Em uma manhã em que eu apareci mais cedo na casa do meu pai pois nesse mesmo dia ainda tinha de vir para Lisboa onde tinha uma reunião ao final da tarde. Chegando em casa, escutei um barulho de gemido no quarto dos meus pais. Devagar me aproximei da porta entreaberta. Minha segunda mãe estava nua na cama, com as pernas aberta e com um vibrador enfiado na buceta. Ela se contorcia de prazer, enquanto assistia um filme pornô. A cena do filme deu para ver que tinha um cara comendo a mulher de lado, enquanto ele segurava em seus seios, e ambos se beijava de língua. Os gemidos da minha mãe ficava cada vez mais alto. Até que ela deu um suspiro, tendo um forte orgasmos.
Nesse momento eu entrei no quarto. Minha me olhou assustada, tapando o seu corpo com o edredom, e me perguntou o que eu estava fazendo em casa naquele momento. Eu respondi que tinha terminado mais cedo os assuntos que me haviam levado a meio da semana ao Alentejo. Ela, já em cólera, me mandou sair do quarto. Depois do flagra, não conversamos naquele dia. A noite entrei na internet para ver pornografia. Entre os vídeos que vi, um deles me chamou a atenção. Era uma coroa que até lembrava a minha segunda mãe, metendo com um cara mais novo. Detalhe: o nome do vídeo era filho fudendo com a mãe. A cena era deliciosa, ela mamava nele com tanta delicadeza, chupava suas bolas etc.
Na hora de meter, ele sentou em uma cadeira e ela começou a cavalgar no seu caralho. Que rabo tinha aquela coroa! Parecia com a bunda da minha mãe. Ainda não falei, mas minha segunda mãe é uma linda mulher, tem mais ou menos 1,70m. Cabelo liso e loiro, até os ombros. Olhos esverdeados. Seios grandes e duros. A bunda grande, mais ou menos uns 100cm. Ela frequenta a academia duas vezes por semana. Quando estava vendo a cena da internet, comecei a imaginar a minha mãe sentado na minha picha. Gozei deliciosamente. Após o orgasmo me senti um pouco de repulsa por mim mesmo.
Nos dias seguintes, fiquei meio obcecado por incesto. Confesso que contos eróticos de filhos comendo mães e filmes com coroas me deixava mais excitado. Minha relação com minha segunda mãe ficou meio fria depois do flagrante, conversamos pouco, somente o essencial. Outro dia, em um sábado, fomos a piscina de um clube. Minha mãe ainda envergonhada pelo ocorrido. Estava usando um maiô, ao invés de biquíni que sempre usava nessas situações. Estava sempre usando uma toalha nos quadril. Meu pai até estranhou o fato e a indagou. Ela respondeu que ultimamente não estava malhando muito, e estava com uma barriguinha. E por isso estava com vergonha do seu corpo. Era mentira, pois ela estava malhando direto, e o seu corpo estava espetacular.
Meu pai aceitou a mentira e não mais tocou no assunto. Com o tempo, a ideia de fazer sexo com a minha segunda mãe começou a criar força na minha cabeça. Deixei de sentir mal por isso, e comecei a achar natural a ideia. Precisava arrumar uma oportunidade para colocar esse plano em prática. Primeiramente, precisava voltar a ter a relação que tinha com a minha segunda mãe antes do flagra. Puxava conversa e ela respondia. Em pouco tempo, consegui restabelecer a amizade novamente. Até que em um dia, minha mãe resolveu tocar no assunto do dia do vibrador. Disse que sentia muita vontade de sexo, mas meu pai não estava correspondendo. E que tinha diversos itens sexuais. Eu respondi que já sabia dos itens, pois tinha descobertos sem querer. Ela sorriu e disse para não contar para o meu pai.
Nesse momento, criei coragem e disse que a achava muito bonita e que sentia atração por ela. Minha mãe surpresa me reprendeu e disse que isso era pecado, pois ela era minha segunda mãe. Fiquei mais doido ainda e coloquei o meu pau para fora. Ela ficou mais surpresa ainda, só que dessa vez ficou muda olhando para o meu pau. Nesse exato momento meu pai chegou, e eu, assustado sai correndo para o quarto. Fiquei com medo de que minha segunda mãe falasse com o meu pai do ocorrido. Entretanto de madrugada, minha mãe entrou no meu quarto e me acordou sussurrando o meu nome no ouvido. Acordei surpreso com aquilo. Minha mãe só estava vestindo uma lingerie de renda branca, muito sensual. Ela colocou o seu dedo indicador na minha boca, sugerindo que eu fizesse silencio. Disse: _filho vou realizar seu desejo pervertido!
_ Suas mãos entraram em meu short e alcançaram o meu pênis. Ela me deu um sorriso safado enquanto me punhetava. _ Vamos tirar essa roupa! _ disse a puta louca para ser fudida. Ela começou a beijar minha boca devagar. Seus beijos iam descendo pelo meu corpo, passando pelo peito, barriga e, enfim, o caralho. Minha mãe começou um delicioso boque-te. Lambia a cabeça do meu pau, me olhando com aqueles sacanas olhos verdes. Depois lambia de uma extremidade a outro. Ate que engoliu o caralho de vez. Mamava com vontade. Sempre me olhando nos olhos e passando suas mãos delicadamente na minha barriga. Ela também chupava minhas bolas. Chupou por um bom tempo. Quando estava quase gozando naqueles lindos lábios, ela disse que agora era minha vez, tinha que chupar o seu grelinho.
Minha mãe deitou na cama, e foi tirando sensualmente a calcinha com as pernas levantadas. Cai de boca naquela bucetinha rosada sem pelos. Chupava com experiência. Mas minha mãe me orientava. Disse que deveria lamber o clitóris para ter prazer. Disse também que deveria enfiar o dedos dentro da buceta fazendo movimento de vai e vem, enquanto lambia o clitóris. Sem ela dizer, comecei a enfiar os dedos da outra mão dentro do seu cuzinho. Ela começou a gemer que nem louca. Por um momento pensei que poderia acordar o meu pai. Senti o seu corpo estremecer atingindo o clímax.
Minha mãe se levantou assustada pegando sua calcinha no chão, pensando que o meu pai tinha acordado. Eu relutei, disse que não tinha gozado ainda. Ela com um sorriso me disse para esperar um pouco, pois só ia confirmar se meu pai tinha acordado, mas voltaria se meu pai ainda estivesse dormindo.
Minutos depois ela voltou, sentou em cima do meu colo, puxou a calcinha de lado e o meu pau penetrou na sua buceta. Ela tirou o sutiã, deixando os seus enormes seios a mostra. Ela me beijava com violência, e deixava mamar daqueles melões. Enquanto eu estocava o meu pau naquela buceta maravilhosa. Minha mãe sentava com força. Gemia como uma puta. Dizia_ mete na buceta da mamãe, seu pirocudo! Assim, assim, amor! Seu pervertido! Tarado pela segunda mãe! Mete, mete! _ Não resisti e deu uma bela esguichada de porra dentro da vadia.
Ela continuou cavalgando e novamente seu corpo estremeceu e ela entrou no clímax novamente. Ficamos abraçados por tempo. Nesse momento escutamos um barulho, era o meu pai levantado. Minha mãe e eu nos olhamos preocupados. Peguei o edredom e nos cobrimos. Minuto depois meu pai abriu a porta do meu quarto e eu fingi que estava dormindo. Mal sabia ele que minha mãe estava debaixo edredom cheia de porra.
Quando escutamos o meu pai entrar no banheiro, minha mãe pegou o sutiã que estava no chão, por sorte o meu pai não viu, e correu. Quando o meu pai saiu do banheiro, deu para escutar a conversa dele com a minha mãe, no qual ele perguntou onde ela estava. Nesse momento ela já tinha vestido um robe e respondeu que estava sem sono e tinha ido para fora da casa para tomar um ar. Ele acreditou. Na manhã seguinte, minha mãe estava fazendo café, usando o mesmo robe.
Quando terminamos o café, minha mãe disse que tinha uma surpresa para mim, tirou o robe e estava completamente nua. Pegou um pote e meu deu. Perguntei o que era e ela me disse que era lubrificante e era para passar no pau. Fiz o que ela mandou. Ela sentou em uma cadeira alta sem encosto, tipo cadeira de balcão de bar, com a bunda empinada para mim, e disse para eu comer o seu cu. Comecei a acariciar suas nádegas, até abri-las e ver o lindo cu rosado da minha mãe. Não resisti e comecei a lambe-lo. Minha mãe começou a bater uma siririca. Enfiei minha língua mais profundo possível no cu daquela cadela, que gemia de prazer. Não resisti e comecei a comer o seu cu. Ela gemia cada vez mais alto.
Minha estocada ficava cada vez mais forte. Eu segurava com força em seus seios. Senti que a siririca ia fazer minha mãe gozar novamente, dito e feito, ela teve outro orgasmo. Eu continuei comendo o seu ânus, até que não aguentei e gozei muito. Enchi o cu dela de porra, igual na noite anterior com a buceta. Ela pegou um pouco da porra com os dedos e colocou na boca, dizendo que a minha porra era deliciosa. Por várias noite repetimos o foda.
Só que em uma bela noite, estava comendo ela de quatro no chão do meu quarto, quando escutamos um barulho na porta. Era o meu pai nos flagrando. Depois disso fui expulso de casa. Meu pai me pagou o que eu tinha direito a partilha dos bens dele e cortou relações comigo até hoje. Minha segunda mãe continuou morando na casa do meu pai, como se nada tivesse acontecido. Depois disso ficou difícil encontrar com a minha mãe, encontrei com ela umas três vezes em motel. Ela disse que meu pai estava pagando detetive para vigia-la. Mas estou ansioso para come-la novamente. FIM.