Renato, o coroa vizinho do bloco ao lado

Renato, o vizinho do bloco ao lado.
Me chamo Viccenzo, apesar de ser mais conhecido como Vic. Sou um homem gordo, branco, de 24 anos. Sou um exibicionista sem qualquer pudor! Quando digo que sou gordo, sou aquele tipo de gordo com coxas e bunda grande, com aquela barriga que os caras gostam tanto de sentir em cima, de morder e apertar nas mãos. Não obeso, mas gordinho, pançudo, cheinho, ou como queira chamar!

Esse conto, em particular, é uma lembrança de algo que me aconteceu uma vez, há algum tempo atrás. A vez em que fiquei com meu vizinho, um homem casado.

Foi numa tarde de quarta feira, eu estava no meu dia de folga, o que significava ficar o dia todo em meu apartamento, à vontade.

Depois de tomar um banho, sai pelo apartamento, quase todo enxuto. Procurava o meu celular, mas não o encontrava em lugar algum. Aquela bosta estava tocando, e não saber onde estava só me deixava mais irritado.

Busquei no meu quarto, na cozinha, e até pensei que talvez tivesse deixado no banheiro, mas como havia saído de lá, seria impossível. Sobrava a sala de estar pra procurar. Revirei as almofadas dos sofás em busca daquela birosca, foi quando joguei uma almofada para o lado e escutei o som de algo duro caindo no chão. Graças a Deus a distância do sofá para o chão não era tão grande para quebrá-lo, mas quando ia pegá-lo, acabei o empurrando com o joelho por debaixo do sofá. Era um dia de sorte e tanto.

Me agachei no chão e meti o braço por baixo, batendo os dedos pelo chão de taco em busca dele, e quando o encontrei, ao puxá-lo, vi meu braço mais branco do que era de normal. Havia muito pó ali debaixo e eu ia precisar de outro banho.

Quando me pus de pé, ao virar para o lado, senti o ar escapar e meu coração errar um passo. Meu vizinho do bloco à frente estava ali, parado, fumando um cigarro, olhando para dentro do meu apartamento. Olhei para ele, ali do outro lado, e pude ver a surpresa estampada em seu rosto. Ele abriu e fechou a boca, e então olhou para os lados, como quem buscava ver se mais alguém havia testemunhado o mesmo que ele. No mesmo instante, corri até a janela e fechei as cortinas, morrendo de vergonha. Minha toalha caiu pelas minhas pernas, e eu senti um terror sem igual me invadir.

Depois daquilo, fiquei com neurose do que podia acontecer. Temia encontrar com ele pelo condomínio, quem sabe ser expulso por atentado ao pudor. Pior, pensava nele vindo atrás de mim.

Depois do flagra, fui ao mercado para comprar algumas coisas. Andar pelas ruas era uma missão e tanto, pois eu sentia como se estivesse sendo seguido. Por viver em um condomínio, tinha um mercado de canto onde vendia apenas coisas essenciais, o famoso quebra-galho. Estava pegando alguns pães de forma e estava me decidindo se levava ou não um refrigerante quando ele apareceu, o vizinho espião do bloco vizinho. Ele olhou para mim, parecen.do surpreso em ver ali. Claro que estaria, quem espera ver na sua frente um gordo que estava se exibindo de quatro na janela de casa?

Ele veio na direção do freezer, e eu logo fui na direção do balcão de autoatendimento pagar minhas compras. Ele abriu a porta do freezer, pegou algo, e então se colocou ao meu lado. Uma única lata de refrigerante. Por ser apenas uma coisa, eu dei a preferência para ele passar primeiro, mas ele não quis.

— Pode ir.
— Mas você…
— Não tenho pressa, rapaz — Ele sorriu, e na hora eu nem entendi o que ele quis com aquilo.

Passando minhas coisas no caixa, não podia evitar olhar para o lado a cada bip sonoro do caixa, e vi que ele me olhava também.

Eu estava procurando a carteira nos bolsos, quando eu escutei sua voz, grave e serpentina, dizer: — Veja no bolso de trás. Deve estar aí.

Senti meu coração bater, ao pôr a mão no bolso de trás, decidi tentar provar algo: pus a mão no bolso, apertando minha bunda, então meti a mão no outro bolso, e logo achei a carteira ali.

— Olha, só, estava aqui! — Falei abrindo a carteira. Peguei um dos meus cartões e paguei pelo que ia levar, então olhei para ele, que havia se aproximado um pouco mais de mim. Ele estendeu a mão para minha frente, e eu confesso que me assustei, mas ele apenas pegou um chocolate no balcão.

Estava pondo minhas compras na sacola, quando vi ele estender o chocolate para mim. Estava aberto, e ele parecia querer que eu mordesse. Estava me provocando, e eu logo percebi um quê de malícia nos seus olhos castanhos, então decidi baixar o nível. Abocanhei o chocolate, e o chupei antes de comê-lo. Aquilo havia sido erótico o suficiente para me fazer ficar duro, estar num lugar público com a alta chance de ser flagrado, flertando com um cara bem ali, aquilo era excitante pra caralho!

— Obrigado. Gostoso.
— Pegue pra você. Posso te acompanhar?

O brilho em seus olhos pareceu se intensificar, cintilar diante da ideia de me seguir. Peguei o chocolate para mim e caminhei até a saída com aquele cara bobo no meu encalço, como um cão no cio.

Andávamos pelas ruas do condomínio em silêncio, eu estava excitado, ansioso e amedrontado. Meu pau já marcava a calça de moletom, e eu pude perceber, enquanto andávamos pela calçada, que ele também estava excitado. Seu pau marcava a calça jeans justa que usava, por que diabos homens gostam de usar calça justa? Não importa, o pau dele está ali, duro, quase que petrificado.

— Eu vi você da minha janela — Falou ele, tomando um gole do seu refrigerante. — Você não tem medo que te peguem? Mora muita gente naquele prédio, alguém podia ter te visto!
— Talvez eu queira ser pego. Já pensou nisso?
— Então é isso? Eu vou pra minha janela, tomar um ar, e você vai pra ficar exibindo essa sua bunda como um pervertido?
— Sua raiva é que eu me exiba pela janela?
— Minha raiva é que eu não estava lá em cima de você e dessa sua bunda. — Disse de forma tão suja e vulgar, a essa altura eu já tava quase gozando de tão duro que estava. — Eu gosto de um garoto de bunda grande, é bom pra aguentar o tranco pra variar.
— Você parece o tipo de cara que canta vantagem antes do tempo.
— Está duvidando? Por que não subimos pro seu apartamento e você descobre por conta própria?

Ele simplesmente havia se convidado pra subir. Um homem de atitude me deixa tão excitado!

— Eu nem sei o seu nome ao certo!
— Renato. E o seu?
— Viccenzo.

Chegamos na rua do nosso condomínio, e eu o convidei pra subir. Entramos no elevador, e quando as portas se fecharam, eu logo senti sua mão apertar minha bunda com força, puxando e balançando minha nádega através da calça.

— Tem câmeras aqui.
— Eu sei.

Quando as portas se abriram, nós corremos em direção ao meu apartamento. Assim que entramos, tranquei a porta e corri para fechar as cortinas das janelas.

Estávamos ali no meu apartamento, nos encarando em silêncio.

— Quer sentar? — Eu o convidei, e ele se sentou no sofá. Seus olhos não saiam de mim em momento algum, como um predador que está prestes a dar o bote. Sentei ao seu lado, cruzando as pernas, e imediatamente ele colocou sua mão sobre minha coxa. Então senti seu toque me apertar o lado de dentro das coxas, e aquilo foi o suficiente para me fazer perder a linha. Quando dei por mim, estava indo pra cima dele e o beijando na boca. Sua língua era gostosa, se mexia com muita energia dentro de mim, chupando e sugando minha boca. Mordi seu lábio, e Renato tomou aquilo como uma provocação.

Suas mãos apertaram minha bunda, ele encheu suas palmas com ela, batendo e apertando elas por cima da calça de moletom. Tirei minha camisa e a joguei para o lado, e quando ele viu meus peitos, seus olhos brilharam como quem ganha um presente.

— Oh delícia! Você é um gordinho bem distribuído.

Renato logo começou a chupar meus peitos, primeiro o direito, chupava meus mamilos, brincando com a língua, mordendo o bico e o puxando com os dentes. Depois foi para o esquerdo, e começou tudo de novo. A essa altura o seu pau já tava duro e marcando o seu jeans, devia estar machucando. Afastá-lo dos meus peitos foi uma batalha, mas quando consegui, eu me deixei deslizar pelo seu corpo e chegar entre suas pernas.

Quando ele tirou a calça, a pica praticamente saltou da roupa e acertou minha boca, como se já tentasse entrar. Não perdi tempo, comecei a chupar aquela pica, chupava, babava e quando queria ia até o fim. Sentia ela no fundo da garganta, e ele gostava disso, eu via no seu rosto.

— Porra, que boquinha quente! Você chupa que nem uma putinha! Chupa, vai! — Disse Renato fazendo carinho no meu cabelo. Decidi provocar ainda mais chupando seus ovos, coloquei um na boca e comecei a sugar e lamber, deixando bem molhados de baba. Aquele homem grande gemia e se contorcia como uma moça, falando coisas sem sentido enquanto eu o chupava.

O pau dele era na média, um pouco grosso eu diria. Decidi fazer uma coisa diferente, peguei meus peitos e comecei a bater punhueta com eles, a famosa espanhola que os caras gostam. Meus peitos já estavam molhados de saliva e eles mexiam para cima e para baixo aquela rola grossa.

— Chega, chega! Eu quero gozar no seu cuzinho.

Renato se levantou e me pegou pelos braços, me lascou um beijo na boca e então me jogou no sofá, empinando minha bunda e metendo a cara ali. Ele começou a chupar o meu cuzinho, sua língua era muito gostosa e molhada, e eu, só pra provocar, comecei a rebolar na sua cara.

— O cuzinho gostoso — Disse Renato, se afastando um pouco. — Minha esposa não gosta que eu faça isso, é uma luta pra conseguir isso!

Ele chupou meu cuzinho por um bom tempo, parecia desesperado por aquilo. Ele chupava, então começava a morder minha bunda, como um carnívoro! A essa altura eu já tava quase subindo pelas paredes, implorando por aquela pica dele.

— Vamos pro meu quarto, é melhor.

Fomos para o meu quarto, e eu já saí procurando por lubrificante e preservativos enquanto ele, com a pica dura, se sentou na cama, olhando pra minha bunda. Entreguei o lubrificante e já fiquei de quatro na cama, abrindo a bunda com as mãos para poder ajudar. Renato subiu na cama, e meteu a pica lubrificada dentro. Na hora doeu, e eu quase escapei dele, mas ele subiu em cima de mim, segurando minha cintura e fazendo carinho nas minhas costas.

— Calma, rapaz. Eu vou devagarinho.

Não sou virgem já faz anos, mas o anal sempre foi um problema pra mim. A bunda grande é um problema, pois os caras sempre pedem pra abrir e eu tenho que buscar equilíbrio pra poder fazer isso e ficar deitado enquanto eles metem. Renato começou a fazer pressão sobre mim, como se quisesse que eu deitasse, então deitei, e ele deitou sobre mim. Os movimentos então começaram, devagar e cuidadosamente, enquanto ele gemia no meu ouvido com aquela voz rouca dele.

— Você é apertado, que delícia! Pisca esse cuzinho pra mim, garoto!

E eu pisquei o meu cuzinho, apertando aquela rola dentro de mim. Era tão grossa, que por um momento eu senti dor, do tipo que faz lágrimas escorrer pelo rosto. Meu pau tava comprimido contra o colchão, e ele em cima de mim, metendo devagarinho e falando baixaria. Decidi provocar, mexer com o fogo, como dizem, e falei:.— Mete direito. Parece até que tá com medo.

Ele parou dentro de mim, então apoiou as mãos no colchão e disse: — Então tá. Cê quer pica? Então tome!

E foi então a primeira estocada forte de muitas outras. Ele metia com força dentro de mim, sua pélvis batendo na minha bunda fazia um barulho alto e excitante, e logo agradeci pela acústica do quarto ser boa; comecei a gemer tão alto dentro daquele quarto, implorando pra ele foder com força.

— Caralho, fode! Isso! Fode esse cuzinho, fode…
— Você… está acostumado… vou te mostrar como comer esse cuzinho.

Ele colocou seus braços sobre minhas costas, se apoiando, e então os seus movimentos se tornaram mais fortes. A essa altura eu já gemia alto demais coisas sem sentido algum, meu pau estava esfregando no colchão, e eu sentia que estava prestes a gozar. Ele então começou a beijar meu ombro, sussurrando que eu era seu, que eu era gostoso, seu gordinho gostoso, como ele dizia. Senti os jatos de porra dele encherem a camisinha quando ele deu o último golpe dentro de mim e meu gemido foi fino o suficiente para fazê-lo dizer:

— Você parece uma verdadeira mocinha. Você é minha mocinha, não é?
— Posso ser se quiser. — Disse virando o rosto e vendo ele atrás de mim. Ele beijou minha boca, ainda com a pica atolada dentro de mim, um beijo de língua muito gostoso. Ele tirou a pica de dentro de mim, então tirou a camisinha cheia de porra e a jogou na lixeira que havia no banheiro. Me levantei da cama, e vi que havia gozado no cobertor da cama, então tive de troca-lo.

— Isso é seu?

Renato apareceu na porta do banheiro, segurando uma de minhas calcinhas. Senti meu rosto esquentar, o que era ridículo, eu havia acabado de ter uma das melhores trepadas da minha vida.

— É. Eu… eu uso as vezes.
— Coloca pra eu ver.

Eu não esperava, de verdade, que ele pedisse pra me ver usando calcinha. Alguns caras não gostam de crossdressers, parecem ter medo, nojo, ou seis lá o que diabos seja. Vesti a calcinha na frente dele, e no mesmo instante senti sua mão tocar minha bunda, alisando suavemente.
— Você é tão gostoso.— Disse ele se aproximando e beijando minha nuca.
— Nossa, mas já está pronto pro segundo tempo?
— Infelizmente, eu vou ficar te devendo, gracinha. — Disse ele no meu ouvido.— Daqui a pouco a mulher chega em casa, hoje é minha folga e eu disse que não ia sair pra nada hoje!
— Então mentiu pra ela.
— Você vai contar pra ela? Porque eu não vou.

Renato parecia um touro, com um tesão quase que imparável.

— Você usa calcinha todo dia? — Perguntou ele alisando minha cintura.
— Às vezes sim, às vezes não. Depende muito do dia.
— Dá próxima vez, use pra mim.
— Então vai ter próxima vez?
— Se você quisesse, teria todo dia, delícia. Me dá o seu número, a gente conversa e marca de se encontrar de novo.

Ele me deu o telefone, e eu logo anotei meu número e escrevi meu nome como Viccenzo, mais como questão de segurança, afinal ele é casado e não queria treta com mulher de ninguém. Tive de levar Renato até a porta e lutar contra o seu tesão, ele insistia em me tocar, alisar minha bunda e até mesmo pediu pra que deixasse ele dar uma última chupada nos meus peitos. Eu deixei, só pra ele sossegar o facho.

Havia conseguido uma gozada gostosa e um novo brinquedinho pra minha lista pessoal. As coisas foram melhores do que podia pensar.

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ksn57 Comentou em 27/03/2026

Votado ! Delicia de encontro ...




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Renato, o coroa vizinho do bloco ao lado

Codigo do conto:
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Categoria:
Gays

Data da Publicação:
27/03/2026

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