— Ei viadinho, me ajuda.
Eu acabo levando um susto, mas me coloco à disposição.
— Em quê? — perguntei.
Neste momento, ele baixa o short que estava vestindo, e aquela pica salta pra fora, dura como pedra, e eu estava pronta pra mamar. Me aproximei dele, e caí de boca.
— Boa menina. — ele falou — Agora chupa minhas bolas.
Eu obedeci, fui revezando entre pau e bolas, enquanto ele gemia baixinho. Logo após, ele pediu pra eu abrir a boca e cuspiu dentro e enfiou o pau na minha garganta, começou a foder minha boca, fudeu comigo engasgando algumas vezes, até que anunciou que iria gozar, tirou o pau da minha boca, e esporrou no meu rosto. Ele bateu com o pau na minha cara, lambuzando-o de porra e depois pedindo pra mim limpar, fez isso até retirar todo o leite do meu rosto.
— Você é uma putinha, sabia? — falou enquanto olhava pra mim, sorrindo.
— Eu sou sua putinha.
— Você vai me dar o cuzinho, putinha?
— Meu cuzinho é todo seu. — respondi.
— Ah é? Fica de quatro pro seu macho. — ordenou.
Eu obedeci, me colocando de quatro sob a cama. Ele se aproximou, deu uma cuspida quente no meu cuzinho, e enfiou o dedo, e depois dois.
— Tá apertadinha, não vai aguentar minha pica.
— Eu aguento, pode meter.
— Ah, você quer que eu meta? — falou, agora roçando a cabeça da pica no meu cuzinho.
Eu estava delirando de tesão, e já não estava respondendo por mim.
— Mete na sua putinha, vai! — falei rebolando sob a pica dele.
— Que putinha safada você.
E enfiou, a pica dele entrou rasgando meu cuzinho, a botada foi tão forte que eu caí sobre a cama, ele me puxou pelos cabelos e me colocou de quatro novamente.
— Vai levar pica vagabunda.
E continuou metendo, sempre cuspindo no pau ou no meu cuzinho para manter a lubrificação, ele batia na minha bunda, puxava meus cabelos, apertava meus peitos. A cada socada no meu cuzinho, eu ficava mais burrinha naquele macho, eu estava entregue.
Ele colocou o pé sobre minha cabeça e continuou estocando, às vezes cuspindo no meu corpo.
— Que cuceta gostosa, Clara. — ele falou.
Eu perguntei quem era Clara, ele respondeu que era eu, que a partir de agora meu nome era Clara, e eu era a fêmea dele. Eu aceitei o nome, em seguida seu pau explodiu novamente, desta vez na minha cuceta, e ele caiu por cima de mim.
— Boa menina, Clara. — e deu um tapa na minha bunda.
Eu fiquei olhando aquele macho por alguns segundos, ofegante, suado, exalando testosterona, eu tinha achado um propósito, e ele estava olhando pra mim. Ele puxou minha cabeça em sua direção, e pela primeira vez me deu um beijo, lento, cheio de tesão.
Fomos tomar banho, ele pediu pra eu colocar o leitinho pra fora, depois ficamos deitados juntos por um tempo se beijando, até que ele foi dormir.
O Daniel ficou aqui em casa durante 1 ano e 6 meses, e durante esse tempo tivemos muitas aventuras, com ele sendo a peça principal para formação da minha identidade como putinha, se vocês quiserem, posso narrar mais alguma aventura. Até a próxima!