O Marcos parou de chupar e falou: - Peça mais alto!
- Me come! Fode minha buceta, com vontade!
Ele encostou a cabeça na entrada da bucetinha casada dela e roçou, sem camisinha mesmo!
Ela olhou assustada e, ele percebendo, empurrou fazendo entrar a cabeça!
- Nada de camisinha! Hoje você vai levar porra de macho na buceta, sua gostosa!
E enfiou o resto de uma só vez, arrancando um grito da Renata.
Depois ele começou a foder ela com força bruta. Primeiro de frente: segurou as ancas dela com as duas mãos grandes e poderosas, os dedos cravando na carne branca macia. Puxava o quadril dela contra o seu com violência, enfiando o pau enorme até o talo de uma só vez, fazendo as bolas pesadas baterem contra a boceta dela com um som molhado e alto. Depois tirava quase tudo, só a cabeça grossa ficando dentro, e metia de novo com rapidez e força, como um pistão. Cada estocada profunda fazia o corpo dela tremer inteiro na cama.
A Renata gritava sem parar, os olhos revirando de prazer. Ela se sentia uma puta sendo currada por um cavalo — aquele pau negro grosso e longo a rasgava de um jeito que o marido nunca tinha feito, esticando suas paredes internas ao limite, batendo fundo no colo do útero a cada investida. Era bruto, animalesco, e ela amava cada segundo.
Marcos virou ela de lado, ainda segurando firme pelas ancas. Uma perna dela ficou levantada, aberta ao máximo, enquanto ele continuava metendo com a mesma velocidade selvagem: puxava o corpo dela para trás e enfiava tudo, tirava quase inteiro e socava de novo, sem dar tempo para ela respirar. O suor escorria do corpo musculoso dele sobre a pele clara dela.
Depois ele subiu nela, prensando-a contra o colchão com todo o peso. Segurou nas ancas novamente, levantando um pouco a bunda de putinha da cama para ter melhor ângulo, e fodeu ainda mais fundo, rápido e sem piedade. As estocadas eram tão fortes que a cama rangia e batia contra a parede. A Renata gozava sem parar, um orgasmo atrás do outro, o corpo convulsionando, a boceta apertando o pau dele enquanto ela gritava palavras desconexas:
— Aaaahh… tá me matando… me come gostoso, forte, vai, assim!
Marcos sorria, suado, e rosnava no ouvido dela:
— Grita, putinha casada. Fala que gosta de pica! Fala que você é uma vagabunda que gosta de macho e tá com esse o marido banana só pelo dinheiro.
Ela obedecia, voz rouca e quebrada pelo prazer:
— Só pelo dinheiro… ahhh… ele é um banana, um corno que não sabe foder uma mulher!
Marcos virou ela de quatro, cuspiu no cu apertado e forçou a cabeça do pau enorme.
— Não… o cu não… — Ela tentou deitar de bruços na cama, fechando as pernas.
Marcos jogou o peso do corpo musculoso em cima dela. A cabeça grossa pressionou e passou, abrindo o cuzinho virgem de casada.
A Renata perdeu as forças e sequer conseguiu gritar, sentindo uma dor forte na bunda que a fez respirar fundo.
— Putinha casada tem que dar a bunda pro macho também — ele grunhiu, enfiando devagar até o talo.
Ela gemeu alto, dor e prazer misturados. Ele começou a aumentar as estocadas, fodendo o cu com força, batendo fundo.
— Grita, vagabunda! Fala que o marido é corno! Assume que você é uma puta corneteira!
— Ele é corno! Eu sou puta… puta de corno…ahhh…eu gosto de pica de macho!
Marcos sorriu, ainda com o pau enterrado no cu dela, olhou na porta e viu o Mateus assistindo a cena. Ele então encostou no ouvido da Renata e falou:
- Hoje a putinha casada vai provar duas picas. Olha pro lado puta!
A Renata olhou assustada ao ver o Mateus se aproximando. Ela pensou em falar algo, mas ele encostou a pica na sua boca e falou:
- Cala a boca puta! Chupa logo essa pica, vagabunda casada!
Isso virou uma chave na Renata. Ela sempre quis se sentir uma vagabunda completa. Isso a excitava de uma forma intensa. Ela então ligou o foda-se e resolveu aproveitar aquela pica enorme na sua frente e aqueles dois machos gostosos.
O Mateus segurou os cabelos pretos dela com uma mão firme e puxou o seu rosto para cima, obrigando-a a olhar para o pau negro, grosso e latejante que balançava na frente da sua boca.
— Olha pra mim, putinha casada — disse Mateus com voz rouca. — Agora eu vou te mostrar como um macho de verdade começa a foder uma vagabunda como você.
Sem esperar resposta, ele esfregou a cabeça grossa do pau nos lábios dela, pintando-os com o pré-gozo brilhante. Naná abriu a boca instintivamente. Mateus enfiou devagar, só a metade primeiro, sentindo a língua quente dela enrolar na glande. Ele gemeu grave e começou a foder a boca dela com estocadas curtas e ritmadas, segurando a cabeça com as duas mãos, empurrando um pouco mais fundo a cada vez, fazendo ela babar e engasgar levemente.
Enquanto isso, Marcos ainda metia devagar no cu dela, mantendo-a de quatro. Mateus então tirou o pau da boca dela, cuspiu na própria mão e se deitou, mandando ela sentar no seu pau e rebolar feito uma puta!
Ela subiu nele, esfregou na boceta já molhada e aberta e começou a descer. O Marcos se posicionou novamente atrás dela, e enfiou o pau todo de uma vez na sua bunda, esticando-a ao máximo. Ela gritou novamente de dor e prazer, sentindo os dois paus enormes — um no cu, outro na buceta — preenchendo ela completamente pela primeira vez.
Marcos começou a foder com força desde o início: segurou a cintura dela com as duas mãos grandes, puxando o corpo dela contra o seu a cada estocada profunda, batendo as bolas pesadas contra a boceta. Ele alternava o ritmo — rápido e violento por alguns segundos, depois lento e fundo, girando o quadril para roçar cada centímetro dentro dela.
Enquanto isso o Mateus socava rápido e forte na sua buceta por baixo, fazendo ela tremer e gozar quase imediatamente, esguichando um pouco no pau dele.
— Isso, goza pra mim, vagabunda — rosnou Mateus. — Sente como eu te abro toda.
Eles a foderam de todas as formas depois disso: dupla penetração em várias posições — um na buceta, outro no cu —, de quatro, de lado, cavalgando os dois ao mesmo tempo. Naná se soltou completamente, pedindo mais, gritando:
— Fode a vagabunda de vocês… me enche… quero mais um na minha boca!
Eles gozaram: primeiro na cara dela, jatos grossos de porra branca escorrendo pelos cabelos pretos e pelos lábios. Depois dentro do cu e dentro da buceta, enchendo a casadinha até escorrer.
Enquanto isso, escondida no corredor, Júlia filmava tudo no celular, sorrindo com inveja satisfeita. Em pensamentos, repetia:
“Finalmente essa puta mostrou quem ela é de verdade. A santinha do interior era só fachada. Agora todo mundo vai saber.”
Os dois machos saíram do quarto suados, rindo. A Renata ficou deitada na cama do marido, corpo marcado, porra escorrendo da buceta e do cu, rosto lambuzado, respirando fundo na casa silenciosa do terreno grande.
Júlia guardou o celular e entrou no quarto com um sorriso doce:
— E aí, Rê… quer mais?
A noite estava só começando.

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