– Ambas somos casadas – respondi de forma irritada e fui embora.
O fato é que cheguei excitada em minha casa e trepei gostoso com meu marido,
1.º Detalhe: Nesse dia meu marido me deu muitos leitinhos de pica….
2.º detalhe: Meu marido dizer sou casou com rainha boqueteira, merecedora de beber leitinhos de muitos.
As indecentes insinuações de promiscuidades me fez degustar avidamente da mamadeira alargadora de boquinhas. Acelerando a situação, eu sonhei chupando o tal carinha. Enfim, eu, uma esposa de respeito, estava entrando no cio.
Então, duas semanas a irmã do meu marido viajou com o marido dela, e numa saída do trabalho, encontrei o tal carinha passando quase frente casa dela. Ele interrompeu minha caminhada e falou que morava em outro país.
Bem, o cara era bom de papo, e então fomos interrompidos por chuvas e acabamos entrando no pátio da casa. A nossa a conversa tornou-se mais descontraída e, obviamente que falamos sobre o flagrante que havia dado e, num rompante de resquício de cio, falei ter visto o pau dele sendo chupado.
– Então chupa ele e amos foder logo!
Leitores, afirmei no começo do texto que eu estava em período de cio, mas isso não quer dizer que vou foder com qualquer um. Fiz menção de ir embora, o problema foi a natureza ambiental trazendo chuva torrencial que alargava a rua.
A situação foi temerosa, pois eu poderia sofre danos. Eu me afastei um pouco dele, então o cara foi persuasivo, me levando gentilmente pelas mãos para outro lado da árvore de mangueira no jardim onde estávamos.
Ainda nervosa a quaisquer movimentos na rua eu tive blusa e sutiã levantados e meus seios médios foram apalpados e beijados e uma emoção de empoderamento inebriante se apoderou do meu corpo me fazendo suspirar no momento que tive ambos seios chupados.
Minha respiração estava ficando mais rápida e pesada. Então escutei um devasto pedido para eu punhetar e mamar o cacetão. Tal pedido extrapolavam os limites. Bem, sou de respeito, mas não sou um cubo de gelo, por isso, quando ele abriu a calça e baixou a cueca eu segurei e punhetei com mãozinha de manivelas.
– Agora chupa um pouquinho, vai! - lembro dele dizer isso para mim.
Agachei-me e abocanhei a potente mamadeira alargadora de boquinhas.
Após alguns minutos “batendo” punhetas com a boquinha, a pica pulsou, anunciando que leitinhos cremosos logo desceriam garganta abaixo. Guiei meu rosto para frente e para trás a fim de dançar a valsa do boquete mais rapidamente.
Subitamente os meus lábios pintado borraram-se com imensos jatos de espermas. Eu olhei para a aliança de casamento e pensei no meu marido que sou uma eximia engolidora de rolas pela boca e buceta.
Agora faltava eu engolir leite de pica pela buceta. Portanto, levantei-me e arriei a calça e calcinha até os joelhos. Então o carinha se ajoelhou e sua ferina sua língua penetrou por entre as carnes rosadas da minha buceta apertada e umedecida.
A percepção prazerosa se intensifica com eu avantajado clitóris sendo cheirado, beijado e sugado. O êxtase chega com dois grossos dedos
O homem enfiou dois dedos na cavidade apertada os bombeou lentamente dentro e fora.
Não posso escrever o que ele sentiu, mas posso descrever a adrenalina que sentir quando meus lábios vaginais abriram-se para agasalhar o grosso intruso. Tudo o que eu queria era levar todo o pau na buceta.
Subitamente entrelaço minhas pernas pela cintura do carinha e apoiada as costas na árvore movimentei os quadris para ambos socamos o extenso e grosso pauzão. Enfim, eu estava dando a buceta.
Uns trinta segundo bastaram pros sêmen adentrarem na minha buceta. Ele usou uns dedos na buceta e passou na minha boca e depois usou seus próprios espermas para alisar ao redor das pregas do meu cuzinho chegando a penetrar centímetro do dedo no centro do alvo.
Enfim, o cara era jovem e viril e ainda estava de pau em pleno riste, então é certo que eu deveria dar o anelado, né?
Afinal, meu marido nunca saberia que cheguei em casa após levar roladas no cuzinho. Leitores, o saibam que o marido não é um cara inocente, pois quase sempre durante noites de sexo i meu marido “fantasia” que mereço ser enrabada na rua.
Então, apoiada nas fantasias de casal ditas pelo meu marido concordei com o pedido.
Caminhamos pelo jardim até ao pátio. Então o carinha pôs minha mochila no chão no piso do pátio e deitei de bruços. Abaixei um pouco a calça e o carinha esfregou bastante salivas na entrada da minha a rosquinha de preferência nacional.
E mesmo lubrificado senti dores agudas com a cabeça peniana perfurou o centro do alvo das frágeis pregas e, no mesmo momento, houve estrondos de trovões causando perdas de energias elétricas.
Em minha mente a situação da chuvarada e perdas de energias elétricas se assemelhou como se homem fosse um violador obtendo proveito pra arrastar uma mulher casada de respeito e arrombar o perseguido cuzinho.
Em meio aos meus devaneios tentei fechar as pregas, mas numa única estocada, a cabeça entrou e eu já não possuía modos de impedir que eu, uma mulher casada de respeito, sendo lentamente enrabada.
Entretanto, em meios as estocadas, surgiu um empata foda. (uma pessoa sem noção na frente da casa).
Aproveitei para colocar as mãos para trás das costas para simular ser prisioneira. E portanto, pedir para que minha boca fosse tapada, para eu não poder gritar por ajuda para O EMPATA FODA que estava “colado” do lado de fora do muro da casa.
Obviamente que eu não ia gritar, pois eu estava a bunda por vontade própria usando partes de minhas próprias salivas, mas é que eu queria criar inocentes fetiches de momento na qual eu estaria sendo forçada na marra a ser enrabada…
Enfim, devo ter atingido algo fetichista extremamente excitante na mente do cara, seu pau passou a “comer” meu cuzinho de forma ritmicamente acelerada.
Minutos depois corpo do cara foi arriando sobre minhas costas, forçando meu corpo frágil contra o chão. A fim de auxiliar, eu dei leves reboladinhas abrindo espaço pro grosso pauzão expelir sêmen na arrombadinha rosquinha.
Então olhei para fora e que a pessoa (empata foda) tinha ido embora e a rua não estava tão alargada. Alguns podem achar que fui insensível, pois, após recuperar o fôlego quando o pau escapuliu do cuzinho e eu me levantei puxando a calcinha e abotoando a calça.
Pois sou casada que chupou bastante pica, levou na buceta e terminou furada por trás,… Então não tinha nada de eu ficar ali no ariscado!
O carinha, que eu nem lembrava o nome, acendeu um cigarro e me deu duas tragadas, na sequência demos prolongados beijos de língua e corri pra casa com medo do meu marido chegar antes de mim.
Parte 2:
É aqui que começa situações inesperadas …
Estando na casa me joguei nua na cama. Esse foi meu primeiro erro, pois o meu marido entrou no quarto e foi colocando o pau duro na buceta e fui questionada do motivo dela está tão úmida.
Estando nervosa, eu tentei alegação da chuva, então ele me virou de costas na cama e meteu no meu cuzinho e, apesar das dores, passou fácil.
E vocês acham que aconteceu? O fato é que às vezes fantasiamos outro homem me comendo enquanto meu marido nada sabe, ou eu sendo traída em nossa cama.
Óbvio que sabíamos que eram apenas momentos de fantasias de cama sem causar prejuízos ao casal. Mas a partes das fantasias de cama tornaram-se reais… então, no início meu marido ficou em silêncio, mas depois ele confessou queria que eu fodesse sem ter casos, encontros e namoros.
– Não amor que isso? - Falei com voz fofa – Sabes que sou mulher de respeito, né?
Enfim, quem conhecer homens mansos sabem como são persuasivos. Então houve uma conversa honesta e um acordo nasceu, daquelas que despem tabus. No decorrer do assunto contei como foi o anal enquanto o masturbava.
– … Paulinho,... Aí eu fiquei deitada no chão e… ele arriou o corpo e o pauzão entrou até chegar no fundinho do meu cuzinho…
Nessa mesma noite o meu marido meter em mim com tantas vontades, era como se ele tivesse rejuvenescido fisicamente e sexualmente. E mesmo assim após a prologada foda corri para o banheiro e fiquei muito tempo lá, pensando que alguma coisa aconteceu no planeta, pois dei a buceta e meu marido ficou de pau duro.
No decorrer das semanas tentei evitar olhar para meu marido. Todavia, fui surpreendida com insistentes pedidos.
– Ibidinha, me conta mais detalhes?
E quando eu achei que não teria mais surpresas, o meu maridão vêm com ideias pra foderem minha buceta. Eu abaixava os olhos meio envergonhados. Mas com o tempo flertei com um amigo casado.
Então marco de encontrá-lo a numa praça meio escura enquanto meu marido se esconderia dentro do nosso carro. Obviamente que houve namoro na praça e caso meu marido quisesse desistir a buzina seria tocada.
Mais o silêncio se dava na região. Então, num banco da praça da dei poderosas chupadas, enfim, após o gozo me recompus e meu amigo foi embora. Então caminhei até o carro enquanto limpava os lábios.
O mais incrível foi o meu marido falar que só devo dar satisfações a ele. Enfim, após essa primeira na praça, eu meio que ganhei experiência e desenvoltura. Então acertamos fazer coisas em nossa casa. E há problemas nisso? Ara, ara que Não… pois é só um sair e o marido que amo aparece de pau duro a fim de me comer.
A vida liberal é muito dez!


Adorei seu conto muito bom e exitante, votado!!!
Fantasia deliciosa de se ler..
delicia de conto! muito bom mesmo.