A vida é misteriosa, acreditamos que tudo acontece sob nosso controle, então algo acontece e toda a segurança do seu mundo desaba mergulhando todas nossas certezas num caos, depois que a tempestade termina surge uma nova realidade, diferente de tudo que conhecemos e quando menos esperamos já somos uma nova pessoa. Tinha 19 anos quando descobri que meu namorado, o amor da minha vida, o homem que sonhava um dia ser mãe dos seus filhos, estava me traindo, não com qualquer pessoa, mas com minha melhor amiga. Meu mundo desabou por completo, a sensação de estar sem chão, todos meus objetivos de vida de um momento a outro já não existiam. Perdi todos os refúgios que me faziam sentir segura nesse mundo caótico, me deprimi, diminui até caber dentro de uma caixa de sapatos. Comia pouco, já não fui a faculdade, não queria sequer tomar banho. Essa situação se prolongou por algumas semanas, e estava além do controle daquelas pessoas que se importavam comigo. Minha mãe, já desesperada, pediu ajuda a qualquer pessoa que tivesse tempo para ouvir suas súplicas. Vizinhos e amigos iam me visitar, conversar comigo, mas nada mudava. Emagreci e olheiras profundas marcavam meu rosto. Isso aconteceu até que num sábado de manhã minha mãe invadiu meu quarto abrindo a janela com impaciência. “Falei com seu pai, você vai para lá ficar com ele!” “Que?” Meus pais se separaram quando eu ainda era pequena. Meu pai era militar e tinha sido transferido para outra cidade logo depois da separação, nunca tive contato com ele, eu simplesmente não o conhecia. “Como assim mãe, meu pai?” “É, falei com ele ontem de noite, ele está morando em Lagoa Nova” “Onde fica isso?” Minha mãe jogou uma mala em cima da cama e começou a abrir gavetas e armários jogando minhas roupas dentro da mala. “Fica a 1 hora e meia daqui, expliquei a situação e ele concordou ficar contigo” “Como assim, Lagoa o que?” “Anda menina, se levanta e veste esta roupa, Seu Toninho lá fora no carro nos esperando, ele vai nos levar” De um momento a outro já estávamos na estrada. Curioso que não me sentia assustada, não sentia raiva nem medo, somente aquele permanente estado sonambúlico de quem nunca dorme bem. No fundo não me importei. Chegamos ao local e Seu Toninho (nosso vizinho) e minha mãe desceram do carro. Eu fiquei tal como estava, sentada no banco de trás com o olhar perdido para a janela do carro. A porta de trás se abriu, era minha mãe: “Desce, seu pai está te esperando” Desci do carro e Seu Toninho a acompanhou até um portão, então vi um homem ali conversando com minha mãe. Ao me aproximar senti um calafrio que correu por toda minha espinha. “Então você é Andreia, muito prazer, sou Marcos, seu pai” Engoli seco enquanto estendia minha mão para ele e nos cumprimentamos. Gentilmente ele pediu que entrássemos. Era uma casa simples, com dois quartos, sala com sofá e uma TV, uma cozinha pequena mas funcional. Uma área de serviço com um pequeno quintal. Eu caminhava atrás da minha mãe segurando sua mão enquanto ele mostrava a casa para gente. Tudo estava limpo e organizado. “Esse é o quarto onde a Andreia vai ficar” Vi um colchão no chão com a cama feita, uma pequena mesa onde ficava o escritório dele e uma estante vazia onde ele guardava seus livros. “Peço desculpas, não tive muito tempo para preparar algo mais confortável, aqui é onde eu tenho meu escritório, desocupei a estante para que ela possa acomodar suas roupas. O banheiro fica bem aqui na porta ao lado” Eu estava acostumada a ter certa mordomia, viva numa casa grande que meu padrasto tinha comprado, tinha meu carro, meu quarto com um espelho enorme que cobria toda uma parede e meu próprio banheiro, mas novamente não me importei, joguei minha mochila sobre a cama e fiquei ali observando aquele minúsculo lugar estranho. Quando voltei para a sala vi minha mãe conversando com Seu Marcos dando a ele suas últimas instruções. Fiquei ali de pé sem acreditar que ela realmente iria me deixar ali, ao mesmo tempo me sentia incapaz de pronunciar qualquer protesto. “Filha, mamãe vai embora agora, você se acomoda e vê se melhora. Te amo” Então ela me abraçou e foi embora e Marcos a acompanhou até o portão. Assim que a porta da entrada se fechou ouvi um silêncio quase ensurdecedor, como se aquela casa inteira girasse ao meu redor reprovando minha presença ali. Fiquei ali de pé movendo somente meus olhos, o cheiro da casa era diferente. Então a porta da entrada novamente se abriu seguido do som do carro se movendo lá fora. “E ai moça, tudo bem?” Respondi movendo minha cabeça afirmativamente. “Você quer que te ajude a acomodar suas coisas?” “Quanto tempo eu vou ficar aqui?” “A ideia é até você melhorar” Disse com um leve sorriso terno no rosto. “Sei que a gente não se conhece, mas prometo fazer o melhor para que você se sinta bem aqui” Concordei. Era tão estranho, de um momento a outro eu estava numa casa distante diante de um homem que nunca tinha visto na minha vida dizendo que iria me ajudar. “Deixa que eu mesma acomodo minhas coisas, será melhor que eu faça do meu jeito” Disse finalmente rompendo meu selo de silêncio. “Está bom, você está com fome? Sua mãe me disse que você não comeu nada ainda” “Estou bem” Respondi de forma seca, peguei minha mala que estava na sala e a levei para o quarto. Entrei, fechei e tranquei a porta. Me joguei sobre o colchão e busquei criar um novo refúgio em mim, um que me permitisse sentir bem comigo mesma naquela situação tão estranha, desconhecida e inesperada. Creio ter dormido sem dormir, vigília se misturavam com sonhos entrecortados onde eu estava num lugar distante sendo perseguida por pessoas e animais que queriam me fazer dano. Sai deste estado com o som de alguém batendo na porta. TOC TOC TOC Me levantei, destranquei a porta e a abri. “Está tudo bem? Você dormiu o dia inteiro” Não respondi nada mostrando indiferença. “Tem, uma toalha limpa, toma um banho por favor, você está cheirando mal. Estou preparando uma sopa para você” Depois que ele se afastou ergui meu braço e de fato estava cheirando mal, deviam ter uns dias que não me banhava. Jantamos em silêncio, era um caldo de galinha e estava delicioso. Assim que terminei de comer já estava me levantando para voltar para meu quarto quando Marcos me interrompeu. “Espera um pouco” Me sentei novamente, então de forma autoritária disse com voz firme: “Você está na minha casa e sua instancia aqui não é gratuita. Você tem uma série de fazeres que deve cumprir ...” Então ele me mostrou um papel que estava preso com um imã na geladeira, eu peguei e era uma lista: varrer e trapear a casa, picar legumes para o almoço, varrer quintal, etc. “QUE? Você está louco?” Disse de forma arrogante, ele riu e disse num tom simples e fulminante: “Ou você faz o que está na lista ou volta para sua vida miserável de uma menina mimada que não entende nada sobre a vida” “Você não pode fazer isso” “Posso e vou!” Amassei o papel e joguei no chão e sai da cozinha sem dizer nada. Fui para o banheiro, quando fui para o meu quarto o colchão um espaço vazio no chão: o colchão já não estava ali. “Cadê meu colchão?” Ele riu e disse: “Quer o colchão de volta, então faça as tarefas que você tem que fazer e amanhã terá seu colchão.” Senti meu sangue ferver, mas não podia fazer nada, finalmente meu orgulho falou mais alto e me tranquei no quarto. Estendi um cobertor sobre o chão e tentei me acomodar, mas não pude sequer pregar os olhos. Me levantei cedo com o sol nascia no horizonte e comecei minhas tarefas, varri e trapeei a casa, lavei a louça do jantar e preparei o café. Nesse dia Marcos me fez trabalhar o dia inteiro, limpei o fogão, esvaziei a geladeira e a lavei por dentro, lavei o tapete da sala, lavei o quintal, etc. Acho que queria provar que eu não era essa menina mimada que ele pensava de mim. Ao final da tarde disse a ele que queria meu colchão de volta. Ele sorriu e devolveu meu colchão. Nossa, tomei um banho, jantamos juntos na cozinha, depois fui para meu quarto e cai morta de cansaço, acho que foi a primeira vez que realmente dormi em meses. Nos dias que se seguiram continuava a fazer as tarefas que ele me pedia e pouco a pouco senti como se algo se reconstruísse dentro de mim, algo sólido que me fazia sentir segura novamente. Descobri que eu era capaz de cuidar de uma casa, isso era algo que jamais imaginei, ainda mais que na casa da minha mãe tínhamos duas empregadas que cumpriam com essas tarefas. Foi nesse momento de redescoberta interior que vivia que também comecei a reparar no Marcos. Apenas me lembrava que ele era meu pai, mas era tão estranho pensar nele assim. Começamos a nos aproximar um do outro, conversávamos com mais frequência. Riamos juntos das bobagens que dizíamos enquanto preparávamos a comida juntos. Quando ele me fez preparar o almoço sozinha nem acreditei. Nunca pensei que algum dia seria capaz de fazer minha própria comida. O arroz ficou horrível, mas era meu, meu arroz. Nesse dia senti alegria como se meu coração sorrisse novamente. Sabe quem sente um orgulho por descobrir que pode fazer alguma coisa, ainda que fosse um arroz ruim. “Marcos, por que você se separou da minha mãe?” “éramos muito jovens e inconsequentes, ela impaciente e eu ...” “você .... o que? “Eu era muito mulherengo” Soltamos uma gargalhada juntos. “Sério?” “Sim, ainda sou” Fiquei olhando para ele tentando imaginar. Marcos tinha 42 anos, era alto e forte, não era bonito, mas era muito amável e tinha uma voz que me transmitia segurança. Sem perceber já tínhamos nos tornado amigos. “Nunca te vi com nenhuma mulher desde que estou aqui” “Avisei elas que estaria com minha filha” “ELAS?” Ele riu e concordou. “Casadas ou solteiras?” “Uma é casada, as outras duas são ... uma é enrolada e a outra solteira” Soltei uma gargalhada sem acreditar que meu pai era um galã comedor. Fiz várias perguntas sobre elas buscando ver se ele caia em contradição, mas não, foi muito coerente. Depois disso ele se levantou e saiu de casa e eu comecei minhas tarefas daquele dia. Então percebi que sentia algo estranho, uma inquietude diferente que somente tinha sentido quando namorava. Só depois que percebi: “Ele é meu pai e estou sentindo ciúme?” Foi nesse momento que desconfiei que estava atraída por ele, mas achei essa ideia tão absurda que nem dei atenção. De noite ele bateu na porta do meu quarto me perguntando se eu queria ver um filme com ele. Isso era novidade, eu estava proibida até de usar celular e agora poder ver um filme parecia de luxo. Topei na hora. Quando abri a porta do quarto o vi ali me esperando, ele estava usando uma camiseta regata e short. Já tinha visto ele assim, mas dessa vez foi diferente, reparei nos músculos dos seus ombros e braços fortes. Fomos para a sala e a TV não tinha sinal “Deve ser algum cabo” Disse se levantando para olhar atrás do raque. Eu fiquei sentada no sofá observando sua bunda perfeita, suas costas largas. Pensei comigo mesma: “Para com isso, você está louca?” Tenho seios pequenos, como maçãs, com tudo que tinha acontecido nem usava mais sutiã. Quando ele reconectou os cabos percebi que os bicos dos meus seios estavam duros. Puxei a camiseta para frente e disse que escolhesse o filme enquanto eu ia buscar algo no quarto. Uma desculpa para colocar sutiã. Voltei para a sala e assistimos um filme incrível, chamado “Lawence da Arabia”, uma história incrível de um militar inglês que articulou os árabes contra o império otomano durante a primeira guerra mundial. Quando o filme terminou eu estava com minha cabeça encostada no ombro dele enquanto ele acariciava meus cabelos, Estava tão bom estar ali, sentia uma segurança que não conhecia. Não queria que o filme terminasse, não queria sair dali. “Já é tarde, melhor irmos dormir” Disse enquanto se levantava e desligava a TV. Quando ele se levantou senti como se caísse de um sonho maravilhoso. Quase pedi para ele ficar mais um pouco, mas não queria dar bandeira. No dia seguinte eu tinha que ir fazer o supermercado então pedi que ele fosse comigo. Foi tão bonito, a gente colocando as coisas no carrinho juntos, sentia como se fossemos um casal. Ele pedia minha opinião sobre certos produtos e eu respondia. Sentia meu coração pulsar forte no meu peito, estava me apaixonando de novo. No caminho de volta entendi o que estava acontecendo: Marcos fez por mim o que ninguém jamais tinha feito, foi ele quem me resgatou de uma depressão que nem uma psicóloga tinha conseguido. Ao mesmo tempo sentia que a atração que sentia talvez fosse mutua, Em algum momento em casa, enquanto eu lavava os pratos senti que ele olhava para minha bunda. Não precisei olhar para trás, já sabia, mulher sente. “Que tal se hoje de noite a gente fizer algo diferente?” Perguntei de repente me virando de frente para ele. O surpreendi, de fato ele olhava para minha bunda. “Como o que?” “Caminhar na praça e tomar um sorvete” Ele riu e aceitou. Meu coração pulsou forte quando eu segurei sua mão e ele entrelaçou seus dedos nos meus dedos. Suspirei fundo, me sentia como se fosse sua mulher. Então, enquanto caminhávamos na praça uma mulher se aproximou, morena, alta e muito bonita. Imediatamente ele soltou minha mão. “Marcos! Seu sumido! Como você está? Nem para me ligar heim?” Ele a cumprimentou meio sem graça. “Ela é a sua filha de quem você falou?” “Me chamo Andreia!” Disse arranhando meus dentes. “Nossa, mas ela já é uma mocinha!” Como a odiei por dizer isso! Senti meu sangue ferver, deduzi que ela era uma das mulheres que meu pai tinha falado antes. A conversa foi breve e nos despedimos. Em seguida ele segurou novamente minha mão. “Quem era ela?” “Já te falei dela” “É a casada?” “Não, a enrolada!” Senti que ela tinha ferido meu orgulho feminino, sentia vontade de explodir. “É assim que você me vê, como uma mocinha?” “Não, não te vejo assim!” “E como você me vê?” “Como você é: uma mulher jovem e linda!” Nossa, senti cada poro do meu corpo se encher de libido quando ele usou a palavra “mulher”. “Talvez eu seja pai, sua mulher” Vi como ele engoliu seco e suas mãos suaram, mas não disse nada. Assim que voltamos para casa fui para meu quarto trocar de roupa. Pus um pijama curtinho com tecido fino que deixava as formas do meu corpo mais expostas. Sai do quarto e o encontrei sentado no sofá da sala, com a luz apagada e a TV desligada. “Ué? Está tudo bem?” Ele olhou para mim de uma forma tão diferente. “E com você?” Senti uma pontada no meu estômago, percebi que o que tinha dito a ele de eu ser “sua mulher” tinha apresentado efeito. “Ahh ... sempre estou bem quando estou com você!” Ele também tinha trocado de roupa, vestia um short e camiseta e pude perceber um certo volume se erguendo por debaixo do short dele. Senti meu sangue acelerar nas minhas veias. Tinha que pensar em algo bem rápido, então disse a ele: “Vi uma garrafa de vinho na geladeira, vamos tomar?” “Pode ser” Peguei na mão dele e pedi que me acompanhasse até a cozinha. Ele se sentou na cadeira e eu abri a geladeira, curvei meu corpo a propósito expondo minha bunda para ele. Sentia que ele estava prestes a explodir um desejo que ele conteve durante todo esse tempo que estive com ele. Aquelas palavras foi como tirar um tampão. Pus a garrafa sobre a mesa e dei a ele o abridor e pedi que ele abrisse enquanto eu pegava os copos. Me sentei e ele serviu os copos. “Está tudo bem pai? Você está estranho” As mãos dele tremiam. Ele deu um gole de vinho como quem mede as palavras e disse num tom suave e sereno. “Talvez já seja hora de você ir de volta para sua casa com sua mãe. Acho que você já está recuperada.” “É isso que você quer, que eu vá embora?” “Não quero isso, você trouxe alegria para mim. É que ....” Olhei diretamente para seus olhos e insisti: “Que?” “Não sou de ferro, como te disse na praça, não te vejo como menina, você já é mulher e eu sou um homem, me entende?” Na hora entendi e minhas suspeitas se confirmaram. Me levantei e me sentei no colo dele ficando de frente para ele. Imediatamente senti o enorme volume pressionando entre minhas pernas. “Dá para perceber, despertei algo em você, certo?” Ele virou o rosto para o lado como quem quisesse fugir. Pus minha mão sobre sua face e virei o rosto dele de volta “Você já me salvou, se você quiser agora você pode reclamar seu prêmio” Minhas palavras destruíram por completo as ultimas barreiras que impediam qualquer iniciativa dele. Imediatamente nos beijamos feito dois namorados apaixonados, nossas línguas se encontraram de forma natural, sua língua se movia dentro da minha boca guiando os movimentos da língua, nunca vi ninguém beijar tão bem. Suas mãos seguraram minha bunda apertando com força e desejo, ele me puxou contra seu corpo me acomodando bem em cima do seu membro duro. Todo acontecia tão rápido. De repente senti ele erguer meu corpo e “algo” roçou em mim e enquanto nossas línguas ainda se enlaçavam num balé infinito seu membro duro começou a deslizar lentamente para dentro de mim. Era grosso e quente, meu corpo inteiro estremeceu, quis me mover mas não consegui, não me lembro de sentir minhas pernas. Ergui minha cabeça soltando um urro forte e grave. Ele deslizou suas mãos por debaixo da minha camiseta arrancando ela me deixando com meus seios expostos a ele. Ele os segurou com as duas mãos e começou a lamber um e outro alternadamente, enquanto seu pau duro continuava a me invadir abrindo mais e mais espaços dentro de mim. Prendi a respiração e soltei o ar na forma de um urro forte, tentei erguer meu corpo mas ele me segurou e me puxou para baixo enterrando seu pau dentro de mim. AFFF ... soltei um grito surdo e perdi o folego, sentia uma pressão enorme, ele então aliviou um pouco e voltou a me puxar enterrando de novo, soltei outro urro desta vez busquei me apoiar enlaçando meus braços ao redor do pescoço e ombros dele. Ele chupava e mordiscava os bicos dos meus seios, isso estava me deixando louca, fora de mim ... o orgasmo veio sem aviso, como as águas que rompem uma represa, comecei soltar gemidos alternados pela minha respiração entrecortada. Então ele se levantou da cadeira erguendo meu corpo no ar sem tirar de dentro. “PAI ... PAI .... AIIII .... PAIIII .... “Queria fazer isso contigo desde a primeira vez que te vi entrar na minha casa, agora você é minha” “SI SI SIM .... PAI .... SOU ... SU ... SU ... SUAAAAA” Sentia suas mãos me apertarem com força minha bunda enquanto sustentava o peso do meu corpo, então ele me empurrou para cima e depois deixou que a gravidade fizesse meu corpo descer em cima do pau dele, me penetrando até enterrar seu pau duro por completo dentro de mim. Ele repetiu esse movimento uma e outra vez. A cada investida sentia como ele ia gradualmente me deixando totalmente aberta para ele. Sentia o pau dele tão duro dentro de mim, a sensação era de estar sendo empalada, nada que ver com o pau do meu namorado, aquilo que ele fazia comigo era o que uma mulher espera de um homem. Então ele segurou meu corpo e me ergueu até deixar somente a cabecinha dentro de mim. Me sentia zonza e com o corpo mole. Então ele tirou de dentro e me pôs de pé no chão, sentir o azulejo frio da cozinha sob meus pés foi como regressar do espaço exterior de volta a Terra. Me sentia tonta e me apoiei na mesa. Ele ficou me olhando por um momento, então ele se agachou e puxou meu short para baixo me deixando finalmente nua. Se levantou novamente e ficou olhando meu corpo nu. “Você é tão linda” “Obrigada” Respondi com a respiração entrecortada ainda recuperando meu fôlego. Então ele me pegou nos braços e me colocou sentada sobre a mesa. Se sentou na cadeira e ..... afff .... sua língua ... sua língua maravilhosa começou a explorar cada centímetro do meu sexo. Foram segundos até ele identificar meu clitóris, então começou a fazer movimentos circulares e suaves ao redor dele, novamente senti meu corpo tremer, minhas pernas, que estavam totalmente erguidas formando uma letra V, começaram a formigar, uma contração fez parte do meu corpo se erguer da mesa, minhas pernas se flexionaram e ZAZZZZ .... um orgasmo muito forte se despejou sobre meu corpo como as águas de uma abundante cachoeira, me segurei forte na lateral da mesa pois tinha a sensação que ia cair de tão intenso foi este orgasmo. Apenas senti que ele se afastou, permaneci ali deitada sobre a mesa incapaz de me mover. Senti ele segurar minhas coxas, abri os olhos e o vi de pé entre minhas pernas abertas. Ele sorriu e disse com um sorriso: “Agora vou começar a te comer!” “Como assim?” Não tive tempo de terminar de dizer e seu pau duro como madeira deslizou para dentro de mim arrancando meu fôlego, prendi a respiração enquanto ele me invadia por dentro. Tentei me virar de lado, mas ele me puxou de volta me segurando forte pelas coxas. Soltei o ar junto com um gemido grave e forte. Ele me penetrava de forma rítmica, empurrava para dentro, segurava um pouco, depois aliviava a pressão e voltava a me penetrar ainda mais fundo, pouco a pouco ele conseguiu acomodar seu pau inteiro dentro de mim. AFFF ... a sensação era de que ele estava tocando meu estômago. Então ele tirava até deixar a cabecinha dentro e voltava a investir empurrando inteiro dentro de mim. Eram movimentos lentos e constantes, sentia seu pau inteiro deslizando dentro de mim, me abrindo cada vez mais a cada investida. Dessa vez não foi somente minhas pernas, mas meu corpo inteiro começou a formigar, nunca tinha sentido nada parecido, voltei a me segurar na lateral da mesa enquanto o formigamento aumentava de intensidade até que meu corpo inteiro começou a tremer como se uma eletricidade espalhasse choques por todo meu corpo, era outro orgasmo, totalmente diferente, eu nem sabia que podia gozar daquela forma. Mesmo assim, apesar dos meus gemidos que mais se pareciam súplicas implorando que ele parasse, ele continuou metendo em mim, da mesma maneira, de forma lenta, constante e profunda, a sensação era de que a qualquer momento ele ia me partir em duas metades. Então ele empurrou para dentro e segurou por um momento sem se mover, prendi minha respiração, meu corpo se contraiu erguendo a parte baixa das minhas costas da mesa. Então ele foi aliviando a pressão lentamente até tirar de dentro de mim. Voltei a respirar de forma ofegante, um corpo parecia feito de gelatina. Então ele me puxou pelos ombros me deixando sentada sobre a mesa, em seguida, tal como se eu fosse uma boneca de pano, ele ergueu meu corpo nos seus braços e me levou até o sofá. “Acho que agora eu posso te comer direito” Pensei comigo mesma: “Não é possível que ele tenha dito isso” Ele me colocou sobre o sofá e me virou de costas para ele, me deixando de quatro. Então ele se acomodou atrás de mim, me apoiei no encosto do sofá com meus dois braços e me preparei. Senti seu pau duro e melado com meus fluidos pincelar a região interna dos meus grandes lábios, eu ainda estava muito sensível do último orgasmo na mesa da cozinha. Aquela pincelada fez meu corpo estremecer, mas ele não se importou muito, assim que acomodou seu pau na minha buceta já tão judiada ele simplesmente empurrou para dentro novamente fazendo com que aquela tora de madeira deslizasse para dentro me deixando toda aberta para ele. Suas mãos me seguraram pela lateral da minha bunda e ele me puxou para trás enterrando seu membro dentro de mim novamente, soltei um urro de dor e prazer. Me sentia totalmente fora do controle, ele podia fazer o que quisesse comigo e eu não conseguiria impedir. Nunca ninguém tinha me feito gozar daquele jeito. Ele começou um movimento de vai e vem, sentia seu pau inteiro dentro de mim. “Que buceta tão apertadinha ... vou ter que meter muito em você filha” “Me Me Mete pai .... mete tudo .... que quiser ...” No inicio ele metia devagar, tal como fez na cozinha, mas gradualmente ele foi se soltando e aumentando o ritmo e as estocadas passaram a ser mais fortes. Dessa vez realmente achei que ele ia me partir em duas, me segurava no encosto do sofá como se fosse minha ultima fronteira com o mundo conhecido. Não houve formigamento nem sequer uma contração forte no meu ventre, o orgasmo veio de forma silenciosa e constante. No inicio parecia algo vago e sem identidade, mas pouco a pouco foi aumentando de intensidade até me fazer explodir num brutal gozo que fez meus fluidos espirrarem para fora escorrendo entre minhas pernas. Foi nesse momento que pela primeira vez ouvi meu pai soltar um urro abafado pela contração dos seus lábios. “AII FILHA ... ACHO QUE AGORA VOU TER QUE ...” Ele tirou de dentro de mim fazendo eu me sentir como se fosse uma casca oca, em seguida me deu um puxão forte girando meu corpo me deixando com a cabeça bem na direção do seu pau todo melado, apenas afastei meus lábios e um esguicho intenso de sêmen encheu completamente minha boca. Já tinha feito isso com meu namorado antes, mas aquilo era algo totalmente diferente, saiu muito logo na primeira, ainda estava engolindo quando um segundo esguicho encheu novamente minha boca, tive que deixar escorrer o excesso entre meus lábios para não me engasgar. Um terceiro e quarto esguichos menos intensos. A cada ejaculada ele soltava um forte urro enquanto segurava minha cabeça entre suas mãos fortes contra seu pau, enquanto movia seu quadril para frente e para trás fazendo seu pau duro deslizar entre meus lábios como se estivesse fodendo minha boca. Ele me fez chupar seu pau por mais uns segundos enquanto ainda saiam gotas de sêmen. Sentia seu corpo suado, sua respiração ofegante, suas mãos aliviaram a pressão sobre minha cabeça e ele começou a acariciar meus cabelos, enquanto eu continuava chupando seu pau. Finalmente ele se afastou de mim. Então eu cai deitada sobre o sofá, totalmente exausta, sentindo como se tivesse sido atropelada por uma manada de elefantes. Fiquei deitada engolindo os restos de sêmen que permaneciam na minha boca enquanto recuperava meu fôlego. Ele se sentou no chão ao meu lado, fez uma carícia na lateral do meus rosto acomodando meus cabelos para trás. “E ai, como você se sente?” “HEIMM?” Tinha perdido até a noção de onde eu estava. Ele acariciou novamente meus cabelos e disse: “Você esteve incrível!” Eu sorri, quase sem forças, foi um sorriso cansado. “Que bom, fico feliz de saber que pude te satisfazer do seu jeito” “Meu jeito?” “Me senti como se eu fosse sua bonequinha favorita sabia?” “Mas você é minha bonequinha” “Você ainda quer que eu volte para minha casa?” “Acho que você pode ficar mais tempo .... “Quanto tempo?” “O quanto quiser” Nos dias que se seguiram acontecia algo que jamais poderia ter imaginado na minha vida. Eu continuei com minhas tarefas diárias, limpava a casa, lavava os tapetes, ia fazer o supermercado, preparava a comida, punha e tirava a mesa, lavava os pratos, lavava e passava a roupa minha e a dele, etc. E meu pai me comia, no sofá, no meu colchão, na cama dele, no chuveiro. Na manhã seguinte, assim que acordei ele me disse que gostava de comer uma bunda de manhã. Juro que vi estrelas quando ele meteu em mim por trás. Saiam lágrimas dos meus olhos, mas não me queixei, nunca tinha dado a bunda antes. Mas como ele mesmo disse, “gostava disso pelas manhãs” e comia minha bunda de manhã. Ele fazia sexo comigo sempre que ele sentia vontade e do jeito que ele queria. Depois descobri que ele também gostava de comer minha bunda quando bebia cerveja. Mas me acostumei, adorava saber que eu o satisfazia. Mas depois de umas semanas começaram a aparecer certas diferenças. Aconteceu que caímos numa rotina de casal casado. Eu cuidava da casa e ele me comia. As vezes era eu quem buscava ele, mas se ele não queria, não acontecia. Com o tempo comecei a me sentir como se eu fosse uma empregada doméstica que oferece variados serviços. Já fazia um pouco mais de 1 mês que eu estava morando com meu pai. Minha mãe estava me pressionando para que eu regressasse para casa, mas eu não me atrevia a deixar aquela vida que tinha com meu pai. Foi quando começaram os problemas. Se de inicio minha relação com ele foi de reconstrução da minha autoestima, com o fator sexo a relação se deteriorou, porque me tornei totalmente submissa a ele. Fazia tudo que ele queria. Numa relação saudável de casal não pode ser assim, ambos sentem desejos que devem ser respeitados. No meu caso sempre eram os desejos dele, e com isso, sem que eu percebesse, fui perdendo cada vez mais e mais espaço. Quando fazíamos sexo sempre era ele quem determinava o que ia acontecer: se ele queria que eu sentasse no pau dele eu me sentava – normalmente ele gostava que eu ficasse de costas, ele gostava de ver minha bunda enquanto eu rebolava para ele; se ele queria de quatro eu ficava de quatro para ele, se ele queria de pé então ele me comia de pé; se ele queria somente um boquete eu fazia para ele. Enfim. Acontecia que essa conduta dominante não era somente quando fazíamos sexo, era assim em tudo que fazíamos. Se ele queria sair para passear saíamos, mas quando eu queria e ele não, não acontecia. Se ele queria pizza e eu comida japonesa, comíamos pizza. Isso foi assim até que ele começou a se cansar de mim. Percebi isso e me senti desesperada, com isso minha submissão somente aumentou e isso deteriorou ainda mais nossa relação. Foi quando ele começou a sentir falta das suas “amigas”. De início ele veio com uma conversa de que tínhamos que ser mais liberais, de que eu poderia arrumar um namorado e estaria tudo bem e coisas assim. Não queria namorados, queria ele e isso me bastava. Mas aconteceu que eu não bastava para ele. Essa situação foi se aprofundando e nossa relação começou a se deteriorar ainda mais, foi quando começaram as brigas. De fato, nos tornamos um casal e como todo casal há desentendimentos. Eu queria que meus espaços e desejos fossem respeitados, mas ele não entendia assim. As brigas foram se tornando mais frequentes, eu não entendia certas coisas que ele fazia e ele não entendia o que eu queria. Estávamos assim quando ele foi transferido para outra base na região norte. Disse que era melhor que eu regressasse para minha mãe e que nos separássemos por um tempo. Já não estava dando certo e aceitei a separação. Senti um aperto tão grande no meu peito quando me despedi dele, chorei todo o caminho de volta. Duas semanas que tinha regressado para morar com minha mãe ele se mudou e perdi o contato dele. Difícil descrever o vazio que senti quando soube que já não poderia sequer conversar com ele por telefone. Mas esse não foi o final da minha história com meu pai. Deixo isso para uma próxima vez.
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