O que vou relatar hoje começou em 2003 quando minha vizinha Angela veio morar na casa da frete.
O Daniel seu marido viajava demais pois trabalhava com obras para operadoras de celulares, ela ficava em casa com seu casal de filhos, crianças na época ainda.
Ângela uma mulher baixinha, pernas grossas, peitos grandes, sem barriga alguma, rostinho redondo e lábios médios e como eu gosto, pele branquinha.
Começamos a ter uma relação entre vizinhos, nos encontrávamos em mercado e como eles não tinham carro na época eu dava carona, as vezes encontrava ela ou ele no centro e dava aquela carona, essas coisas. Sempre eu admirava o corpo daquela mulher deliciosa e fantasiava coisas e situações, bati várias punhetas em sua homenagem. Um belo dia eu estava saindo de casa e ela tbm, ofereci uma carona, ela estava indo numa loja no centro comprar aviamentos, como eu ia passar pelo centro, nada mais normal que oferecer uma carona e durante o trajeto falamos sobre nossos relacionamentos e ela confessou que não era de ferro e dava umas escapadas, eu disse que tbm dava umas puladas e acabamos nos beijando na despedida da carona, beijo gostoso molhado, com olhar safado e sorriso maroto, beijo com sabor de quero mais, sensação que iria continuar.
Semanas se passaram, meses se passaram e da mesma forma, carona quando os encontravam mas agora com aquela pimenta de colocar a mão pra trás acariciar as canelas e coxas, ao descer, aquela passada de mão na bunda e sacanagens gostosas na frente de nossos cônjuges mas sem eles perceberem. Ao chegar em sua casa por exemplo ela deixava o marido dela e minha esposa entrarem na frente e eu e ela íamos atrás nos tocando e nos bolinando, uma delícia, mas nunca passou dessas safadezas. Um domingo de sol Daniel estava fazendo algumas coisas em seu jardim e fui lá jogar conversa fora. Sentei em uma cadeira de área e jogando conversa fora enquanto Ângela vinha lá de dentro e ficava na janela complementando conversa e orientando o Dani como queria o detalhe no jardim.
Daniel me ofereceu cerveja eu aceitei e ele pediu pra Ângela nos servir, ela me olhou e disse:
- você já é de casa pode pegar lá na geladeira.
Senhoras e senhores…
Eu não esperava o que estava por vir.
Pra ir pra cozinha eu tinha que passar pela sala, onde ela estava debruçado na janela.
Quando eu entrei na sala vejo a Ângela debruça na janela com uma mini saia Jeans preta com aquelas coxas grossas aparentes, passei olhando e ela discretamente olhando por cima dos ombros dando aquele sorrisinho cúmplice e provocador, passei por ela, olhando aquela delícia de desenho, e fui pra cozinha, quando voltei, não acreditei no que eu vi… ela tinha levantado a mini saia e sua bunda estava a mostra, calcinha de algodão amarelinha… o desenho daquele rabo, não aguentei, ajoelhei atrás dela, puxei sua calcinha de lado e fui direto com minha língua em seu cu…
Chicoteei seu cu com minha língua, seu susto foi tão grande que ela deu um gritinho e olhou pra trás e então pra disfarçar eu disse em voz alta, tá gelada Ângela? (Como se eu tivesse encostado a latinha de cerveja em suas costas) ela riu e disse que tava uma delícia, levantei rápido e saí porta a fora com as duas latinhas na mão, servindo ao Dani e bebendo a outra.
Ela me olhando com aquele olhar safado pela janela, olhar de quero mais.
Acabou aquela o Dani pediu pra eu ir buscar mais duas e eu fui correndo, mas dessa vez Ângela estava na cozinha e já cheguei a abraçando por traz pegando em seus peitos e beijando seu pescoço ela virou de frente e nós beijamos deliciosamente ela disse:
- hoje ele vai beber igual um gambá e vai capotar no sono. Venha de madrugada, se a porta estiver aberta entre, se estiver encostada, vai embora.
Peguei as duas cervejas e corri lá pra fora, tremendo de tesão e tensão.
Tomei aquela e fui embora.
A tarde e a noite se arrastaram pra passar.
Até que minha esposa foi dormir, o bairro se acalmou, as luzes da casa da Ângela se apagaram e lá pelas 2h da manhã eu atravessei a rua, abri seu portão bem de vagar, fui entrando, e pra minha alegria a porta estava entreaberta.
Fui entrando em sua sala, a luz do poste da rua me guiava na escuridão, abri lentamente a porta do seu quarto e ouço o barulho do ar condicionado e o ronco do Daniel.
A claridade que vinha de fora me permitiu ver a silhueta do quarto todo inclusive dela deitada de lado em sua cama com aquela calcinha preta enfiada no rabo e o baby doll preto levantado até na cintura mostrando aquele rabo branco.
Cheguei perto passei a mão na sua bunda, ela levou um susto pois estava dormindo , meu pau estava realmente duro e latejando. Ela se virou de frente pra mim e eu peguei sua mão e a coloquei em meu pau que já estava pra fora, ela segurou e passou a mão embaixo dele e foi escorregando pra base até alcançar meu saco e fazer um carinho, voltou com sua mão por cima do pau e pegou em sua cabeça e começou a punhetar.
Que mão macia.
Tenho um pau de 22cm mas bem grosso da metade pra baixo, exatamente da espessura de uma lata de cerveja. Ela punhetando a cabeça melada, não resistindo caiu de boca, colocou a cabeça na boca e chupou como pode, boca gostosa, macia, primeira vez em meu pau, chupa saboreando, mas foi bem rápido, voltou à punheta lenta, mão apertada como se estivesse ordenhando… ela ficou de pé, se virou de costas baixou a calcinha a tirando pelas pés, ficou de 4 na cama, pegou meu pau e mirou pra sua buceta, ela tava ensopada, a cabeça entrou fácil e o corpo do meu pau deslizou rasgando de tão apertado. Mas parece que sua buceta foi feita pro meu pau, ela foi ajeitando e logo sua bucinha estava toda dilatada com meu pau entrando e saindo, esticando a pele da buceta e ela de 4 com Seu marido roncando em sua frente…
Múltiplos pequenos orgasmos, faziam sua buceta apertar meu pau, latejando e me fazendo perder a cabeça de tão bom que tava, segurei em sua bunda e joguei meu quadril pra frente enterrando todo o pau a fazendo gozar ainda mais, abrindo a boca em sinal de muito tesão… não podíamos gemer, nem balançar muito a cama, tínhamos que ser suaves, eu não podia socar como eu queria, ela não podia gemer como ela queria, o meu medo me fazia tomar muito cuidado, não podíamos sair dali pois corria o risco dele ou das crianças acordarem.
Eu segurando em suas ancas, penetrando lentamente meu pau em sua buceta, entrando e saindo num vai e vem delicioso, lento, molhado, sentia suas carnes envolvendo meu pau, suas mãos passando pela lateral do meu corpo pedindo mais, ela rebolava lentamente aquele rabo, se tremia a cada gozada, meu saco molhado, o barulho de carne molhada a cada vai e vem, aquela sensação de perigo, aquela mulher gostosa cheia de curvas de 4 em minha frente, segurei forte em seus braços enterrei meu pau no fundo de sua buceta, a puxei colando suas costas em meu peito, minha boca em sua orelha, falei sussurrando:
- vou gozar.
Ela só consentiu com a cabeça, puxei sua boca a beijando e gozei…
Gemi calado, com sofreguidão, o gemido saia em socos do pulmão junto com uma respiração ofegante e intermitente, parecia que nunca iria acabar de sair porra, foram jatos e jatos dentro daquela buceta deliciosa.
Continuei a beijando de forma apaixonada, pegando em seus peitos e empurrando em sua bucetinha, pau dentro, latejando saia a metade e penetrava até o talo sentindo escorregar pra dentro da bucetinha toda cheia de porra.
Depois da gozada foi me dando uma aflição, um medo desse cara acordar…kkk
Ela levantou pois a calcinha e levantei minha bermuda e sai pé ante pé para não acordar o corno…kk
Ficamos sem nos ver e sem nos falar, uma semana. Do nada ela me manda assim no whats.
- Dani vai viajar amanhã cedo, quero de novo!
Carro da empresa veio buscar ele domingo de manhã.
Mal minha esposa dormiu lá pela 23h e eu mandei mensagem e fui pra lá… ela me esperou na sala só de calcinha preta e um roupão por cima.
- me dá esse pausão gostoso, vem socar na sua bucetinha vem.
Nem veio mamar, nem pediu pra chupar nada, ficou de quatro no sofá pegou meu pau meia bomba ainda, colocou na entrada da bucinha e forçou e entrou a cabeça, e já começou a rebolar e começou a chiar rebolando e eu já comecei a sentir sua buceta me apertar e e ela começar a gozar e melar meu pau, eu não tinha penetrada nem 10cm do meu pau e ela já estava gozando e rebolando e chiando de olhos fechados evidenciando o tesão que ela estava sentindo e a ansiedade que ela estava por sentir meu pau mais uma vez dentro da buceta, empurrando seu rabo pra trás, meu pau já tava durão e começou a entrar ainda mais, buceta soltava uma baba branca e o pau entrou até o talo, segurei naquelas ancas brancas e grandes e comecei a bombar com mais força, fazendo bater meu saco em seu clitóris ela gemendo e empurrando sua raba pra trás e gozando gostoso, a sensação de estar com o pau todo dentro de uma buceta é uma sensação indescritível, sentir uma buceta apertar o pau inteiro é uma delícia, ainda mais a dela que eu estava louco pra sentir novamente, ficamos nesse vai e vem nesse soca, soca, durante muito tempo, quase uma hora, ela estava muito cansada de tanto gozar e pedia pra socar e eu socava.
Uma hora ela jogou seu peito no sofá para descansar, arfando e sorrindo, feliz…
- faz tempo que não gozo tanto assim, que delícia.
Eu estava em pé atrás dela com meu pau escorregando pra dentro dela, lentamente, fazendo massagem em suas costas, luz acesa, vendo todos os detalhes de sua pele branquinha, pintinhas e pequenas estrias que eu admirava e me dava mais tesão.
Tirei o pau da buceta e repousei em cima de sua bunda grande. Ela passou a mão na boca juntando saliva, pegou a cabeça do meu pau a melando de cuspe e direcionou pro seu buraquinho apertado e forçou sua rabeta pra trás e já começou a chiar… cabeça do meu pau encontrou uma resistência muito grande, seu cu era muito apertado, me causou dor, então, ajoelhei atrás dela e soquei minha língua em seu cu e ela voltou a chiar e rebolar na minha boca, chupei, lambi seu clitóris seu cu, suas coxas do lado de dentro, suas nadegas e ela chiava, rebolava e gozava pequenos orgasmos e as vezes siriricava a bucinha e levava seu mel à boca e gemia um gemidinho infantil, diferente e delicioso de ouvir. Chupando colocando já 4 dedos em seu cu percebi que já estava laceado pra receber meu pau, levantei passei um gel e agora sim, a cabeça passou gostoso e seu infincter apertou o corpo do meu pau. Que sensação deliciosa estar com pau num cu e a mulher sorrindo de prazer em receber um pau dentro de ti, logo ela começou a chiar, rebolar e empurrar seu cu pra traz pra entrar cada vez mais. Segurei seus cabelos com as duas mãos a puxei contra mim e enterrei em seu cu, ele gemeu alto…
- ahhhh me come seu puto!!
Soca esse pausão no meu cu, estou me sentindo empalada com ele todo dentro, como é grande, gostoso, vai soca delícia.
O anel de seu cu estava na base do meu pau, adoro sentir essa sensação.
A segurei forte com meu pau enterrado, fiz ela ficar em pé, caminhamos até seu quarto ali do lado, a coloquei de 4 em sua cama e comecei a bombar cada vezes mais rápido e essa mulher começou a gemer e chiar e rebolar e empurrar seu cu pra trás e ao mesmo tempo que sorria, mordia seus lábios, e fechava os olhos e chiava e respirava fundo gemendo e gozava deliciosamente apertando seu infincter no meu pau, siriricava e gozava e lambia os dedos e pedia, mete no meu cu, mete.
Que sensação deliciosa socar num cu sem a preocupação se está machucando ou não. Eu só socava e sentia o anel me apertar, ela foi se deitando na cama até ficar totalmente de bruços, colocou as duas mãos pra trás, eu me ajeitei em cima dela e soquei gostoso com rapidez e profundidade, a cada socada um gritinho infantil saia de sua garganta, parecia um gemido de hentai, fininho, sofrido, delicioso, não há pau que aguente sem gozar, aumentei o ritmo e a força chegando a socar com violência naquele cu, ela gemia conforme meu peso a espremia, colei minha boca em sua nuca, anunciei a minha gozada e mordi forte, chupando sua nuca e mordendo passando meus dentes bem forte pra deixar aquela mancha roxa característica de mulher puta submissa.
- aí FDP vc me mordeu, cachorro, falou gemendo e lamentando.
- E vou morder mais pra marcar seu corpo pro corno ver que a esposa dele é uma cadela safada.
Meu pau pulsando e jorrando porra dentro dela, adoro fazer aquele vai e vem com meu pau atolado em porra dentro da buceta ou do cu e assim o fiz até ele desacoplar sozinho. Baixei meu rosto até seu cu para ver o estrago e lá estava, um cu arrombado e escorrendo muita porra. Mordi forte suas nadega direita arranhando meus dentes e chupando para ficar aquele roxo característico.
- ai desgracado, cachorro, o que eu vou dizer pro Dani??
- Problema seu gostosa, diga que ele é corno.
Ela de bruço, respirando fundo, porra escorrendo, roxo na bunda, toda descabelada e sorriso no rosto.
Ajoelhei em sua frente pra mostrar meu pau todo melado e gozado, resolvemos ir tomar um banho.
No banho ela lavou meu pau de forma carinhosa, dando atenção ao meu saco, a cabeça, aquelas mãozinhas pequenas, pegando no meu pau, sorrisinho safado no rosto …
- como pode ser tão lindo e grande? Eu consegui agasalhar ele inteiro, que delícia. Tô me sentindo vazia por dentro.
Veio me beijar a boca e disse em meu ouvido de forma a confidenciar: Quero mais.
Peguei em sua bucetinha toda raspadinha e já encontrei o clitóris duro, me ajoelhei e a chupei com ela levantando a perninha e jogando o quadril pra frente facilitando meu trabalho, clitóris duro de tesão, segurou em meus cabelos com uma mão, se encostou na parede do box, e gozava pequenos orgasmos com minha boca colada em sua bucinha.
Agua escorrendo quente do chuveiro e ela gozando deliciosamente e rebolando pedindo pra não parar. Quanto mais um chupava mais ela gozava e segurava meus cabelos e rebolava e gozava novamente, dava impressão que ela não transava a muito tempo. Meu pau estava mole, parei de chupar me sequei e fui pra sua cama, tava muito quente no banheiro e eu queria ir pro ar condicionado.
Deitei pelado em sua cama, pau mole e esperando ela. Quando ela chegou do banheiro só de calcinha meu pau já deu aquela pulsada, e começou a ficar duro só de ver aquele tesão de mulher. Ela se sentou na minha frente com os cabelos molhados escondendo seus seios, pegou meu pau elogiando.
- adoro ver ele crescendo, ele é lindo e grande, não dá vontade de parar de transar contigo, se eu pudesse daria pra vc o tempo todo, adoro a sensação de me sentir preenchida.
- No cu ou na buceta?
- Tanto faz gozo da mesma forma, vc escolhe.
De verdade, sua buceta era bem mais gostosa que seu cu.
Nessa altura meu pau já estava duro, soltando a baba, segurei em seus cabelos a puxei pra um beijo intenso e ela já foi se ajeitando para sentar pra cavalgar.
A cabeça encostou na porta da buça e ela gemeu, chiou e começou a sentar milímetro a milímetro, sem parar, sem voltar, até eu sentir que estava no talo. Sua buceta estava em contato com todo meu pau, desde a cabeça até a base, eu sentia ela inteira por dentro e ela começou a melhor cavalgada que uma mulher já meu deu. Eu só fiquei assistindo, sentado com as costas na cabeceira, com minhas mãos na nuca e admirando, pois agora eu iria demorar muuuito pra gozar. Ela cavalgou por mais de uma hora.
Ela teve pequenos orgasmos praticamente em todas as estocadas e uns 4 grandes orgasmos de melar meu saco. Ela já não aguentava mais cavalgar, rebolar, tremer, gemer, chiar e gozar, gozar, gozar até quase desfalecer. Ela se deitou nas minha pernas, colocou meu pau na boca e mamou, mamou que achei que ela iria mamar até eu gozar em sua garganta mas ela dormiu acredita?? Kkk dormiu com meu pau na boca.
A virei de lado, ela se ajeitou pra ficar mais confortável, abraçou seu travesseiro virou de lado pra dormir tranquila até amanhecer o dia. Peguei sua calcinha preta, limpei sua buceta com seu mel, calcinha ficou toda molhada, ensopada, estava até pensando em ir embora e deixá-la dormir tranquila, aí fui inventar de cheirar sua calcinha, pois adoro cheiro de calcinha com cheiro de buceta, acho uma delícia. Ela já estava dormindo profundamente com a luz acesa, então meu tesão falou mais alto e resolvi fazer uma coisa que adoro fazer e faz parte de minhas fantasias e toda vez que tenho a oportunidade eu faço, comer um cu com a mulher dormindo, amo.
Peguei o gel, passei no pau e posicionei a cabeça no cu dela. Plof, entrou gostoso e ela continuou dormindo, isso já era umas 4h da manhã, eu precisava gozar pela segunda vez e ir pra casa dormir. Meu pau entrou naquele cu apertado e logo senti seu anelzinho envolver o corpo do meu pau e comecei a empurrar até o talo e tirar, até o talo e tirar, que sensação deliciosa de estar violando uma regra, comendo um cu “sem autorização” sensação de estar estuprando.
Isso me excita muito, mexe com minha imaginação.
Mulher dormindo eu ajoelhado com toda sua raba disponível pra eu socar e gozar, ela totalmente desfalecida, dormindo profundamente como se estivesse dopada e eu empurrando em seu cu vagarosamente sentindo seu anel percorrer meu pau inteiro, da cabeça à base, seus seios à mostra, a curva da cintura, sua pele lisa macia, sedosa, seu cheiro de mulher casada, bem tratada, seus cabelos brilhosos formavam um conjunto de coisas que só aumentavam meu tesão. Comecei o vai e vem um pouco mais rápido e meu tesão foi as alturas e senti que aquele momento era pra eu gozar e aumentei o ritmo, pra uma socada por segundo e assim mantive até começar a vir aquela sensação de gozo mas eu não queria gozar naquela cu, queria deixar uma lembrança de quando ela acordasse e realmente tivesse certeza que foi abusada. Soquei mais forte até o gozo, levantei rápido e fui no seu rosto e com cuidado virei seu rosto, puxei seu queixo até seus lábios se abrirem, passei a cabeça do pau nos lábios o abrindo ainda mais, punhetei e gozei em seus lábios, bochechas, pescoço, testa cabelo foram várias golfadas, seu rosto ficou coberto de porra e ela dormindo. Me arrumei, peguei sua calcinha melecada, limpei mais uma vez seu cu e buceta com o fundo da calcinha, coloquei no bolso fui embora a levando comigo. Bati várias punhetas durante dias dando várias gozadas na sua calcinha.
Depois conto quando fomos no motel pra eu entregar a calcinha suja.