Hoje, começo uma série de contos que envolve principalmente (mas não somente) o Antônio, e como virei a putinha particular dele. Antônio é pedreiro, mestre de obras de 33 anos, casado e tem 3 filhos. É alto e forte, tem corpo de macho mesmo. Pelos (não de forma exagerada), braços fortes, tem pele clara, 1,80 de altura e um pau gigante de 22cm.
Conheci Antônio a 1 ano atrás. Jorge (hoje meu vizinho) comprou os 2 terrenos que ficavam ao lado da minha casa e contratou Antônio e seus ajudantes para construir uma casa enorme lá.
A obra era insuportável. Todo dia 7h da manhã começavam "batessada" de martelo, barulho de máquina... Mas também era engraçado, os pedreiros ficavam rindo, conversando e cantando quase o dia todo. Janela do meu quarto dava direto na obra. Só um muro baixo dividindo. Virou um hobby eu deitar na cama e ficar ouvindo as conversas deles. Conversavam sobre muitas coisas, as vezes brigavam mas na maior parte do tempo riam. Muitos assuntos eu não entendia, quando começavam falar de futebol... Ia longe. Falavam sobre suas famílias, alguns reclamavam das suas mulheres, outros apenas falavam de seus filhos. Por vezes o assunto preferido era quando começavam falar de mulher. Sempre de forma suja, chamando de "aquela vadia gostosa", "vagabunda", "boa demais essa puta". Mas o meu preferido era quando começavam a contar piadas, ria junto com eles.
Eles tinham um combinado com Antônio. Todo mês se eles batessem a meta na construção ganhavam 1 noite numa tal "casa verde". Quase todo dia ficavam falando sobre isso. "To só pela casa verde". "Antônio vai ter que pagar 2 puta pra mim esse mês". "A Pamela já falei que é minha". Eles já conheciam todas putas do cabaré, ficavam chamando elas pelo nome e falando como elas fodem.
Por ser bem do lado da minha casa, sempre que eu saia passava ali na frente. Sempre tinha 3 ou 4 deles lá na frente fazendo alguma coisa. Quando eu passava todos sempre me comiam com os olhos, nunca falavam nada, no máximo um "bom dia", "boa tarde". O olhar daqueles homens me deixava louca, sempre adorei a maneira como os homens me olham, me faz sentir desejada, aumenta autoestima. Cada dia eu ia com uma roupa mais curta, só pra provocar. Eu passava, andava alguns metros e dava uma olhada pra trás e tava sempre todos eles hipnotizados olhando para minha bunda. Depois que passava lá na frente sempre ia pro quarto pra tentar ouvir se falariam alguma coisa de mim, mas os que estavam na frente eram outros, nunca comentaram nada.
Um dia, tive uma ideia. Deixei a cortina da janela aberta e fui tomar banho. Quando sai do chuveiro me enrolei na toalha, entrei no quarto, e fiquei de costas para janela. Abri minha gaveta e fingi está procurando alguma coisa. Dei uma olhada com canto dos olhos pra trás e... Check. Estavam todos eles (uns 6) me olhando fixamente. Alguns deles segurando o pau por cima da calça.
Disfarcei, peguei uma calcinha na gaveta, tirei a toalha ficando toda pelada e me vesti aos poucos. Me subiu um fogo, eu me vestindo sabendo que monte de homem me olhava naquele exato momento me desejando.
Essas cenas se tornaram cada vez mais normal. Quase todo dia eu fazia o mesmo, depois fechava a cortina e deitava na cama pra ouvir as conversas. O assunto mudou, na maioria das vezes era eu. "Vontade de pegar essa putinha e arrombar o cuzinho dela". "Se eu pego uma dessas eu sossego". "Puta do caralho me deixa de pau duro dia todo".
Em um sabado eu tava em casa com tesão de sempre, fui ver alguns vídeos no meu notebook pra me divertir um pouco. Comecei a ver pornô HHM e me masturbar com um vibrador.
A semana toda me exibindo pra aqueles homens fez eu acumular tesão. Tava com muito fogo. Aí eu pensei: "Pena que hoje é sábado e não tem obra.. Se tivesse ia abrir a janela e deixar eles me ver me masturbando". Pensei mais um pouco e decidi ir lá, ver a visão que eles tinham do meu quarto, e quem sabe na esperança de ter 1 deles lá. Coloquei um cropped e uma sainha bem curtinha, sem calcinha mesmo e fui.
Parecia mesmo vazio, não tinha vozes, nem movimentos, bem diferente de um dia semana quando aquele lugar era tomado por homens. Fui entrando aos poucos, quando estava chegando na parte de trás ouvi vozes. Logo apareceu Antônio e outros 2 ajudantes. Meu coração tava acelerado, eu tava com um pouco de medo, mas o tesão era bem maior. tava completamente tomada, entregue ao tesão, minha bucetinha pingava.
Eles me viram logo, os 3 regalaram os olhos.
-Antônio: Oi Moça? ta perdida?
-1 dos ajudantes: Ela é a vizinha aqui, ta tudo bem?
-Eu: é, é... to bem sim.- Falei com a voz tremula
-Antônio: Verdade, você é a vizinha que passa aqui na frente as vezes, deixa os rapazes louco- Deu uma risada, se aproximou e me deu um beijo na bochecha.
-Eu: É, sou eu sim.
Enquanto isso os outros 2 rapazes também se aproveitaram para se aproximar e me da um beijo. O 1º, o rapaz que me reconheceu já veio com a mão direta na minha bunda e me sussurrou: "Prazer te conhecer safadinha."
O outro em seguida botou as 2 mãos na minha bunda e me deu um beijo no pescoço.
Antônio: Então, você não respondeu ainda, o que ta fazendo aqui?
Eu não sabia oq fazer, oq falar, pensei por alguns segundos e resolvi dizer meia verdade. "Tava indo ver se aqui da obra tem visão pro meu quarto".
-Ajudante 1: Da pra ver sim moça, da pra ver tudo... Eu e os rapazes adoramos
-Eu: Aí que vergonha moço.
-Ajudante 2: Não precisa ter vergonha moça, vem aqui vou te mostrar.
Me pegou na mão e me levou até onde eles ficavam.
-Ajudante 2: Tá vendo?! É essa visão que temos, da pra ver tudinho.
-Antônio: Eu deveria te da um presente moça, por sua causa os meninos não faltam 1 dia de trabalho.
-Eu: Aí sério? nossa, que bom então né?! kkkkk
O ajudante 1 me puxou e me deu um beijão, com 1 mão na minha nuca e a outra na minha bunda. Minha bucetinha que já tava encharcada começou escorrer pernas a baixo.
Antônio se aproximou, levantou minha saia.
-Antônio: Olha só, a putinha já veio sem calcinha. Estava procurando né vadia? Achou.
Me colocaram de joelhos, tiraram a camisa.
Ajudante 1 tirou o celular pra fora e disse "tenho que gravar isso". (Eles gravaram tudo, ficavam alcançando o celular de 1 para outro. Rosto deles aparece nas gravações por isso vou subir apenas prints que tirei de parte que não mostra rosto deles.) Depois tiro pau pra fora e deu pra mim chupar. Pau dele era Pequeno/Médio, mas era bem bonito. um pouco curvado para cima e com veias. Comecei a lamber a cabeça do pau dele e depois coloquei tudo na boca, fazendo uma garganta profunda deixando bem babado. Enquanto isso os outros 2 já tiravam o pau pra fora também, quando olhei na minha volta tive um susto.
O pau do Antônio era gigante, cerca de 22cm, grosso, uma delicia. Enquanto o ajudante 2 tinha um pau também grande, 18cm e cheio de veia. Fui logo pegando o do Antônio, que era maior e colocando na boca, sugando bastante. O ajudante 2 logo puxou meu cabelo e empurrou minha cabeça pro pau dele. Foi direto na minha garganta. Aqueles homens ficavam disputando, não me deixavam chupar um pau por mais de 5 segundos que me tirava e colocava no próprio pau. Até que o Antônio falou: "Deixa ela saborear meu pau, depois é a vez de vocês." Pegou meus cabelos e começou a me empurrar com força contra ele, fazendo com que eu engolisse todo aqueles 22cm de rola. Um dos rapazes pegou minha mão e colocou no pau dele, então comecei masturbar ele, e com a outra mão masturbar o outro rapaz. Tudo isso enquanto tinha a garganta fudida por um pau enorme.
Tava ficando seu folego já quando Antônio me soltou. Larguei um dos pau, peguei o dele, masturbei ele bem rapido olhando pra ele.
Antônio: AAAAAH, VAGABUNDA DO CARALHO!
Eu dei uma risada, peguei o pau dele pela base e bati contra meu rosto 3 vezes, e falei: "Se eu soubesse que tinha um pau desses aqui tinha vindo antes".
E voltei a ocupar minha boca com outro pau.
Antônio saiu por alguns segundos e voltou com um papelão, colocou no chão e se deitou em cima.
Antônio: Vem aqui vadia, senta no meu pau.
Subi em cima dele de frente, e sentei naquela enorme pica. Entrou bem fácil, sensação maravilhosa de ter a buceta toda preenchida me arrancou um belo de um gemido, quase grito de prazer. Comecei a rebolar no pau enquanto os outros 2 rapazes vieram colocar o pau pra mim chupar.
Depois sai de cima de Antônio e o ajudante 1 mandou eu ficar de 4. E começou a meter na minha buceta. Ele tava tapas fortes na minha bunda. Antônio se sentou na minha frente e comecei a chupar ele. Em movimentos sincronizados a cada estocada eu ia pra frente e engolia o pau de Antônio. Os 2 me batendo, Antônio dava tapas na minha cara e o Ajudante 1 tapas na minha bunda. Minhas pernas começou a tremer, gozei muito no pau do Ajudante, líquidos saíram pra todo lado, molhou todo papelão que estávamos. O Ajudante 2 enquanto isso via a situação e se masturbava.
Depois de gozar sai de cima ofegante, tentando recuperar o folego. O ajudante 2 me pegou no colo e me jogou sobre uma mesa de madeira velha, abriu minhas pernas e começou a meter em mim, não esperou tempo de me recuperar e já estavam me fudendo de novo.
Passou 1 ou 2 minutos e Antônio apareceu com um edredom. Estendeu ele no chão e disse: "Agora sim vamos fuder essa puta direito". "Como assim me fuder direito? Já to toda acabada" Pensei comigo.
Antonio se deitou e disse: "Vem aqui puta."
Fui sentar no pau dele e ele disse: "na, não. Buceta não quero mais, quero comer teu cu".
Eu apenas obedeci. Peguei o pau dele e apontei para meu cuzinho e comecei a forçar, mas não entrada. Nunca tinha dado meu cu pra um pau tão grande.
Um dos ajudantes me pegou pelos braços, me jogou de bruços na mesa e começou a lamber meu cu. Deu uma cuspida e enfiou 2 dedos e começou a me foder com os dedos. "Tem que preparar esse cuzinho antes, Antônio!"
Depois de abrir meu cu com os dedos, ele disse pra mim: "Pode lá agora."
Fui, e sentei com o cu naquele pau.
Senti meu cu rasgando, o pau dele além de grande era grosso, entrava com dificuldade, minhas pernas tremia. Tava com dor, com tesão. Senti uma tontura, achei que ia desmaiar, perdi totalmente as forças mas Antônio continuava forçando meu cu, me segurando pela cintura. Aos poucos fui acostumando, o pau dele entrou todo no meu cu. Ardia, queimava, doía muito. Eu gritava: "AI MEU CU, FILHO DA PUTA, TA ARROMBANDO MEU CUUUU."."TA RASGANDO MEU CU DESGRAÇADO, QUE PAU ENORME".
Aquilo só motivava Antônio a me segurar cada vez mais forte. Os rapazes estavam em pé com os pau perto do meu rosto, mas eu não conseguia pegar eles, nem nada. Apenas me concentrava no meu cu sendo rasgado.
Então Antônio deixou eu sair. Ajudante 1 disse: "Minha vez". E se deitou no lugar de Antônio.
Sentei com meu cu nele. Dessa vez entrou bem mais fácil. Como era uma rola menor, e eu já tava toda arrombada comecei a sentar forte, até minha bunda bater na virilha dele. E agora sim consegui me concentrar naquelas 2 picas enormes na minha frente. Masturbava um enquanto chupava outro. fiquei revezando, de tempo em tempo parava de chupar, e olhava pra cara do Ajudante 1, que fodia minha bunda.
Antônio orquestrando a foda assim como organizada a obra disse pra eu levantar, e sentar no pau dele de frente com a buceta. Assim eu fiz.
Quando eu tava rebolando sinto alguém segurar minha cintura. Era o ajudante 2, se preparando para comer meu cu. Não falei nada, apenas deixei ele meter.
Lá estava eu, no meio de uma obra inacabada, com todos meus buracos preenchidos. Gritando de prazer estando sentada em 1 pau que estava alocado na buceta. Outro que fudia meu cu por trás. E outro em pé, fudendo minha boca. Tudo isso enquanto gravavam. Me sentia uma verdadeira atriz pornô.
Me sentia toda preenchida, com dor, fogo, nada se passava na minha mente, apenas aqueles 3 homens me usando como uma verdadeira puta, que não tem querer, apenas obedece e ponto. Comecei ainda com 1 das mãos masturbar meu clitóris. Não demorou muito pra gozar horrores de novo.
Depois de alguns minutos os rapazes disseram: "Vou gozar, não aguento mais"
Eu sai, me ajoelhei e falei: "Da leitinho pra puta de vocês, da?!"
Os 3 começaram a se masturbar e gozar em mim.
Colocamos nossas roupas, e Antônio falou: "Aliás, qual seu nome?"
Eu: Larissa, mas me chamam de Lala.
Antônio: Anota meu número Larissa, pra quando precisar alguma manutenção na casa me chamar. Pra ti não cobro nada.
Anotei o número dele e fui pra casa. Cheguei em casa, me olhei no espelho e me vi toda acabada. Marcas vermelhas em todo meu rosto, descabelada, rosto todo coberto por porra... Eles me maltrataram e judiaram de mim do jeitinho que gosto. Tirei uma foto (Gosto de guardar esses momentos) tomei um banho e dormi um belo de um sono. Leve, solta, cabeça limpa. Um pouco de dor no cu, mas super realizada.
Espero que tenham gostado amores. Essa foi a primeira foda com Antônio. Até hoje ele segue sendo 1 dos meus comedores kkkkk. Temos várias historinhas juntas e vou contar todas aqui.
Beijos da Lala!





Desse tipo de putinha que gosto