Paulo, o meu amigo heteroflex

Paulo, meu amigo héteroflex
Me chamo Viccenzo, ou Vic pra os mais íntimos. Sou um crossdresser e exibicionista barato. Sou gordinho, do tipo bem gostoso, com peitos grandes, bunda grande é uma barriga quente que os caras amam deitar — não sei porque, mas eles gostam tanto disso.

O conto de hoje é sobre a vez que fiquei com o namorado de uma amiga minha. Um “hétero” desses que gostam de cu de viado.

Paulo era o tipo de cara que você encontra em qualquer esquina neste país, um magrelo com jeito de pivete, todo malandro. Ele não é feio, porém certamente sempre passou abaixo do meu radar para homens. Pelo menos, até aquele dia.

Estavámos em uma festa de aniversário de um amigo, o clima era de comemoração e euforia. Todos bebiam, riam e cantavam músicas de forma desafinada. Eu, particularmente, bebia bem pouco, pois voltava sozinho, e tinha medo de ficar cambaleando pelas ruas até voltar pra minha casa. Paulo também bebia pouco, pois conduzia o carro em que viera. Ele sentou perto de mim, todo espojado, de pernas abertas.

— Qual foi, Vezão — disse ele, aquele era o apelido que ele havia me dado. — Vai ficar ai a noite toda?
— Não, daqui a pouco volto pra casa!
— Não, quero dizer se você não vai beber? Se divirta, cara! — Disse ele me dando um tapinha nas costas.
— Estou me divertindo, Paulo.

Olhei para ele, e logo percebi quehavia alguma coisa de errado com ele. Paulo sorria para mim, um sorrisinho bem cafajeste, do tipo que ele dava para a namorada dele. Ela dizia que era o sorriso que fazia ela tirar a calcinha, e vendo ele ali, sorrindo pra mim, entendi o porque.

— E a Camilla? — Perguntei um pouco alto, o som estaa estourando nas caixas de som.
— Está ali… — Disse Paulo, mas logo ele se calou. A expressão em seu rosto havia mudado, agora se fechando em uma cara de completo ódio. Camilla estava no outro lado do quintal beijando um amigo nosso, que sabia perfeitamente que ela era namorava.

Eu esperava que Paulo se levantasse e avançasse contra eles, a desgraça já pronta! Toquei seu braço, e ele se voltou pra mim, torcendo a cara como se eu tivesse beijado ela. O soltei na hora.

Depois disso o clima na festa ficou tenso demais, não por brigas, mas pelo que não aconteceu. Sem pancadaria ou discussão. Paulo ficou no mesmo canto bebendo, e eu, em um momento, sai pra conversar com um amigo meu. Conversamos por um tempo, ele quis me tirar pra dançar, mas eu disse que não; ninguém quer ver o gordinho dançar. Foi então que ele disse no meu ouvido, de maneira que gelou a minha alma, que Paulo estava encarando a gente como um animal prestes a dar o bote. Engoli a seco, e ao vê-lo lá no mesmo lugar, me encarando, senti um arrepio subir o pescoço.

Fui pegar uma bebida na cozinha, e quando estava prestes a sair, vi Paulo entrar. Congelei no lugar, pensando se dizia alguma coisa. Ele abriu o freezer, pegou uma cerveja, e abriu no dente.

— Paulo, você precisa desencanar — Falei meio receoso. — Todo mundo já percebeu que você tá mordido.
— Pow, mas não é pra ficar, Viccenzo? Ela tá beijando outro cara, na minha frente!
— Tá, então dê o troco nela!

Paulo era cabeça dura, saiu dali sem me dizer nada, com sua cerveja na mão. Voltei pra festa e fiquei ao seu lado, sentado no mesmo lugar, vendo todos dançarem e se divertirem. Vez ou outra eu olhava para ele, e logo eu percebi que ele parecia estar sem cueca, pois o pau dele marcava sua bermuda. Eu olhei para aquela anaconda ali, pulsante e dura, e logo um fogo se acendeu em mim. “Sossega o facho” pensei comigo, fechando minhas próprias pernas. Paulo, em contrapartida, abriu as pernas ainda mais, deixando a rola balançar toda na bermuda. Ele percebeu que eu olhava, e logo desviei meu foco para a festa e duas amigas minhas que começavam a discutir por alguma besteira.

— Eu vou embora, não quero ficar olhando ela com aquele… idiota!
— Mas já vai? Ainda está tão cedo.
— Pode vir comigo, se quiser. Te dou carona.
— Mas e a Camilla?
— Ela não quer dançar com ele? Então ela pode voltar com ele. Vamos!

Fomos embora juntos daquela festa, e Paulo me deu carona no seu carro. Eu ia no banco da frente um pouco esprimido, o cinto de segurança me apertava nos peitos. O silêncio entre nós era muito desconfortável, ele tava estressado e eu estava constrangido. Paulo mexeu a perna mais uma vez, e rapidamente pude ver que seu pau não estava mais tão duro.

— Tá marcando muito, Vic? Tá muito na cara, não é?
— Ah, eu nem reparei.
— Sério? Então dá uma olhada aqui pra ver se está muito na cara?

Paulo apertou o pau no short, e eu não pude, não contive a vontade de ver aquela pica marcando. Ele riu de mim, sem tirar o foco da estrada.

— Você tá me secando a noite toda, e agora cê tá com vergonha? — Ele parou num sinal vermelho, agora olhando para mim. — Sabe, a Camilla sempre disse que você era descarado. Eu achei que fosse exagero, mas ela tava certa! Você nem disfarça.
— Qual o problema? Olhar não arranca pedaço, sabia?
— Quer ver mais de perto?

Ele perguntou com aquele tom cafajeste, e eu não consegui recusar. Ele abriu o botão do shorts e tirou a rola para fora; era uma pica enorme, morena e com veias que marcam a pele. Ela pulsava cheia de energia, e eu logo senti a boca encher d’água.

O sinal abriu, e Paulo guardou aquela rola para dentro, mas deixou a bermuda aberta enquanto dirigia o carro. Não conseguia tirar os olhos dela, e dele, que fazia ela pulsar.

— Bora uma mamada? — Perguntou Paulo, e eu logo topei de imediato. Ele buscou um lugar tranquilo onde pudesse estacionar, parando o carro em uma rua menos movimentada. Haviam outros carros lá, certamente vazios, então passaríamos despercebidos.

Ele logo sacou a rola do shorts e disse: — É toda sua!

Me joguei sobre ele, mamando aquela pica com uma fome, com um desejo sem igual. Chupava ela bem rápido, então a enfiava no fundo da boca, e Paulo apenas gemia.
— Nossa, você chupa tão gostoso! Melhor que a… a… chupa, isso!

Eu chupei a cabeça do pau, fazendo alguma pressão sobre ela. Girava a língua nela, fazendo ele se tremer dentro de mim. Suas mãos estavam indecisas, uma hora estavam no painel do carro, outra hora estavam ao lado corpo. Então ele achou um lugar para colocá-las: na minha cabeça. Me segurou, e então, sem mais nem menos, começou a meter na minha boca com força. O saco batia no meu queixo, e ele puxava meus cabelos da nuca enquanto me maltratava.

— Você não queria pica, sua putinha? Então tome pica, cadela! Vai mamar tudo e sem engasgar!

Ele socava a rola na minha garganta e ficava lá, pulsando dentro dela,se mexendo pra dentro e para fora. Senti as lágrimas escorrerem pelos olhos enquanto me sufocava naquela vara, queria chupar suas bolas, eram grandes, mas ele apenas queria que eu chupasse o pau. Tirou a rola da minha boca, e deu com ela na minha cara, rindo de como eu queria enfiá-la dentro de mim novamente.

Por um momento, então, ele parou de me fuder, segurando a minha cabeça e me sufocando com a rola. Não entendi o que havia acontecido, ele não estava gozando ainda. A muito custo consegui olhar para cima e vi uma viatura de polícia passando pela rua, ele havia congelado de medo. Passei a língua pela extremidade do pau, e ele gemeu baixinho, indefeso diante do medo de ser apanhado. Quando suas mãos me soltaram, eu soltei o seu pau, olhando para ele.

— Quase. — Disse ele para mim. Voltei a chupar, mas desta vez eu decidi controlar aquilo. Paulo tentou por as mãos na minha cabeça, e na hora eu as tirei, enquanto me enterrava naquela rola. Fazia garganta profunda nele, masturbando ele só com a boca, o que o deixava doido a cada chupada. Paulo gemia, me chamava de putinha e gulosa, e eu estava adorando ver o meu amigo me chamar assim. O meu pau já tava duro dentro da calça, e por isso eu decidi aliviar a minha tensão, abaixei as calças naquela mesma posição em que me encontrava, chupando a rola dele, e ele logo se assustou.

— Cê não quer dar aqui, quer? Vão acabar nos pegando…
— Relaxa, eu só quero ficar a vontade.

Voltei a chupar ele, e enquanto Paulo enlouquecia com a mamada, sua mão agora apertava minha bunda. Ele não queria me comer, pelo menos era o que afirmava, mas seu dedo indicador parecia querer entrar em mim, fazendo meu cuzinho piscar. De repente ele voltou a por a mão na minha cabeça, dessa vez fazendo um carinho no meu cabelo, sem tentar me sufocar e eu só pude presumir que ele estava quase lá. Comecei a chupar com mais intensidade aquela rola maravilhosa, agora usando a mão para bater uma. Paulo não me avisou que ia gozar, apenas deixou que a porra saísse enquanto eu enfiava aquela pica na minha garganta. Os jatos de gala foram no fundo da minha garganta, e ele gemia mais rouco que antes, se tremendo por inteiro: — Porra… isso… ah!

Os vidros do carro estavam embaçados, mal podíamos ver o carro parado a nossa frente. Dei uma última mamada no pau dele e então voltei para o meu lugar, puxando minhas calças pra cima. Meu pau estava duro e eu quria gozar, e por mais que eu estivesse doido pra gozar ali, naquela rua, com ele me olhando, tive de me conter. Abri o vidro do carro, o mínimo necessário para que um pouco de ar fresco entrasse. Paulo estava largado no banco do motorista, recuperando o ar depois de tudo aquilo.

— Isso foi ótimo. — Disse limpando a saliva da minha boca. Paulo olhou para mim, o peito subia e descia completamente sem fôlego.
— A polícia quase nos pegou — Disse Paulo. — Eles pararam ali, na esquina! Imagina se tivessem chegado mais perto…
— Relaxa, cara! Parece até que nunca fez isso antes! Vai dizer que nunca fez isso no carro?

O silêncio de Paulo entregou a resposta. Ele nunca havia trepado em público, mesmo que namorando Camilla, que era tão liberal em todos os sentidos da palavra. Ele olhou pra mim, então pegou um pano no porta-luvas e limpou os vidros. Estava tenso demais. Toquei sua coxa, o que o fez se arrepiar com aquele simples ato. Seguimos nosso caminho até a minha casa em silêncio completo, não porque eu queria, mas por causa que ele não falava nada. Quando chegamos ao meu condomínio, ele abriu a porta pra mim, se aproximando de mim de forma tão íntima. Queria que ele tivesse me beijado. Mas ao invés disso, ele se virou para frente, como se estivesse prestes a dar partida no motor. Eu havia mexido com ele de uma forma que o havia deixado paranoico com o terror de ser flagrado em público, era engraçado pensar nisso: enquanto que para ele, ser flagrado naquela situação podia ser algo aterrorizante, para mim era uma ideia tão excitante.

Fechei a porta do carro, mas não entrei no condomínio. Ao invés disso, bati no vidro do carro e pedi para Paulo abri-lo. Quando o vidro fosco desceu por completo, olhando para os lados para ter certeza de que ninguém nos via, levantei minha camisa e mostrei meus peitos para ele. Seus olhos se arregalaram, ele abriu a boca sem saber o que dizer. Desci a camisa, sorri de maneira descarada e me despedi dele, dando meia volta e entrando no condomínio. Mas depois daquele dia, Paulo não conseguiu mais me esquecer. Tivemos muitos outros encontros, ele não é um dos meus contatos fixos, mas voltou muitas outras vezes atrás de mais de mim. Quem sabe eu não traga outra aventura com ele, não?


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico fanfiqueiro

Nome do conto:
Paulo, o meu amigo heteroflex

Codigo do conto:
258149

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
29/03/2026

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