Barba, cabelo e piroca: dando pro meu barbeiro

Nunca fui de ter barbeiro fixo, sempre cortei cabelo onde fosse mais perto ou mais rápido para mim, até que uns meses atrás um barbeiro fez uma cagada na minha sobrancelha, então decidi ser um pouco mais criterioso. Comecei a ir num salão cerca de 2 km da minha casa, sempre que passava lá em frente, saindo do trabalho, via que tinha movimento, então presumi que seria um lugar bom pra cortar. Como não gosto de movimento e ficar aguardando pra cortar, fui pela manhã e não tinha nenhum cliente. Um rapaz magro e alto, pele morena, cabelo curto e barba por fazer me atendeu. Ele aparentava ser uns 2/3 anos mais velho que eu, uma cara levemente atraente (tenho gosto peculiar pra homens e aquele chamava minha atenção, embora não fosse um deus grego, ele era bonito).
Na primeira vez que cortei com ele, só falei como queria o corte, ele fez, fiz o pagamento e fui embora, nada de conversa. Assim foi umas 3 vezes. Gostei do corte dele e só cortava com ele, mesmo não sabendo nem seu nome. Já pela quarta vez cortando com ele, paguei o corte no pix e o nome dele apareceu no comprovante. No caminho de casa, procurei pelo nome no Instagram, mas não apareceu nada. Joguei no Facebook e apareceu um perfil com a foto dele, porém o perfil estava trancado, mas duas coisas chamaram minha atenção. Primeiro que lá tinha o @ dele no Instagram (bem diferente do nome dele) e segundo que ele tinha vários amigos em comum comigo, todos da cidade do interior onde eu cresci. Como praticamente não uso Facebook, nem mandei pedido de amizade, fui logo no Instagram e solicitei pra seguir, uns dois dias depois ele aceitou e me seguiu de volta. Dei uma sondada no perfil dele, curti algumas fotos, olhei alguns destaques dele no exército (o que deu mais tesão) e ficou por isso.
Quando retornei pra cortar cabelo, foi o mesmo padrão de sempre, falei como queria o corte e ele começou o trabalho. Lá pela metade do corte ele comentou sobre umas fotos de paisagens que viu no meu perfil.
– Tu tira umas fotos legais. É fotógrafo?
– Não. Tiro foto por hobby só.
Fez se um longo silêncio após isso, então resolvi comentar sobre os amigos em comum.
– Vi que segue fulano e beltrano no Instagram. Conhece eles?
– Sim, são lá da minha cidade. Você conhece? – ele respondeu
– Sim, morei lá. Conheço bastante gente.
A partir dai começamos a conversar sobre várias pessoas em comum que conhecíamos. Moramos na mesma cidade do interior mesma época, porem sai de lá primeiro.
Depois desse dia, toda vez que eu ia cortar meu cabelo a gente conversava bastante. Na penúltima vez que fui no salão, foi bem cedo, tava só ele e eu era o único cliente. Naquele dia ele caprichou mais ainda no corte, e quando terminou disse.
– Cara! Esse corte de hoje ficou top. Eu merecia um presente por esse corte.
– Se quiser eu posso te dar – Fiz uma pausa, ele soltou uma risadinha – um presente.
– Olha que eu vou cobrar.
Fui pra casa, tomei banho e tirei uma foto espelho, só de bermuda fina, mostrando minha barriga magra porém marcada, e postei a foto nos stories. Logo ele curtiu e respondeu com um “Show”. Respondi ele com um “Tu é fera” e um emoji de fogo.
Dois dias atrás, precisava cortar novamente. Mandei mensagem e perguntei se ele tava atendendo ainda, pois já ia ser quase meio dia. Ele respondeu que sim, tava finalizando um cliente mas que me esperaria.
Tomei um banho rápido e fui. Cheguei lá ele estava sozinho, assim que entrei, trancou a porta, colocou a placa de fechado e abaixou a cortina.
Me sentei e ele começou o corte de sempre.
Conversa vai, conversa vem, então ele pergunta.
– E meu presente, cadê?
Soltei um “vishi”
– Tô duro, só com a grana do corte.
– Te vira! – ele disse em tom de brincadeira – Tu disse que ia me dar um presente.
– Só se eu der meu cu pra conseguir dinheiro. – Respondi, não com intenção, mas pela expressão mesmo.
– Pode ser também. Eu como.
Ele respondeu e deu uma risada.
Olhei no espelho e ele tava com uma cara de safado, aquilo levou meu tesão a mil.

Mandei um “Lá ele” pra dar uma disfarçada, afinal, não sou assumido, embora quem tem olhos mais atentos percebe que eu gosto.
– Come o da tua namorada então. – respondi.
– Ela não libera. Mas é brincadeira, tá. – ele desconversou.
Ele continuou o corte, então quando veio mais pra frente, vi que ele tava de pau duro debaixo daquela calça. Esperei ele ir pro lado, ficar perto do meu cotovelo, então sarrei de leve no pau dele. Ele não ligou e continuou lá parado. Sarrei novamente. Ele deu esfregada também.
Olhei pelo espelho e ele tava rindo. Veio um pouco mais pra frente, eu logo meti a mão no volume dele. Ele parou o corte, desabotoou a calça e pôs o pau pra fora. Um pau médio, 16/17 cm não muito grosso, cabeça pontuda. Saco pentelhudo. Comecei a punhetar ele enquanto finalizava o corte.
Quando ele germinou, começamos a brincar de verdade. Eu ainda na cadeira, ele em pé na minha frente, comecei a mamar gostoso. Ele então colocou a mão na minha nuca começou a fuder minha garganta me fazendo engasgar e babar muito na pica dele.
Mamei muito ele naquela posição.
– Vai dar meu presente?
Hesitei um pouco não gosto de dar sem ter feito a chuca, mas como o pau dele não era dos grandes e eu tinha evacuado antes de sair de casa, resolvi arriscar.
– Pode ser. Mas jogo rápido que eu tenho que trabalhar.
Ele me puxou pro banheiro da barbearia, fiquei de joelhos lá dentro e continuei a mamar.
Ele então me levantou, melou os dedos com um hidratante que tinha na pia e começou a dedar, ele tava com muita vontade, bem acelerado, metia o dedo em mim rápido, logo já colocou o outro.
Me pôs de pé contra a parede, veio por trás e encachou se pau na minha bunda. Senti a cabecinha encontrando meu cuzinho, ele então empurrou. A pica entrou, dei um pulo pra frente, pois sem a devida lubrificação dói, mas ele me segurou pelo meio e meteu mais fundo. Logo sua pica toda tava dentro, ele então começou a fuder forte e rápido, metendo com muita velocidade. Comecei a gemer e ele tapou minha boca. Sem tirar o pau de dentro, ele meteu por uns 5 minutos naquela posição. Como meu pau tava sarrando na parede, eu gozei e ele continuou metendo.
Ele me puxou um pouco pra trás, fiquei meio que de quatro com as mãos apoiadas na parede. Ai então me meteu com força, seu saco fazendo barulho na minha bunda. Ele aumentou o ritmo e deu um urro. 3 estocadas mais fortes e anunciou o gozo. Eu já tava todo mole de tanta socada que levei.
Ele tirou o pau lentamente. Nos lavamos para tirar os resquícios do sexo gostoso e então fui embora, nem paguei pelo corte.
Depois de alguns minutos ele mandou uma DM falando que gostou muito e aguarda minha próxima visita.

Foto 1 do Conto erotico: Barba, cabelo e piroca: dando pro meu barbeiro

Foto 2 do Conto erotico: Barba, cabelo e piroca: dando pro meu barbeiro


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico moreninhom

Nome do conto:
Barba, cabelo e piroca: dando pro meu barbeiro

Codigo do conto:
258637

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
04/04/2026

Quant.de Votos:
3

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