Alunos da minha esposa (parte 2)

A semana após aquele sábado na escola não foi a mesma. O ar na nossa casa parecia mais denso, carregado de uma eletricidade que eu, com meus 40 anos e pragmatismo de empresário, tentava processar. Eu passava o dia nas reuniões da empresa, mas minha mente voltava repetidamente para o corredor daquela escola, para os comentários daqueles garotos e, principalmente, para o modo como Sofia ficou desconcertada ao saber que era o objeto de desejo deles.
Na terça-feira à noite, eu a flagrei em um momento que mudou tudo.
Passei pelo quarto e a porta estava entreaberta. Sofia tinha acabado de sair do banho. O vapor ainda subia de sua pele clara. Em vez de se vestir apressadamente como sempre fazia, ela estava parada, nua, diante do espelho de corpo inteiro. Seus cabelos castanhos estavam úmidos e seus óculos, que ela raramente tirava, repousavam na penteadeira.
Eu paralisei na fresta da porta. Meus 1,85m pareciam pesados demais para me mover. Eu a vi virar de lado, observando a curva acentuada do quadril e o volume dos seios fartos que ela sempre tentou camuflar. Ela passou a mão lentamente pela própria barriga, descendo até a bunda grande — aquela mesma que os alunos descreveram com tanta crueza. Ela passava a mão sobre sua buceta e massageava os pêlos pubianos, que eram muitos. Havia uma expressão nova em seu rosto: não era mais apenas timidez, era uma curiosidade perigosa. Ela estava se vendo através dos olhos daqueles garotos. E ela estava gostando.
— Sofia? — chamei, entrando devagar.
Ela deu um pequeno salto, cobrindo-se com o roupão apressadamente, as bochechas corando instantaneamente.
— João! Que susto... eu só estava... vendo como as roupas estão ficando apertadas. Preciso mesmo de uma dieta — disse ela, recuperando a postura de professora recatada.
— Você está perfeita, Sofia. Aqueles meninos no corredor não estavam errados sobre nada — respondi, aproximando-me e sentindo o cheiro do sabonete em sua pele quente.
Ela desviou o olhar, mas não se afastou. Mais tarde, enquanto jantávamos, o tom mudou. A "queixa" veio, mas carregada de um detalhismo que me deu um nó no estômago.
— Aquele menino... o de cabelo bagunçado que você viu... ele passou do limite hoje, João — começou ela, mexendo na comida sem olhar para mim. — Eu estava entregando as provas e, quando me curvei sobre a mesa dele, senti o olhar dele fixo no meu decote. Ele nem tentou disfarçar. Ficou paralisado, respirando fundo.
Senti meu sangue ferver, mas não de raiva. Eu queria ouvir mais.
— E o que você fez? — perguntei, minha voz saindo mais rouca do que o normal.
— Eu... eu deveria ter dado uma bronca. Mas eu simplesmente continuei ali, fingindo que não via. Senti meus mamilos ficarem rígidos sob o sutiã, João. É um absurdo, eu sei, sou a professora dele... mas saber que ele estava ali, quase encostando em mim, desejando o que é seu...
Ela finalmente me olhou. Seus olhos castanhos brilhavam. O jogo tinha começado.
— Amanhã eu tenho aula com a turma dele de novo — continuou ela, levantando-se e indo até o armário. — Estava pensando em ir com aquela saia preta. Lembra dela? Aquela que você diz que marca demais o meu quadril.
Ela tirou a peça do cabide. Era uma saia justa, de tecido firme, que desenharia cada centímetro da sua bunda generosa.
— Você acha que é "demais" para uma professora, João? — perguntou ela, com um sorriso de canto que eu nunca tinha visto. — Ou você quer que eu mostre para eles exatamente o que eles estão imaginando?
Eu olhei para ela, para aquela mulher de 43 anos que estava florescendo de uma forma proibida, e depois para o volume evidente em minhas próprias calças. O empresário sério tinha dado lugar ao marido que mal podia esperar para ouvir o relato do dia seguinte.
— Vá com a saia, Sofia. Deixe que eles olhem. Deixe que eles babem pelo que nunca poderão ter.
Ela riu, uma risada curta e nervosa, e caminhou até mim. Naquela noite, nossa transa não foi "normal". Foi urgente, marcada por sussurros sobre alunos, salas de aula e a audácia de jovens que não sabiam o perigo que estavam correndo ao desejar a mulher do homem que agora a possuía com uma ferocidade renovada. Ela cavalgava e seu olhar estava vibrante, eu percebia claramente que sua mente imaginada outras coisas que não poderiam ser ditas naquele momento.
As coisas estavam mudando. O recato estava caindo, peça por peça.
Foto 1 do Conto erotico: Alunos da minha esposa (parte 2)


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Alunos da minha esposa (parte 2)

Codigo do conto:
258561

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
03/04/2026

Quant.de Votos:
3

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