Resenha com os casados – Peguei no pau do magrelo do grau
Eu estava morando fora, fui tentar a vida em outro estado. Não deu certo e voltei pra casa dos meus pais. Meus vizinhos, de certa forma, sempre foram estranhos para mim. Desde o Ensino Médio que eu já tinha saído da cidade. Morei fora durante muito tempo e meus amigos do tempo de escola casaram e/ou se mudaram e as amizades não eram a mesma. De certa forma eu estava voltando para minha terra natal, sendo um desconhecido e desconhecendo todo mundo ao meu redor. Nesse meio tempo enquanto eu estava fora um rapaz de outra cidade começou a namorar a minha vizinha e se mudou pra cá. Eu tinha visto ele uma vez ou outra quando vinha passar Natal ou férias na casa dos meus pais, mas era sempre um “oi” seco e sem intimidade. Mas aqui no Nordeste a gente é mais caloroso, basta sentar na porta de casa que os vizinhos se rodeiam, começam a conversar, puxar assunto e falar da vida. Nesse meio tempo comecei a me aproximar desse rapaz. Vou chamá-lo de G. G é um rapaz negro, magro, mas definido, um sarado magrelo, alto, com cara de sonso, como a gente diz por aqui “sonso” é aquele safado que esconde que é safado. Ele tem algumas tatuagens, na perna, no braço e no abdômen. Se ele fosse de uma cidade grande, como Rio ou São Paulo ele seria aquele típico maloqueiro, entregador de moto. Ele tem um jeito bruto de falar, depois fiquei sabendo que ele não sabia ler e escrever direito, então o jeito bruto dele era de ter pouco estudo mesmo. Mas G me despertava um interesse diferente. Uma vontade muito grande de mamar e de dar pra ele. Mas fui me aproximando dele aos poucos. Um dia trocando ideia perguntei do Instagram dele, ele só tinha 3 vídeos, todos dando grau. Não vou mentir que fiquei ainda mais excitado. Num momento seguinte trocamos Whatsapp. E fomos nos aproximando cada vez mais. Mas como ele era muito calado, muitas vezes só ficávamos sentados um do lado do outro em silêncio ou usando o telefone. Depois desse tempo de proximidade, meses depois do meu retorno ele me chamou para uma resenha na casa de um parente dele, vizinho nosso, num domingo. Eu fui e chegando lá éramos 8. Dois colegas de trabalho de G com as respectivas esposas, um desses casais era formado pelos donos da casa, eu, G, um parente de G e um amigo dos dono da casa. Depois chegaram mais duas meninas, filhas do casal dono da casa. Conversa vai, conversa vem, resenha vai, resenha vem, bebida vai e bebida vem dava vontade de ir ao banheiro. Assim que a quantidade de meninas aumentou decidimos que o banheiro da casa ficaria para uso das meninas e os meninos todos, deveriam urinar no quintal. O quintal era aberto e o jeito era urinar em um canto ou na frente de alguém. Ao mesmo tempo a geladeira, onde estava, a bebida, era no caminho para o banheiro, enquanto estávamos bebendo na frente da casa. Então o fluxo de fora para dentro da casa era contínuo fosse para pegar bebida ou ir ao banheiro. O tempo foi passando a luz do sol caindo e escurecendo. E nesse meio tempo eu tinha ido uma vez ao banheiro. Uma segunda vez quando fui pegar bebida, G passou para urinar lá fora. Pensei que poderia ser uma chance. Deixei de pegar a bebida e segui com ele para o quintal. Eu não ia urinar, só queria saber se poderia rolar alguma coisa. Quando ele me viu atrás dele, ele não seguiu até um canto, ele simplesmente parou no último degrau da área de serviço, baixou o short, colocou a pica pra fora e começou a urinar em direção ao quintal. Já estava escuro e eu não conseguia ver a pica dele. Só conseguia ouvir o barulho do mijo caindo. Parecia uma cachoeira, um barulho forte, de mijo caindo. Aquilo me deu mais tesão ainda. Eu parei do lado dele, também coloquei a pica pra fora, mas não consegui urinar. Só fiquei ouvindo o barulho daquela urina forte e pesada caindo e puxando assunto com ele. Ele começou a falar das meninas da festa, as filhas do dono da casa, mas pelas quais eu nutria 0 interesse. Como era um dos poucos solteiro da festa, havia esse movimento. Eu ficava bebendo e conversando com elas, mas meu interesse era outro. Enquanto ele falava delas, ele ia na minha frente e eu estava logo atrás dele, mas sem espaço para passar tive de segurar nele para afasta-lo. Nesse momento, segurei na cintura e passei a mão na barriga dele, sentindo aqueles gominhos de homem muito magrelo, mas de um jeito que não era simplesmente pedindo passagem, mas fazendo carinho. Aquilo me deixou de pau duro, mas voltamos pra festa. Eu vi que ele não reagiu de maneira bruta com esse toque na barriga e ficou de boas comigo do lado dele urinando. Essa era a forma de eu testar se poderia continuar com a minha intenção. Continuamos com a festa, conversando, ouvindo música, bebendo. E eu fiquei monitorando o movimento de G e em dado momento ele foi indo para os fundos da casa e eu fui com ele, quando ele estava passando pela porta do quintal olhou para trás, me viu e seguiu. Eu o segui. Decidi que o que fosse rolar, seria ali. Ele parou de novo no degrau, baixou o short e colocou a pica pra fora, eu fiz o mesmo. Mas ao contrário da última vez não saiu urina. Quando não ouvi o barulho, deixei a mão direita segurando meu short e com a esquerda coloquei a mão no pau dele. Segurei e comecei a massagear, no entanto o pau dele não respondeu ao estímulo na hora. Ele não teve reação nenhuma, mas me deixou segurando o pau dele. Nesse momento o amigo dos donos da casa abriu a porta do quintal e veio fumar maconha no quintal. G tirou minha mão do pinto, guardou ele e foi indo embora. Nesse momento G falou pro rapaz que os donos da casa não iriam gostar daquilo, tentando fazer com que ele fosse embora. G queria para ganhar pelo menos uma mamada. O rapaz ficou de boas fumando a maconha dele e a gente que foi embora. Todos voltamos para a frente da casa para continuar a beber. Quando voltei para buscar bebida vi que o dono da casa veio para o sofá assistir futebol. Nesse meio tempo eu avaliei que o dono da casa teria uma visão desimpedida da porta do quintal e veria eu e G indo para lá. Quando voltei da busca da babuda G veio até mim e disse que iria para o quintal, para eu acompanhar. Avisei a ele que o dono da casa ia nos ver entrar para o quintal e achar estranho irmos ao mesmo tempo. Ele foi até o dono, tentou convencer a voltar pra festa e sair da sala, mas o dono da casa não quis. Logo depois a dona da casa encerrou a festa, porque segunda todos iriam trabalhar. Então ficamos só nessa de eu pegar no pau dele. De qualquer forma seria muita queimação para mim e pra ele se alguém nos pegasse. Os caras estavam usando o espaço para urinar e fumar, não teria como ele ganhar uma mamada sem sermos pegos. Eu sou solteiro, mas ninguém sabe de mim, e ele é casado. Mas logo depois o tesão falou mais alto e ele me comeu de 4 e sem camisinha. Mas essa é a parte 2.
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