- Senhora, por favor, pare com isso. Seu esposo pode chegar a qualquer momento. O que eu direi para ele, caso ele nos pegue assim?
- Uhhhhh... fica calmo, com meu marido eu me entendo. Você que realizar suas tarefas? As medições e concluir a venda? Então! Tem que agradar muito bem a cliente.
Aquilo já havia me enlouquecido, meu pau estava para explodir dentro de minha bermuda. Vanessa sugava forte aquele enorme cacete, foi quando, Osmar segurou a cabeça dela pelos cabelos, segurando com força e disse:
- Já que é isso que você quer, então toma sua puta! E gozou absurdamente na cara e na boca da minha esposinha, era tanta porra que ia escorrendo pelos seus seios e barriga.
Me escondi (louco de tesão), mas ainda podia ver o que estava acontecendo. Osmar se recompôs e perguntou onde era o banheiro para que pudesse se limpar. Dei mais alguns minutos, escondido, daí apareci na sala, onde encontrei Pedro o ajudante, quebrando a cabeça para tirar as medidas dos espaços onde seria montados os móveis.
- Onde está a minha esposa e o senhor que veio com você?
- Eles estão lá atrás, acho que na cozinha, adiantando parte das medidas. Disse Pedro, sem demonstrar preocupação, pois até então, ele nem imaginava o que realmente aconteceu no outro cômodo da casa. Lá em direção da cozinha, quando esbarrei com Osmar no corredor. Espantado ao me ver, mas, também com ar de satisfeito, com o que acabara de acontecer.
- Tudo bem? Perguntei ao Osmar.
- Tudo, tudo! Estamos bem adiantados. Me respondeu meio assustado.
- Ok. Sinta-se em casa. Podem ficar à vontade, eu disse.
Falei isso para ele, que por um momento, achei que fosse cair, de tanto que tremia, o pobre moço. Fiz que iria para cozinha, mas antes, dei um tempo no corredor e pude ouvir o que os dois rapazes conversavam.
- Você estava aonde? Eu quebrando a cabeça para medir essas paredes e você me some? Falou o ajudante, demostrando o quanto estava bravo com seu colega de trabalho.
- Rapaz, vou te contar e você não vai acreditar. A mulher desse cara é uma tarada. Nós estávamos tirando as medidas da cozinha, de repente, ela me virou e encheu a mão no meu pau e do nada se ajoelhou e começou a me chupar...
- O que é isso Osmar? Tá delirando? De onde uma mulher linda, gostosa e bem de vida como essa iria dar mole para um cara como você? Falou Pedro rindo na cara do seu amigo.
- Se o corno do marido dela sair novamente, vou lhe mostrar, seu vacilão.
- rsrsr... Deve ser muito serviço que está lhe deixando doido desse jeito, só pode rsrsrs.
Após ouvir essa conversa entre os dois, corri até onde estava minha esposa e a encontrei maravilhada.
- Não sei se lhe chamo de puta ou de louca? Você nunca viu o rapaz e já vai pagando um boquete no cara?
- Amor! Foi mais forte do que eu. Quando você saiu e me deixou com esses dois rapazes novinhos, não pensei duas vezes. Dei um jeitinho de separá-los e experimentar o pau dele. E vem cá para nós, que pau enorme, duro e grosso. Ele goza muito e não desperdicei nenhuma gotinha sequer rsrs.
- Olha, o cara que você chupou, estava contando para o outro, ao qual não acreditou e ainda apostaram, se eu sair novamente, o tal do Osmar agora não vai colocá-la somente para chupar, ele vai querer é te fuder. Pude ver os olhos da minha putinha brilharem de desejo, foi aí que ela rapidamente me sugeriu.
- Ai Amor! Que tal, você ir lá em cima no nosso quarto e colocar as câmeras para funcionar?
- Safada... você não acha perigoso não?
- Que nada! Aliás, você poderá assistir pela internet através das câmeras.
- Por mim, tudo bem. Fiquei louco de tesão com aquela situação.
Corri no meu quarto, liguei as câmeras, testei pelo celular se estavam todas funcionando, tudo certo, passei na sala onde estava os rapazes e minha esposa e disse que estava saindo novamente e que não tinha hora para voltar. Puder ver na cara dos rapazes uma certa surpresa misturada com malícia também. Minha esposa se levantou e veio até a minha direção, onde pude ver que continuava sem sutiã, só que agora com uma camisa de malha, curta deixando seu umbigo de fora. Me deu um beijo e disse:
- Pode ir amor, ficaremos muito bem.
Despedi-me dos caras e fui. Liguei a câmera pelo painel do carro e fui observando o que eu podia, dividindo minha atenção com o trânsito e ansioso para ver minha esposinha em ação. Após algumas voltas pelo quarteirão, parei o carro em frente a minha casa, reclinei o banco do motorista e me preparei para assistir a minha loirinha dando bastante como se estivesse assistindo um filme pornô. A festinha já havia começado. Vanessa estava de quatro no sofá, sendo chupada por Osmar e tinha em sua boquinha, o pau do Pedro. Vanessa chupava aquela rôla, lambuzava todinha de saliva e engolia tudinho, chegando a acariciar as bolas do rapaz com a língua. E Osmar apreciava o sabor da minha putinha, que não parava de rebolar na cara dele, enlouquecendo-o cada vez mais.
Depois de uma boa e longa seção de preliminares, Vanessa, do jeito que ela gosta de fazer, tomando a frente da situação, puxou Pedro para cima do sofá e sem modéstia sentou naquela rôla grossa, cavalgando como uma verdadeira puta e pegando também o pau do Osmar mandou que ele se posicionasse por trás e colocasse bem gostoso no seu cuzinho. Rebolando na rôla do Pedro, Vanessa ainda recebeu umas linguadas do Osmar no seu cuzinho e bem devagarinho aquele cacete enorme começou a penetrar minha putinha. Ela no momento da penetração anal, parou até de cavalgar o Pedro, que por sua vez ajudava a abrir o belo rabo da minha mulher que em alguns momentos demostrava o grande sacrifício que estava sendo receber aquele pau enorme no cú. Alguns segundo do início da penetração anal, minha esposa já estava novamente cavalgando, bem gostoso do jeitinho que ela adora.
- Não falei parceiro, que essa safada gosta de uma putaria? Disse Osmar.
- Caralho! Eu não consigo acreditar que estou fudendo uma gata como você, pqp!
- Então vai, me fode... me mostre do que vocês são capazes de proporcionar a uma mulher. Fode com força, pois eu quero mais e mais.
Vanessa delirava, tendo aquelas duas rôlas dentro dela. Osmar puxava seus cabelos, como se estivesse segurando as rédeas de uma potranca, Pedro na sua limitação, por estar por baixo, procurava socar com todas as suas forças na bucetinha da minha esposa. Trocando de posição, agora Osmar sentado no sofá, recebeu minha putinha no seu colo. Penetrando novamente seu cuzinho, Pedro vindo de frente, entrou em sua bucetinha, socando sem dó, mordendo os seios e o pescoço da minha esposinha. Os gemidos e sussurros eram muitos, e eu ali no banco do carro batendo uma punheta deliciosa, quase explodindo em gozo.
- Soca, soca, soca, vai caraaalhooo... Eu tô gozandoooooo!
Vanessa gritando aquilo encheu os dois de tesão, onde Pedro depois de mais algumas socadas, tirou seu pau da bucetinha da minha esposa e posicionado em frente a cara dela, onde ela começou a chupar novamente, não demorando muito para ter sua boca inundada novamente, quase engasgando com tanta porra. Osmar por sua vez, levantou, colocando-a de quatro e sem dó e já com uma certa facilidade, voltou a socar no cuzinho da minha esposinha, que já demostrava estar sem forças, mas, se mantendo firme até o final e numa mistura de uivo, gritos e gemidos, gozou fartamente no delicioso rabo da minha mulher. Levantando, ela os orientou cada um para um banheiro e sem força, se jogou no sofá, com uma carinha de felicidade enorme. Aguardei os dois voltarem para a sala e abri o portão da garagem, guardando o carro e me juntando a eles.
- E aí, tudo bem? Vocês por aqui ainda? Houve algum problema nas medições? Perguntei a eles.
- Não, não amor. É que eles ficaram me mostrando alguns modelos novos de móveis e foram super atenciosos comigo. Na montagem, quero novamente essa equipe viu, os rapazes são muito bons no que fazem. Vadia, sei muito bem do que você está falando, pensei comigo rsrs.
- Ué, maravilha. Pode contar com a gente! não é mesmo Osmar? Disse Pedro o ajudante
- Ahhhh com toda certeza, será um enorme prazer atender os pedidos da sua esposa.




