Eu estava no pet shop perto da minha casa, havia ido comprar ração para minha cachorra e estava comparando os preços, pra ver qual tamanho de pacote compensava mais levar. Chegou então um homem ao meu lado, nem me dei ao trabalho de olhar, estava com fones escutando música.
Ele então falou alguma coisa que não consegui entender.
Tirei um lado do fone e olhei para o lado.
Era um homem alto (devia ter algo entre 1,83 e 1,85 de altura), troncudo mas não gordo, moreno, mais escuro que eu e tinha um rosto normal, nem feio nem muito bonito .
- Desculpa, não entendi. – disse a ele.
- Essas rações estão cada dia mais caras.
- É! – concordei sem dar muito importância.
- Essa ai é boa? – perguntou apontando pro pacote na minha mão.
- Nunca provei, mas minha cachorra gosta. – brinquei.
Ele deu uma risada.
- Tem quantos?
- Tenho uma pinscher só, e alguns gatos.
- Que legal - ele respondeu entusiasmado. – tenho um pinscher também. Quantos anos tem a sua?
- Acabou de fazer dois. – respondi.
- Legal, legal. Tenho um pinscher macho e uma vira latas de pequeno porte. Qual cor é a sua?
Naquele momento vi que tinha arrumado conversa. Dei a descrição da minha cachorra e então mostrei algumas fotos para ele, que ficou muito encantado.
- Ela já teve cria? – quis saber.
- Não. Nem sei se quero deixar ela engravidar.
- Quantos cios ela já teve?
- Dois. Inclusive ela tá no terceiro cio agora.
Quando falei isso ele endoidou. Logo já perguntou se eu não queria levar a minha cachorra pra cruzar com o dele. Propôs que a gente vendesse os filhotes e dividisse o valor. 70% pra mim e 30% pra ele. Que já havia feito isso anteriormente.
Fiquei com receio, não concordo muito com esse tipo de prática.
Ele então pegou o celular pra me mostrar fotos do cachorro dele. Me entregou o aparelho e pediu pra ir passando.
Era um pinscher preto, bonitinho.
Chegou então numa foto dele na frente do espelho com o pinscher no colo. Mas o que chamou a atenção foi que ele tava só de cueca branca, com o pau de lado bem marcado.
Vi aquilo e até me assustei.
- Bem grande. – comentei e devolvi o celular
- Não, ele é pequeno. – pensou que eu tivesse falando do pinscher, mas quando viu a foto que parei, ele deu uma risada sem graça. – Mas então. – Desconversou. – passa seu contato que te mando um oi. Ai você pensa e me fala.
Passei meu contato, nos despedimos e fui pra casa.
Mais tarde, naquele mesmo dia, ele me mandou mensagem. Salvei seu contato e trocamos ideia. Ele tinha uma foto de perfil do rosto, cara de macho, barba, óculos... Depois que tinha visto aquela foto no celular dele, comecei a olhar para aquela foto de perfil com outros olhos, um desejo já foi despertando em mim.
Mas pra minha surpresa, aquela foto de perfil não durou muito tempo, logo ele trocou pra uma foto de corpo inteiro, onde ele estava numa cachoeira só de sunga, e claro, o pau marcando. Aquele corpo parrudo mas sem aquela barriga proeminente. Uma delícia.
Pensei logo que esse cara tava com alguma intenção, e como ele havia pedido mais fotos da cachorra, aproveitei pra mandar junto uma em que ela estava deitada na minha barriga (que apesar de eu ser magro, tenho um abdômen marcado).
Ele curtiu com um coração justamente essa foto, e marcou ela pra responder.
“Então. Vai liberar pro cachorrão?”
Nesse momento passei a ter 99% de certeza que ele queria aprontar .
Peguei o endereço da casa dele, é no mesmo bairro, e marquei de ir no dia seguinte a noite pra levar a pinscher.
Ele então finalizou com um “Estaremos esperando vocês”.
No dia seguinte, na hora marcada, cheguei na casa dele. Me recebeu no portão só com uma bermuda fina, dessas de futebol. O cachorro dele já veio doido pulando em mim, por causa da cadelinha no meu colo. Soltei ela no chão, estava meio acanhada mas logo começou a dar trela pro pinscher dele.
Enquanto os cachorros estavam se familiarizando ele me chamou para entrar, perguntou se eu bebia e me ofereceu uma cerveja. Começamos a beber e conversar sobre a vida, o que fazíamos e tal, quando escutamos um grito de cachorro lá fora. Fomos ver, e o safado do cachorro dele tinha enrrabado minha cadelinha e ela estava gritando de dor.
Ele deu uma risada.
- Sua cachorra era virgem, vai sofrer na mão do meu. Ele é tarado e tem um pauzão, igual ao dono.
Olhei para o lado, meus olhos foram direto no pau dele, tava duro, esticando o tecido do shorts. Desviei o olhar pro rosto dele, ele estava me olhando com uma cara de safado.
- Vamos entrar, deixa eles se divertir. – Sugeriu.
Sentamos no sofá, em silêncio. Ele de barraca armada, eu sem saber se tomava alguma atitude ou esperava ele tomar. Tentei segurar, mas apesar de não ter pau grande, o meu já tava ficando duro também e fazendo volume.
-Bora brincar um pouquinho enquanto os cachorros brincam lá fora. – ele tomou a iniciativa e começou a passas a mão na minha perna.
Já levei a mão no volume dele e disse – bora.
Me levantei, posicionei na sua frente, puxei seu shorts de leve, a piroca durona segurando o tecido, de repente saltou para fora. Uma tora preta, torta pra esquerda, grossa o suficiente pra fazer estrago. Deveria ter uns 19/20 cm fácil.
Comecei a acariciar o pau dele que já estava babando. Ele começou a gemer baixinho.
Levei q boca até seu pau, lambendo sua cabecinha devagar e engolindo aquele cacete aos poucos. Quando consegui por tudo na minha boca e sentir os pentelhos no meu queixo, ele começou a forçar mais fundo e fuder minha boca. Não aguentei muito e me engasguei, os olhos lacrimejando.
Parei com a garganta profunda e comecei uma mamada normal. Mas ele logo me puxou pra um beijo, começamos uma pegação. Ele passando a língua no meu pescoço, descendo pro mamilos, abdômen, virilha...
- Quero comer esse cuzinho. Aguenta?
- Sim. – respondi em meio a gemidos de tesão.
Como já suspeitava das intenções dele, já fui com a chuca feita e com a bunda depiladinha.
Ele se levantou, me pôs de quatro no sofá e começou a chupar meu cuzinho, passando a língua e me deixando todo molhadinho.
Senti seus dedos me adentrando, abrindo caminho pro seu cacete.
Me levou pro quarto, onde pegou um lubrificante na gaveta do guarda-roupa. Me jogou na cama, lambuzou meu cu e veio por cima, com seu pau na entrada fazendo força.
A cabeça do seu cacete começou a entrar, abrindo caminho e me alargando. Doeu, mas aguentei e logo s cabeça estava toda dentro e seu pau entrava também. Mas como o pau era mais grosso, tava doendo. Sugeri que ele me colocasse de ladinho. Assim ele fez e dessa forma ficou melhor, logo todo aquele cacete enorme já estava tudo dentro de mim.
Ele começou a bombar, primeiro devagar, depois com força. A cada socada sentia lá no fundo.
Mudamos pra posição de frango assado, ele me puxou pra beirada da cama, que era alta. Eu deitado e ele em pé. Aí a situação complicou pra mim. Só encostou a cabecinha, e como já tinha aberto caminho, meteu tudo numa socada só. Senti uma pontada, como se fosse me rasgar. Tentei sair, colocar a mão, mas ele era mais forte, prendeu minhas mãos juntas contra meu peito e começou a judiar de mim. A partir dali foi só socada forte, seu saco batia na minha bunda e ecoava no quarto.
Ele me fudeu nessa posição por quase 10 minutos, sem perder o ritmo, enquanto eu gritava e gemia, no começo de dor, depois prazer. Não demorou e ele anunciou que gozaria, eu também não resisti e comecei a bater uma e logo gozei. Ele deu estocadas mais fortes ainda e um urro, enchendo meu cu de leite.
Quando parou, meu cuzinho ardia, ele manteve seu pau dentro de mim. Me deu um beijo e foi tirando a rola aos poucos.
Me senti todo aberto.
Tomamos um banho gostoso e nos pegamos mais um pouco no banheiro.
Quando saímos, os cachorros já estava desgrudados. Pequei minha cadelinha e fui pra casa. Ela com a xaninha inchada e eu com meu cuzinho todo aberto.
Espero que tenham gostado, votem bastante para que eu traga novos contos.
Votado ! Será que a cadelinha ficou gravida, não será melhor, voltar lá de novo ? Eu voltava para ter a certeza, que diz ?
moreninhom