Esse é a 3ª e penúltima história com Antônio (Essa não é diretamente com ele, mas ele está envolvido também).
Eu e Antônio já tínhamos transado no mínimo umas 10x, tinha se tornado algo frequente já as visitar dele lá em casa, seja pra arrumar algo ou simplesmente pra me comer.
Eu moro em casa, o bairro é bom, seguro apesar de ser perto do centro não é tão movimentado. Mas pelo fato de morar sozinha tenho câmeras de monitoramento instaladas. Um dia as câmeras pararam de funcionar, a imagem no aplicativo ficava toda preta. Então como de costume chamei Antônio pra ele vir arrumar. Dessa vez, ele disse que não sabia muito bem mexer com câmera, mas falou que ia mandar um rapaz amigo dele vir arrumar.
Eu nunca tive grandes problemas financeiros, apesar de não trabalhar, recebo pensão do meu pai que era militar, e minha mãe me manda uma ajuda de vez em quando. Mas aquele dia eu estava sem dinheiro, tive alguns gastos extras na faculdade. Mas achei que não seria problema, pois Antônio nunca me cobrava pelos serviços (Não em dinheiro kkkk)
O homem chegou, ele era bem bonitinho; negro, careca, barba cerrada, alto e uma barriguinha de cerveja. Usava uma camisa azul, uma calça cinza daquelas de moletom e carregava uma mala em 1 nas mãos. Me cumprimentou com um beijo no rosto, largou a mala no chão e começou a olhar paras câmeras e perguntar o que tinha acontecido. Depois que expliquei ele foi no carro e voltou com uma escada. Entrou na casa e subiu no forro pela escada. Depois de uns 2 minutos ele desceu da escada e disse que tinha queimado não sei oq, que ia na ferragem comprar e já voltava.
Como falei nos outros contos, eu adoro me exibir e me senti desejada por macho. Então quando ele saiu decidi colocar um tube top branco sem sutiã por baixo e uma mini saia branca bem sexy.
Quando ele voltou e me viu daquele jeito não tirava os olhos de mim, ao entrar em casa tropeçou em 1 degrau e disse: "Eita, você tirou minha concentração". dei só uma risadinha e deixei ele subir no forro pra terminar o serviço.
Depois de uns 5 minutos ele desceu, falou pra verificar as câmeras no aplicativo e estava funcionando. Então ele disse: "Era só isso então, a peça foi 60, mais o serviço vou te cobrar 150 tudo."
Fiquei nervosa, eu não tinha esse dinheiro, oq ia fazer agora? Ia precisar mandar mensagem pra minha mãe, mas ela nem sempre responde e demora pra ler as mensagens.
-Eu: "Ah... É, desculpa é que Antônio nunca me cobra, ai achei que ele ia acertar contigo"
-Ele: "Não, não... Mas olha, eu aceito o mesmo pagamento que você da pra Antônio, viu?"
Na hora eu fiquei vermelha de vergonha, desgraçado do Antônio tinha me explanado, aposto que pra todos amigos dele... Depois do homem falar aquilo, ele deu uma risadinha e começou acariciar a piroca por cima da calça e disse: "Então, pode ser?" A vergonha passou, ver aquele negro acariciando a rola me olhando de cima a baixo me desejando me deixou louca e eu apenas acenei de forma positiva com a cabeça.
Ele agarrou minha nuca colou o corpo no meu e começou me dar um beijão. Um dos melhores beijos que já dei. Sua língua se enrolava na minha, sentia o pau dele pressionado contra o meu corpo. Ele me pegou no colo, me jogou sobre a mesa, abriu minhas pernas e começou a esfregar minha bucetinha por cima da calcinha. Tirou ela e começou a me beijar minha bucetinha. Beijava ela toda, desde cima até embaixo no meu cuzinho. Depois passou a língua por tudo, começando pelo cu e terminando no clitóris, onde começou a chupar. Enfiava a língua no meu buraco, beijava minha buceta molhada como se fosse minha boca. Enfiou 2 dedos dentro de mim e continuou chupando meu clitóris. Senti meu corpo arrepiar, pressionei a cabeça dele mais contra minha bucetinha e gozei gostoso na boca dele.
Ele se levantou e começou a tirar sua roupa. Eu tirei toda a minha também e fiquei de joelhos esperando ele me da a pica pra eu chupar. Pau dele era médio uns 15cm mas bem grosso. Cuspi na rola e comecei masturbar enquanto chupava as bolas dele, depois coloquei tudo na boca. A pica mal cabia, tinha que ficar com a boca quase toda aberta pra poder acomodar aquele pau grosso. Mamei ele por cerca de 5 minutos, fazendo garganta profunda, engolindo tudinho. Quando já estava com a boca cansada e com câimbra bati com o pau dele já todo babado no seu rosto e disse: "Mete essa rola em mim vai gostoso".
Me levantei, fiquei de costas e me apoiei de bruços sobre a mesa. Ele começou a pincelar minha bucetinha molhada com aquele pau preto. Me deixando ainda mais louca. Comecei a implorar pra ele meter em mim, e ele não metia, ficava só passando o pau por toda minha buceta.
-Eu: VAI FILHO DA PUTA ME COME!- Gritei e fui pra trás forçando a penetração. Ele ficou parado, e eu fui fazendo movimentos pra frente e pra trás enquanto gemia e implorava pra ele me comer: "aaaain, mete em mim por favor! aaaai". Ele me puxou pelos cabelos me levantando da mesa e falou no meu ouvir: "Putinha, gosto assim quando implora por pica. vou te da o que tu quer vagabunda". E começou a estocar com força na minha buceta. Botava tudo até as bolas. Minha buceta ficou cheinha com aquele pau grosso.
Uns 30 segundos de estocada foi o suficiente pra eu gozar de novo, dessa vez no pau dele. Meu corpo tremia por inteiro, não conseguia mais ficar em pé. Sai me apoiando na mesa e ele falou: "Não acabei contigo não.". Minha buceta não ia aguentar mais penetração então fiquei de joelhos de novo e comecei a mamar ele, chupei ele por mais uns 5 minutos, até ganhar um pouco de folego, então fiquei de 4 no chão e ele veio meter em mim.
Dessa vez sem rodeios, meteu todo pau em mim de 1 vez e começou a me comer rápido e forte. Apoiei a cabeça no chão e comecei a olhar pra ele. Ele ficou ainda mais louco. Colocou o pé sobre minha cabeça e meteu ainda mais forte.
-Eu: Mete esse caralho todo em mim, mete.
-Ele: Toma vagabunda, toma piroca de macho alfa.
-Eu: Ain que delicia, bate em mim bate.
Ele sem pensar 2x começou a espancar minha bunda com tapas e socos.
-Ele: AAAH, VOU GOZAR!
-Eu: Não goza dentro filho da puta, me da leitinho pra mim tomar.
Então ele se levantou e gozou na minha boca e disse pra mim tomar tudo, até a ultima gota. (Como se eu já não fosse fazer isso kkkk). Tomei tudo, mas um pouco escorreu pro chão, então ele apontou e disse: "Tem mais ali, vadia!". Lambi o chão, depois lambi o pau dele pra deixar limpo sem resquício de porra.
Depois ele pediu meu número e disse que se precisasse de qualquer coisa pra chamar ele, que eu tinha ganhado manutenção vitalícia.
Espero que tenham gostado amores. Votem, fiquem a vontade pra me mandar mensagens que isso me motiva muito a contar minhas histórias aqui. Ainda tenho muitas histórias pra contar, tem mais 1 dessa série com Antônio, bem especial. E depois tem algumas da época da escola, histórias em baladinha e outras...
