Trocamos algumas palavras e, na hora do almoço, fomos juntos. Na volta, ela estava mais relaxada e brincamos um pouco. No dia seguinte, eu aguardava ansiosamente sua chegada para ver aquele rosto tímido e aquelas nádegas que já estavam na minha mente. Durante o almoço, brincamos como se fôssemos um casal. Fiquei surpreso por ela ter entrado na brincadeira e comecei a planejar como eu poderia estar dentro dela.
Passaram-se alguns dias sem que eu a visse. Quando voltei a trabalhar com ela, por ocasião do Dia da Amizade, ela me deu alguns doces que vinham com pequenos balões (aparentemente ela os deixou lá por engano, já que havia decorado o apartamento com balões parecidos), o que usei como pretexto para lhe dizer que queria fazer sexo com ela.
Passaram-se alguns dias sem que eu a visse. Quando voltei a trabalhar com ela, no Dia da Amizade, ela me deu alguns doces que vinham com pequenos balões (aparentemente, ela os tinha deixado lá por engano, já que havia decorado seu espaço de trabalho com balões parecidos). Usei isso como desculpa para dizer que queria transar com ela.
Eu: Você me espionou quando fui ao banheiro?
Enfermeira: Não, por que você diz isso?
Eu: Por causa dos balões que você me deu. Eles são bem pequenos, embora talvez sejam grandes demais para mim, hahaha.
Notei o nervosismo dela, o que indicava que ela queria experimentar o que eu havia sugerido, mas sem ser muito óbvia.
Naquela tarde, continuei tocando no assunto por mensagem, dizendo que se ela continuasse rindo do que eu dizia, eu a encheria de beijos no dia seguinte. Ela respondeu perguntando se eu me importaria se outras pessoas nos vissem e fingiu rir. "Você é minha agora", pensei.
Promessa é promessa. No dia seguinte, quando saímos para jantar, segurei a mão dela e passei meu braço em volta da sua cintura, o que ela permitiu. Assim que tive a chance, roubei o primeiro beijo, e ela fingiu não aceitar. Quando a beijei pela segunda vez, ela me mordeu, o que usei para manipulá-la ainda mais:
Eu: Você me mordeu, agora vou me vingar.
Ela: Eu não te mordi, você é um chorão. Mas como você vai se vingar?
Eu: Vou fazer você reclamar, e vamos ver quem é o chorão. Naquela tarde, liguei para ela novamente e disse que faria o que havia prometido no dia seguinte. Ela respondeu que, se eu me referia a reclamações desse tipo, ela me mostrou uma gravação de áudio de uma mulher gemendo de prazer. Eu sabia que precisava penetrá-la.
No dia seguinte, o quinto dia que trabalhávamos juntos em cerca de duas semanas, estávamos sozinhos na hora do almoço enquanto o resto da equipe foi comer.
Levei-a para uma sala e tranquei a porta.
Enfermeira: O que você está fazendo?
Eu: Vou te foder, vou te fazer gemer e gemer como prometi.
Disse isso enquanto a abraçava e beijava, minhas mãos percorrendo seus seios e bunda. Ela, nervosa, apenas retribuiu o abraço e meus beijos. Tirei meu pau para fora e coloquei em sua mão. Ela o tocou por alguns segundos e soltou. Então tentei desabotoar sua calça, mas ela não deixou.
Enfermeira: Sou casada e, além disso, eles vão vir nos encontrar aqui, então…
Eu: Eles acabaram de sair, temos pelo menos 30 minutos para eu te foder.
Enfermeira: Não hoje, tenho medo que nos encontrem, talvez amanhã.
Eu: Você não gostou do que eu coloquei na sua mão?
Enfermeira: Não, é feio, hahaha.
Fingi irritação e a soltei. Ela aproveitou a oportunidade para se sentar. Enquanto eu lutava, com certa dificuldade, para guardar meu pênis ereto na calça, ela me chamou.
Enfermeira: Venha aqui, não guarde.
Fui até ela e, sem dizer mais nada, ela o colocou na boca e começou a chupá-lo deliciosamente, como se fosse algo que ela estivesse desejando há muito tempo. Ela colocou metade na boca e eu ordenei que ela engolisse tudo.
Enfermeira: Não vai servir, é muito grande.
Eu: Tudo bem, mas vou te foder amanhã, não vai fazer diferença.
Enfermeira: Tudo bem, mas vamos logo, eles vão chegar. Além disso, eu gemo bem alto e eles vão ouvir a gente.
Saímos e esperamos os outros chegarem para podermos comer, nervosos de desejo e culpa. Naquela tarde, nos despedimos com beijos muito apaixonados, como amantes que se desejam, que querem estar mais perto.
Chegou a hora de ficarmos a sós. Não perdi um segundo e, assim que vi todos saindo, fechei a porta e a levei para o meu quarto. Ela estava um pouco nervosa, mas se soltou. Dessa vez, nós dois nos acariciamos, nos apalpamos, como ela diz. Levantei sua blusa e sutiã, lambi e chupei seus mamilos, enquanto acariciava suas nádegas e sua vagina por cima da roupa. Ela começou a gemer baixinho e sua mão já procurava meu pau. Ela tentou tirá-lo e eu a ajudei. Enquanto ela me masturbava, abaixei suas calças e calcinha, acariciei seu clitóris e segurei sua cabeça, forçando-a a me fazer outro boquete antes de eu colocar a camisinha. Ela fez de bom grado e só parou para dizer: "Só coloca".
Eu a inclinei sobre a mesa e, sem o menor cuidado, enfiei tudo de uma vez. Ela gemeu e começou a se mexer para receber mais.
Eu: Você gosta?
Enfermeira: Eu adoro, me dá mais.
Eu: Assim, ou você quer devagar? (enquanto diminuía o ritmo)
Enfermeira: Me dá com força. (Com gemidos abafados, para não sermos pegos).
Eu: Você quer mais, vadiazinha?
Enf.: Siii, métemela toda, más rápido, más duro. (y gemía, con la cabeza agachada, señal de placer y dolor)
Todo el tiempo vigilé por la ventana, y al ver que alguien se acercaba le dije:
Yo: Viene la asistente.
Enf.: Ya sácamela, nos va a ver.
Yo: Casi me vengo, muévete más y deslechame.
Enf.: Ok, vente rápido. (palabras entrecortadas por los gemidos)
Vacié el semen en el condón que le mostré para que viera la leche que había ordeñado con tan suculenta panocha. Sonrió y nos besamos.
Nos fuimos a comer y le pregunte si seguía creyendo que los globitos me quedaban.
Enf.: Obvio no, la tienes muy rica.
Yo: ¿Y tú marido?
Enf.: No importa jajaja
Yo: Te voy a coger cada vez que se me dé la gana.
Enf.: Y yo pienso dejarme, pero prométeme que nadie se va a enterar.
Yo: Claro, solo que te quiero en un hotel, para que goces y disfrutarte mucho más.
Al día siguiente me la mamó hasta que me vine en su boca y sobra decir que seguimos cogiendo, tal vez se los cuente después.
Enfermeira: Isso, coloque tudo, mais rápido, com mais força. (Ela gemeu, com a cabeça baixa, um sinal de prazer e dor.)
Fiquei de olho nela pela janela o tempo todo, e quando vi alguém se aproximando, disse:
Eu: A assistente está vindo.
Enfermeira: Tire logo, ela vai nos ver.
Eu: Estou quase lá, se mexa mais e me deixe gozar.
Enfermeira: Ok, goze rápido. (Suas palavras foram interrompidas por gemidos.)
Ejaculei na camisinha, que mostrei a ela para que pudesse ver o leite que eu havia extraído de uma vagina tão suculenta. Ela sorriu e nos beijamos.
Fomos comer, e eu perguntei se ela ainda achava que as camisinhas ficavam bem em mim.
Enfermeira: Claro que não, você é tão gostoso.
Eu: E seu marido?
Enfermeira: Não importa, hahaha.
Eu: Vou te foder quando eu quiser.
Enfermeira: E pretendo deixar, mas prometa que ninguém vai descobrir.
Eu: Claro, só quero você num hotel, para você aproveitar e eu aproveitar ainda mais.
No dia seguinte, ela me fez um boquete até eu gozar na boca dela e, claro, continuamos transando. Talvez eu te conte depois.



Que delicia! Bjos, Ma & Lu