Sempre fui muito brincalhão, sempre zoei com todo mundo, isso era minha característica. Com esses apps de IA, comecei a aloprar ainda mais e zoar geral. Mas zoei o cara errado.
Lá tinha o Marcelo, um negão que era zelador da faculdade, super marrento e sério. Aí, pra brincar com ele, mandei meu amigo Caio tirar uma foto com ele. Falei que era pra guardar de recordação, mas fiz os dois aparecerem se beijando. Ficou igualzinho, muito real. O Caio morreu de rir e nem ligou. Já o Marcelão ficou muito puto, dava pra ver. Ele pediu respeito, o clima pesou, e ele saiu. Na hora, eu fiquei super constrangido.
Uma semana depois, comecei a ir aos sábados pra faculdade pra fazer atendimento online no laboratório. O trampo era tranquilo, eu ganhava pontos na disciplina de Crimes Especiais e só precisava responder e-mails com dúvidas.
Nesse dia foi super de boa. Depois, fui dar uma volta pela faculdade, que tava deserta, e fui no banheiro. Enquanto eu tava mijando, ouvi a porta se trancar. Aí o Marcelo apareceu. Mano, eu fiquei muito nervoso. O cara é alto, forte, intimidador.
Ele tava com uma cara séria e já chegou falando:
“Então, playboy, tu acha que eu curto homem? Agora eu vou te provar…”
Na hora achei que ele ia me agredir, mas aí ele abriu o zíper, desabotoou a calça e deixou escapar um pau enorme, devia ter uns 23 cm, muito grosso.
Ele disse:
“Tu acha legal zoar trabalhador? Tu tá fudido… mas tem duas opções: ou se fode gostoso feito uma putinha obediente, ou volta pra casa com olho roxo.”
Não sei por quê, mas aquilo me deixou excitado. Fiquei totalmente submisso. Ajoelhei e comecei a mamar aquele caralho que mal cabia na minha boca. Enquanto eu mamava, ele foi tirando minha roupa.
Eu tava com tanto tesão que só sei que ele cuspiu no dedo e começou a brincar com meu cuzinho. Acho que, de tanto tesão, já tava lubrificado, porque o dedo entrou fácil. Ele ficou louco. Colocou outro dedo, abriu mais ainda, com facilidade.
Ele ficou feliz pra caralho, disse que era o melhor dia da vida dele. Pegou o telefone. Fiquei com medo de ele tirar foto do meu rosto, mas ele disse que não ia mostrar minha cara. Mandou eu abrir a bunda com as mãos pra tirar foto do meu cuzinho, que, segundo ele, tava parecendo uma bucetinha.
Eu obedeci.
Ele tirou a foto e ficou mexendo no celular enquanto eu continuava mamando. Depois pegou uma plaquinha de banheiro interditado, saiu, colocou na porta e voltou — sem trancar.
Na hora pensei: “fudeu, chamou alguém”. Mas continuei.
Ele me apoiou na pia e encostou a cabeça da rola no meu cu. Pedi pra usar camisinha, mas ele disse que não, que depois eu resolvia isso no postinho com PrEP, e que ia meter na pele mesmo e encher meu cu de leite.
Aquilo só aumentou meu tesão.
O pau entrou fácil. Eu tava muito excitado, isso ajudou. Ele apertava minha bunda e ia até o talo. Quando entrou tudo, ficou um tempo parado, segurando meu peito… eu tava me sentindo uma puta.
Depois começou a me foder freneticamente. Me macetou gostoso, fazendo aquele barulho. Uns minutos depois, senti ele gozando.
Mas ele não tirou o pau. Não amoleceu. Pelo contrário.
De repente, tomei um susto: vi dois caras olhando. Ele falou:
“Relaxa, bebê… hoje teu cu vai brilhar com a galera.”
Tirou o pau, senti a porra escorrendo. Um cara veio olhar meu cu aberto, o outro já foi tirando a roupa. Do nada, já estavam metendo em mim. O Marcelo só assistindo, com cara de safado.
Mais gente foi entrando. Ele disse que tinha mandado no grupo dos “pauzudos da baixada”. Um monte de ativo que curte compartilhar cu.
Eu já tava entregue.
Os caras revezavam. Eu mamava enquanto levava rola. Gozei duas vezes sem nem tocar no meu pau. Minhas pernas tremiam.
Me colocaram na pia, me comeram de várias posições. Vários gozaram na minha boca. O Marcelo voltou e me comeu de novo.
Depois chegaram mais dois — pareciam pai e filho, sei lá. Também me comeram. Em certo momento, me deixaram no chão, todo arrebentado, cheio de porra.
O Marcelo riu e disse:
“Sabia que tu ia aguentar, seu puto.”
Depois entendi o que ele queria. Ele começou a enfiar mais dedos… três, quatro…
Ele queria ir além.
Tentei resistir, mas ele começou a me mamar. Aquilo me desmontou. Fiquei totalmente entregue. Aí ele forçou mais… e conseguiu.
Os caras ficaram em choque.
Ele fazia o movimento e mandava eu chupar a mão dele depois. Depois me colocou de quatro no chão, meu cu totalmente aberto. Os caras batiam punheta e gozavam dentro de mim de novo.
Um por um, foram embora.
No final, o Marcelo enfiou os dedos, tirou a porra de dentro e colocou na minha boca.
Depois se vestiu, falou pra eu descansar e tirar a placa da porta quando fosse embora.
Eu tava tão exausto que dormi por quatro horas.
Acordei e fui embora.
Na segunda-feira, ele passou por mim e sorriu. Depois, quando não tinha ninguém por perto, disse que no mês seguinte ia me levar pra conhecer a comunidade dele. Falou que precisava de um advogado e que ia ter uma festa… mas isso já é outro conto.