dentro e tomou uma pílula do dia seguinte naquela mesma noite.
Durante a semana ela disse que eu não escapava que ela queria agasalhar meu pau no seu cu e eu estava louco pra comer aquele botão. Nos encontramos uns dias depois daquela foda deliciosa e nosso fogo e saudade estava a flor da pele… nos encontramos no mesmo motel e quarto, judiei daquela buceta, soquei em todas as posições ela pela primeira vez cavalgou um pau, de frente, de costa, deu de ladinho, de bruços abrindo a bunda, enfim fez todas as posições que ela havia visto em filmes pornôs e gozei gostoso em sua bocona.
Estávamos deitados ela em meu ombro conversando amenidades, ela pegando e brincando com meu pau é saco, meu pau já estava dando sinal de vida novamente, se abaixou e mamou gostoso, mamou com fome e depois veio sentar, pau entrou inteiro na bucinha e ela gozou várias vezes melando até meu saco e de repente ela colocou as duas mão pra trás e encaixou meu pau na entrada do cu e sentou… caralho quem sentiu dor foi eu… uhhhh…. Puxei meu pau.
- Calma gata, passa um lubrificantezinho
- Quero assim.
Passou saliva e sentou com o cu novamente e foi entrando, rasgando aquele cu.
Minha dor foi tanta que quase amoleci o pau, entrou a metade mas bem esticado, foi dolorido, ela começou um vai e vem, sentindo muita dor e sua buceta pingava como nunca, ela com meu pau abrindo caminho no seu cu e gostando da dor que estava sentindo, era incrível como ela podia suportar, acreditem, foram poucas mulheres que tomaram meu pau em seu cu e gozaram. Comi muitas mulheres em minha vida que diziam que gostava de sexo anal e na hora que entrou a cabeça amarelou.
Ela não, sentou aos poucos, sua buceta pingava e ela usava como lubrificante e sentava de novo chiando, gozando e tentando agasalhar inteiro, pois entrava somente a metade, a outra metade mais grossa ela não conseguia agasalhar mas foi sentando e gozando e chiando e me xingava de puto pausudo, que eu tava a estuprando com aquele pausão que iria arrombar o cu dela mas quem estava sentando era ela, ela que estava se estuprando com meu pau…kkk
Ela já estava sem ritmo, cansada e não conseguia mais ficar naquela posição e se deitou de bruços na cama para descansar.
Ahh eu estava descansado, com o pau na lua, chupei aquele cu gordo e ela tremeu as pernas, colocou as duas mãos pra trás, abriu o cu e disse.
- come meu cu gato, me arromba vai.
Joguei lubrificante no cu e no pau, encostei a cabeça e empurrei, entrou fácil, e escorregou pra dentro até a metade do pau, tirei e comecei o vai e vem e a cada estocada entrava mais um pouquinho e quando tirava eu via a pele do seu cu vindo pra fora junto com a pele do meu pau e entrava novamente um pouco mais até que quando eu percebi eu estava socando meu pau inteiro em seu cu que minhas bolas batiam em seu clitóris e ela na mesma posição de bruços com as duas mãos pra trás recebendo meu pau até o talo.
Gozei dentro do cu dela, joguei meu quadril pra dentro e gozei o mais fundo possível. Ela estava acabada de gozar, desfalecida, ofegante, descabelada, vermelha mas feliz por ter fodido o cu dela.
Comi essa mulher por muito tempo, ela era uma excelente foda, até que em 2002 eu vim para a capital onde vivo até hoje e não nos vimos mais, acompanho ela no Instagram ela fez cirurgia bariátrica, ficou magra e mais bonita que ela já era, não perdeu o bocão que ela sempre teve, se casou com um cara legal e vivem bem.
Essa foi a história da cadela Cristiane.

Se puder votar, o adestrador de cadelas agradece…??


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


257610 - A cadela crente de 23 anos - Categoria: Virgens - Votos: 1
257429 - Vilma a cadela chorona de 45 anos - Categoria: Coroas - Votos: 3
257259 - A cadela de 68 anos - Categoria: Coroas - Votos: 9

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico adestradordecadelas

Nome do conto:
A cadela virgem de 35 anos.

Codigo do conto:
257608

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
22/03/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0