Primeira vez com o brother do trampo

As vezes é engraçado pensar nos caminhos que a vida toma. Momentos que o acaso ou seja lá o que for acontecem na vida e, quando se vê, tudo muda pra sempre. Bom, vamos lá... eu me chamo Alex, na época dessa história que vou contar eu tinha 28 anos. Antes de tudo, vale dizer que, até então, o mais perto de uma experiência homossexual que tive era ter tesão em cheirar minhas cuecas usadas. O cheiro do meu suor, da cabeça da minha pica na cueca me dá um tesão absurdo. Bati muita punheta cheirando minhas cuecas e, até hoje, pra mim isso é normal. Voltando à história... eu estava recém-divorciado, morando sozinho, estava igual a pinto no lixo. O que eu precisava, eu tinha: boa pinta, corpo legal, boa lábia e uma cama, até porque nem sofá eu tinha comprado ainda... o puff estava valendo.
Era isso. Depois de 8 anos de casado (sim casei com 20 anos por obra do destino) eu estava vivendo da forma que nunca vivi. Trabalhando, fazendo minha segunda faculdade, curtindo a vida, estava no meu auge eu estava realmente feliz. Em um fim de semana ficava com minha filha... já no outro, era só putaria.
No trabalho as coisas não poderiam estar melhores também. Na equipe éramos organizados em 4 duplas e meu parça de trampo era foda, o Bruno. A gente tinha uma amizade diferenciada, até pelo tempo que trabalhávamos juntos e pela facilidade de desenrolar os projetos juntos, a gente tinha uma proximidade muito boa. Quando eu ainda estava casado, saímos algumas vezes os quatro, eu, minha ex, a noiva dele e ele. Casal lindo, ambos 22 anos, com planos pra casar em até 2 anos. Pela proximidade que tínhamos, falávamos muita besteira, nos zoávamos muito e ele sempre foi o engomadinho da área, roupa sempre mais justa, marcando bem o corpo malhado. Me ajudou até a comprar uns creme pro rosto, pro corpo. Eu brincava que era nosso metrossexual e ele ria sem graça mas eu curtia o estilo dele e admirava o corpo, e como era bonito e cheirava bem o filho da puta. Toda segunda feira que eu brincava que no fim de semana estava “solto” porque minha filha estava com a mãe dela, ele vinha perguntar no começo da outra semana qual foi a gostosa da vez, daí eu contava as histórias, mostrava foto e era a diversão da segunda-feira entre eu e ele.
Em certa ocasião, nas épocas de fim de ano, clima de férias, confraternização da empresa, em uma sexta-feira, geral animada no escritório, combinamos de ir depois do trampo para um bar/restaurante muito bom que tinha na região, perto da empresa. Já não tinha nada muito urgente pra fazer então o papo estava comendo solto. Geral estava muito arrumada pra confra mas não pude deixar de reparar que o Bruno estava bem mais arrumado que de costume. Estava realmente mais bonito, o cara. Uma calça branca meio justa, uma camisa preta por dentro da calça, não adianta, o cara era estiloso. Claro que eu não ia perder a oportunidade, já fiz uma zoeira: “Tu sabe que dizem que calça branca é gostosa até no varal né?... e essa sua tá mais justa que Deus” caímos na risada, ele me deu um soquinho no braço meio na brincadeira, começamos a falar sobre o fim de semana e que nesse que eu tava solto, ia repetir “o cardápio” que significava pegar a mesma mina da quinzena anterior. Ele então disse que não lembrava qual era essa, então fui mostrar no meu celular a Nati, 23 aninhos, loirinha, peituda de sorriso largo, uma delícia. Ele pegou na mão o celular pra ver, “a lembrei dela, gata essa, seu safado!” disse ele passando pro lado a foto na galeria e, era um vídeo meu fodendo a mina, de frango, mas focado só no pau dentro da buceta, num ângulo que não dava pra saber quem era. Ele voltou rápido pra foto, eu vi que ele viu, mas não falamos sobre e continuamos com outro assunto.
Chegou a hora de irmos pro bar. Fomos, bebemos, ideia vai ideia vem, mas algo estava diferente entre o Bruno e eu naquele dia. Ele estava mais próximo, falando mais perto e encostando mais e, eu, de alguma forma, pelo carinho e pelo quanto somos amigos, estava gostando daquela proximidade, daqueles toques, olho no olho e depois um sorriso, mas comecei a reparar, depois de uma certa quantidade de chopp e shots de tequila que as meninas do RH inventaram de fazer de hora em hora, o quanto aquela calça valorizada a bunda do Bruno, o quanto o sorriso do cara era bonito... nesses devaneios senti o pau dar uma breve sinalizada na cueca, era vontade de mijar, não era possível aquilo não. Ele veio na minha direção e eu reparei no volume da pica dele na calça, pra esquerda, senti o pau dar mais uma pulsada. Dei uma chacoalhada com a cabeça como que tentasse afastar aquele pensamento. “Vou ao banheiro, muito chopp” e ele, bora, vou também. Fodeu, eu de pau duro junto com o cara, que eu estava tendo devaneios minutos antes, que porra estava acontecendo? Procurei um reservado, todos ocupados, eu ia mijar na roupa, foda-se, mictório mesmo, ele colou no do lado. Abaixei a cabeça pra evitar qualquer conversa que ele olhasse pro lado e visse minha pica latejando. Não deu outra: “tá animadão com a festa, hein amigo!” Foi uma boa sacada, eu ri. Tava apertado mano, segurando, ficou desse jeito. Rimos e, quando olhei pro lado, ele estava do mesmo jeito. Eu me perdi olhando porque não estava esperando aquela situação. Eu de pau duro, num banheiro da confraternização da empresa, manjando a rola do meu amigo e parceiro de trampo. Estava tudo muito errado. Pra finalizar, ele deu mais uma boa olhada na minha pica enquanto arrumava a camisa dentro da calça e mandou: sabia que a pica grossa pentelhuda do vídeo era sua. E saiu. Eu não sabia onde enfiar a cara muito menos o que estava acontecendo comigo. Voltei pra mesa, pedi algo pra comer, continuamos de boa, começou a ficar tarde e boa parte do pessoal já tinha ido embora. Começamos a nos organizar e pagar pra ir embora também. O Bruno ia me dar uma carona até minha casa e depois ia pra dele. Perguntei se ele estava de boa pra dirigir, confirmou que sim, fomos. Já no carro, eu ainda estava cismado com a situação mas estava tentando esquecer. Pensativo, os pensamentos a milhão, até que olho pro lado, o Bruno cochilando dirigindo. “MANO?”, falei meio alto e ele me olhou assustado. “CARALHO, eu dormi.” Começamos a rir mas fiquei preocupado. Começamos a falar assuntos aleatórios, chegamos no meu prédio, não deixei ele ir pra casa: “Tu dorme aqui e amanhã cê vai... cê tá aéreo mano. Se comigo no carro tu cochilou, imagina sozinho” Tá certo, ele respondeu, “vou ficar mas amanhã vou cedão”. Só respondi que beleza e fui mostrando onde era a minha vaga. Subimos. A gente rachando ainda porque ele tinha dormido dirigindo e realmente estávamos meio alto.
Chegamos no meu app, peguei uma toalha e um short pra ele tomar um banho e fiquei esperando ele terminar pra eu ir pro banho. Ele saiu do banho e veio pro quarto. O shorts meio folgado deixando aparecer o começo dos pentelhos, ele secando os cabelos com a toalha, o corpo todo definido, pela terceira vez eu estava me excitando olhando o Bruno. “É meu amigo, hoje vamos dormir os dois nessa cama” falei rindo pra quebrar o gelo e esconder a pica dura. “Enfim, sós”, ele respondeu, aí rimos mais e fui pro banho. Ele realmente estava chapado, tudo jogado. Fui juntando a roupa, juntando e dobrando pra ele ir embora no outro dia até que caiu a cueca, que estava meio enrolada na calça. Peguei e não resisti, cheirei a cueca do Bruno. Estava com um cheiro bom demais. Fiquei maluco quando vi que estava babada. Passei a língua, bem onde estava a cabeça da pica do Bruno. Caralho, a cabeça do meu pau parecia que ia explodir, aquela situação estava me deixando maluco. Fui pro banho. Sabia que bêbado, se fosse bater uma, eu ia demorar muito e eu queria ir deitar logo. Sai do banho, tudo em silêncio, exceto pela respiração do Bruno. Já estava capotado. Coloquei meu celular pra carregar, peguei um samba canção e deitei. Era melhor que eu tivesse batido uma. Toda aquela situação estava me dando um tesão do caralho. Eu lambendo a cueca babada do cara no banheiro e ele ali na minha cama. Os pensamentos voando, minha pulsação estava tão forte que eu podia sentir ela no meu corpo inteiro, deitado. Nos meio disso tudo, o Bruno se mexeu. Era minha chance, eu tinha que ver que porra era isso. “Tá dormindo, mano?” e ele “tô” foi a deixa pra gente começar a rir. “Assustei com um sonho que eu estava caindo”, disse ele, se justificando. “Relaxa mano, boa noite.” Ele respondeu e virou. Menos de dois minutos ele virou pro lado que eu estava “Mano, fiquei a fim de ver aquele vídeo do teu celular. Me manda depois?” Aí não teve jeito, era a deixa. Se algo estava estranho comigo, estava com ele também. Ele sabia que era eu fodendo e queria ver. “Quer ver agora? Pega ali meu celular.” Ele levantou pra pegar e pelo balanço do short ela já estava com o pau meia bomba. Desbloqueei, abri a galeria, e entreguei pra ele. Ele assistindo, a luz do celular iluminando o rosto dele, ele visivelmente excitado, engoliu seco. Começou de novo. “Caralho essa Nati é um tesão. E aguenta bem cara. Sua pica é muito grossa” ele disse ainda assistindo enquanto eu metia na mina, o volume baixo, o som da foda e do gemido distante e a respiração dele mais alta, um pouco ofegante e um movimento no lençol, o Bruno batendo uma vendo meu vídeo fodendo. A fresta de luz da janela da sala sem cortina revelando os dois na cama batendo uma punheta enquanto eu e a Nati fodíamos no vídeo. “Mas a tua é maior que a minha” continuei o assunto. Ele não disse nada. Senti apenas a mão dele na minha. Minha pica toda babada, tirei a mão porque entendi o que ele queria. Não dissemos nada, nem precisava, tiramos o lençol, os shorts e começamos a bater uma pro outro, se encarando, nos beijamos. Caralho que tesão de beijo. Eu tremia com o Bruno me punhetando enquanto eu segurava aquele pau, os dois com a pica toda melada de baba, a gente num beijo afoito, babado um na boca do outro, as línguas se esfregando, o tesão estava num nível que eu estava pra gozar a qualquer instante. O Bruno parou e começou a chupar minha pica. Aquilo estava acontecendo e eu estava num nível de tesão que nunca senti. Eu estava pra explodir num misto de sensações e tesão. Era alucinante. Deitei de lado, ao contrário dele e comecei a chupá-lo. Eu sentia um calor subindo pela minha dorsal até a nuca que de perdia na garganta como que minha cabeça fosse explodir. Eu metendo a pica grossa na boca do Bruno, que chupava com gosto meu pau pentelhudo todo babado enquanto ele metia na minha boca o que seria ali facilmente uns 20 centímetros de pica durona, cabeçuda com um sacão gostoso. Eu só queria que aquele momento não acabasse. Ele me deitou, continuou chupando e sentou na minha cara. Ali eu fiquei maluco. Comecei a chupar o cuzinho do meu brother enquanto ele me mamava com força, com tesão, chupava e rebolava o rabo na minha cara e eu metendo a língua naquele cuzinho liso. Eu já estava ali, eu ia fazer o serviço completo. Levantei, coloquei o Bruno deitado de bruços, linguei o cuzinho dele pra deixar ainda mais babado, apertei a pica pra sair o resto da baba e deitei por cima dele, com a pica já na portinha daquele cuzinho. A bunda dele realmente era um tesão. Que delícia de rabo. Comecei a chupar a orelha dele enquanto ele gemia, a língua indo da orelha para a boca, pra encontrar a língua dele. A cabeça do pau na porta, já entrando e ele gemendo, entrou. Eu estava fodendo meu parça no meio da madrugada na minha cama. A gente se beijando e eu estocando cada centímetro da minha pica grossa naquele rabo gostoso, malhado, redondinho, com uma marquinha de sunga que estava um tesão. Cada vez que ia mais fundo ele gemia gostoso. Recuei da posição e, sem tirar a pica daquele cuzinho, coloquei o Bruno de quatro. Nós dois temos saco grande, de quatro foi um tesão, nunca teria imaginado se não tivesse vivenciado isso: os sacos batendo na foda é muito bom. Comecei a meter mais forte, segurando o Bruno pelos ombros, já estava metendo sem dó, estava alucinado e aquela estava sendo uma das experiências sexuais mais fodas da minha vida. Eu queria ver a cara do Bruno. Deitei ele de lado, coloquei uma perna dele no meu ombro e me encaixei no meio, metendo e olhando aquele puto levando minha pica no rabo, me encarando, passando a mão nos meus pelos. Ele me olhava de um jeito que ia além do olhar. “Você não tá ligado o quanto eu esperei por esse momento”, ele disse, punhetando o próprio pau enquanto eu metia nele, eu ia gozar a qualquer momento mas eu queria beijar ele de novo. Ainda metendo puxei ele pra perto e começamos a beijar, eu metendo, ele punhetando, a porra dele em jatos fortes entre a gente, melando tudo, no meio do nosso beijo, nos meus pelos, o gosto da porra dele no nosso beijo, ele gemendo abafado com o beijo babado com porra, comecei a gozar dentro dele, enchendo o cuzinho do meu brother de leite, socando ainda, o cheiro e o gosto da porra dele me dando ainda mais tesão, ela piscando o cuzinho apertando minha pica enquanto eu ainda metia. Deitei por cima dele, ambos melados nos abraçamos e apagamos ali mesmo, daquele jeito, gozados, pelados, satisfeitos.
Acordei na manhã seguinte tentando entender tudo aquilo mas não tinha o que entender. Fiquei uns minutos olhando pro Bruno antes de chamá-lo. Teoricamente ele iria treinar cedo, mas já era mais de 10h. Eu não sabia o que fazer, como fazer, o que falar. Eu estava confuso. Era o Bruno ali mas depois do que aconteceu, eu não sabia mais o que ia acontecer. O chamei, tenso. Ele acordou, sorrindo e veio me beijar. Nos abraçamos e ficamos mais um tempo deitados. Tomamos um banho juntos e fomos a feira que tinha na rua detrás do meu prédio, comer pastel com caldo de cana. Decidimos não falar sobre. Não era necessário, mas em algum momento seria preciso. Eu entendi o que aconteceu e, depois disso, muita coisa aconteceu, mas fica pra uma outra história.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Primeira vez com o brother do trampo

Codigo do conto:
258234

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
30/03/2026

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