Na sexta a noite ele foi cortar o cabelo e me avisou que teria algumas horas livres. Me arrumei, tomei banho, fiz a higiene e fui encontrar com ele quando ele disse que estava livre, na frente da barbearia.
“E ai?! Vamos tomar uma n’aonde?!”
“Então... Eu não tenho nenhuma ideia. Você sugere alguma coisa?”
“Não... Não tenho ideia.”
“Então posso te levar para onde eu quiser?” Ele deu uma risada. “Olhe lá... Se você deixar eu te levar onde quiser tem um lugar que eu quero te levar”
“Vamos então. Quero saber onde é!” Disse ela ainda rindo.
Segui em direção ao motel mais próximo, mas não avisei pra ele onde iríamos. Apenas que iríamos em direção à uma cidade grande próxima, uns 20km, e levaria um certo tempo porque o trânsito na estrada estava relativamente pesado. Fui conversando e tentando interagir com ele, afinal nos conhecíamos pouco. Mas ele continuava bastante calado. Fui colocando a mão na perna dele, e no pau dele. Ele muito magro, minha mão quase abraçava a coxa inteira dele. (Eu tenho um puta tesão em magrelos e altos).
Chegamos no motel, pedi um quarto e entramos. Ele parecia curioso, olhando tudo ao redor. Me confessou que era a primeira vez dele em um motel. Eu achei aquilo muito curioso. Me disse que queria tomar um banho para tirar o cabelo cortado do corpo. Eu entreguei um sabonete pra ele, no que ele foi ao banheiro e fechou a porta. Eu fiquei no quarto. Tirei a roupa e fiquei só de cueca aguardando por ele. Lembrei que ele estava sem toalha, deixei na bancada do banheiro e aproveitei para urinar. O chuveiro já estava ligado e ele tomava banho do outro lado do box.
Assim que terminei de urinar tirei a cueca e fui ao encontro dele. Ele estava embaixo do chuveiro, molhando a cabeça. Comecei a beijar seu peito definido e magro, sua barriga, me curvando de leve para alcançar, fui descendo pela sua barriga, aquele caminho da felicidade delicioso, e fui chegando no pau. O pau ainda estava mole. Fui chupando devagar, sugando, lambendo, engolindo e empurrando pro fundo da garganta. A pica dele começou a ganhar sinal de vida e misturavam-se na minha boca a baba da pica e a água do chuveiro. Olhei pra cima e ele estava com as mãos cobrindo o rosto e lavando a cabeça. Passei pouco tempo ali, pouco menos de 1 minuto, porque estava engolindo muita água.
Deixei ele terminar o banho, sai do banheiro, me sequei e fui esperar por ele. Ele me parecia relativamente nervoso, ansioso. A pica já tinha amolecido quando ele saiu do banho. Ele começou a se secar na minha frente. Pelado. Pedi a ele pra deitar na cama e voltei a mamar ele. Deixei ele deitado com a cabeça na cabeceira e me posicionei de forma contrária. Dessa forma ele estaria livre pra passar a mão na minha bunda enquanto eu mamava ele. Adoro quando o macho fica brincando com meu cuzinho abrindo ele pra levar pica.
Me posicionei do lado dele e comecei a mamar. Chupava, engolia, babada. Voltava a colocar na boca, sugava. Babava mais um pouco. Empurrava até o fundo da garganta, e ainda que não fosse um pau enorme (Eu já sentei em um de 26cm), o magrelo tinha por volta de 15cm, 16cm, mas colocar algo de 16 cm todo na boca dá algum trabalho. Empurrava a pica dele até o fundo da garganta, massageava a pica dele com o céu a boca e com o final da língua. Passei um bom tempo me divertindo com a pica dele.
Ele começou a brincar com meu cuzinho. Entreguei o gel e ele ia passando na porta, massageando, brincando. Enfiou os deles de leve. Quando eu me engasgava com a pica o cu fazia bico e mordia o dedo dele. Ele continuou colocando mais gel, mais dedo, enfiando um e depois o outro. Eu odeio dedo no meu cu porque os caras machucam, mas ele sabia o que estava fazendo. Ele estava deixando o meu cu relaxado só com o dedo dele.
Eu estava com muito tesão nele fazia muito tempo. Quando o pau dele ficou bastante duro ele me empurrou e se levantou da cama, disse que queria me comer. Eu fiquei de 4 na ponta da cama e ele em pé atras de mim. Pedi para ele colocar camisinha. Nós não tínhamos conversado sobre testes e sorologia anterior para fazer sem camisinha. Ele demorou um pouco colocando a camisinha e quando trouxe a pica pra mim, ela já estava bastante mole. Fiquei de quatro, segurando a pica dele e batendo no meu rabo tentando estimular, mas não surtiu resultado. Ele chegou no pé do meu ouvido e falou com aquela voz safada:
“Eu só faço com minha mulher sem capa, mano... Toda vez que eu coloco capa o pau amolece”.
A parte da frase “minha mulher sem capa” me deixou com um tesão zuado. Coloquei a mão pra trás, tirei a capa do pau dele e pedi para ele voltar pra cama. Recomecei toda a sessão de oral. Sugava, chupava, lambia. Babava o pau dele todo e voltava a engolir a baba. Empurrava até o final da boca, massageava com o final da língua pressionando a cabeça com o céu da boca e ia sugando tudo até o final o quanto podia. O pau dele voltou a ganhar vida e eu pensei que poderia colocar só a cabecinha, afinal de contas só a cabecinha não seria nenhum problema.
Me posicionei de costas pra ele, sentado em cima dele, e fui colocando a cabeça do pau dele na entrada do meu rabo. Ele foi pincelando devagar e a piroca foi ficando ainda mais dura, foi ganhando corpo e ficando igual a pedra. Quando coloquei a mão para trás e senti aquilo duro feito pedra, deixei ele colocar a cabecinha. O problema é que pica não tem pescoço, passou a cabeça e começou a passar a piroca inteira. Quando eu senti a pica toda no meu rabo, foi ao céu. Eu sentava de costas pra ele e quicava. Ele começou a dar tapas na minha bunda e eu pedindo para ele bater mais.
“Isso! Dá tapa nessa puta, dá! Dá tapa na sua vagabunda”
Pedi mais tapas e ele foi dando, peguei a mão dele e coloquei na minha cintura e ele foi puxando meu corpo, comandando o ritmo da sentada. Eu sentava e quicava na pica dele, mas quem comandava a foda era ele. E enquanto eu rebolava, ele me dava tapa.
Ele novamente me empurrou e a pica saiu de dentro do meu cu, no que ele me colocou de 4. Eu aproveitei e naquela posição comecei a bater uma. Segurava o corpo com um braço e batia punheta com o outro. Nesse momento aquele magrelo me mostrou que ele sabia botar pressão. Me segurou pela cintura, travou a pica no meu cu. Socou com gosto. Com vontade. Na pele. No pelo. Sem capa. Me puxava pra trás e enfiava a pica toda. Sentia ela me preencher por completo, empurrando até o final. Ele bombava sangue nela e ela inchava dentro de mim. Ele seguiu me socando com força. Enrolei a minha perna na dele, travei ele e puxei ele com força para dentro de mim e ele me botando pressão e socando no meu cu bem gostoso.
“Goza pra mim. Me dá leite”. Ele riu.
“Vou demorar a gozar parceiro, gozei mais cedo com a mulher”.
Meu tesão foi ao céu novamente e eu não aguentei. Gozei. Já estava batendo uma e não dava para segurar mais. Eu estava com o tesão nas alturas e não ia conseguir segurar. Assim que gozei fui pra frente e sai da pica dele.
Ele tentou me comer de novo, mas eu já estava satisfeito e fazia muito tempo que a gente tinha saído, precisávamos voltar. Ainda que ele quisesse transar mais. Ele saiu de dentro de mim, foi tomar banho e eu fiquei ali na cama uns minutos. Quando estávamos prontos, esperando a conta ele pegou uma cerveja enquanto eu chupava o peitoral dele. Ele começou a rir e disse que ficava para uma próxima.
Isso tudo aconteceu final de fevereiro. Saímos mais uma vez, mas como amigos, para comer pizza. Continuamos nos encontrando com frequência e estamos mantendo contato. Ontem 31/03 ele me disse que estaria de folga e me chamou pra tomar uma na casa de um amigo dele hoje 01/04. Se e quando tiver mais novidades eu as trago.