André sentia a mente a escorregar para um lugar onde não existia tempo, apenas a sensação avassaladora de estar cheio e, simultaneamente, encher alguém. O ânus dele, já relaxado pela lubrificação e pelo uso intenso, aceitava o brinquedo rígido de Clara com uma facilidade que o assustava, enviando ondas de choque elétrico diretamente para a próstata. A cada golpe de Clara, uma onda de prazer subia pela espinha, forçando um gemido rouco que ele não conseguia conter. À sua frente, Luana estava de quatro, o rosto enterrado no travesseiro, o corpo arqueado em oferta total, a xoxota molhada e quente sugando a pau dele com uma força voraz.
Clara observava a cena acima do ombro de André, os olhos brilhando com uma satisfação predatória. Ela via os músculos das costas do marido se contraírem sob a pele brilhante de suor, sentia a resistência dele diminuir a cada segundo. Ela apertou as mãos na cintinha firme de André, puxando-o para trás com violência no momento exato em que ele tentou empurrar mais fundo em Luana, criando uma fricção tortuosa que fez o joelhos dele tremerem.
— Fica quieto — sussurrou Clara, a voz rouca e carregada de autoridade, embora o corpo dela estivesse coberto por uma fina camada de suor que fazia os cabelos colarem ao pescoço. — Deixa eu trabalhar.
Ela aumentou a intensidade. O strapon deslizava para dentro, roçando aquele ponto sensível que desmontava qualquer resistência masculina. André sentiu a virilha queimar, o saco pesado e apertado, batendo rhythmicamente contra o clitóris de Luana. O cheiro de sexo, jasmim e suor era denso, quase sólido nos pulmões. Ele olhou para baixo, para onde seu corpo desaparecia no corpo da cunhada, e depois sentiu a pressão implacável de Clara atrás. Foi demais. A combinação visual e física quebrou a última barreira de controle.
O orgasmo não veio como um aviso, mas como uma explosão. André grunhiu, um som animal que veio do fundo da garganta, e seus dedos cravaram-se nos quadris de Luana com força suficiente para deixar marcas roxas. O corpo dele endureceu todo, os músculos retesando como um arco prestes a quebrar.
— Vou... gozar... — ele conseguiu articular, entre dentes cerrados.
Clara percebeu a contração iminente nos músculos do ânus dele ao redor do strapon. Em vez de parar, ela deu um último golpe profundo e manteve o brinquedo pressionado firmemente contra a próstata dele, retendo-o no lugar.
— Goza então — ordenou ela, com um sorriso malicioso que ele não podia ver, mas podia sentir na vibração do ar. — Enche ela.
O comando foi o estopim final. André sentiu o jorro quente subir pelo canal, implacável e poderoso. Ele enterrrou a pau até a base em Luana, o corpo tremendo incontrolavelmente enquanto o prazer varria a consciência. O esperma jorrou em jatos fortes, inundando a xoxota de Luana, misturando-se aos fluidos dela. O calor era intenso, e ele sentia cada espasmo do canal dela sugando tudo o que ele tinha para dar, milkando a pau dele enquanto ele se esvaziava completamente.
Luana gemeu alto ao sentir a explosão de calor dentro dela, o corpo estremecendo com a sensação de ser preenchida. Ela afundou o rosto no colchão, os dedos agarrando os lençóis de seda, perdendo o controle em meio à onda de prazer secundária que a dominava.
Clara manteve a pressão por mais alguns segundos, sentindo as pulsações involuntárias de André diminuírem até que ele colapsasse, ofegante, sobre as costas de Luana. Apenas quando o corpo do marido parou de tremer é que ela se moveu. Com um movimento fluido e dominante, ela recuou os quadris, retirando o strapon do ânus dele com um som úmido e viscoso. André soltou um suspiro de alívio misturado com perda, sentindo o vazio repentino, mas estava fisicamente incapaz de se mexer.
Clara não perdeu tempo. Ela desfez as tiras do cinturão com prática rapidez, deixando o brinquedo cair no chão com um baque surdo. A respiração dela estava acelerada, não pelo esforço físico, mas pela adrenalina do poder. Ela olhou para a cena à sua frente: o marido exausto, a cunhada ainda de quatro, gotejando.
Ela caminhou até a frente da cama, passando ao lado de André, que se contorcia tentando recuperar o fôlego. Clara subiu na cama, ajoelhando-se na frente de Luana, cujo rosto ainda estava virado para o lado. Com um dedo, Clara puxou o queixo da irmã, forçando-a a olhar para cima. Os olhos de Luana estavam vidrados, as bochechas coradas.
— Olha essa bagunça — disse Clara, a voz suave mas carregada de uma intenção suja. Ela deslizou a mão pela coxa interna de Luana, subindo até a xoxota que ainda pulsava. — Ele gozou tudo dentro de você.
Luana tentou falar, mas apenas um gemido abafado saiu. Clara passou os dedos pelos lábios inchados da xoxota da irmã, coletando o líquido branco que começava a escorrer, misturado com o creme dela. Ela trouxe os dedos sujos à boca de Luana, esfregando o sêmen nos lábios dela.
— Limpa isso — ordenou Clara. — Lamba o sêmen dele. Não desperdice nada.
Luana, ainda submissa e atolada no pós-orgasmo, obedeceu. Ela esticou o pescoço e começou a chupar os dedos de Clara, passando a língua com avidez para limpar o líquido espesso. Clara sorriu, observando a degradação e a entrega da irmã com um prazer intenso. Era uma afirmação de posse, não apenas sobre André, mas sobre a situação inteira.
Mas Clara queria mais. Ela olhou para o próprio corpo, onde o suor do esforço de usar o strapon brilhava, e depois para o sêmen que escorria das pernas de Luana. Uma ideia mais suja cruzou sua mente. Ela se afastou ligeiramente e estendeu a mão para o próprio peito, onde o suor se acumulava entre os seios firmes, mas não era suficiente. Ela olhou para André, que observava tudo com olhos semicerrados, e depois voltou para Luana.
— Você não é a única que precisa de atenção — disse Clara, espalhando o sêmen que recolhera de Luana sobre a pele lisa do próprio estômago e seios, marcando-se com o fluido do marido. O contraste do branco sobre a pele morena era visível mesmo na penumbra. — Venha cá.
Clara deitou-se de costas na cama, ao lado de André, abrindo as pernas e convidando Luana com um gesto de dedo. O sêmen de André brilhava na pele de Clara, uma reivindicação visível.
— Lamba tudo — sussurrou Clara, fixando os olhos nos da irmã. — Lamba o sêmen dele do meu corpo. Mostre que sabe servir.
Luana rastejou na cama, movendo-se como uma gata, até estar debruçada sobre Clara. Ela não hesitou. A língua dela, quente e úmida, começou a trabalhar no estômago de Clara, colhendo as gotas salgadas do esperma de André. Clara arqueou as costas levemente, um suspiro escapando dos lábios enquanto observava o topo da cabeça castanha de Luana trabalhando entre seus seios.
André, deitado ao lado, assistia à cena com o coração ainda disparado. Ele via a esposa, a figura de autoridade e domínio, sendo adorada pela irmã, marcada pelo próprio prazer dele. Era uma imagem que queimaria na retina para sempre. Clara virou a cabeça para ele e sorriu, um sorriso de quem venceu, enquanto a mão dela descia para acariciar o cabelo de Luana, empurrando-a mais para baixo, em direção ao clitóris que pulsava, misturando os sabores e os fluidos dos três em uma celebração suja e explícita da luxúria compartilhada.
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