Teia de Desejo e Poder parte 1

Oquarto estava imerso em uma penumbra âmbar, iluminado apenas pelas velas que se consumiam sobre as mesas de cabeceira. O ar era pesado, carregado pelo cheiro de perfume de jasmim e pelo som ritmado da respiração de casal. Sobre os lençóis de seda branca, desarrumados pelo movimento frenético das últimas horas, os corpos de André e Clara se entrelaçavam como raízes sedentas.

André estava deitado de costas, com as mãos agarradas firmemente nos quadris da esposa, que o montava com uma urgência que vinha se construindo durante a noite inteira. Clara movia os quadris em um movimento de vaivém, seus seios balançando levemente com o impacto de cada descida. O suor brilhava em seu colo, formando pequenas gotas que escorriam pela barriga lisa de André. O som da pele batendo contra a pele era úmido e insistente, um tambor primitivo que preenchia o silêncio da casa.

André arquejou as costas, sentindo a contração dos músculos dela ao redor dele. Ele levantou as mãos para acariciar os seios dela, polegares roçando os mamilos duros, o que fez Clara soltar um gemido abafado, jogando a cabeça para trás. Os cabelos castanhos dela grudavam em sua nuca úmida. O prazer era uma onda crescente, um aperto na base da barriga que exigia liberação. Eles estavam perdidos em seu próprio mundo, um ecossistema fechado de toque e necessidade, até que o clique seco da porta do quarto quebrou o feitiço.

Clara parou o movimento abruptamente, o peito ainda arfando. Ela virou o rosto em direção à porta, os olhos se ajustando à luz. Lá, encostada na moldura, estava Luana, a irmã mais nova de Clara. Ela usava apenas um roupão de cetim azul-marinho, levemente entreaberto, revelando a curva dos seios e a pele pálida das pernas. Seus olhos escuros estavam fixos no ponto onde os corpos do casal se uniam, e um sorriso lúdico, quase predatório, curvava seus lábios vermelhos.

— Eu ouvi barulho e vim ver se vocês precisavam de ajuda — disse Luana, sua voz um sussurro rouco que cortou o ar quente do quarto.

Antes que Clara pudesse articular qualquer resposta, ou mesmo descer da cama, Luana cruzou o quarto com uma elegância felina. Ela não parecia envergonhada; pelo contrário, movia-se com a confiança de alguém que entra em seu próprio território. Luana subiu na cama, ajoelhando-se ao lado das pernas de André, e sem perder tempo, baixou a cabeça.

André prendeu a respiração quando sentiu a língua quente e úmida da irmã de sua esposa roçar a base de seu pênis, que ainda estava inserido em Clara. Luana lambeu a pele sensível, traçando um caminho molhado para cima, sugando levemente a pele do saco escrotal antes de subir em direção ao eixo principal. Clara olhava para baixo, paralisada, observando a cabeça morena da irmã movendo-se entre as pernas do marido.

— Luana... — Clara começou, a voz tremendo, não de medo, mas de uma raiva repentina e fervente que subiu à tona. O sangue subiu ao rosto dela, manchando seu peito de um vermelho carmesim. Ela não estava brava porque a irmã estava lá, mas porque a irmã ousara tocar o que era dela sem permissão.

Clara desmontou de André com um movimento brusco, deixando-o exposto e ofegante. O pênis dele pulsava no ar, gotejando lubrificação e o próprio desejo. Luana aproveitou a oportunidade, envolvendo a glande com a boca, sugando com força, fazendo os joelhos de André tremerem. O som chupado da boca dela era obsceno, alto no silêncio tensivo.

Mas Clara não estava assistindo passivamente. Ela deslizou da cama e foi até a cômoda, onde sabia que mantinha seus brinquedos escondidos. Suas mãos tremiam levemente enquanto abria a gaveta, seus dedos encontrando o silicone frio e pesado da cinta. Ela apanhou o strapon preto, ajustando as alças na cintura com movimentos rápidos e precisos. O pênis de silicone balançava pesadamente na frente dela, uma arma de borracha dura e pronta para uso.

Ela voltou para a cama, postura ereta, dominando o cenário. Luana ainda estava curvada sobre André, os lábios deslizando para cima e para baixo no eixo dele, os olhos fechados em deleite. Clara agarrou os cabelos de Luana com força, puxando a cabeça da irmã para cima e para trás. Luana soltou o pênis de André com um "pop" audível, um fio de saliva conectando seus lábios à glande por um segundo antes de se romper.

— Você quer participar? — sussurrou Clara, o rosto a centímetros do da irmã. — Então você vai se comportar.

Clara girou Luana, forçando-a a ficar de quatro no colchão, com o rosto perto do pênis de André, mas o quadris voltado para a esposa. Luana riu, um som trêmulo e excitado, arqueando as costas para oferecer o traseiro. Clara não esperou. Ela aplicou um pouco de gel lubrificante no silicone escorregadio e posicionou-se atrás da irmã.

Sem aviso prévio, Clara agarrou os quadris de Luana e empurrou o strapon para dentro. O gemido de Luana foi alto, misturando dor e prazer, enquanto o silicone preto desaparecia dentro dela. Clara não teve piedade. Ela começou a bombar, impulsionando os quadris para frente com força, fazendo a pele da irmã bater contra o plástico rígido. Cada empurrão forçava o rosto de Luana mais perto da virilha de André.

— Chupa ele — ordenou Clara, dando um tapa firme na nádega de Luana, que deixou uma marca vermelha na pele pálida. — Chupa ele enquanto eu te fodo.

Luana obedeceu, envolvendo André com a boca novamente, mas desta vez o ritmo foi ditado pelos empurrões violentos de Clara por trás. A cada vez que Clara avançava, Luana era empurrada para frente, engolindo André profundamente até a garganta. André gemia, a cabeça enterrada no travesseiro, as mãos agarrando as bordas do lençol, incapaz de processar a intensidade da situação. A visão de sua esposa dominando a cunhada, enquanto recebia sexo oral da mesma, era uma overdose sensorial.

O ritmo aumentou. Clara respirava pesadamente, suor escorrendo pelo pescoço enquanto ela trabalhava o strapon com a habilidade de alguém acostumado a controlar. Ela viajou uma mão até a frente de Luana, encontrando o clitóris sensível e começando a esfregá-lo em círculos rápidos, sincronizados com as penetrações.

— Vai gozar para mim — exigiu Clara, a voz rouca. — Agora.

Luana soltou um gemido abafado ao redor do pênis de André, seu corpo começando a convulsionar. As pernas dela tremeram, e ela arqueou as costas violentamente enquanto o orgasmo a varria. Clara continuou bombarando através das contrações, prolongando o clímax da irmã até que Luana colapsou, o rosto caindo sobre a coxa de André, ofegante e incapaz de se sustentar.

Clara recuarou lentamente, o strapon saindo de Luana com um som úmido. Ela respirou fundo, olhando para a cena desarrumada à sua frente. André estava com o pênis ereto, pulsando, negligenciado e urgente. Luana estava recuperando o fôlego, mas Clara ainda não tinha terminado.

— Agora — disse Clara, virando o olhar para o marido. — Você vai comer a ela.

André não precisou de ordens duas vezes. Ele se moveu rapidamente, posicionando-se entre as pernas de Luana, que ainda tremiam. Ele levantou as pernas da cunhada, colocando-as sobre seus ombros, e alinhou-se. Em um movimento fluido, ele entrou, sentindo o calor e a umidade que a deixaram pronta para ele. Ele começou a se mover, devagar no início, sentindo cada centímetro do aperto pós-orgasmo de Luana.

Mas Clara não ficava parada. Enquanto André se concentrava em Luana, Clara pegou o frasco de lubrificante novamente e aplicou uma quantidade generosa no strapon. Ela aproximou-se de André por trás. Ele sentiu a sombra cair sobre ele e parou o movimento por um segundo, olhando por cima do ombro.

— Não pare — disse Clara, empurrando-o de volta para Luana. — Continue.

André retomou o ritmo, e foi então que ele sentiu a ponta do silicone fria e lubrificada tocando seu próprio ânus. Ele prendeu a respiração, os músculos tensos. Clara não teve pressa. Ela pressionou devagar, permitindo que o anel muscular de André relaxasse e aceitasse a invasão. Quando a cabeça do strapon entrou, André soltou um grunhido profundo, uma sensação de plenitude estranha e eletrizante tomando conta de sua parte inferior.

Clara começou a mover-se, estabelecendo um novo ritmo. Quando ela empurrava para dentro de André, ele era forçado a ir mais fundo em Luana. Eles se tornaram uma máquina de carne e silicone, uma cadeia conectada de prazer. Clara controlava o tempo, cada empurrão seu reverberando através do corpo de André e para dentro de Luana.

O quarto estava novamente cheio de sons de sexo: os gemidos de Luana, os grunhidos de André e o som ritmado da respiração de Clara. O cheiro de sexo era inegável, perfumando o ar. Clara olhou para baixo, vendo o pênis de marido desaparecendo na irmã, enquanto ela mesma possuía o marido. O poder corria em suas veias. Ela apertou as mãos na cintura de André, acelerando o ritmo, sentindo a resistência dele diminuir e dar lugar ao prazer puro.

— Ficamos os três metendo ao mesmo tempo — sussurrou Clara, mais para si mesma, enquanto observava a conexão física dos três corpos balançando em uníssono sobre a cama.


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258260 - Teia de Desejo e Poder - parte 2 - Categoria: Incesto - Votos: 1

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico homem36casadobaiano

Nome do conto:
Teia de Desejo e Poder parte 1

Codigo do conto:
258259

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
30/03/2026

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